.::DE VOLTA AO VALE DAS FLORES::.

By DAMA 9

Nota: Os personagens de Saint Seya não me pertencem, apenas Aaliah e Astréia são criações únicas e exclusivas minhas para essa saga.

Boa Leitura!

Capitulo 36 – Epílogo.

.I.

Um largo sorriso surgiu em seus lábios assim que viu um fino fio dourado surgir ao longe, o barulho das hélices não eram suficientes para acabar com a magia daquele momento.

As frondosas torres erguiam-se imponentes no céu, tendo como plano de fundo as águas límpidas do mar. Mesmo daquela altura, ainda conseguia imaginar as gotas de orvalho caindo sobre o jardim de lírios lá embaixo.

-Aqui é o melhor lugar que vocês poderiam ter escolhido para se casarem; o piloto quase gritou.

-Ainda não; Shaka respondeu, mantendo a jovem junto a si, pelo braço que jazia em sua cintura.

-Decidimos apenas passar as férias aqui, não vamos casar tão cedo; Aaliah comentou.

Como de fato, fora o que haviam decidido. Eram jovens e cheios de vida, tinha muito tempo pela frente para pensarem em dar um passo assim tão longo, mas fazer um certo terrorismo no pai, não iria matar ninguém.

Alem do mais, deixando o santuário para passar aquelas férias ali, alem de ser uma nova experiência incrivelmente excitante, iria dar tempo ao pisciano de escolher os próprios caminhos.

Aquele convite viera realmente numa hora boa; ela pensou.

-Olhem para baixo, estamos sobrevoando a costa de Dream Village; o piloto avisou.

O dia já estava nascendo, os raios de sol se intensificaram, lançando um brilho dourado sobre o castelo e as torres, deixando-o ainda mais majestoso do que a segundos atrás, quando o céu noturno ainda o envolvia.

-Realmente, impressionante; Shaka falou olhando pela janela.

-Shaka, quem é o dono disso tudo? –Aaliah indagou, lembrando-se que, com a correria de fazer as malas, depois da sugestão do cavaleiro para que viajassem, não lembrou de perguntar.

-Um amigo; ele respondeu.

Embora houvesse dito isso, ainda não sabia a verdadeira identidade do estranho que lhe ligara, mas do nada a mãe aparecera dizendo que iriam gostar da viajem e do lugar.

E ela estava certa, não fazia muito tempo que haviam desembarcado no aeroporto de Edimburgo, um helicóptero já os estava esperando para levá-los a Dream Village.

-Vamos pousar em cinco minutos; o piloto avisou.

Sentiram a primeira oscilação da nave e momentos depois sobre um terraço no alto do castelo que servia como heliporto, eles pousaram.

-Meus caros, sejam bem vindos a Dream Village; o piloto falou soltando o cinto. –Fui informado de que o príncipe Considine estará lhes esperando;

-Como? –Aaliah perguntou surpresa.

-Ahn! Vocês não sabiam que esse castelo pertence à família Considine? –o piloto indagou surpreso.

-Não, bem... Nem sabíamos sobre esse lugar, ainda mais que pertencia a alguém da família real; ela respondeu voltando-se para Shaka.

-Foi um amigo que nos ofereceu o lugar e apenas aceitamos o convite; Shaka respondeu ainda intrigado com as recentes informações.

-Bem, isso não é da minha conta. Apenas desejo a vocês uma boa estadia; ele falou descendo e ajudando-os a saírem.

Deixou os olhos correrem a sua volta, o vento ali em cima era intenso, mas o frescor do dia nascendo parecia encher seus pulmões de vida. A sensação de tocar o céu era pungente dali. Era como se, estar naquele lugar, tornasse tudo parte de um sonho intenso, que mesmo após acordada, ele ainda gerasse aquele delicioso torpor proveniente dos sonhos bons.

-As malas de vocês serão levadas depois, Prudence ira lhes mostrar o caminho; o piloto avisou, indicando uma senhora que aproximava-se do casal a passos calmos.

-Bom dia meus queridos, espero que tenham feito uma boa viajem; a senhora falou em tom caloroso.

-Fizemos sim, obrigada; Aaliah respondeu sorrindo.

A senhora como tudo ali, parecia transpirar aquela atmosfera acolhedora do castelo, ela aparentava ter certa idade, mas a vitalidade demonstrada em seu sorriso era contagiante.

-Sei que vocês gostariam de descansar depois de uma viagem tão cansativa, mas Emmus gostaria de lhes falar por alguns minutinhos, antes de deixar o castelo para vocês; ela falou pedindo com um aceno que eles lhe seguissem.

-Emmus, então esse é o nome do amigo? –Aaliah indagou voltando-se para Shaka.

-Foi o que mamãe havia dito; ele respondeu. Não sabia o que era, mas tudo relacionado ao 'amigo misterioso' parecia familiar demais. –Ahn! A senhora disse algo sobre deixar o castelo para nós, como assim?

-Ah! Claro, que cabeça a minha; Prudence falou sorrindo. –O príncipe não irá ficar, ele só veio até aqui para organizar tudo para a chegada de vocês, mas irá partir daqui a pouco com a pequena dama;

-Uhn? –os dois murmuraram confusos, mas a senhora apenas sorriu complacente antes de continuar a andar a passos apressados, guiando-os pelas galerias do castelo.

As paredes eram brancas em alguns lugares, repletas de quadros, tapeçarias e adornos dignos daqueles antigos castelos da idade média, nada ali parecia destoar do cenário, ou aparentar uma agressividade desnecessária, tudo estava na mais completa harmonia.

Desceram um farto lance de escadas e ao virarem um corredor, depararam-se com duas imensas portas de cedro, adornadas com entalhes representado o que aparentemente seria o brasão da família.

Um imenso dragão cujas asas pegavam as duas portas, o mais estranho era o fato do dragão manter os olhos virados para frente, como se fitasse intensamente qualquer um que parasse ali na frente. Os braços eram longos e esguios e entre as mãos jazia uma bola prateada, com leves nuances azuis, não fazia parte da madeira, era evidente que aquilo era uma pedra incrustada no cedro.

-É uma safira; Prudence falou sorrindo diante do olhar abismado dos dois. –É o mundo, o velho Considine antes de deixar este mundo, mandou entalar essa porta em homenagem ao novo senhor. Ele dizia que Emmus e a pequena dama, eram os únicos que tinham o poder de ter o mundo em suas mãos; ela falou sorrindo. –Pode parecer pretensioso para alguns, mas quando conhecê-los vocês vão entender porque Dream Village é tudo para essa família;

-...; eles assentiram.

Engoliu em seco, sentindo-se apreensivo. Atrás daquelas portas estava o 'amigo misterioso', por algum motivo que não sabia, tinha medo de saber quem ele realmente era. Talvez não estivesse tão preparado para aquilo como imaginou.

Prudence segurou os puxadores da porta, que eram exatamente parte das garras do dragão e empurrou-as com um único impulso.

Uma luz intensa iluminou o corredor, levou a mão aos olhos, esperando a intensidade diminuir e logo uma imensa biblioteca surgiu a sua frente, porém foram as janelas enormes que lhe chamou a atenção. Podia ver o mar dali, as ondas quebrando sobre a costa. Nunca pensou que estivessem tão alto assim; Aaliah pensou surpresa.

-Senhor, eles já chegaram, vou deixá-los agora; Prudence falou, sorrindo amigavelmente ao casal antes de retirar-se.

Podiam ver uma escrivaninha de cedro próximo à janela e uma cadeira de couro tão grande virada para a janela, que não podiam ver quem estava oculto ali atrás, o que apenas servia para matá-los aos poucos de curiosidade e tensão.

-Espero que apreciem o tempo que passarão aqui em Dream Village, Prudence iria lhes servir em tudo que precisarem e logo vocês serão apresentados aos demais empregados; Emmus falou.

-VOCÊ; os dois gritaram no momento que firam o cavaleiro virar-se completamente.

-Sejam bem vindos; Emmus completou sorrindo ao cruzando os braços em frente ao corpo e reclinar-se para trás, de maneira majestosa na cadeira.

Muitas coisas seriam bem diferentes dali para frente, mas o jogo, só estava começando.

.II.

Alguns dias já haviam se passado desde o que acontecera aquela noite. Ninguém havia feito pergunta alguma sobre o que acontecera e isso foi de grande valia. Principalmente para ela que queria esquecer o pânico que sentiu ao ver aquele animal entrelaçando-se no pilar do dossel da cama, com os olhos vidrados em si e as presas levemente a mostra.

Sentiu o coração se comprimir com tal pensamento. Ainda tinha medo de entrar em casa, sabia que teria de fazer isso mais hora, menos hora, mas tinha medo. Entretanto, a ironia de tudo é que estava passando aqueles dias justamente ali.

Deixou os orbes correrem pelo jardim, enquanto mantinha-se acomodada sobre a toalha listrada. Havia dado uma escapada para o jardim das rosas na primeira oportunidade.

Durante aqueles últimos dias, Afrodite e Eliot pareciam ter feito um pacto silencioso de montar guarda a seu lado, impedindo-a de ir a qualquer lugar sozinha. Estava começando a ficar cansada dessa super proteção. Sempre se cuidara sozinha, não seria agora que isso iria mudar; ela pensou aborrecida.

Apoiou um braço sobre o chão e a cabeça sobre ele em seguida. Os fios esmeralda deslizaram pelo colo, caindo numa cascata cacheada pelas costas. Os raios do sol banhavam o pequeno lago a sua frente e os peixinhos azuis moviam-se livremente pelas pedras.

A essência de rosas inebriava-lhe os sentidos, acalmando-lhe a alma. Fechou os olhos, deixando-se relaxar. Logo poderia voltar para a casa, embora definitivamente iria passar um bom tempo sem dormir em seu quarto, mas daria um jeito. Não podia ficar em Peixes por mais tempo. Não era certo; ela pensou adormecendo em seguida.

-o-o-o-o-o-

Desceu as escadas com cautela, precisava dar um jeito de acabar com aquela umidade na gruta, se não alguém ainda iria cair naquela escada; ele pensou, dando um suspiro aliviado ao sair no jardim.

Recebera um chamado de Shion no último templo e saira um pouquinho achando que a jovem estava em seu jardim, mas quando voltou ela havia desaparecido. Por um momento quase convocou os guardião para procurá-la, quando lembrou-se do Jardim das Rosas e imaginou que talvez ela estivesse lá. Agora sabia que teria feito alarde a toa e Isadora iria ficar furiosa consigo se tivesse feito aquilo.

Ela parecia mais tranqüila ali, pelo menos era o que aparentava; ele pensou aproximando-se cauteloso.

Aqueles últimos dias foram de muita tensão para todos, entretanto agora sabia o que realmente havia acontecido, já que algumas horas depois que havia retornado com ela ao santuário, Isadora havia acordado em pânico e acabou lhe contanto o que havia acontecido em seu quarto. O que lhe esclareceu sobre o que aquele peso de porta em forma de cobra estava fazendo no quarto dela.

Não fazia mais idéia de quanto tempo já havia se passado desde que ela estava ali, mas tinha certeza de que ela estava planejando ir embora. Suspirou pesadamente, sabia que isso não iria durar e parte do motivo que a fazia permanecer ali, era que Eliot também havia se mudado para o último templo e estava com eles o tempo todo, mas ele logo voltaria para Estolcomo e ela, para a casa.

Sentou-se ao lado da jovem, vendo-a dormir tranqüila sobre a manta, logo iria começar a esfriar, o melhor a fazer seria acordá-la e levá-la para cima, mas não queria acabar com aquela serenidade toda, principalmente quando sabia que eram raros os momentos que ela conseguia esquecer o que havia acontecido.

Retirou a blusa de moletom que vestia e colocou sobre ela, vendo-a aconchegar-se entre o tecido e suspirar. Deixou os orbes correrem pelo jardim vendo que novas rosas floresciam no lugar das outras que haviam sido cortadas.

Serrou os orbes por alguns segundos, ainda tinha ímpetos de matar Eros por todos os problemas que causou, principalmente por sair por ai bancando o cupido de novo, mas não podia desejar castigo melhor do que o que Ares lhe dera.

Trezentos e sessenta e cindo dias. Ele teria muito tempo para pensar em suas travessuras ao longo daquele ano; Afrodite pensou, lembrando-se que Aishi e Kamus acolheram o jovem de melenas douradas e Eros iria ficar com o casal em Aquário, enquanto fosse possível.

-Filipe;

Voltou-se para baixo, vendo a jovem despertar pouco a pouco. Afagou-lhe as melenas esmeralda, contendo um suspiro. Acostumara-se tanto com ela por perto, ainda mais agora que Aaliah tirara àquelas férias relâmpago, com Shaka, que estava começando a entrar em pânico por não saber como convencê-la a ficar.

-Oi; ele sussurrou, sorrindo.

-Acho que acabei pegando no sono; ela murmurou, ameaçando se levantar, mas ele apenas a colocou com a cabeça em seu colo, deixando-a mais confortável.

-Você precisava descansar um pouco; Afrodite falou, ouvindo-a suspirar.

-Filipe, eu...;

-Não diga, eu já sei o que você vai dizer; ele a cortou em tom pesaroso.

Voltou-se para ele surpresa, vendo o ar desalentado dele e engoliu em seco, sentindo um nó formar-se em sua garganta.

-Mas eu definitivamente não sei o que fazer, Isadora; Filipe falou contendo um suspiro. –Passei os últimos dias só pensando nisso, mas não encontrei resposta alguma;

-Como?

-Eu quero que fique, não quero que vá embora; ele falou abaixando os olhos na direção dela. –Sei que estaríamos indo rápido demais e cometeríamos erros aos quais nos arrependeríamos para o resto da vida, só que eu não estou nem ai para isso e quero arriscar, mas isso não depende só de mim;

-...; ela assentiu concordando.

-Demorei muito tempo para admitir minhas próprias falhas e meus medos. Por duas vezes eu quase a perdi, não vou suportar uma terceira; Filipe falou quando viu a jovem se levantar e sentar-se. –Mas só posso pedir que me de uma chance; ele falou em tom de suplica.

-Eu não... -; ela começou respirando fundo.

Sentiu que o coração iria se partir naquele exato segundo se ela não continuasse a falar.

-Nós precisamos; Isadora completou fitando-o intensamente. –Nós dois; ela falou com mais firmeza na voz.

-Não sou perfeito; ele falou, mas a jovem o interrompeu, tocando-lhe os lábios com a ponta dos dedos.

-Eu sei; ela falou sorrindo. –Ninguém é;

-Mas...;

-Não podemos passar uma borracha em tudo que aconteceu, apenas começar de um novo ponto; Isadora falou dando um baixo suspiro. –Agora juntos; ela completou, sentindo-o entrelaçar os dedos em sua mão, antes de puxá-la para seus braços.

-Agora juntos; Filipe repetiu num sussurro, abraçando-a fortemente.

-ISA! AFRODITE!

Quase deram um pulo quando ouviram uma vozinha esganiçada chamar pelos dois. Surpreenderam-se quando viram o Escorpião entrar na gruta do jardim acompanhado de Cristina e Eliot, enquanto carregava a gaiola do lorinho.

-ISA! AFRODITE;

-Parece que ele aprendeu a falar seu nome; Milo comentou aproximando-se deles. –Pelo menos ele não te chama mais de idiota; ele comentou sorrindo largamente vendo o pisciano franzir o cenho.

-Ora seu;

-Não vão começar a brigar agora, não é? –Isadora indagou com os orbes levemente serrados.

-Não querida; Afrodite falou com um sorriso forçado e uma promessa de morte lenta e dolorosa em seus olhos, voltados para o artrópode.

-Suponho que vocês tenham finalmente se acertado; Eliot falou sorrindo para o casal.

-Vamos começar com um tijolo de cada vez; Isadora respondeu. –Sem atropelar nada;

-Eu já vou avisando, a magoe e eu te transformo em peneira; Milo falou em tom perigoso.

-Isso não vai acontecer, Escorpião; Afrodite respondeu em tom de promessa.

-Bem, pelo menos eu estava certa no final das contas; Cristina falou com um sorriso que estava longe de ser inocente nos lábios.

-Sobre? –Eliot indagou curioso.

-Sobre ele ser gay; ela respondeu indicando o pisciano que ficou escarlate.

-Que historia é essa? –o antigo cavaleiro quis saber.

-Uma das longas papai, uma das longas; Isadora respondeu rindo, diante do desconcerto do pisciano.

Agora seria um novo começo para ambos. Entretanto isso não queria dizer o final de uma história e sim, um novo capitulo a ser escrito de uma história cujos caminhos teriam pedras, desvios e mãos duplas, mas o laço que os une prevalecera acima de tudo.

E no fim, é só isso que importa...

.:: Fim::.

Continua em 'Mid Night's Lady.

Domo pessoal

Detesto quando uma fic acaba, mas a vida é assim. Com começo, meio e fim. Eu particularmente adorei escrever 'De volta ao Vale das Flores', mesmo porque ela foi o marco de muitas outras tramas que surgiram no decorrer.

Falar sobre Shaka e Aaliah foi muito divertido, principalmente por fazer o homem mais próximo dos deuses quebrar alguns paradigmas em sua própria vida. Esse casal foi um dos que mais me encantou, não apenas pela história que desenvolvi em cima, mas porque em dados momentos eles pareciam criar vida própria.

Tecendo seus próprios caminhos e contando sua história. Quando eu digo que tento chegar o mais próximo da realidade, bem... É o meu ladinho canceriano, embora eu como qualquer outra pessoa goste de um pouco de magia e fantasia de vez em quando, uma outra parte de mim ainda mantém os pés no chão.

Não consigo criar uma história sem uma base sólida para erguê-la. Eu comecei assim e assim vai continuar, pelo menos eu acredito nisso. Foram quatro anos escrevendo histórias e ao longo desse período muitas coisas mudaram, não apenas o meu jeito de escrever, mas eu como pessoa e escritora, também mudei.

Conheci pessoas que jamais vou esquecer, que me fizeram lutar por aquilo que eu acreditava e foram realmente a mão certa numa escalada incerta. Pessoas que me mostraram o caminho e enfim, cá estou, seguindo em frente e lutando por aquilo que eu quero, se vou atingir todos os meus objetivos, não sei, mas não vou perder a fé.

Cada uma das minhas histórias falam sobre vidas conturbadas, pessoas reais com problemas reais, embora a fantasia ainda esteja presente, afinal, todos precisamos de um herói para aquecer nossos corações.

A Saga de Uma Nova Vida, ainda esta longe do fim, em breve muitas outras histórias como a de Shaka e Aaliah, Isadora e Afrodite, MdM e Yuuri e tantos outros, virão e espero sinceramente poder encontrá-los novamente.

Antes de me despedir gostaria de agradecer a todos pelo tempo que dispensaram para acompanhar essa trama nos últimos dois anos. Eu sei, comecei essa fic como um projeto rápido, mas ela tomou proporções que nem mesmo eu imaginava.

Agradeço também ao apoio que recebi para não desistir e os reviews maravilhosos que me colocaram em contato com cada um dos leitores. Saber a opinião de vocês é muito importante e agradeço muito por isso.

No mais, me despeço com um forte abraço e do fundo do coração desejo que possamos nos encontrar em mais histórias em breve.

Até a próxima...

Dama 9