Avisos: Saint Seiya não me pertence. Todos os direitos a Masami Kurumada, Toei Animation, Bandai, Conrad Editora, Shonen Jump, entre outras que obtem direitos sobre a obra.

Fic sem fins lucrativos, visando apenas entretenimento. Contém yaoi(relacionamento homossexual masculino), lemon (relacionamento sexual entre homens) e temas um tanto "pesados" ao longo de seus capítulos. Se você não curte, se sente ofendido, sua religião não permite, peço encarecidamente que não leia.

Aos que gostam, boa leitura!!


Capítulo III –Wish I Had An Angel

Abriu os olhos placidamente, o sono a se dissipar pouco a pouco. Espreguiçou-se felinamente e olhou para a cama desfeita. Estranhamente sentiu falta de seu ocupante. Balançou a cabeça em reprovação. Aquele era seu serviço, não devia apegar-se a ninguém, muito menos devia esperar satisfações. Era apenas um objeto de prazer, nada mais que isso.

Mirou o relógio, já passara das oito. Levou a mão aos cabelos ruivos, bagunçando-os ainda mais. Dormira, não, desmaiara depois de atender o misterioso rapaz de cabelos ondulados e nem aparecera para dar satisfações a Cassius. Esmurrou a mesa de cabeceira; era mais do que provável que, por tal deslize, não pudesse mais ir ao teatro. Já cogitava a possibilidade de não descer, quando encontrou um singelo bilhete embaixo de seu travesseiro, junto com o pagamento da noite. Abriu-o, deparando-se com uma caligrafia rebuscada e fina.

"Estimado Anjo Ruivo,

Gostaria de pedir perdão por não tê-lo esperado despertar. Por motivos de força maior tive de me retirar antes do amanhecer e nem pude me despedir como se deve.

Dialoguei com o dono do estabelecimento e ele deu-me sua palavra de que, a partir de então, possuo exclusividade sobre ti.

Retornarei ao cair da noite.

Ihres je¹

Sorento."

Arqueou as sobrancelhas, intrigado. "Exclusividade?" –perguntou-se em pensamento. Era comum que seus clientes, enamorados por sua face de anjo decadente e por seus serviços, implorassem por exclusividade. Porém Cassius nunca permitira, não importando a quantia oferecida. Como teria ele convencido o cafetão? E por quê? Estava ciente de que, pouco antes de render-se ao sono, ouviu-o dizer que lhe amava, mas muitos já haviam lhe dito palavras semelhantes. Não era algo que pudesse ser levado a sério em sua profissão.

Mas algo dentro de si queria acreditar nas palavras do fascinante rapaz. Aquele olhar... parecia conter o conhecimento de séculos. Por muitas vezes àquela noite acreditou que ele não era humano. Sua aparência, seu jeito, não sabia ao certo o quê, mas não tinham a mesma brusquidão dos gestos mortais. E justamente essa falta de "humanidade" o deixava ainda mais charmoso. Se fosse um pouco mais religioso acreditaria que o loiro era um anjo que lhe aparecera por algum motivo desconhecido. Contudo, depois do que vivera, não acreditava em mais nada. Principalmente se tratando da moral humana e seus falsos padrões do que é "correto" e o que "não é". Recordou-se dos ensinamentos que tentaram lhe incutir quando era pequeno e ainda vivia sob o amor de seus pais. Algum amigo da família a dizer "–Deve ser um bom rapaz, pois assim Deus o recompensará". Os padres que declamavam aos sete ventos que "devemos amar uns aos outros" e que "a sodomia é pecado mortal perante os olhos do Criador". Se todos eles o vissem agora... Se tudo aquilo fosse realmente verdade, o inferno já teria um lugar reservado para ele, com direito a passe V.I.P.

Sacudiu a cabeça, na tentativa de espantar tais pensamentos. Vestiu-se de qualquer jeito e desceu; precisava dar uma satisfação a Cassius. Encontrou-o sentado na mesa ao centro, um grande copo de café em mãos. Falou brevemente com ele, que se encontrava num estranho estado de bom humor repentino. Miraculosamente, não o castigou e ainda mandou-lhe aproveitar o teatro à tarde, pois queria vê-lo disposto quando anoitecesse. Suspeitou da cordialidade do cafetão. O que teria deixado-o de tão bom humor? Afastou-se, indo se sentar junto aos demais rapazes. Mal levara seu copo de café à boca e um deles o abordou.

–Pelo que vejo a noite foi longa... como foi com o loiro bonitão? O cansou muito? Ou será que foi o contrário? –perguntou o rapaz de perspicazes olhos verdes e cabelos muito ruivos.

Olhou-o de relance, Era Alberich, um dos rapazes que vieram junto dele para o Santuário de Eros. Tinha algumas vagas lembranças dele, ambos a brincarem nas clareiras de sua terra natal mas, fora isso, mais nada. Era um dos poucos rapazes com o quem conversava. Havia muita disputa pelos melhores clientes, e como era um "artigo de luxo" os outros garotos sentiam uma profunda inveja dele. Não que fizesse alguma questão em ser um "produto de luxo" ou de conversar com algum deles.

–Por que quer tanto saber, Alberich? –perguntou, inflexivo, enquanto mordiscava um pedaço de pão.

–Porque vocês foram o assunto da noite –deu de ombros –Teve gente aqui embaixo implorando para alguém tirar algumas fotos de vocês dois e vender. Por pouco Cassius não acatou a idéia.

Mime balançou a cabeça em negativa –Esse povo tem cada fetiche estranho... –comentou sem sequer interromper sua refeição.

Alberich riu brevemente –Até eu senti vontade de bancar o voyeur, mas... –abaixou o tom de voz, aproximando-se –seria mais interessante estar lá, com vocês. Aposto que não iriam se arrepender... –mordiscou-lhe de leve a orelha, em tom provocador –Nem eu, para ser sincero.

–Cassius o mataria se você o fizesse –respondeu, sem se afetar ante insinuações –Sabe que apenas se o cliente quiser nós temos permissão de...

–Claro que sei –atalhou, contrariado –Mas nunca ouviu dizer que o que é proibido é mais gostoso? Além do mais, aquele loiro merecia um harém. Nunca vi alguém como ele anteriormente. E você e eu podíamos trocar experiências... Juro que seria bem gentil com você, nem meu chicote eu usaria...

–Agradeço o convite, mas ele não me agradou em absoluto.

–Mudemos de assunto, então. Como ele foi? Ao menos deixou um bom pagamento?

–...Deixou... –não compreendia o motivo, mas não queria comentar sobre o que ocorrera entre Sorento e ele. Não que comentasse sobre seus serviços a outrem. Desta vez, contudo, queria guardar o momento somente para si –E um bilhete... Disse que retorna hoje à noite.

–Outro que não resistiu a seus encantos –comentou Alberich com um ligeiro tom de inveja –Quem sabe desta vez você não sai finalmente daqui? Se tudo der certo, eu sairei em breve.

–É mesmo? –perguntou Mime em um ar de leve curiosidade.

–Sim –confirmou em voz baixa, como se confidenciasse algo de suma importância –Parece que o Isaac, sabe, dono da empresa Black Pearl de comércio marítimo? Então, ao que tudo indica, ele quer me tirar daqui e me nomear como seu secretário particular. Ele já fez uma oferta a Cassius e receberemos a resposta hoje.

–Hum... que bom para vocês –comentou, polidamente.

–Mas –sussurrou-lhe rente ao ouvido –a verdadeira oferta, de um valor bem acima do que Isaac ofereceu primeiramente, só será feita se o cafetão se mostrar hesitante. Eu dei-lhe a idéia e sei que o valor real é quase irrecusável.

–Um movimento perspicaz –disse Mime em sussurros –Se tratando de Cassius, devemos estar sempre um passo à sua frente... se quisermos sair daqui.

–Obviamente –replicou Alberich em tom, superior –Difícil, porém é encontrar quem compreenda o que devemos fazer. Bem... –ergueu-se da mesa com suavidade –vou deixá-lo tomar seu café em paz. Do jeito que está pálido, a noite foi, de fato, extenuante –sorriu, repleto de malícia, os olhos verdes a brilharem em regozijo –Até mais e boa diversão com o loiro esta noite –piscou em ar cúmplice, pouco antes de se afastar em direção a oblíqua escadaria.

Pousou o copo na mesa de madeira envelhecida; em seu rosto a expressão de alguém totalmente absorto em pensamentos. Não sabia se se alegrava ou não em ser um "produto exclusivo". O pensamento de não ter que se deitar com cinco, dez por noite era até animador. Porém tinha certeza de que não era uma boa idéia "pertencer" totalmente a Sorento. Aquele intrigante ser o fazia perder o controle sobre si mesmo. Não era capaz de manter-se indiferente àquela pele fria, à voz forte e melodiosa, aos olhos de fulgor róseo e aos lábios pálidos. Tinha medo de perder também o controle sobre seu coração empedernido. Medo de entregar-se irremediavelmente a um sentimento de ser traído, abandonado ao próprio sofrimento. Medo, porque desde a noite que se passou começara a ver o mundo com cores novamente. Conseguia sorrir ao escutar o canto dos pássaros, pensar na condição de vida em que todos ali se encontravam e questionar. Voltara a sentir, voltara a ter uma vaga vontade de lutar por algo maior, embora a vontade de morrer ainda fosse o valor dominante.

Tais cores, no entanto, cegavam seus olhos, acostumados aos tons de cinza que sua alma consumida pela dor conseguia enxergar; a pouca esperança que lhe tomava só o fazia sentir que, mesmo se por acaso algo mudasse em sua vida, não seria uma mudança significante e que, no final, apenas se afogaria em mais e mais infelicidade.

Soltou o ar de seus pulmões, que sequer notara haver prendido. Não restava muitas alternativas a ele; era apenas questão de aguardar o cair da noite e ver o que daria. Talvez a estranha sensação que o loiro lhe causara fosse apenas algo momentâneo. Na verdade, ele torcia para que fosse.

OooOoOooO

Acordou de seu sono imortal sobressaltado. Sonhara. Não, era mais do que um mero sonho, era uma mensagem. Um aviso. Um vampiro milenar se aproximava. Sentia claramente seu poder incomensurável, mas não era capaz de lhe decifrar os pensamentos. Conhecia apenas um ser de sua espécie com tal habilidade. Inquietou-se. Não era bom sinal um vampiro com tamanho poder aproximar-se assim de outros. Só o faziam quando estritamente necessário. Levou a mão aos fios loiros. O melhor era não se preocupar antes do tempo. De acordo com suas previsões, ele somente chegaria no próximo anoitecer. Até lá se preocuparia apenas em gozar da companhia de seu adorado mortal.

Saiu para alimentar-se pouco depois de seu cotidiano ritual de desarrumação. Trajava calças negras, camisa azul-marinho de bom corte e um sobretudo de mesmo tom das calças. Os cabelos ondulavam ao sabor da brisa noturna e o cheiro de sangue de diversos tipos invadia-lhe as narinas, causando-lhe ainda mais fome. Conseguira pegar um casalzinho de ordinários traficantes de entorpecentes com relativa facilidade. O único percalço foi que, por pouco escapara de um tiro. Nada que pudesse considerar um problema real, mas se a bala tivesse-o acertado, não saberia como explicar a seu anjo o motivo de ter um buraco ligeiramente chamuscado em suas roupas. Largou-os no mesmo barracão sujo em que os encontrara. Teriam sorte se alguém desse por falta de qualquer um dos dois. Seguiu caminho até o paupérrimo cortiço, como sempre abarrotado de gente.

Ao adentrar o Santuário de Eros, dirigiu-se imediatamente a Cassius, que discutia algo sério com um rapaz de feições escandinavas e porte empresarial. O cafetão abriu um medonho sorriso ao vê-lo e informou-lhe que Mime o aguardava em seu quarto. Despediu-se polidamente antes de subir a torta escadaria, o corredor estreito a ecoar com o som de diversos gemidos, além de palavras de baixo calão, originárias das portas trancadas a chave. Parou em frente ao aposento de seu anjo ruivo e bateu na porta carcomida por cupins; o divino odor do suculento sangue a chegar a suas narinas, arrancando-lhe um suspiro sensual. Aguardou apenas alguns segundos, até que o estridente ruído da chave a arranhar a velhíssima fechadura pôde ser ouvido e a graciosa face de Mime surgisse de dentro do quarto. Estava belo como sempre. Tinha as coxas roliças cobertas por uma calça jeans rasgada nos joelhos, vestia um colete preto e vermelho-sangue, não muito diferente do que usara noite anterior, e trazia ao pescoço uma corrente com um grande crucifixo prateado na ponta. Os sedosos cabelos ruivos estavam presos num rabo-de-cavalo, a franja a cair charmosamente sobre o rosto. Notou que os olhos de fulgor rosado fugiam dos seus e sorriu ante o suave rubor naquela face de porcelana.

–Pelo que vejo encontrou meu recado –falou tranqüilamente, o timbre de sua voz arrancando arrepios involuntários do garoto de programa.

Mime assentiu com um aceno, antes de virar-se para trancar a porta. Ao estender o braço até a maçaneta reparou que sua mão tremia. Então não era apenas algo momentâneo Aquele loiro realmente o despertava sensações às quais não tinha controle. Seu coração rufava em ritmo frenético, o sangue a correr quente por todo seu corpo. Respirou fundo, na vã tentativa de se acalmar, e virou-se para encarar seu cliente, que o fitava com um misto de fascínio e lascívia. Novamente o tom rosado assaltou suas bochechas ante a visão daquele misterioso ser. O que estava acontecendo consigo? Desde quando se ruborizava, ainda mais perante alguém que pagara por seus serviços?

–Por que deseja exclusividade sobre mim? –perguntou em tom de falsa displicência, a sentar-se graciosamente na velhíssima cama. Cruzou as pernas e encarou o belo loiro em ar altivo. Não importava o quão abalado estivesse, nunca o deixaria saber que lhe causava tal reação.

–Porque em toda minha vida jamais encontrei alguém tão cândido e belo quanto você –respondeu Sorento com uma sinceridade incomum aos seres das Trevas, seus olhos fulgurantes a mirarem o ruivo, que soltara uma risada melodiosa, porém despida de emoção.

–Cândido? Eu? Já ouvi os mais diversos tipos de elogios, porém esta é a primeira vez que alguém me chama de cândido –replicou em um ar de divertimento inexistente. –"Como poderia alguém corrompido e maculado como eu ser cândido? Ele só pode estar brincando comigo, utilizando de palavras bonitas para me fazer cair a seus pés. Uma conquista fácil..." –pensou indignado.

O vampiro aproximou-se de Mime, tocando-lhe o rosto quente e macio com suas mãos frias –Cândido sim. Pois apesar de tudo que você pode ter passado, sua alma permaneceu imaculada, pura e sublime, como a de um anjo –aproximou a formosa face da sua e tomou-lhe os lábios com ternura, sem receber qualquer sinal de rejeição. O garoto de programa envolveu o pescoço de Sorento com seus braços, permitindo que sua boca fosse explorada sem pressa. Separaram-se apenas quando não havia mais ar para prosseguirem; o calor daquele corpo mortal e o maravilhoso odor de seu sangue a inebriar o rapaz de cabelos ondulados.

–Muitos já desejaram me ter somente para eles –murmurou Mime rente ao ouvido de Sorento, que sentiu um gostoso arrepio percorrer-lhe o corpo preternatural –Como foi capaz de convencer Cassius e por que acha que eu aceitarei semelhante proposta? –perguntou, pouco antes de beijar-lhe o pescoço com volúpia, arrancando um rouco suspiro daqueles lábios pálidos, finos e convidativos.

–Convencer Cassius não foi difícil para mim –iniciou a Criatura das Trevas, seus dedos afilados a puxar aos poucos o zíper do colete que seu anjo vestia, ambos já praticamente deitados na cama –E, mesmo que não deseje aceitar minha proposta, estou disposto a tudo para convencê-lo. Não sou capaz de aceitar que outro tenha o privilégio de tê-lo em seus braços e desfrutar de seus favores. Sou seu escravo e apenas me sinto vivo a seu lado –confessou em ar solene, seus lábios a percorrerem o pálido abdômen numa prazerosa carícia enquanto, num violento puxão, arrancava o cruxifixo prateado, atirando-o num canto qualquer do aposento.

Mime pensou em responder que não acreditava em nada do que ele dissera, não importava o quão belas e cheias de sentimentos aquelas palavras soassem. Porém, decidiu não dizer nada e fingir que aquelas palavras bonitas eram mesmo sinceras. Sabia o quanto era perigoso deixar-se iludir, mas que se permitisse imaginar ao menos aquela noite, enquanto Sorento lhe arrancava as notas de uma melodia poderosa, que teria um voluptuoso final.

OooOoOooO

Faltava pouco mais de uma hora para o nascer do sol quando deixou a companhia de seu cândido anjo, que se encontrava profundamente adormecido. Caminhou por um parque aos arredores de sua residência, desviando-se com habilidade dos marginais, bêbados e drogados que, vira-e-mexe, ali se reuniam. Estava pensativo, preocupado como há séculos não ficava. A dúvida o corroera mais do que nunca aquela madrugada. Seu desejo era contar ao ruivo sedutor o que era e torná-lo seu anjo para toda eternidade, utilizando seu sangue imortal. Porém, a cada noite que passava em sua companhia, notava que aquele divino ser possuía uma alma cristalina. Não sabia se teria coragem de macular uma alma tão pura com a sina do assassinato e o eterno desejo por sangue. A aproximação de outro imortal também lhe causava preocupação. Aquela volta no parque poderia não ajudá-lo a chegar em qualquer conclusão mas, ao menos o distraia, desviando sua atenção para a paisagem ao mesmo tempo grandiosa e decadente da cidade moderna.

Voltou para casa cerca de dez minutos antes do amanhecer. Ao cerrar-se em seu caixão, questionou se, quando despertasse na noite seguinte, o outro vampiro já teria chegado e o que ele teria a dizer. Contudo, quando seus olhos se fecharam e a sonolência começou a vencê-lo, a luminosa imagem de seu anjo ruivo materializou-se, permitindo-o adormecer sem inquietações.

Continua...


Nota: ¹- "Eternamente Seu" by tradutor da net (se está certo, ou não...aí eu não sei T-T)


Comentários da autora: Sim, vocês não estão sonhando, nem tendo alucinações. Eu realmente consegui desencalhar essa fic, após tanto tempo. E fico muito feliz por isso, afinal ela é uma das minhas criações favoritas. Infelizmente não posso dizer o mesmo da The Rage Beat e da Um certo alguém, que não querem sair de jeito nenhum T-T (Na verdade, não consigo escrever absolutamente NADA de Saint Seiya ultimamente). Mas tudo a seu tempo. Sei que, mais hora, menos hora, a inspiração vem. Quanto mais nervosa ficar com isso, pior.

Well, não sei se esse capítulo ficou tão legal quanto o segundo, mas acho uma delícia poder começar a aprofundar a história. E estou mesmo apaixonada pelo Sorento como vampiro x33. Por falar nele, esse vampirão sexy ainda tem história pra contar... Aguardem xDD

Agradeço demais aos elogios ao lemon no cap anterior. Como não queria que minha fic tivesse uma overdose de limão, decidi não escrevê-lo nesse capítulo. Se haverão outros, eu não sei. Depende dos leitores, é claro. Ah, e de minha inspiração.

Aff, nem sei mais o que dizer...melhor para mesmo por aqui.

Thank you soo much pelos reviews: Gustavo.Friend (atual Gustavo.Strawberry), Lady Kourin, Lamari.

Beijos e até mais

/Mi-chan/ (Feliz da vida pela dose de "Entrevista com o Vampiro" e "Dracula" ter dado certo e o capítulo ter saído antes do esperado)