N/Rbc: Yei... por favor, digam que eu amo vocês! Eu estou numa lan de 8 reais a hora só pra atualizar esta fic. Eu realmente amo vocês. Huahuahauahauahauha
Coisa rápida, só tenho 9 minutos.
Lou Malfoy: ri muito com a sua review Lou... Astoria é uma vaca mesmo... huahauhauahuahauhaua... muito vaca... e eu MUITO gostaria de matar o Potter nessa fic, mas aí eu daria uma cena inteira pra ele, e ele definitivamente não merece. XD
Jane LeloupBlanc: Jane, como eu disse no começo da fic, esta é Pór-DH, leva em consideração tudo escrito pela JK... absolutamnete. Eu apenas escrevi coisas que ela deveria ter escrito. Como no capítulo 1, que leva em consideração o livro 6... e teve alguma cena perdida em Draco e Ginny que eles se beijaram... hauahuahauahau... então sim, Harry e Ginny são casados. XD
Aninhoca: Ni, AMO suas pressões, elas são muito úteis. XD
Emmy: nhaaaaa... review sua.. que coisa linda... XD vvou ser rápida agora se não não rola de atualizar... bahhhh... para a próxima digo algo mais legal... tipo, adoro suas rviews e coisa do tipo... hauhauahauhauah
Five Places Draco Wants To Kiss Ginny
Spoilers: Para este capítulo "Deathly Hallows".
Characters: Draco e Ginny
Rating: K-T - pra este capítulo, apenas por precaução.
Summary: Exatamente o que o título diz.
Warning: Eu diria levemente bem humorado... XD
Disclaimer: Harry Potter e seus personagens pertencem à JK e corporações associadas a ela, não a mim. Esta fanfic foi feita a título de entretenimento. Eu não ganho nada com isso, a não ser satisfação.
N/Rbc: esta fanfic foi baseada numa fanfic em inglês do seriado BONES (atualmente o meu seriado preferido). O título original é "Four Places Booth Wants To Kiss Brennan... and one he did" e a autora chama-se 'Lerdo'. Mantive o título em inglês pela sonoridade. Fanfic a título de distração pessoal. A história desta fic não é uma tradução literal da fic em inglês. Apenas a idéia geral foi utilizada. É bom pensar em 5 lugares bons para se beijar. XD
Este capítulo em especial foi baseado num capítulo de uma das fics de Lerdo... eu não me lembro qual é, mas já está avisado.
Linha Cômica
4. Na Casa dela... e do Potter
Um dia Draco acordara pensando que o mundo ia acabar. E ele queria que acabasse. Mas não acabou. Então ele decidiu acabar consigo mesmo. Mas não acabar no sentido literal da palavra. Draco não pensava dessa forma, na verdade. Ele achava que pensamentos tão obscuros como esse não eram dignos de um Malfoy. O que ele queria dizer com acabar consigo mesmo, na verdade, era tomar um porre. Assim ele poderia atingir o fim do seu próprio poço sem carregar ninguém consigo. Ou pelo menos, assim ele pensava.
Nesse mesmo dia em que o mundo não acabou, uma série de eventos o levou a crer que, na verdade, ele não queria que o mundo acabasse. Não realmente. Ele apenas fazia drama demais por coisa de menos, assim ele podia se dar um motivo para tomar um porre.
"Quantas vezes eu vou ter que te dizer que Merlin não era um zumbi?" – Draco perguntou, enquanto comia mais um amendoim – "Weasley?" – quando ela não respondeu, ele olhou para ela.
Ela tinha caído no sono. A cabeça apoiada nos braços cruzados sobre a bancada do bar. Sempre uma surpresa aquela Weasley.
"Ok. Sem mais firewhisky pra você." – ele sussurrou perto do ouvido dela, lutando contra a vontade de tirar os fios vermelhos que lhe caíam sobre a face.
"Sim, eu quero mais um..." – ela retrucou, levantando a cabeça e fazendo m sinal perdido para o homem atrás do bar.
Draco olhou o gesto. E então, por aquele instante, que lhe pareceu quase infinito, ele tentou se lembrar porque ele queria que o mundo acabasse naquela manhã. Agora fazia sentido, afinal, não estava nos planos dele tomar um porre com a Weasley depois de mais de um ano sem vê-la. Ele também não contava que ele não fosse beber como ele queria, simplesmente por estar preocupado com a Weasley bebendo.
"Eu acho que está na hora de te levar pra casa." – ele falou, apanhando o copo de firewhisky da mão dela e bebendo-o de uma vez. Ele preferia rum dos duendes, mas aquela situação era mais importante do que seu próprio gosto – "Porque você, Weasley, está bêbada." – Ginny sorriu para ele, os lábios crispados. E depois retrucou, quando levou o copo de firewhisky à boca e percebeu que estava vazio.
"Eu não estou ibenriada..." – ela falou e Draco franziu o cenho, curioso – "Inberiada." – ela fez uma expressão estranha, abrindo e fechando a boca algumas vezes, confusa.
"Inebriada?" – ele ajudou, erguendo uma sobrancelha.
"É, isso!"
"Espere aqui." – ele falou, segurando os ombros dela e mantendo-a sentada.
"Não me dê ordens, Malfoy!" – ela replicou, com um gesto bastante expressivo da mão cortando o ar, enquanto Draco esperava por um momento, tendo a certeza que ela não perderia o equilíbrio ou algo parecido. Ela ficou exatamente onde estava.
"Eu não sonharia com isso, Weasley." – então ele se afastou por alguns momentos.
Draco retornou e encontrou Ginny tentando colocar o sobretudo dela. Ou melhor, o dele. Aquele que ele emprestara numa noite de nevasca. Ela mordeu o lábio, em profunda concentração. Ele parou, cruzou os braços e observou. Não era sempre que ele podia apreciar a Weasley com algo menos que total competência. E ele estava disposto a aproveitar enquanto pudesse.
"Tem alguma coisa errada com esses botões, Malfoy." – ela finalmente falou, olhando para ele com olhos castanhos bastante confusos.
Ele crispou os lábios, regozijando-se. Então ele foi até ela e a ajudou com o sobretudo, colocando-o da forma certa, dobrando a gola e certificando-se de que todos os botões estavam fechados corretamente. Então ele enrolou o cachecol no pescoço dela e viu-a sorrir, de uma maneira bastante aérea. Depois ele colocou o seu sobretudo e apoiou Ginny em seu braço, levando-a para fora do bar.
Eles não aparatariam. Ela estava bêbada, e ele não queria ser o responsável por Ginny Weasley aparatar de forma errada e se partir em milhares de pedacinhos. Ele não estava bêbado, apenas levemente alegre. De qualquer forma, ele também não aparataria. Ele não apelaria para o Noitebus andante simplesmente porque era dar chance demais ao azar ao ser... flagrado... com a Weasley, bêbados, em um transporte público bruxo. Não era bom para a imagem dela. Nem para a dele. "Não necessariamente nessa ordem", ele forçou-se a pensar. Optou por táxi trouxa.
E quando Draco percebeu, ele já estava parado no meio da sala da casa de Ginny. Casa que também era do Potter, inclusive.
"Então, onde está o Potter?" – ele perguntou, enquanto apanhava um porta-retratos sobre a mesinha de centro. Nele 3 crianças: um extremamente igual ao Potter aos 14 anos, uma igual a Ginny quando mais nova, e outro que era uma mistura dos dois. Crias do Potter. Céus.
"Ele deve estar com alguma vadia." – ela falou, mais alto do que o necessário e com um tom bastante indignado.
"Problemas no paraíso?" – Ginny gargalhou. E Draco percebeu que não era nenhuma gargalhada irônica ou algo do tipo, era quase débil, na verdade, e ele teve certeza que ela ria por causa do álcool.
"Aquele Potter" – ela praticamente cuspiu a palavra Potter – "e sua vadiazinha... nhé nhé nhé" – ela fez alguns sons desgostosos que Draco não pôde distinguir e depois parou ao pé da escada – "Essas escadas... eu não me lembrava que ela era tão alta..." – ela observou, e depois riu novamente, inclinando a cabeça para trás e, por um instante, perdendo o equilíbrio. Draco segurou-a pelos ombros antes que ela caísse.
"Hei, Weasley, cuidado aí. Vamos, me mostra onde é a sua toca." – ela virou-se para ele e segurou-se pela gola do sobretudo dele. Riu, de uma maneira livre.
"Ottery St. Catchpole." – ela disse em seguida – "Mas você não vai querer ir lá, muito longe." – completou de uma maneira penosa.
"De que raios você está falando, Weasley?"
"Da Toca. Você perguntou onde era... e eu tenho saudades de lá."
"Eu quis dizer quarto, Weasley." – ela fez um gesto de profunda compreensão.
"É lá em cima. Eu te levo lá." – ela jogou as palavras em cima dele e tentou subir o primeiro degrau da escada, tropeçando logo em seguida.
"Correção: eu te levo lá." – ele a apanhou no colo, fazendo-a rir e subiu as escadas rapidamente. Nos segundos que levaram até ele atingir o topo, ele pôde sentir a cabeça dela descansar em seu ombro e o cheiro do cabelo dela invadir suas narinas. Rosas.
Segunda porta à direita, ela disse e ele entrou, botando-a no chão novamente. Assim que ela viu-se em seu quarto, sentou-se na cama e começou a tirar a roupa. O cachecol voou sobre sua cabeça e ele imediatamente se virou e cobriu os olhos. Olhar não seria uma atitude de um cavalheiro. E ele considerava-se um. Pelo menos na maior parte do tempo.
"O que você está fazendo?"
"Tirando a roupa. Estou com calor."
É. Com certeza ela estava. Ele havia notado as bochechas vermelhas dela e os olhos faiscando.
"Então eu acho que você pode fazer isso sozinha. Eu vou embora agora."
"Espera... e se eu precisar de ajuda?" – ele virou-se para ela. O sobretudo já estava jogado na cama.
"Você precisa?" – ele perguntou, sentindo um pequeno arrepio no seu pescoço.
"Eu acho que preciso. Eu estou tendo dificuldades com esse botão." – ela disse, apontando para o botão da calça.
Aquilo que não te mata te faz mais forte. Ele lembrou, pensando que aquela frase era perfeita para a situação. Ao menos para aquela. Então ele estendeu as mãos até o botão da calça, tentando manter seus dedos longe de todo o resto. Assim que ele desabotoou, ele virou-se novamente, presumindo que Ginny fosse tirar a calça.
"Você já pode se virar." – ela disse após alguns minutos e ele o fez, encontrando-a vestida com uma camiseta branca e um short – "Isso te deixa desconfortável?"
"Não..." – era verdade. Ele se considerava, na hora, um canalha por isso, mas ele estava apreciando a situação.
"Porque você se comporta como se nunca tivesse visto uma mulher nua."
"Ouça, Weasley, eu já vi muitas mulheres nuas... e esse não é o ponto..."
"Eu suponho que você tenha visto mesmo..." – ela fez um gesto no ar e Draco teve que se desviar para não ser acertado pela mão dela – "Astoria, Parikinson..."
"Eu acho que você não precisa mais de mim, Weasley. Eu vou embora agora." – ele disse de uma maneira calma, mas ele não pôde esconder a pontada de irritação com o rumo da conversa.
E ele ia falar alguma coisa mais. Mas quando se deu conta, estava sendo puxado pela lapela do sobretudo, seus lábios encontrando os lábios de Ginny. Ela o segurou com força, e o beijou de uma forma profunda. Ele retribuiu. Em sua cabeça, recusar o beijo de uma mulher não era atitude de um cavalheiro. Ele sentiu o gosto de avelã dela, misturado a uma boa dose de álcool, inebriá-lo. Ela o segurava pela lapela, controlando o ritmo, impedindo-o de se afastar. Quando ela o soltou, minutos depois, ela fitou os olhos dele e sorriu.
"Você não vai se lembrar disso amanhã, Weasley." – ele comentou.
"Como você pode ter certeza que eu não vou lembrar?"
"Bom, eu não tenho. Mas você está bêbada e cansada e eu te digo, você bebeu muito. Mas vamos fazer o seguinte" – ele parou por um instante, imaginando se ele tinha o direito de continuar o que ele pretendia dizer – "se você acordar amanhã e lembrar-se disso, me procure."
"Ok. Boa noite, Malfoy. Você pode ir agora." – ela falou, sentando-se na cama – "Espera, Draco." – ela falou quando ele estava na porta do quarto. Draco parou e fitou-a.
"O quê?"
"Você estava errado."
"Sobre o quê?"
"Sobre eu não querer um anti-herói."
"..."
Engraçado como ela sempre tinha a última palavra.
