Capítulo VI
Era realmente complicado subir escadas nas atuais condições.
E piorava tudo as pessoas olhando para mim.
Até parece que nunca viram uma mulher grávida...
Sim, estava grávida e daí?
Às vezes sentia vontade de gritar isso para os pivetes que ficavam olhando para mim e para o meu barrigão de 9 meses, porque, tipo... isso era normal, certo?
Se pelo menos minha cabeça tivesse duas anteninhas e eu estivesse verde, até entenderia o motivo de tanta atenção, mas, alô, era só gravidez, depois de 9 meses volta ao normal.
Certo?
Porque, sinceramente, esperava que depois dos 9 meses, com o nascimento do bebê, esse barrigão enorme (que me impedia de enxergar meus próprios pés) desaparecesse.
Você não deve estar entendendo, mas, calminha, vou explicar.
Depois que saí do Hotel, fui para o aeroporto e depois de algumas horas de espera, voltei para casa. Minha família estava tão feliz em me ver que eles nem se preocuparam em brigar comigo.
Falei das minhas "aventuras" para eles, claro que não citei com quem vivi essas aventuras, e eles acharam tudo tão lindo e divertido! E ficaram mais maravilhados ainda quando mostrei o quanto ganhei com a minha (breve) carreira de cantora.
Tudo estava perfeito.
No dia seguinte voltei para a Escola e as coisas estavam normais (na medida do possível, afinal a lembrança dele ainda era muito forte na minha mente), mas tudo foi ficando estranho com os atrasos na menstruação e enjôos constantes, então o "diagnóstico" foi confirmado com um desmaio em que fui levada para o Hospital (porque Madame Pomfrey não conseguia dizer, com exatidão, qual era a minha "doença").
Então, minha família ficou arrasada. Como isso tinha acontecido? Quem era? Por que eu tinha feito isso? E tantas outras coisas que prefiro não lembrar...
No final, meus pais acabaram se conformando e atualmente já estão adorando a idéia de serem avós, pena não poder dizer o mesmo dos meus irmãos, que continuam me ignorando até hoje.
Ah, e o Harry... logo quando cheguei deixei claro que não éramos mais namorados e, bem, ele também não aceita a gravidez... talvez seja pelo simples motivo de o pai da criança não ser ele... puro despeito.
E então agora você deve ter entendido que passei de popstar à mãe solteira...
Certo, mas então, depois de procurar muito, encontrei a sala. Nem entendia porquê o chá de bebê ia ser em um local tão escondido, afinal McGonagall tinha autorizado a realização da festa.
Abri a porta da sala e encontrei as pessoas já conversando e rindo. Tudo estava decorado em tom cor-de-rosa, porque o bebê era menina.
Assim que me viram, vieram me receber.
Sentei em uma cadeira, porque não agüentava mais ficar em pé e então, depois de conversar com todos (tipo, todos os sete... os convidados eram: Mamãe, Mione, Rony, Luna, Harry, Lucy e Colin), começou a parte de abrir os presentes.
Minha mãe deu o berço e algumas roupinhas que ela fez (claro que o berço não estava aqui, já ocupava seu lugar no quartinho da minha filha).
Luna (e Harry, como ela insistiu em enfatizar, mas eu já sabia que o presente era só dela, e, claro, também sabia que ele só veio aqui para vê-la) deu um conjunto de mamadeiras, com vários tipos e tamanhos, todos decorados com um desenho estranho, mas não questionei o que era...
Colin e Lucy deram várias roupinhas.
E, por fim, Hermione (e Rony, como ela acrescentou, mas eu sei que só ela me deu e que meu querido irmão só veio porque ela o ameaçou) deu, além de roupas, uma fita de vídeo. Então, perguntei:
"O que tem nela, Mione?"
"Hm... assista assim que chegar em casa..."
Certo, ajudou muito não?
Depois dos presentes, conversamos mais um pouco, até minha mãe decidir que já estava muito tarde e dar por encerrada a festa.
Falei com Colin, Luna e Lucy, me despedi (afinal só voltaria no mês seguinte, para os exames finais) e voltei para casa com os outros. Hermione, Harry e Rony saíram para outro lugar, assim só minha mãe me acompanhou.
Quando chegamos à Toca, levamos as coisas para o meu quarto (que era onde estava o berço e outras coisas do bebê), ajeitamos tudo e então dei boa noite à minha mãe, e me deitei sem me preocupar em olhar os presentes de novo.
Os dias passaram e nada do bebê nascer, eu vivia angustiada para que isso acontecesse logo, porque estava morta de curisiodade para saber como ela seria. Procurava coisas para fazer, mas mamãe sempre dizia que não havia nada a ser feito.
Até que depois de uma semana em casa, totalmente entediada em uma noite de domingo, resolvi olhar, com mais atenção, os presentes que ganhei. Mal tinha começado quando vi a fita que Hermione me dera. Intrigada, peguei o objeto e coloquei no aparelho de videocassete. Esperei alguns minutos até que a tela ficou preta e depois quase morri de susto quando o vi ali.
Eu sei que ele não estava ALI, tipo, era só a imagem gravada, mas aquilo fez meu coração bater forte e uma pequena pontada de dor atingiu minha barriga.
"Ginny, a Granger me procurou e..."
Sinceramente, naquele momento fiquei com ódio da Hermione.
Somente ela, Colin e Mamãe sabiam quem era o pai da minha filha, se por acaso tivesse sido minha mãe seria até normal, mas logo Hermione...
"Bem, ela me disse que você está grávida e eu nem pude acreditar..." – ele disse, parecendo estranhamente constrangido – "e claro que sei que é meu filho, Granger... " – ele respondeu à voz de Hermione que parecia estar atrás da câmera – "filha? Uma menina... Ginny, você deveria ter me contado... eu, Deus, uma filha..." – ele disse abaixando os olhos e depois, recomeçou a falar – "Ginny, eu vou – "
Mas eu não consegui mais ouvir nada, nem ver, porque as lágrimas que saíam dos meus olhos me cegaram totalmente, desliguei a televisão e continuei a chorar, porque era muito doloroso vê-lo assim... não era para ele saber, nunca, nunca mesmo...
Então senti uma pontada mais forte na barriga e algo escorreu por minhas pernas... tinha chegado a hora...
"MÃE!" – gritei.
"Quê?" – ela disse, esbaforida.
"Vamos, chegou a hora."
"Mesmo, filha? Tem certeza?" – ela duvidou, afinal tinha passado a semana inteira tendo alarmes falsos.
"Claro que tenho... dessa vez estou com mais dor e tem algo escorrendo..."
"Certo, certo... vou chamar seu pai."
Ela desceu e um minuto depois os dois apareceram no quarto. Enquanto ela me ajudava a levantar, ele pegava a bolsa com minhas coisas e do bebê.
Quando estávamos descendo as escadas, ouvi meus irmãos dizendo:
"Agora é sério mesmo?"
Não parei para responder e segui para o carro. Depois de uma viagem bastante longa, chegamos. Fui levada para um quarto, porque eles insistiam em acreditar que devíamos esperar mais um pouco até ter certeza de que ia nascer mesmo, e só quando a cabeça da minha filha estava quase para fora é que eles acreditaram que, tipo, ia nascer MESMO e me levaram para a sala de parto. Minutos depois, colocavam Anna (é o nome dela) em meus braços e claro que eu não poderia estar mais emocionada e feliz, além de estar um pouco cansada com tudo, e acabei dormindo logo em seguida.
Eu e Anna passamos o outro dia inteiro no Hospital, só por precaução, mas no dia seguinte tivemos alta e partimos para a Toca.
Devo dizer que levei um susto enorme quando cheguei e vi todos os meus irmãos na sala, esperando nós duas. Tipo, eles pareciam me odiar nos últimos nove meses, mas agora, de repente, me amavam de novo e estavam bastante curiosos para conhecerem a sobrinha.
Além deles, estavam lá Harry, que parecia ter me perdoado e se sentia tio da criança tanto quanto meus irmãos e Hermione, que olhava para mim furtivamente e depois fingia que estava olhando Anna.
Pensando bem, eu não estava com raiva dela, ela só quis que Draco soubesse da existência da filha, mas tanto ela como eu sabiámos que não passaria disso, ele nunca se incomodaria em abandonar sua carreira tão promissora de cantor para visitar a filha.
Sorri para Hermione e ela pareceu aliviada.
Passei o mês seguinte dividida entre cuidar de Anna e estudar para os exames finais. No começo foi bem difícil, chorava todo dia, com a certeza de que nunca seria capaz de conseguir isso, mas logo fui me adaptando e nem percebi quando chegou o dia de voltar a Hogwarts.
Deixei Anna sob os cuidados da minha mãe, dei várias recomendações, mas, depois de repetir isso durante longos minutos, ela pareceu bem cansada e disse:
"Bem, acho que sei cuidar de bebês, afinal cuidei de vocês sete, Ginny. Vá logo." – ela disse me empurrando para a lareira.
Eu joguei o pó de flu e com um último olhar para Anna, gritei "Hogwarts" e parti.
Quando cheguei no Salão Principal, todos pareciam impressionados com minha presença ali. Ignorei e fui falar com meus amigos, contei tudo sobre Anna e eles, em troca, me falaram tudo o que tinha acontecido na minha ausência.
Não era nada de muito interessante se comparado ao que me aconteceu.
Passei a semana seguinte dividida entre fazer os exames e mandar cartas para casa, no final fiquei aliviada por tudo ter terminado, já poderia ver minha filha de novo.
Quando cheguei em casa dei um alô rápido para meus pais e subi, o mais rápido que consegui, para ver Anna e tive a certeza que ela estava igual (com dois bracinhos, duas perninhas, dez dedos nas mãos e dez dedos nos pés, além de estar com o rostinho igual, só que agora parecia estar com um pouquinho mais de cabelo e eles pareciam mais louros e os olhos estavam mais azuis do que nunca), quando ela me viu pude perceber um sorrisinho no rosto dela e quase caí para trás de tanta emoção, minha filha me reconhecia (eu sei, parece uma coisa idiota, mas emociona mesmo assim).
Passaram mais duas semanas até a formatura.
Eu estava totalmente inclinada a não ir, mas meus pais insistiram, não, me obrigaram a ir, mesmo que eu apresentasse várias razões para não comparecer, eles pareciam, estranhamente, interessados em ter total certeza de que eu ia para a formatura.
O dia chegou e eu não poderia estar mais desanimada. Arrumei Anna bem devagar, depois, quando não conseguia mais enrolar com ela, comecei a me arrumar, mais lentamente do que antes, com a esperança de chegar atrasada, bem atrasada...
Mas não tive tanta sorte. Quando chegamos no Salão Principal, a cerimônia ia começar, a Prof. McGonagall começara a falar sobre a satisfação em ver mais uma turma formada e todas essas coisas bastante desinteressantes. Depois, ela foi chamando cada aluno para entregar um pergaminho enrolado (simbolizando o diploma, mas eu sei que ali só tinha um pergaminho em branco) e eu já estava quase dormindo quando ouvi meu nome. Depois ela falou mais algumas coisas sobre a nova fase em nossa vida e deu por encerrada a cerimônia e iniciada a festa em comemoração.
Eu virei para meus pais, Rony e Hermione e disse:
"Então, tudo estava ótimo, mas agora podemos ir?"
"Não, agora vai ter a parte melhor!" – disse Hermione bastante animada, enquanto meus pais sorriam e Rony parecia tão perdido quanto eu.
"Qual?" – perguntei.
"Hm... a festa, né, Ginny." – Hermione respondeu, parecendo bastante culpada.
Eu me calei e afundei mais na cadeira. Uma música lenta começou a tocar e eu percebi como aquela festa seria animada (para não dizer o contrário), olhei para o carrinho onde Anna dormia e ela parecia concordar comigo, afinal dormia sem se incomodar com o barulho da música.
Olhei para o palco e tudo ficou escuro a não ser por uma luz bem fraca que iluminava o palco.
Uma voz começou a música:
"It's
not that I can't live without you
It's just that I don't even
want to try
Every night I dream about you
Ever since the day we
said goodbye
If I wasn't such a fool
Right now I'd be holding
you
There's nothin' that I wouldn't do
Baby if I only knew..."
Então eu tentei ficar calma, porque COM CERTEZA não era ele, certo?
Ele estava a muitos quilômetros de distância... não, não era ele...
A voz continuou:
"The
words to say
The road to take
To find a way back to your
heart
What can I do
To get to you
And find a way back to
your heart..."
Senti meus olhos encherem de lágrimas, era ele, eu não tinha dúvidas, aquela voz eu não esqueceria nem depois de um milhão de anos.
Olhei para Hermione e ela escondia um sorrisinho de triunfo e eu tive vontade de matá-la ali mesmo, mas optei por voltar a ouvi-lo:
"I don't know how it got so crazy
But I'll do anything to set things right
'Cause your love is so amazing
Baby you're the best thing in my life
Let me prove my love is real
And make you feel the way I feel
I promise I would give the world
If only you would tell me girl..."
A luz focou o rosto do cantor e, se naquela altura eu tivesse alguma dúvida, não teria mais. Ele estava ali, olhando para mim, enquanto cantava.
"
The
words to say
The road to take
To find a way back to your
heart
What can I do
To get to you
And find a way back to
your heart...
Give me one more chance, to give my love to
you
'Cause no one on this earth loves you like I do,
tell
me
The words to say
The road to take
To find a way back to
your heart
What can I do
To get to you
And
find a way back to your heart...
I turn back time
To make you
mine
And find a way back to your heart
I beg and plead
Fall
to my knees
To find a way back to your heart..."
Quando a música terminou, consegui desviar o olhar e falei para minha mãe:
"Mãe, dá uma olhada na Anna, vou ao banheiro."
E antes que ela pudesse responder, saí, mas não fui para o banheiro, fui para o jardim, afinal precisava de ar puro.
Andei até um banco e fiquei lá, chorando, pedindo que aquilo tudo fosse um sonho.
Você pode não entender o porquê de uma pessoa, aparentemente normal, agir assim. Mas é bem fácil.
Eu tinha sofrido todos aqueles meses, com o preconceito das pessoas e com a idéia de que minha filha nunca conheceria o pai. E eu realmente estava disposta a fazer com que ela nunca o conhecesse. Afinal ele me traíra, ele não merecia o mínimo de consideração vindo de mim ou de Anna.
Sofria mais ainda quando tinha a certeza que só pensava nele porque ainda o amava como antes, mesmo que ele tivesse (quase) me vendido...
Então eu estava ali, chorando e pensando em um jeito de sumir sem ser vista, quando percebi a presença de alguém ao meu lado.
"Ginny..."
Olhei para o lado e o vi, levantei rápido e disse:
"Por que você veio, Malfoy?"
"Eu queria ver minha filha... e também..."
"Ela não é sua filha." – falei, virando as costas para ele.
"É sim, Ginny." – ele parecia estar se divertindo – "Acabei de conhecê-la."
"Quem disse que você poderia vê-la? Ela é só minha!"
"Ginny, eu sou o pai dela... eu tenho direitos..."
"Tem direitos, não é? Mas e os deveres? Eu sofri sozinha nove meses..."
"Ginny, você sofreu sozinha por opção. Escrevi várias cartas para você, mas nunca me deu resposta. Quando a Granger foi me procurar nem pude acreditar. Primeiro, não pude acreditar que você tinha me escondido que eu ia ser pai, depois não acreditei que nós íamos ter uma filha. Você nunca deixou que explicasse... você me ignorou, não se importou com o que eu sentia, nunca me deu uma chance... e, no final, ainda me privou de acompanhar esse momento tão especial na sua vida e na MINHA vida também." – ele disse isso na maior calma possível.
"Você me usou, Malfoy... e ainda queria que te desse chances?"
"EU NÃO TE USEI, CARAMBA!" – ele gritou, mandando toda a calma para o espaço – "Naquele dia que você foi embora, eu tinha ido falar com o Malcom, o cara que você ouviu na secretária eletrônica, para dizer que não estávamos interessados no contrato dele e que íamos nos ausentar dos palcos por alguns meses. Eu tinha planejado que você ficasse, não para fazer mais shows como Elle, mas para ajeitarmos nossa vida, e não como Daniel e Elle, mas como Draco e Ginny. Só que você não me deixou explicar... nunca me deu uma chance sequer..."
Eu sentia as lágrimas saindo dos meus olhos e um nó na garganta impedia que eu conseguisse falar alguma coisa.
"Então, a Granger me achou, não sei como, pois não trabalho mais como cantor, mas agora isso não importa. Ela me contou tudo e eu falei o que realmente acontecera. E ela acreditou em mim, logo a Granger... mas então, tivemos a idéia de gravar a fita, naquela fita eu falei tudo que aconteceu, mas, pelo visto, você também não assistiu..."
"Eu assisti só o começo..." – falei, me virando para ele.
"Então, a Granger teve uma última idéia que era eu cantar uma música na sua formatura. Era o único jeito de fazer você me ouvir. Então compus aquela música para você e, mesmo estando um pouco enferrujado, aceitei vir aqui e cantar..."
"Para mim? Aquela música?" – falei, chorando mais, eu sei, era muito idiota da minha parte.
"Sim." – ele sorriu e passou a mão no meu rosto, limpando uma lágrima.
Eu não consegui dizer mais nada, porque estava bastante confusa para entender o que acontecia e para decidir o que fazer. Sabia que se não fosse verdade Hermione nunca insistiria nisso, ela acreditara mesmo nele e logo ela que sempre desconfiava de tudo que levasse o sobrenome Malfoy...
Ele me abraçou e disse, num tom um pouco mais alto que um sussurro:
"Senti tanta saudade... eu te amo tanto..."
E então, sem agüentar mais, nos beijamos.
E o mundo ficou bem mais colorido depois disso.
Voltamos para o Salão Principal de mãos dadas e meus pais sorriram contentes, enquanto Hermione dava pequenos gritinhos de satisfação, já Rony parecia bastante contrariado em saber quem era o pai da minha filha.
Os dias passaram até que Draco conseguisse arranjar um lugar para nós três morarmos.
Meu pais pareciam bastante alegres em saber que Anna não seria mais o despertador deles, mesmo assim, eles fingiram estar decepcionados com a minha mudança.
Depois de seis meses nos casamos, tipo, só para dar uma satisfação para as pessoas, principalmente para a minha mãe, que parecia bastante contrariada em ainda não ter sido incumbida de preparar o vestido de noiva.
Draco agora trabalha apenas como escritor, abandonou de vez a carreira de cantor. Eu decidi freqüentar a faculdade de enfermagem, mas por enquanto, isso é um projeto para o futuro, afinal, além de Anna (que já está com 2 anos), estamos à espera de Daniel, que vai chegar daqui a dois meses...
Você nem imagina o quanto agradeço por ter feito aquela viagem para os Estados Unidos, vivi, por alguns meses, um sonho "popstar" que toda garota deseja, mas agora vivo um conto de fadas que, tenho certeza, nunca irá acabar...
FIM
N.B.: Amiga, amei!! O capítulo ficou muito lindo!! O Draco é mesmo um fofo!! E, no fim, tudo deu certo e eles viveram felizes para sempre!! Assim que eu gosto!! hehehehehehehe!!
Gente, é o último capítulo, mas não é menos importante por isso!! Então, REVIEW NELA!! hahahahahahaha!! A Manu merece!! Ela é um doce de pessoa e merece todo incentivo do mundo!! E, só pra constar e deixar vcs morrendo de inveja, eu já li o 1º capítulo da fic nova e está perfeitoso!! De verdade!! Bom, sou suspeita pra falar, mas está mesmo!! Vcs comprovarão!!
Bom, deixem reviews!! AMO VCS!!
Bjs!!
ChunLi Weasley Malfoy
Nota da Autora: Oi gente! HiHiHi
Eu sei, está horrível, mas foi tudo que consegui.
Quero agradecer a todos aqueles que mandaram reviews, muito obrigada mesmo, gente. As reviews, boas ou ruins, me inspiram a continuar e a melhorar. Agradecimentos especiais a Princesa Chi, ChunLi Weasley Malfoy, Ka Voldemort, Jane LeloupBlanc, Fini Felton, Nanda W. Malfoy, Binha, Danny MalBine Uchiha, Thati, BruhLuna, Musa Sama, Paola Lee, Misty Weasley Malfoy, Srta. Malfoy, Ella Evans, Jehssik, Cissy Belly Black.
Ah, gente, esqueci. Republiquei todos os capítulos para tirar alguns erros que existiam, porque os primeiros capítulos não foram betados.
Ah, hehehehe, desculpem pela NC do capítulo anterior. A Chi, muito pertinentemente, me falou o erro que cometi e talz, desculpa gente, mas é que sou inexperiente (se é que vocês me entendem...hahahahaahahaha), então foi malz mesmo, até hoje estou morrendo de vergonha. Chi, lindaaaaa, muito obrigada pela mensagem, ok? Aprendi muito com ela... hahahahahahaha (é sério).
E, claro, um agradecimento especialíssississsisssissssimo à minha beta-amiga-irmã Chun Li! Miga, valeu por tudo! Pelo apoio e por sempre dizer que escrevo bem, você é minha amiga mesmo...hahahahaha! Te adoro, viu??
Bem, em breve, fic nova. Êêêê...hahahahahahahahaha
Beijos,
Manu Black
P.S: Gentem, o nome da música desse capítulo é "Back to Your Heart", quem canta é o grupo Backstreet Boys, e eu ressucitei essa música do 3º. Cd deles, o Millenium... hehehehe. Abaixo, a tradução.
"Back to Your Heart" (De volta para o seu Coração)
Não é que eu não consiga viver sem você
é que eu não quero nem tentar
Toda noite eu sonho com você
Desde aquela noite que nós dissemos adeus
Se eu não tivesse sido tão idiota
Agora eu estaria te segurando
Não existe nada que eu não faria
Querida se eu ao menos soubesse As palavras a dizer
A estrada a pegar
Para achar um caminho de volta ao seu coração
O que posso fazer
Para chegar à você
E achar um caminho de volta ao seu coração
Eu não sei como ficou tão louco
Mas eu farei qualquer coisa para consertar tudo
Porque seu amor é tão fantástico
Querida você é a melhor coisa na minha vida
Deixe-me provar que meu amor é verdadeiro
E fazer você se sentir como eu me sinto
Eu prometo que eu te daria o mundo
Se você ao menos me dissese garota
As palavras a dizer
A estrada a pegar
Para achar um caminho de volta ao seu coração
O que posso fazer
Para chegar à você
E achar um caminho de volta ao seu coração
Me dê mais uma chance, para eu te dar meu amor
Porque ninguém nesse mundo te ama com eu,
me diga
As palavras a dizer
A estrada a pegar
Para achar um caminho de volta ao seu coração
O que posso fazer
Para chegar à você
E achar um caminho de volta ao seu coração
Eu voltaria no tempo
Para te fazer minha
E achar um caminho de volta ao seu coração
Eu imploro e suplico
Fico de joelhos
Para achar um caminho de volta ao seu coração
