Harry Potter e seus personagens não me pertencem...eu só pego emprestado pra me divertir um pouco.

Shipper: Harry/Draco
Classificação: PG13/Slash
Gênero: Romance
Spoilers: 6º livro
Status: Completa (Sim, eu já escrevi todinha, mas só posto se tiver reviews).

N/A : Essa é a minha primeira fic H/D em capítulos, foi uma novela escreve-la, o computador quebrou, o disquete com os capítulos gravados estava com vírus e meu pai me deixou de castigo sem PC durante um tempo. Bom , o resultado foi esse, não saiu do jeito que eu queria, mas tudo bem. Leiam e deixem comentários!

Escrito especialmente para o III Challenger 3V H/D.

Beta : Dana Norram


Capítulo 4 – Encontro com o inimigo

— Que lugar é este? — Perguntou Draco deslumbrado com o novo lugar, logo depois de aparatarem.

Eles estavam cerca de uns 100 metros de um lugar totalmente desconhecido por Draco. Era grande, cheio de maquinas, algumas baixas, outras enormes, bem iluminado e cheio de gente.

— É um parque trouxa. — Disse, mirando os olhos brilhantes de Draco. — Venha. — Disse Harry em passos largos, levando Draco pela mão.

— Tem certeza que devemos ir? — Falou Draco receoso.

— Claro, já vim aqui algumas vezes quando morava com os Durleys, mas eles nunca me deixavam entrar nos brinquedos. Hoje vou estrear com você, Gina. — E mostrou um belo sorriso.

"Que maravilha um parque trouxa! Vindo do Potter pode se esperar qualquer coisa...".

Harry parou em frente a um quiosque comprou várias fichas.

— Estou doido pra ir ao carrinho bate-bate. Tudo bem pra você? — Ele não esperou Draco responder e já o puxou para fila.

"Carrinho Bate-Bate... esse nome definitivamente não parece nada bom!"

Draco ficou horrorizado ao ver o tal brinquedo. "Mas... como eles se movem? E por que diabos eles estão se batendo? Esse trouxas..."

— Eletricidade. — Disse Harry adivinhando os pensamentos de Draco.

— Ah sim. — Draco já ouvira falar dessa tal Eletricidade. Pelo visto tudo naquele lugar parecia funcionar assim.

— Nossa vez! — Harry novamente pegou a mão de Draco e se pôs a correr. O loiro já estava cansado disso.

Harry sentou-se num dos carros, Draco imitou sentando em outro. O apito soou e todos os carrinhos começaram a correr. O loiro apenas ficou imóvel.

"Como essa maldita coisa funciona?" Ele começou a bater os pés no fundo do carro nervoso. Todos os carros estavam movendo-se. As pessoas na fila apontavam e riam do único que não conseguia mexer o carro.

PAFT

— Ei! — Draco gritou. Alguém tinha batido em seu carro.

PAFT, PAFT, PAFT.

Vários carros agora miravam em Draco, e este só podia bufar de raiva enquanto os outros riam.

— Pare seu trouxa idiota! — Disse ao último que lhe acertou. Um homem de quase dois metros de altura, com um avantajado bíceps e muito mal encarado. O homem parou o carro e foi até o loiro parecendo muito zangado.

— O que foi que disse menina? — Falou com raiva.

Harry sentindo o perigo parou seu carrinho e se pôs em frente ao homem.

— Desculpe a minha amiga, ela está de TPM hoje, mas não se preocupe que ela não irá mais incomodá-lo. — Disse Harry com um sorriso sem graça, levando Draco para fora da pista o mais rápido possível, não sem antes atrair vários olhares curiosos. O sonserino estava lívido de raiva.

Draco saiu batendo os pés sendo guiado por um Harry bastante envergonhado.

— Desculpa Gina. — Disse levantando o queixo de Draco, obrigando-o este a encará-lo. — Eu deveria saber que você nunca entrou num carro trouxa, então não tinha devia saber como funcionava esse brinquedo, claro que tem o Ford Anglia do seu pai, mas ele não era um carro trouxa propriamente...

— Tudo bem. — Resmungou sério, esquivando-se do toque de Harry. — Me dê alguma coisa pra comer sim?

— Claro. — Harry deixou Draco sozinho por um momento, e logo voltou com dois algodões doces.

"Apenas continue com esse teatrinho. Você terá a sua chance".

Eles comeram em silêncio, depois foram à xícara maluca e ao carrossel. Draco já estava ficando enjoado, porque esses brinquedos trouxas rodavam tanto? Mas Harry parecia totalmente encantado com o lugar, como uma criança descobrindo o mundo.

Olhou no relógio e percebeu que restavam poucos minutos para se transformar novamente, ele tirou o frasco do bolso bebeu um gole moderado. Definitivamente voltar a ser Draco no meio de uma multidão trouxa, além de estragar o disfarce iria contra umas vinte leis sobre segredo do mundo mágico.

— O que é isso que você tomou? — Perguntou Harry displicente.

— Ah isso? — E mostrou o frasco. — É a poção para a cólica, não quero ter mais nenhum problema como aquele de agora pouco.

Harry assentiu.

— Agora já podemos ir embora?

— Não antes de te mostrar o meu brinquedo favorito. — Harry exibiu um sorriso malicioso, que não ficava nada bem nele. Agarrou Draco pela jaqueta e o guiou até a fila da Roda Gigante.

— Não! Isso é alto demais! – Disse Draco curvando todo o pescoço para ver o brinquedo.

— Relaxa, é seguro. Além do que você costumava voar bem mais alto numa vassoura no Quadribol.

— Mas é diferente! — Draco estava começando a ficar nervoso, suas bochechas escarlate. — Eu não confio nessa coisa!

— É agora. — Harry conduzindo Draco e sentou na Roda Gigante. A trave baixou antes mesmo que o sonserino pudesse protestar.

Draco estava pálido. Harry sentiu-se um pouquinho culpado, mas logo passou. O brinquedo começou a rodar, e eles foram subindo cada vez mais. Draco amaldiçoava Harry em cada um de seus pensamentos. Seu corpo estava duro e ele se segurava na trave com todas as suas forças.

Harry se divertiu um pouco com a cena.

— É só fechar os olhos. — Disse com meiguice.

— Como? — Perguntou desconfortável.

— Apenas feche. — Seu tom de voz era seguro e doce.

Draco então fechou os olhos, esperando que a sensação de frio na barriga passasse. Harry se aproximou, e forçou-o se aproximar com ajuda da mão. Draco ficou rubro.

Sentiu os lábios de Harry tocarem os seus, a língua invadindo a sua boca, trocando caricias. Seu corpo se tornou leve e ele esqueceu onde estava. A sensação de surpresa passou, e ele retribuiu o beijo. Harry se sentiu vivo novamente, como não se sentia há muito tempo. Mas era tão diferente de beijar Gina de alguns anos atrás. Seu beijo mudara tanto e esse cheiro, definitivamente não era o dela. Mas estava melhor do que nunca.

Draco se sentiu surpreendido por não interromper o beijo. "É só para manter a farsa, somente isso". Tentou se convencer, mas não podia negar que queria aquele beijo.

Aqueles lábios eram doces, mas cheios de angústia e desespero, Draco nunca provara de nada como aquilo.

Harry interrompeu o beijo e deu um sorriso sem graça ao rapaz aturdido. O sonserino já não sentia mais medo. Permaneceram em silencio até o saírem da Roda-Gigante.

—X—

"Mais que diabos acaba de acontecer?"

Draco estava inconformado. Apoiava as duas mãos na pia da banheiro, encarando a face rosada de Gina Weasley no espelho com pesar.

Estava na casa de Harry, se é que poderia ser chamado de casa, era horrível! Móveis velhos e acabados. Chegou a pensar que Potter trocara de casa com os Weasley, parecia que não era habitado há muito tempo, mas preferiu não dizer nada. Tinha impressão de que Gina já deveria ter consciência de tudo que havia na casa.

Inventara uma desculpa, dizendo que brigara com Rony e não queria voltar para a Toca tão cedo. Então pediu abrigo a Harry, e este aceitou muito feliz.

Ele passou a mão no rosto estranho na frente do espelho. Era tão desconfortável olhar para os olhos amendoados de Gina. Na verdade tudo naquele dia fora muito os últimos acontecimentos da noite não era de se admirar estar tão irremediavelmente incomodado.

Que beijo foi aquele?

Draco nunca provara lábios tão doces e ao mesmo tempo tão cheios de desespero.

"Foi tudo pela farsa". Pensou com veemência. Não tinha rompido o beijo para não acabar com o disfarce.

Era isso que sustentava com todas as suas forças, mas sentiu um terrível frio na barriga ao pensar que gostara do beijo, que desejava aqueles lábios novamente. Mesmo sendo no corpo de Gina, ele queria possuir a boca de Harry Potter mais uma vez.

—X—

Harry estava na cozinha fazendo o jantar com uma expressão radiante. Desde que vencera o Lord das Trevas não sentia tanta felicidade como de agora, nunca tão vivo como naquela noite. Já tinha beijado Gina várias vezes, mas nunca sentiu aquele calor que percorrera seu corpo, como se acendesse um rastro de pólvora. Era uma sensação diferente e alucinante.

Pegou luvas e tirou o frango assado do fogo, temperou a salada e levou os outros complementos do jantar para a mesa que Monstro montara a luz de vela.

Queria que tudo saísse perfeito. Imaginou que Gina inventara uma desculpa para dormir em sua casa, somente para que trocassem novos beijos ardentes e quem sabe, algo mais. E esboçou um sorriso malicioso pensando no "algo mais".

Harry era virgem, mas sempre imaginou que se fosse perder a virgindade com alguém, esse alguém mais óbvio seria a ruiva, afinal ela fora sua primeira namorada séria.

"Talvez seja hoje, o último dia desse vazio..."

—X—

Draco continuava a olhar fixamente para o rosto à sua frente, mas este pouco lhe importava agora. Estava com a mente longe, num certo par de olhos verdes.

"Merda Potter! Por que você tem que tornar as coisas tão difíceis?"

Draco escutou batidas na porta, que o despertaram de seus pensamentos. Tomou mais um gole da poção, antes de abrir a porta do banheiro.

Era Monstro.

— O senhor Harry Potter. — Disse o Elfo com desprezo, como se fosse vomitar. — Mandou avisar que o jantar está na mesa. — E sem dar tempo para Draco dizer qualquer coisa, aparatou.

Draco desceu com pesar. Tal como um condenado no caminho da forca. Esta missão estava sendo mais difícil do que imaginava, não via a hora disso tudo terminar.

Harry estava esperando em pé ao lado de uma cadeira e fez sinal para ele sentar-se. Estava comportando-se como um verdadeiro cavalheiro, ajudando-o a se sentar. Draco apenas deu um sorriso leve para não parecer indelicado, mas estava odiando tudo isso. Já estava até imaginando quais pensamentos sórdidos Potter tinha em mente neste jantar.

Harry lhe lançou um olhar enigmático — como se tentasse ler através dos olhos de Draco, todos os seus pensamentos, e um sorriso doce — que deixava o sonserino bastante incomodado, corado e de uma certa forma até mesmo admirado. Harry nunca lançara um sorriso a Draco em todos os anos em que estudaram juntos em Hogwarts. Muito menos um tão lindo como este.

Harry serviu vinho na taça de Draco, depois na sua. Pegou a varinha, e acendeu a vela que estava no centro da mesa de dois lugares.

"Ai Merlin! Jantar a luz de velas! Isso só quer dizer uma coisa: SEXO!", Pensou Draco Aturdido.

Harry mandara Monstro cuidar dos gnomos do jardim, assim poderia conversar mais a vontade com sua convidada. Ele serviu o prato do loiro, depois o seu.

Antes de se sentar, tirou tudo que estava no bolso e colocou no canto da mesa. As chaves da casa, a varinha, um canivete e por último a foto.

Draco sentiu as pernas ficarem bambas quando seus olhos pousaram sobre a foto. Via a si mesmo, ainda bebê, dormindo tranqüilamente enquanto sua mãe o ninava. Era raro ver sua mãe tão tranqüila e até feliz como nesta foto, e seu pai, que parecia muito ranzinza. Harry notou o interesse, e estendeu a foto até Draco.

— Quer ver?

Draco não respondeu, apenas pegou a foto, ainda chocado.

"Por que? Por que ele está guardando isso?"

— Bonitinho não é? — Perguntou Harry.

— Hã?

— Malfoy. Quem diria que esse bebê tão fofo viraria um magrelo, pálido e sem graça que virou.

Draco franziu o rosto e respondeu antes que pudesse se controlar.

— Ele não é sem graça! — Disse com veemência, mas logo se arrependeu ao ver a expressão confusa no rosto de Harry.

— Tudo bem, ele até que é bonito. — Harry falou jogando os braços pra cima. Draco sentiu que corara. — Mas não conte pra ninguém que eu te disse isso, ok?

O rosto corado agora deu lugar a um sorriso malicioso, que o sonserino não conseguiu conter.

— Onde encontrou esta foto? — Draco perguntou ainda com ela a mão.

— Em alguma das caixas empoeiradas, no antigo quarto de Sirius, que agora é meu. — suspirou — Nem sei porque estou com esta foto, só achei levemente interessante. Talvez porque gostaria de ter noticias dele. — Harry apoiou a mão no queixo parecendo pensativo.

Draco parou de respirar.

— Você sabe, ele ajudou a gente não foi? Quando decidiu deixar os Comensais da Morte, e dar as informações sobre tudo que aconteceu naquele covil. Eu sei que é difícil admitir, mas sem a ajuda dele talvez não tivéssemos derrotado Voldemort tão cedo.

Draco não acreditava no que estava ouvindo. Só poderia estar num sonho ou em um universo alternativo. Esta conversa estava lhe parecendo muito surreal. Harry Potter estava... o defendendo?

— Claro, que ele continua sendo um completo idiota. — Draco finalmente reconheceu alguma frase como vinda da boca de Harry Potter, ao invés de um E.T. – Mas um idiota no mínimo respeitável, por ter dado as costas para Voldemort.

O loiro (agora ruivo) sentiu um incomodo momentâneo.

— Sabe Gina, eu não tenho mais raiva dele. — Fez uma pausa para tomar um gole do vinho. — Eu tenho muito pena do Malfoy.

— Pena? — Perguntou horrorizado.

— Sim, Voldemort ameaçou matá-lo, e a mãe dele, se não obedecesse a suas ordens. Sem falar naquele pai horrível que tem.

Draco não podia acreditar. Só podia ser um sonho, ele estava sentado numa mesa à luz de velas, conversando amigavelmente com Harry Potter, que lhe dissera que sentia pena dele. Ah, e é claro! Tudo isso depois de um beijo maravilhoso a bordo de uma máquina trouxa.

O loiro se sentiu muito enjoado. Não estava conseguindo processar todas as informações daquela noite, estava exausto e confuso.

— Mas afinal, não vamos falar de assuntos desagradáveis! — Falou Harry voltando a uma alegria que deixava Draco muito irritado. — Vamos coma, se não vai esfriar.

O Sonserino não tinha a menor fome. A poção que já tomara várias vezes naquele dia fazia com que seu estômago embrulhasse só pelo cheiro da comida. Mas mesmo sem a poção, não comeria. Experimentara muitas emoções por uma noite, o que por si só já bastam para estar enjoado.

— Eu juro que não botei veneno na comida. — Disse Harry notando que Draco só mexia o garfo no purê de batatas sem levá-lo a boca.

— Não é isso. — Respondeu depressa. — É que eu estou sem fome mesmo...

— Você esta passando bem? –Perguntou preocupado. – Você esta tão pálida, quer alguma coisa?

— Não, esta tudo bem, só estou um pouquinho enjoada. – Disse sem graça.

— Ah coitadinha. — Harry se levantou, foi até o loiro e ajoelhou-se próximo à cadeira, segurou a mão e deu um leve beijo. — Não devia fazer você entrar na Roda-Gigante, desculpe. Melhor eu te levar pra cama.

— O quê! — exclamou Draco pasmo. "Como esse Potter é devasso! Acabei de dizer que estou passando mal!"

— Sim, vou te levar pra cama, você precisa dormir um pouco, está com olheiras. Quando acordar estará melhor.

— Ah bom... — Draco soltou um suspiro.

— Como?

— Nada.

—X—

Draco estava deitado olhando para o teto, Harry dissera para que ele dormisse e descansasse. Mas, mesmo que quisesse não conseguiria. Sua cabeça estava cheia de pensamentos confusos.

Estava duvidando de sua coragem.

O loiro já não tinha mais raiva de Potter, a inimizade de Hogwarts já esvaíra há muito tempo. E pelo que pode constatar, o moreno pensava o mesmo.

"E por que privar o mundo de um cara tão lindo... hã? Eu pensei isso? Não certamente não fui eu! Isso é culpa da Weasley , ela está confundindo a minha mente!"

Toda vez que Draco pensava sobre sua missão sentia como se borboletas voassem frenéticas dentro de seu estômago e, quando via o sorriso de Harry, sentia seu corpo todo dormente, como se ao invés de estar pisando no chão firme, estivesse pisando em ovos.

"Preciso de uma ducha".

Draco levantou-se. Vestia um pijama de Harry, que ficava largo no corpo delicado de Gina.

Abriu a porta devagar para não chamar a atenção de Potter. Passou pelo corredor, em direção ao banheiro. No meio do corredor, havia uma porta entreaberta, Draco ia passando reto, sem dar muita atenção, até seus olhos se pousarem num Harry totalmente nu.

Ele acabara de sair do banho, estava secando os cabelos rebeldes em frente ao enorme espelho. Sendo assim, Draco podia ver seu corpo inteiro mesmo que Harry estivesse de costas pra ele.

Parou de respirar. Seus olhos estavam arregalados, e suas pernas tremiam ameaçando ceder.

Era lindo.

Harry tinha uma pele levemente bronzeada, ombros largos, braços e pernas bem torneados, peito nu, uma bunda perfeita e um membro enorme.

Draco sentiu um formigamento nas partes baixas, e sabia, que se estivesse em seu corpo, nesse momento ficaria ereto. Isso o fez acordar.

O loiro não se importou em voltar em passos largos para o quarto em que estava, fazendo muito barulho a cada passo, o assoalho rangia. Harry percebeu a movimentação e olhou para trás, mas não viu ninguém.

Draco fechou a porta do quarto e deslizou até cair no chão, ofegante, como se tivesse acabado de correr uma maratona.

"Isso já passou dos limites há muito tempo".

O sonserino não se lembrou mais de ir ao banheiro. Só tinha uma coisa em mente. Tinha que acabar com tudo hoje e estaria livre do corpo de Gina e, se tivesse sorte, desses pensamentos e sensações que nunca tivera antes.


Respondendo:aNiTa JOyCe BeLiCe: Thanks! Eowin Symbelmine: A idéia é que foi burrice mesmo XD hahaha, mas até que é uma teoria interessante Dana Norram: Eu sei que vc é uma pessoa muito ocupada (é o preço da fama!) por isso nme pedi pra vc. Já arranjei uma beta, eu mandei um e-mail para alguns do 3V, mas nenhum me respondeu.Mewis Slytherin: Eu achei que sendo da Gina ia ser mais fácil sair um beijinho . maripottermalfoy: Espero que não tenha ficado muito ansiosa. Aqui esta mais um cap! Ao todo serão 15 Tachel Black: Oba! Reviews combo XD Que bom que esta gostando, eu dei muita risada com seu último comentário XD


Sem Reviews...nada feito...