Avisos: Saint Seiya não me pertence. Direitos a Masami Kurumada Toei Animation, etc. Fic totalmente sem fins lucrativos, voltada apenas ao entretenimento e a minha evolução como escritora.
Esta fic contém yaoi (relacionamento homem/homem) e lemom (relacionamento sexual homem/homem), ou conotações ao longo de seus capítulos. Se não gosta, se sente ofendido ou algo assim recomendo que nem leia.
Se gosta e também curte uma história sobre vampiros, boa leitura!!!
Sweet blood, sweet love
Por: Scorpius no Mila /Mi-chan/
Resumo: Um dia nunca é igual ao outro. Para uma criatura das Trevas os séculos também nunca são iguais.O que fazer quando finalmente se encontra a pessoa com a qual se quer passar o resto da eternidade, mas ela deseja apenas a morte? (Dark/Angst/Romance Yaoi/Lemon U.A Sorento&Mime)
Capítulo I –The angel of the music
Mais uma cidade. Mais um país. Quantas voltas já teria dado ao redor do mundo em seus duzentos e cinqüenta anos de existência? Muitas, era somente isso que poderia dizer. E a cada ano, cada década, cada século era uma nova mudança. Impérios iam e vinham, modismos surgiam, desapareciam e tornavam a surgir num piscar de olhos. Com o passar do tempo o mundo começara a andar mais depressa. A invenção de redes de informações como a Internet fizera com que as notícias chegassem quase instantaneamente em qualquer canto do planeta. O avanço em áreas como a da medicina fora capaz de reproduzir certos órgãos humanos em laboratório, algo impensável na época em que vivera. Diziam até em clonar outros seres humanos!
Em compensação a cada dia a humanidade tornava-se mais cética em relação a vida. Ditos "milagres" podiam ser logicamente explicados e até mesmo a própria Bíblia começara a ser questionada como sendo realmente a Palavra de Deus ou não. Num mundo assim uma criatura noturna como ele podia vagar tranqüilamente por entre os mortais, já que ninguém ousava jamais questionar sua existência, ou mesmo o brilho inumano de sua pele.
Vagava pelas ruas irregulares da periferia, seus passos sem sequer ecoarem no asfalto esburacado. As poucas e soturnas criaturas que se encontravam nas ruas àquele horário eram fatalmente atraídas pelo charme que tal figura emanava. Os cabelos loiros e ondulados desciam suaves por seu rosto de traços delicados até chegarem ao pescoço, por pouco a roçarem na gola da camisa de seda azul-marinho. Seus olhos possuíam um brilho sobrenatural e dependendo da luz o tom castanho era inundado por um fulgor avermelhado, apenas um charme a mais. O belo corpo movia-se com tanta suavidade pela rua que os mais distraídos jamais notariam sua presença. Vasculhava a mente daqueles a lhe lançarem olhares de luxúria incontida, a procura da vítima ideal.
Desde que renascera para a imortalidade fizera a si mesmo o juramento de matar apenas para saciar seu desejo por sangue. Procurava aqueles que matavam indiscriminadamente, aqueles que não tinham peso algum na consciência e também aqueles que desesperadamente desejavam morrer. Para esses últimos, um número cada vez maior, fazia uma suave aproximação e os envolvia com as mais diversas imagens. A maioria tinha como última visão um anjo de asas negras a convidá-los para o acompanharem, deixando para trás o grande ciclo de sofrimentos e desilusões intermináveis que era a vida. Outros viam a imagem de algum entre querido, que geralmente falecera de maneira trágica e chocante. Eram poucos que ainda vislumbravam imagens de santos, ou mesmo do próprio Deus, alucinações abundantes em épocas passadas.
Não demorara muito para encontrar a vítima perfeita. Sentado exatamente na entrada de uma lúgubre rua sem saída estava um rapaz que deveria ter no máximo 25 anos. Tinha os olhos injetados, o corpo a pender molemente, como se a qualquer momento fosse desabar ao chão. Fedia a álcool de quinta categoria e a diversos tipos de entorpecentes. Seria quase uma perda de tempo vasculhar-lhe a mente, era óbvio que ele queria a morte. E realmente morreria aquela noite, mesmo se nunca o tivesse encontrado.
O rapaz ergueu os olhos, como se tentasse ver através do torpor causado pela enorme quantidade de veneno em seu corpo. Tinha belos olhos cinzentos. Conseguia vê-lo como ele era a pouco menos de meio ano. Era alto, de porte austero, os cabelos castanhos a caírem graciosamente por sobre os expressivos olhos. Viu em sua mente entorpecida uma bela e antiga casa, cujos jardins estavam repletos das mais diversas flores e os raios de sol iluminavam graciosamente a grande propriedade. Segundos depois, porém, a imagem mudara drasticamente. A casa estava destruída, seus moradores, mortos. Assassinados. O motivo? Inveja, cobiça, vingança. Vislumbrou os corpos, repletos de balas e semicarbonizados. Dois homens, uma mulher, uma senhora e uma criança. Uma menininha viva e esperta, que agora jazia ali, a expressão de pânico em seu rostinho de boneca.
Desviou o olhar daquele homem, chegando até a piscar. Tornou a manter o contato visual e aproximou-se. Fez o rapaz visualizar a linda garotinha, a lhe sorrir. Sentiu quando ele o envolveu, com dificuldade, em um abraço paterno, protetor.
–C-Chris... –ouviu-o balbuciar, segundos antes de cerrar seus dentes no pescoço levemente amorenado.
O sangue correu quente por seus lábios, deliciosamente quente. Sugou-o até quase seu coração explodir e afastou-se um pouco em seguida. Tirou-lhe as marcas dos furos e deixou-o lá, exatamente como o achara. Ninguém duvidaria que ele morrera de overdose, tamanha quantidade de entorpecentes em seu corpo. Seguiu caminho pelas ruelas, um leve latejar em sua cabeça. Detestava o efeito daqueles "remédios" no sangue. Uma grande mistura deles sempre o deixava com ligeira tontura. Mas bastava um minuto ou dois para que passassem. As novas formas de veneno do século XXI nunca seriam suficientes para afetá-lo profundamente.
Prosseguiu a caminhada, sem pressa alguma. Escalou com facilidade um prédio decadente, a fachada com marcas de pichação e mofo, passando a andar pelos telhados. A lua brilhava em tom amarelado e o céu estava limpo, como raramente ficava nas grandes e poluídas cidades modernas, um manto negro sarapintado por algumas estrelas. A gélida brisa noturna sacudia languidamente suas roupas. Pensava sobre o que mais faria aquela noite quando um som chegara a seus ouvidos, cortando o silencioso véu da madrugada. Nem precisava se virar na direção do som para saber do que se tratava. Conhecia bem aquele som, quantas vezes não vira seu mestre a dedilhar tal instrumento. Alguém há mais ou menos um quilômetro e meio dali tocava uma lira de maneira sôfrega.
Calou as milhares de vozes que ouvido humano algum era capaz de ouvir e parou para prestar atenção a melodia. Desde que era apenas um mortal, em meados do século XVIII, tinha um interesse especial por música. Chegara a conseguir um emprego na orquestra de um famoso teatro, seu maior sonho, mas mal começara a sua escalada para o sucesso e adoecera gravemente. Teria morrido se aquele vampiro não o tivesse transformado, se ele não tivesse se encantado por seu talento musical e sua beleza. Justo ele, conhecido por diversas lendas mitológicas. O famoso Orpheu, eterno enamorado de Eurídice, capaz de ir ao mais fundo do Inferno por ela, um vampiro. Quem poderia imaginar que o famoso herói era na verdade um ser milenar, que se alimentava do sangue alheio, desiludido com a humanidade desde que perdera sua amada?
Afastou tais recordações de sua mente, indo em direção ao belo e triste som. Chegou rápido, mais rápido até do que outros de sua mesma espécie, e subiu nos galhos mais altos de uma desfolhada árvore que ficava em frente a uma das poucas janelas abertas no extenso cortiço. Viu ali sentado de frente para a janela, a dedilhar uma lira simples, de tom prateado, o mais belo ser humano que já vira em seus duzentos e cinqüenta anos de vida imortal.
Era um rapaz mais ou menos da mesma idade que tinha antes de receber o sangue vampírico, de pele branca, tão branca que parecia querer rivalizar com sua pele preternatural, cabelos ruivos, lisos, mas um tanto revoltos e olhos expressivos, no mesmo tom castanho que os seus, que também mudavam para um tom vermelho-rosado dependendo da iluminação. Tinha uma compleição delicada, o corpo bem talhado e mãos afiladas. Enamorou-se dele assim como enamorara-se daquela música profunda e melancólica anteriormente.
Observou quando um homem de aspecto grosseiro adentrou o quarto e esbofeteou-o por tocar àquela hora da madrugada. Passou-lhe uma espécie de sermão sobre como precisava dormir para que agüentasse direito o serviço na noite seguinte. Ameaçou-lhe de perder direito a ir ao teatro se não atendesse os clientes corretamente. O divino rapaz disse umas poucas palavras, sua voz tão repleta de melodiosidade quanto a mais divina das músicas, e o homem saiu, batendo a porta com violência ao sair.
O rapaz sentou-se novamente de frente para a janela, a cabeça baixa, lágrimas amargas a rolar pelo alvo rosto.Todos seus pensamentos e lembranças... conseguia vê-los com total clareza, como um filme a rodar por sua mente.
Vislumbrou um lugar bem ao norte da Noruega, totalmente coberto de gelo. De uma modesta casinha saiu uma bonita criança ruiva, que corria em direção a floresta. O menino não devia ter mais de sete ou oito anos, tinha um sorriso sincero no rosto e esperava ansiosamente sei pai voltar da cidade. Ouviu um cavalo a se aproximar e correu feliz em direção ao homem de cabelos castanho-claros que acabara de desmontar do eqüino. O jovem homem tirou algo de uma grande sacola de couro e estendeu-a ao pequeno. Seus olhos de leve fulgor rosado brilharam intensamente. Era uma lira avermelhada, provavelmente a mesma que vira à venda em uma das lojas da cidade. Abraçou o pai com toda força, o sorriso mais iluminado do mundo em suas faces infantis. Correu com o instrumento até uma bela mulher de longos cabelos ruivos que acabara de sair de casa. Ela lhe sorrir maternalmente, um sorriso lindo, e os três entraram em seu lar, abraçados.
Com um flash a cena mudou, tomando outros tons. Ouvia-se um barulho horrível de cavalos e gritos humanos. A meiga criança, agora com seus 12 anos de idade, escondia-se por ordem da mãe, a ver o que acontecia por uma fresta apenas. Viu, horrorizado, quando homens altos e fortes, de aspecto repugnante, arrombaram a porta e que um deles tinha a cabeça decepada de seu pai em mãos, seus dedos firmemente presos nos cabelos castanhos. Ouviu sua mãe gritar e aqueles asquerosos homens riram em escárnio. Tentaram forçá-la a se deitar com eles, mas como ela resistira categoricamente a mataram com a mesma crueldade que mataram seu pai, profanando-lhe o corpo de maneira enojante. Não demorou muito para que o encontrassem, trêmulo de ódio. Quis matar cada um deles com suas próprias mãos, mas só conseguiu enfiar a espada que ganhara de seu falecido avô no estômago de um deles, que estraçalhara sua lira com aqueles pés enormes e ainda tinha em seus braços o corpo inerte de sua mãe. Os demais o pegaram e jogaram-no numa espécie de jaula, levando-o para longe de sua terra e de tudo que conhecia.
Outro flash. Já estava há um bom tempo naquele cortiço, trabalhando forçadamente como garoto de programa. Homens de todas as idades e nacionalidades desejavam seus serviços. Chegava a atender mais de quatro por noite, todos loucos para realizarem as mais tórridas fantasias com aquele rapaz de rostinho delicado. Já se acostumara a ser tomado com rudez, violentado e por vezes até utilizava seu charme e poder de sedução para conseguir algo que queria. Fora assim que conseguira arrumar uma nova lira. A música era seu único refúgio. A única maneira de esquecer toda humilhação e maus tratos que passava desde que fora arrebatado de sua terra natal. Desejava morrer, apesar de sua alma, sua esperança e seus bons sentimentos já estarem mortos há muito tempo. Chegara a tentar suicídio por duas vezes, mas era demasiado fraco para conseguir acabar consigo de verdade. Por isso continuava a viver no mesmo desespero e desolação, por muitas vezes se esquecendo de que não era apenas um mero boneco, um objeto para satisfação de outros. O sofrimento o anestesiava para todo e qualquer bom sentimento, para qualquer esperança de algo melhor ou qualquer mudança benéfica em sua existência. Muitas vezes a própria idéia do descanso da morte não o trazia a paz que tanto ansiava ter.
O vampiro sentou-se no galho, a observar com todos seus sentidos aquela alma infeliz. Aquela sua desesperança, seu descrédito no mundo e na bondade, a profunda tristeza que aqueles olhos emanavam, os tons suplicantes e desesperados de sua melodia, tudo fora mais que o suficiente para despertar uma profunda paixão dentro de si. Queria acalentá-lo em seus braços, tocar-lhe os lábios rubros e o corpo delicado, provar-lhe o sangue, inundar-se nele. Queria fazê-lo seu. Tê-lo como companheiro por toda eternidade. Mesmo sabendo que os Seres das Trevas nunca conseguiam viver juntos por muito tempo, queria fazê-lo. Nunca em sua existência imortal criara "filhos" e desde que ouvira a sôfrega melodia compreendera o real tamanho de sua própria solidão. Não suportaria ver um rapaz tão belo e puro envelhecer pouco a pouco até minguar e morrer.
Passou o restante da noite ali, a observá-lo. Viu-o vestir o surrado pijama e se deitar na cama, que rangeu horrivelmente quando se ajeitou melhor sob as cobertas. Não demorou muito para que adormecesse. A criatura noturna hesitou em chegar mais perto, mas seu desejo e fascínio falaram mais alto. Num salto silencioso adentrou pela janela semifechada e parou ao lado da cama, a velar o sono do belo ruivo.
O rapaz tinha o sono tranqüilo, o semblante numa serenidade assombrosa, os lábios vermelhos entreabertos num quase sorriso, como se sonhasse algo bom. Seus cabelos revoltos estavam espalhados, a franja ruiva a cair sobre os olhos cerrados. Seu peito subia e descia num cadenciado balanço, a pela alva ainda mais bonita vista de perto. Tocou-lhe o rosto suavemente, deliciando-se quando todos os pelos do corpo do ruivo se eriçaram. Era tão macio, tão quente! Nunca sentira uma pela de textura tão gostosa quanto aquela.
Voltou a tocá-lo, desta vez no pescoço, e ele tornou a se arrepiar todo, sua respiração ficando mais densa. Não resistiu e beijou o local, sobre a principal artéria, e ouviu-o gemer baixinho, aquele som conseguindo arrepiá-lo, acontecimento raríssimo para um Ser das Trevas. Depositou um beijo nos lábios do adormecido rapaz, suas mãos a descerem pelo peito coberto pelo pijama. Sentiu os mamilos túrgidos sob o tecido e inclinou-se mais na direção daquele corpo quente, embevecido com as sensações que despertava. Fitou-lhe o semblante adormecido, achando certa graça no sono pesado de tão graciosa figura. Desceu um pouco mais as mãos até o volume que se crescia sob a calça do pijama. Passou os dedos de leve sobre o local e um gemido mais ruidoso escapou daquela boca suculenta, os dedos finos a se agarrarem ao lençol.
Sorriu, como há um bom tempo não sorria. Massageou com firmeza o volume sob o tecido, sentindo-o endurecer em sua mão, arrancando mais gemidos extasiados do rapaz, que ainda dormia pesadamente. Tornou a beijar-lhe o pescoço, ao mesmo tempo em que aumentava o ritmo de seus movimentos. Sem mais se conter cravou os dentes no alvo pescoço, no exato segundo em que o rapaz, com um gemido rouco, chegara a seu clímax. O sangue quente encheu sua boca proporcionando uma sensação ainda mais forte e violenta que o prazer sexual. Um gemido alto escapou de seus lábios pouco antes de, a contra-gosto, afastar-se. Não, não iria mata-lo como aos outros. Fez um pequeno corte em sua língua e deixou o sangue pingar sobre as feridas, que cicatrizaram completamente. Beijou-lhe novamente os lábios antes de sair pela janela.
Caminhou pelos telhados, ainda extasiado com o sabor daquele sangue. Fora o sangue mais saboroso que já provara. Não tinha mais dúvidas de que o amava completamente e que se ele não aceitasse viver eternamente a seu lado sua vida imortal perderia o sentido, pois nenhum sangue se equivaleria ao divino sabor que ainda sentia em sua boca. Precisaria vê-lo e falar com ele. Quando finalmente voltou ao porão da antiga casa que comprara, onde estava seu caixão, já tinha um plano em mente. Um plano que começaria a pôr em prática na noite seguinte. Deitou-se, sonolento, em seu caixão pouco antes do amanhecer. Adormeceu profundamente, seus sonhos voltados a um lindo rapaz de cabelos ruivos e alma profunda, que àquela hora ainda jazia adormecido em sua cama.
Continua...
Comentários da autora: Olá! Já faz tempo, né??
Ando tão ocupada que não tenho nem tempo pra encostar nos meus cadernos. O que acontece então? Tudo acaba atrasando. ¬¬
Por isso, para não deixar ninguém zangado com minha ausência, decidi publicar o primeiro capítulo de um novo projeto meu (começado dia 13/02 e uma das fica mais recentes que escrevi). É um tantinho louco, eu sei, e ainda nem terminei o segundo capítulo, mas quando comentei dele pra Lamari e pra Enfermeira-chan elas praticamente me obrigaram a publicar (o que eu agradeço muito, na verdade).
É a primeira vez que escrevo uma história sobre vampiros e preciso confessar que há muito tempo estava com vontade de fazê-lo, embora esteja um tanto insegura (mas isso não é novidade pra ninguém, né?). Provavelmente os fãs ferrenhos de histórias vampirescas não gostaram muito dessa fics, escrita por uma principiante como eu, mas mesmo assim decidi me arriscar. Minhas influências no assunto são, principalmente, os livros da Anne Rice então pode ser que haja algumas semelhanças, mas nada além disso, afinal a própria proibiu fanfics com seus personagens.
Falando agora sobre o capítulo em si: o Sorento não ficou uma gostosura de vampiro-sexy-do-mal? Eu mesma babei com as cenas dele XD Achei ele perfeito para o papel. Ah, desculpa por ter de fazê-lo loiro, mas como é um U.A e talz, não sei se ficaria legal as cores do anime (embora eu ame demais o Sorentinho com cabelos azul-arroxeados). E o Mime como garoto de programa? Me baseei um pouco na personalidade dele do anime, alguém que não demonstra mais sentimentos, que vive em profunda tristeza, etc. Será que eles ficaram bem caracterizados? Espero que sim.
Nossa, alguém percebeu que esse capítulo foi quase todo em pura narrativa? É, acho que tenho mais facilidade em descrições do que em diálogos...
Como já disse, ando super ocupada por esses tempos, então não posso garantir atualização rápida nem nada disso, tá? Assim como prometi não abandonar de jeito nenhum a The Rage Beat e a Um certo alguém, também prometo não abandonar essa. Não importa o quanto demore, continuarei a atualizar sempre que puder. Só peço um pouco de paciência, tá?
Preciso desde já agradecer o apoio das minhas melhores amigas de MSN: Enfermeira-chan e Lamari pelo apoio para que esse capítulo fosse logo publicado. Espero não tê-las decepcionado.
Kissus e até breve, se Deus e minha agenda apertada assim permitirem.
Au revoir!
Scorpius no Mila /Mi-chan/ (Mime de Benetnasch no fórum SSYaoi 'comemora')
PS: Gostou do nome do primeiro capítulo Enfermeira-chan? Foi uma homenagem ao filme O Fantasma da Ópera, um dos filmes mais legais que já vi e que você me fez ficar com vontade de ver. XD
