Disclaimer: Qualquer coisa que reconheça dos livros da JK, não nos pertence.
EvilAngel-001: Aqui está a cena embaraçosa do Tom (prometida no cap 1). Não é tão terrível, mas ainda é embaraçosa. Chris e Tom têm certa rivalidade. Vocês verão.
N/T: PQP!!! Traduzir isso foi foooooda. Vcs não tem noção. Eu sou uma tradutora amadora e os textos de Shakespeare são difíceis em ptg, imaginem em inglês! Mas dps de mto quebrar a cabeça, pesquisar em trilhõõõõões de sites e dicionários e td mais, acho que ficou compreensível. Mas por favor, sejam bonzinhos com essa pobre tradutora que vos fala. Bjuxxx
PS: me digam o que acharam da tradução, ok?
Capítulo TrêsTodos os homens são maus
Melhor ser vil do que por vil ser tido
Quando não se é repreendido por sê-lo,
E perde-se o prazer, que é tão difamado,
Não pelo nosso senso, mas pelo alheio parecer.
Por que deveriam os outros falsos olhos corrompidos,
Tecer elogios ao meu sangue dissoluto?
Ou às minhas fraquezas porque são fracos os espiões,
Que em seus testamentos considerarão ruim o que eu achei bom?
Não, eu sou o que sou e aqueles que nivelam,
Seus insultos recairão sobre eles mesmos,
Posso ser reto, ainda que eles mesmos sejam oblíquos
Em seus próprios conceitos, ainda que meus feitos não devam ser mostrados,
A menos que por esse mal geral que eles mantêm,
Todos os homens são maus e em sua maldade imperam.
-William Shakespeare, soneto 121
"Bem vindos a Hogwarts. Meu nome é Ophelia," disse uma bela moça de dezessete anos. Para Hermione, ela lembrava alguém que amava as artes. Seu cabelo louro claro era curto, mas cheio e vinha até seu queixo. Tinha até uma franjinha, que caía impecável na frente de seus olhos castanho-escuros, maçãs do rosto altas e pele clara. De alguma foram ela parecia severa, mas seu sorriso lhe contava uma história diferente.
"Obrigada," Hermione disse, depois que o diretor Dippet anunciou a chegada dos três. Eles estavam tomando o café da manhã agora e já haviam sido apresentados a muitas pessoas.
"Olá, olá. Aproveitando o café da manhã, eu espero?" disse uma voz familiar. Eles se viraram para ver Chris Potter atrás deles. Ele sorriu e sentou-se entre Hermione e Harry, olhando para a bruxa de sua idade. "Acredito que ainda não tivemos o prazer de sermos apresentados. Meu nome é Chris Potter." ele disse, estendendo a mão. Hermione olhou para Gina e Harry que deram de ombros.
Ela apertou sua mão e sorriu antes de dizer. "Meu nome é Hermione Granger."
"Hermione? Seus pais são fãs de Shakespeare?" perguntou uma voz indiferente. Hermione se virou para ver Tom Riddle parado ali. Ele sorriu, embora estivesse longe de ser sincero. "Bem vindos a Hogwarts. Gostaria de me desculpar pelo meu comportamento na noite passada. Foi bastante rude da minha parte. Meu nome é Tom Riddle," ele disse. Ela lhe devolveu um sorriso forçado.
"Porque não se junta ao seu próprio bando de fanáticos da Sonserina, Riddle?" Chris disse, mais ordenando do que sugerindo. Ele olhou furioso para o garoto que devolveu o gesto. Estava óbvio que havia algum tipo de rivalidade entre esses dois.
"Por que não vai se meter com a sua própria vida, Potter? Ou sua mente é tão estreita que sequer compreende seus próprios pensamentos?" Riddle zombou. Ele tinha perdido os bons modos e parecia pronto para azarar o Chris.
O garoto da grifinória olhou de cara feia, alcançou seu bolso e tirou a varinha, segurando-a firmemente. Hermione olhou para os amigos em busca de ajuda, mas eles deram de ombros novamente, assistindo a cena com bastante atenção. Ela notou que Harry tinha a varinha bem firme em sua mão. Ele não hesitaria em azarar Tom com um obliviate.
Hermione capturou o olhar de Gina que murmurou "Faça alguma coisa". Ela aquiesceu e se virou para Tom.
"Foi bom conhecer você Tom, mas Chris prometeu nos mostrar a escola. Vamos," ela disse ao arrastar o bruxo zangado de seu assento. Gina fez o mesmo com Harry e logo eles atravessaram a porta, deixando um Tom bastante zangado para trás.
Eles chegaram ao corredor quando a porta se abriu e então fechou. Abigail, Robert e Ophelia apareceram. "Belo trabalho encerrando a briga entre Tom e Chris. Muitos não conseguiram este feito," Robert disse, sorrindo para eles. Chris lançou a ele um olhar carrancudo e se virou para o outro lado, se mostrando muito interessado num retrato na parede.
"Porque tudo isso?" Gina perguntou.
"Riddle é um bastardinho maligno, isso sim," Chris cuspiu.
Abby bufou e então disse, "Ah, por favor. Só porque ele não caiu nas suas brincadeiras ou acha que você e suas ações infantis são engraçadas, não significa que seja malvado. Ele realmente é um bom menino. Muito cortês, inteligente..."
"E maligno!" Chris a cortou. "Desculpe-me por soar paranóico, mas há algo de errado com ele. Eu sei disso. O modo como seus 'amigos' agem perto dele. Eles têm medo dele. Uma vez eu estava caminhando pelos corredores depois da hora," ele parou quando Abigail ofegou e fez cara feia para ele enquanto Ophelia e Robert suspiraram. "Eu vi ele e seus amigos. Estavam tendo algo como uma reunião secreta de algum tipo e eles o chamaram de um nome que não era Tom Riddle," ele disse sombriamente.
"Que nome era esse?" Harry perguntou. Ele sabia que seu avô tinha ouvido eles o chamarem de Lord Voldemort, mas se fez de desentendido.
"Lord Voldemort," ele respondeu.
"Voldemort? Soa como uma frase que eu ouvi em francês. O que era?" Ophelia se perguntou ao segurar no queixo e apertar o rosto, tentando se lembrar. "Ah sim! Era Voleur de Mort," ela disse em francês com uma pronúncia perfeita. "Isso significa Ladrão da Morte," ela disse, olhando sombriamente para todos. Ela pareceu bem horripilante ao inclinar o queixo em direção ao tórax, permitindo a escuridão tomar conta de seu rosto.
"Eu te disse! Ladrão da Morte? Soa muito cortês para mim!" Chris desdenhou sarcasticamente. Abby bufou de novo e rolou os olhos.
"Como se o Tom falasse francês! Vamos lá, estou certa de que foi apenas uma coincidência. Provavelmente é só um apelido tal como aquele pelo qual a sua mãe te chama Chris. O que era mesmo? Ursinho Chrisly?" ela ronronou, sorrindo triunfantemente para o rosto agora vermelho do Grifinório.
O grupo abafou as risadas enquanto o rosto dele ficava ainda mais vermelho, imitando a cor de sua gravata. Ele girou nos calcanhares e se dirigiu para a biblioteca, resmungando consigo mesmo.
"Ursinho Chrisly?" Harry disse sorrindo. Abby aquiesceu. Logo o grupo explodiu em um ataque de risadas. O ataque foi quebrado quando as portas pesadas se abriram para revelar Tom Riddle. Ele sorriu polidamente para o grupo, ainda que estivesse levemente desapontado que Chris não estivesse mais lá. Estava com humor para azará-lo.
"Olá Hermione. Eu gostaria de me desculpar com você pelo distúrbio causado no café da manhã. Espero que não afete sua impressão sobre Hogwarts, já que este é seu primeiro dia e tudo mais." ele disse. Gina olhou para os dois. Estaria Riddle mostrando interesse por Hermione? Ela não era a única estudante 'novata', nem era a única presente durante o barraco do café da manhã, então porque ele estava agindo como se fosse?
"E-está tudo bem Tom. Todos temos nossas pequenas rivalidades," ela disse com os dentes cerrados. Tom franziu o cenho. Porque estava sendo tão áspera com ele? Ele não tinha feito nada para zangá-la, bem, nada de que ele pudesse se lembrar. Por que ela parecia guardar tanto rancor dele?
Enquanto examinava o resto dos estudantes 'estrangeiros de intercâmbio', percebeu que ela não era a única que demonstrava tal rancor. Harry lhe lançou ferozmente um olhar carrancudo, como se estivesse enviando uma maldição através dos olhos. Poderia dizer que o grifinório estava neste momento mordendo a parte interna da bochecha e viu sua mão se apertar ao redor da varinha no bolso.
Gina pareceu mais desconfortável perto dele que os outros. Seus olhos castanhos o focavam com um olhar um tanto amedrontados. Ela mordeu o lábio inferior e fixou o olhar em suas mãos quando viu que o futuro Lord das Trevas a encarava.
Tom acenou levemente com a cabeça em sinal de compreensão e então disse, "Obrigado por entender. Espero vê-la mais tarde então." Com isso, ele fez uma pequena reverência e foi embora com uma aura orgulhosa a volta dele.
"Viram? Chris está obviamente paranóico. Como poderia alguém assim ser perverso? É como você disse, todos nós temos rivalidades e Chris está justamente tentando ver mais do que há na realidade para justificar suas próprias ações," Abby disse, com especial firmeza. Ela lembrava alguém.
"Abby, teria alguma chance de seu sobrenome ser McGonagall?" Gina fez a pergunta que estava na cabeça de Hermione.
A garota deu um sorriso luminoso. "É esse mesmo. Eu tenho uma irmã mais nova que está no quinto ano. Seu nome é Minerva," ela disse orgulhosamente com afeição em sua voz. Gina e Hermione trocaram sorrisos enquanto o resto do grupo se dirigia para a primeira aula.
xXx
"Onde estão eles?" McGonagall urrou ao adentrar estrondosamente no castelo. Ela acordou abruptamente nesta manhã, quando Neville Longbottom relatou o desaparecimento de três grifinórios. Hermione Granger, Gina Weasley e Harry Potter. Todos eles tinham sumido, sem dúvida isso era parte de algum plano mal elaborado do Potter. Ele era um menino brilhante, mas podia ser precipitado e impulsivo às vezes.
Agora tinha começado uma busca completa pelo grupo, tendo todo o quadro de professores e alunos procurando por eles. Normalmente, desaparecimentos assim não eram tratados com tanta severidade, mas este era diferente. Não somente o Lord das Trevas estava solto e possuía mais poder que nunca, mas Harry Potter, seu arquiinimigo jurado de morte, estava desaparecido.
Ela correu pelo chão de mármore, evitando os estudantes enquanto passava. Seria possível que eles estivessem na floresta proibida? Potter era conhecido por adentrar na floresta, apesar do fato de ser tida como proibida. O fato de ser proibida provavelmente era a razão pela qual recorria tanto a ela.
A bruxa mais velha encaminhou-se para a cabana do Hagrid, desejando que pudesse ajudar a encontrá-los. Ele tinha familiaridade com as trilhas da floresta e poderia facilmente adentrá-la. Também era conhecido de várias criaturas. Poderia começar seu próprio grupo de busca na floresta.
Ela alcançou a cabana e bateu na porta. Estava bastante amedrontada e nervosa pelas crianças e achou difícil controlar seu tremor. Bateu na madeira e rapidamente um homem gigante abriu a porta e sorriu para a diretora.
"Oh, olá professora. O que a traz aqui?" ele perguntou. Aparentemente, ele não tinha ouvido falar sobre o desaparecimento dos grifinórios. Sabia que ele os adorava e se tivesse conhecimento de seu desaparecimento, teria irrompido floresta adentro, sem pensar duas vezes.
"É sobre a Srta. Weasley, Srta. Granger e o Sr. Potter. Eles-eles desapareceram," ela disse. Hagrid arfou e então seus olhos brilharam de raiva.
"Foi Voldemort?! Ele os levou?!" grunhiu. Ele saiu do batente da porta e se dirigiu para a floresta, praguejando coisas bem rudes sobre o infame bruxo.
"Hagrid, não temos certeza. Eu esperava que você pudesse checar a floresta e pedir para as criaturas ficarem de olho." ela pediu. Ele se acalmou um pouco e então a raiva deu lugar a tristeza.
"Tudo bem então. Pode apostar que eu irei." E com isso, o guarda-caças foi para a abundante área de árvores. Ela o viu entrar e desaparecer, antes de suspirar e voltar para o castelo.
Não estava sendo exatamente como ela planejou que seu primeiro ano como diretora seria. Desejava que Dumbledore estivesse de volta, mas ele tinha sido uma das baixas desta guerra. Muitas pessoas foram mortas, e até pior, a maioria era membro da Ordem. Voldemort atacou propositalmente aqueles que de alguma forma se aliaram a Dumbledore e a Ordem.
Ela imediatamente soltou um suspiro ao se lembrar de Molly Weasley. Ela tinha sido a maior afetada de todos, imaginou. Ela tinha perdido todos menos três, dois agora se contasse com Gina, de suas crianças e seu marido. Embora parecesse que só tinha lhe restado um filho, já que Percy havia cortado toda comunicação. Como se isso não fosse o bastante, quase não havia distância de tempo entre as mortes. Ela não tinha tido tempo suficiente para aceitar uma perda quando foi bombardeada com outras. Teria que visitar a bruxa alguma hora para dar uma checada nela, possivelmente lhe oferecer um quarto em Hogwarts. Ela não devia ficar tanto tempo sozinha assim. E mais, estaria mais perto de seu filho que ainda trabalhava na loja de Hogsmeade.
Sim, faria isso mesmo, decidiu ao chegar ao grande castelo. Logo, os pais estariam tirando seus filhos da escola, quando soubessem do pequeno ato de desaparecimento. Esta guerra estava saindo de controle, como era a tendência da maioria das guerras.
Alcançou seu escritório e deu um pulo quando uma voz familiar a assustou. Era o retrato de Alvo Dumbledore, o antigo diretor.
"Não se preocupe, Minerva. Eles estão a salvo. Estão sob grande proteção. Eu lhe garanto. Ah, e por favor diga a Molly que eles estão seguros, temo que ela possa não estar lidando muito bem com a perda temporária de outro filho," disse sabiamente. Ele saberia para onde eles foram?
"Temporária? O que quer dizer, Alvo?" perguntou. Ele sorriu para ela e seus olhos brilharam de contentamento.
"Eles voltarão. E eu espero, que quando o façam, seja como se eles nunca tivessem ido embora." Ele sabia de algo que McGonagall não fazia idéia. A questão era, o que ele sabia?
"Onde eles estão? Você sabe?"
"Sim, eu sei, mas não posso te contar. É de extrema importância que eu não conte. Agora, porque não escreve uma carta para Molly por mim? Eu ditarei."
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"Olá, Srta Granger. Pode se sentar aqui," Tom ofereceu a ela ao retirar sua mochila do lugar vago ao seu lado. Ela examinou a sala rapidamente, tentando encontrar outros lugares vazios. Quando não encontrou nenhum, suspirou e sentou-se ao lado dele.
"Normalmente há uma cadeira vaga, mas como agora você está aqui, estamos lotados," ele disse com um leve sorriso. Ela olhou seu rosto de perto. Com certeza ele estava sorrindo, mas ela não acreditava que estivesse realmente feliz. Seus olhos eram vidrados de ódio e frieza e ela poderia jurar que podia ver sofrimento em seus olhos. O Lord das Trevas sentia dor?
Hermione se esbofeteou mentalmente. ''É claro que ele sente dorsua idiotaEle também é humanoTodo mundo sofre algum dia!' se xingou enquanto jogava o grosso livro em cima da mesa. Tom enrugou a sobrancelha ao vê-la lançar os livros ali de uma forma um pouco raivosa.
"Temos algum problema aqui, Srta Granger?" ele perguntou. Ela o olhou assustada, pois já até havia se esquecido de sua presença. Forçou um sorriso e acenou brevemente em negação antes de olhar para a porta, implorando para que o professor entrasse.
"Você parece bem ansiosa. Tem certeza de que está tudo bem?" ele perguntou, soando bastante aborrecido e irritado ao fazê-lo. Hermione o olhou. Ele não estava sorrindo, e sim carrancudo, agora. Tinha deixado cair levemente a máscara de cortesia, o que significava que já devia tê-lo irritado.
"Eu estou muito bem. Obrigada por perguntar," ela disse.
"Você parece bem nervosa perto de mim. Como se eu tivesse feito algo de errado. Há alguma razão em particular para você agir comigo desta forma?" ele a questionou. Ela quase engasgou ao ouvir seu tom tão severo. Seu tom passou de uma voz indiferente (sabia que ele não estava sendo sincero na conversa que tiveram mais cedo) para uma sombria e quase sinistra. Ele a observou e levantou uma sobrancelha.
"Um-n-não. Eu-eu só estou um pouco nervosa com a nova escola e tudo mais," mentiu. Ela olhou em seus olhos e arfou ao vê-los mudar para uma cor de vermelho intenso e então voltar rapidamente para o azul cinzento que normalmente eram. Isso iria ser mais difícil do pensaram no início. Ele não somente começara a adotar o nome Lord Voldemort, mas aparentemente já havia começado a se transformar nele.
"Bom dia classe. Acredito que temos conosco uma nova estudante," Dumbledore disse ao entrar em sua sala de aula. Ele sorriu e gesticulou para Hermione, que sorriu e corou um pouco com a atenção. "Espero que todos vocês tratem a ela e aos outros com o devido respeito. E por favor, transmitam a mensagem para Chris Potter. Talvez se seus colegas de classe lhe passarem a mensagem, não entre por um ouvido e saia pelo outro," O velho bruxo riu junto com a turma.
"Agora, de volta à nossa matéria. Animagi..."
xXx
Chris se jogou no cadeirão lado de Harry e lhe sorriu brevemente. "Ei, Evans. Se divertindo muito no seu primeiro dia?" perguntou ao dar uma olhada em volta das masmorras. A sala de poções era mais morna, visto que Slughorn a mantinha assim. Isso tinha assustado um pouco ao Harry quando percebeu como estava cálida. Estava acostumado com o frio que Snape mantinha na sala.
"Infelizmente para você, Riddle está nesta classe. Realmente odeio aquele idiota. Você acredita em mim quando digo que ele é perverso, certo?" Chris o questionou com os olhos arregalados. Harry olhou para Tom e relembrou seu segundo ano em Hogwarts, quando o encontrou pela primeira vez. Ele tinha dezesseis e já era diabólico. Agora ele tinha dezessete e duvidava que tivesse se tornado 'menos perverso'.
"Sim, acredito em você," Harry respondeu, lançando um olhar carrancudo ao Lord das Trevas. Sabia que a única razão de estarem lá era mudá-lo, contudo, não podia curar a vontade que tinha de estrangulá-lo. Essa era outra solução para o problema deles mas, sabia que Hermione não iria gostar dessa história de matar alguém. Especialmente considerando que até onde o Conselho Bruxo tinha conhecimento, ele não tinha feito nada de errado.
"Bom. Acho que eu devia pregar uma peça nele. Quero dizer, acho que nós deveríamos pregar uma peça em todo mundo, mas realmente devemos deixar ele cair em uma. O que você me diz?" Chris disse apressadamente. Tinha um brilho travesso no olhar que desafiava os Gêmeos Weasley. Ele sorriu para seu neto que aquiesceu.
"Tudo bem então. O que devemos fazer?" Harry perguntou. Chris abriu a boca para responder, mas Slughorn chegou, silenciando a turma sem dizer uma palavra.
"Olá a todos! Parece que hoje nós temos um novo aluno na classe!" falou contente e começou a apresentar Harry, assim como os outros professores já haviam feito. Depois do que pareceu uma lição ou duas, a turma estava solicitamente trabalhando em uma poção.
Tom picou os ingredientes e os jogou apressadamente dentro do caldeirão. Por algum motivo, estava irritado por causa daquela garota, a Granger. Normalmente gostava que as pessoas sentissem medo dele, mas não a conhecia há muito tempo e sequer tinha dito qualquer coisa que insinuasse temor. Ela simplesmente tinha medo dele. Assim como aquela amiga ruiva dela. Aquele garoto estúpido só parecia ter raiva dele sem motivos, coisa que definitivamente não estava acostumado. Harry o fazia lembrar Chris por alguma razão. Ele não sabia o porquê, mas não gostava disso. Chris Potter era pomposo e sedento de atenção. E odiava gente assim, gente que pensa que é melhor que os outros ou até melhor que o próprio Lord Voldemort.
Tom sorriu. Tinha levado um bom tempo para criar aquele nome. Ele o apreciava e apreciou ainda mais quando um de seus 'amigos' lhe contou o que isso significava em Francês. Soube, assim que descobriu sobre seu pai trouxa, que teria que abandonar esse nome vergonhoso. Não iria carregar com ele o nome que foi de um patético trouxa. Merecia um nome que infligisse medo nas pessoas só de ouvir. Então, desde seu terceiro ano, vinha jogando com anagramas de seu nome, até que encontrou Voldemort.
Talvez aquele grupo de 'estudantes estrangeiros de intercâmbio' conhecesse seu nome e o que isso significava. Mas isso era absurdo. Somente seus 'amigos' o chamavam assim e era somente durante suas reuniões privadas. Ele era muito esperto para lhes deixar chamar assim em público. Era como se eles soubessem sobre ele e não gostava disso. O que quer que eles soubessem tinha que ser ruim, julgando por suas reações, mas todos que não sabiam quem ele era verdadeiramente o viam como um anjo. Até os grifinórios eram fãs dele, o que era raro para um sonserino. O que quer que eles que soubessem sobre ele, ele iria descobrir.
Como Tom estava pensando consigo mesmo, não percebeu Harry passando ao lado de seu caldeirão e depositando algo dentro dele. Continuou com sua poção, inconsciente do ingrediente desconhecido. Por fim, não tomou conhecimento do ingrediente até que o líquido começou a borbulhar e se tornar um fraco matiz de verde. Deveria se tornar um matiz de azul pálido.
Parou de mexer e olhou para a substância que começou a borbulhar mais rápido. A coisa mais inteligente a fazer seria contar ao professor o que estava havendo, mas essa não era a natureza do Tom. Sim, ele era inteligente, um gênio até, mas ele não estava a ponto de demonstrar inferioridade ao pedir por ajuda. Simplesmente descobriria o que fez de errado e consertaria isso.
Examinou as instruções e tentou avaliar o que poderia ter feito de errado. Tinha feito tudo corretamente do que pôde se lembrar. Começou a adicionar alguns ingredientes esperando que pudesse suavizar a mistura, mas não aconteceu nada do tipo. De repente, a poção explodiu.
A turma irrompeu em risadas ao ver Tom coberto com aquele grude verde nojento. Ele olhou de cara feia e praguejou ao sacudir as mãos, tentando tirar aquele grude dos braços. Slughorn correu para perto do Tom e perguntou se estava tudo bem com ele.
Tom fervilhou de raiva e seus olhos cintilaram um vermelho escuro para o professor de poções. Era óbvio que estava bem fisicamente, mas sabia que alguém tinha sabotado a sua poção e imediatamente pensou no Potter e seu novo parceiro de crime.
"Eu estou bem, Professor," grunhiu ao tentar retirar a meleca dos braços, só para descobrir que isso tinha estampado em sua pele uma imensa variedade de cores. Ele parecia um arco-íris, ou até pior, como alguma coisa saída do circo dos horrores.
Slughorn olhou para a pele multicolorida e segurou as risadas. "Um, parece que você deveria ver a Madame Pomfrey," disse.
Riddle lançou um olhar carrancudo ao homem baixinho e robusto e disse por entre os dentes, "É, deve parecer mesmo, Professor." A forma com que ele cuspiu a palavra professor, soou como se tivesse veneno em seus lábios. Pegou sua mochila e saiu impetuosamente das masmorras, ignorando as risadas estrondosas que lhe seguiram.
Chris se virou para Harry boquiaberto. "Isso foi incrível! O que você pôs ali?" perguntou, ávido por aprender o segredo de seu novo herói. Harry abriu um sorriso cheio de dentes.
"Um ingrediente especial," respondeu. Silenciosamente agradeceu a seu, até a pouco, amigo Ron por obrigá-lo a visitar seus irmãos em Hogsmeade. O ingrediente era produto das Gemialidades Weasley.
circo dos horrores: originalmente seria "saído dos livros do Dr. Seuss (escritor Americano e cartunista mais conhecido por livros infantis clássicos, com The Cat in the Hat, Green Eggs and Ham, How the Grinch Stole Christmas and One Fish Two Fish Red Fish Blue Fish) e perderíamos a piada em ptg. Pensei em substituí-lo por Mauricio de Souza ou Aroeira, mas um só escreve gibis infantis e o outro só faz cartoons, e nem assim teríamos uma boa piada. Então achei que um cara multicolorido, só poderia ter saído do circo dos horrores.
N/T2: Fiquei tão feliz com tantas reviews!!! Continuem assim.
Moony Ju, ele não é capaz de imaginar que alguém com Hermione não é sangue puro, só vão levantar esta questão no cap 15. Até lá, muita coisa vai acontecer...
AnneW, também adorei a fic assim que li os primeiros caps. O que eu mais gosto são as conversas que EvilAngel-001 mantém com os personagens de vez em quando e os textinhos introdutórios dos caps.
Portanto, especialmente para AnneW e a Natália que estão sempre por aqui, deixando esta tradutora MUITO feliz com as reviews, deixo uma preview do próximo capítulo, que focará mais no Tom e no porque dele ter se voltado para o lado das trevas.
"Tem certeza de que é seguro para uma dama como você estar aqui fora sozinha?" uma voz calma e aveludada disse.
"Não é exatamente um cavalheiro, agora que ninguém está olhando, não é(…)Você já está crescidinho o bastante. Faça você mesmo" ela rebateu
Ele sentiu uma emoção estranha se apoderar dele naquele momento. Sentia como se tivesse borboletas no estômago. Ele estava nervoso com isso. É claro que não! Lord Voldemort não fica nervoso
Tom se sentou ali mudoe subconscientemente passou a mão pela bochecha em que os lábios dela haviam tocado. Ele sentiu uma agitação no estômago, como se ele estivesse dando cambalhotas
Um dia, ele ouviu a noticia que desejou nunca ter de ouvir
Sentou em sua cama com o rosto enterrado no travesseiro. Ele não chorou e sequer parecia ter essa intenção
