Devaneios

Por Carol Camui

Disclaimer: Por mais incrível que pareçaGackt, Hyde ou Gacktjob não me pertencem.

Sinopse: Apresentando as fantasias secretas de Hideto Takarai envolvendo seu melhor amigo e um microfone.

Beta: Word & Eu.

Shipper: GakuHai! Gackt Camui e Hideto Takarai.

Avisos: Conteúdo adulto!Pegação nervosa entre dois caras lindos. Se você curte, é nois! ;p


Parte Quatro

O dia em que Hideto tomou sua decisão.


Estava sonhando. No meu sonho, eu passava a noite na mesma cama que meu melhor amigo. Eu cantava um canção para ele poder dormir. Ele segurava a minha mão e a levava até seus lábios enquanto dizia que me amava. Eu sorria pra ele e respondia que o amava também.

No meu sonho eu pensava: se isso não for um sonho, eu estou perdido.

Me remexi um pouco na cama e abri meus olhos bem devagar. Não reconheci o lugar onde estava. Aquele quarto era pelo menos 3 vezes maior do que o meu e estava meio escuro. A cama onde eu estava era grande demais e eu senti um pouco de frio. Olhei para o lado e vi que estava sozinho. De repente, a lembrança me veio como uma pancada e eu coloquei a mão na cabeça, fechando bem os olhos, querendo afugentar aquilo de mim.

Antes que eu conseguisse colocar em ordem meus pensamentos, ouvi alguém cantarolar em algum canto da casa, depois o som de passos se aproximando e finalmente a porta do quarto se abriu, bem devagar. Um Gackt muito sorridente, só de roupão, apareceu. Me cobri instintivamente com o lençol. Pelo menos eu não estava nu. Mas aquilo ainda era constrangedor.

-Finalmente você acordou, Haido! – Ele ficou um momento quieto, só olhando pra mim e sorrindo. Eu não disse nada, então ele pareceu se lembrar de alguma coisa - O café está servido. Fique à vontade pra se arrumar. Suas roupas estão ali e já estão secas – Ele apontou para uma poltrona perto dali. –Estou te esperando na cozinha! – E saiu cantarolando como antes.

Antes de pensar em qualquer coisa, me levantei e fui tomar um banho rápido. Quanto mais cedo eu saísse dali, melhor. Fui para o quarto e me troquei, surpreso por minhas roupas estarem em tão ótimo estado. O que ele havia feito enquanto eu dormia?

Foi com um pouco de apreensão que saí do quarto e percorri o caminho até a cozinha. Aquela casa era realmente enorme e, se já não a conhecesse, eu poderia facilmente me perder ali. No caminho fiquei admirando a decoração. Tudo era tão refinado e elegante. Combinava perfeitamente com a personalidade dele.

Chegando na cozinha, me deparei com uma mesa repleta de guloseimas de todo os tipos. Ele estava sentado de costas para mim e se virou assim que me ouviu chegar.

-Pra quem é tudo isso? Você quer me engordar, Gachan?

Ele sorriu. – Achei que estivesse com fome depois de toda aquela atividade de ontem a noite.

Uma careta de horror deve ter se formado em meu rosto. Será que eu perdi alguma coisa? Espere, ele estava mais bêbado do que eu! Não é possível que eu não me lembre de uma coisa desse tipo...

Mas aí ele não aguentou e começou a rir da minha cara. Baka!

-Haido, você não tem idéia de como fica fofo quando está assustado! Venha, se sente aqui. – Ele puxou a cadeira que estava ao seu lado e eu me sentei. –Sabe... eu quero te agradecer.

Ele estava olhando diretamente para os meus olhos e dessa vez estava sério.

-Pelo quê? – Eu perguntei.

Ele pegou a minha mão e a beijou. – Por tudo. Por ter ido ao show ontem, por ter participado da festa conosco. Por passado a noite aqui e... por ter cuidado de mim.

Sem querer eu suspirei. Não tinha jeito. Por mais que eu quisesse fugir ou negar, não tinha como escapar agora. O jeito como ele estava falando aquelas coisas e olhando pra mim... parecia um rapaz meio tímido que estava prestes a pedir a garota que gostava em namoro. Eu apertei sua mão entre as minhas e sorri pra ele.

-Não precisa me agradecer, Gakuto. Foi muito divertido ficar esse tempo todo com você.

Ele sorriu mais ainda. – Ficar com você foi o melhor presente de aniversário que recebi, Haido.

Eu fiquei tão encantado que não soube o que responder. Então ele respondeu por mim.

–Vamos comer?

Só naquele momento percebi como estava faminto. Passamos a comer em silêncio. Estava tudo delicioso e conforme eu emitia ruídos de pura satisfação ele me lançava olhares e sorrisos discretos. Ele comia devagar, apreciando os sabores sem pressa. Mesmo que não fosse intencional, seus gestos eram extremamente sensuais e eu segurava o fôlego cada vez que ele mordia alguma fruta suculenta e depois fechava os olhos, mastigando vagarosamente. A minha sorte é que ele não comeu nenhuma banana.

Ele percebeu como eu o encarava e por um momento ficamos só olhando um para o outro. Aí eu o vi se aproximar perigosamente de mim. Ele segurou meu rosto pelo queixo e sua boca estava tão próxima da minha, que faltava bem pouco pra ele me beijar.

-Eu quero que você saiba que me lembro de tudo o que fiz e falei ontem a noite. - Ele retirou com a língua algum rastro de comida no canto da minha boca. - E eu não me arrependo de nada, Haido. – Ele encostou bem de leve sua boca na minha e eu fechei os olhos. Ele se afastou de novo e olhou bem fundo em meus olhos.– Se não quiser isso, é melhor me parar agora.

Eu queria. Deus, como eu queria. Por mais que eu inventasse desculpas na minha cabeça, elas não serviriam de nada naquele momento. Quem eu queria enganar?

Ele estava tão perto que dava pra sentir sua respiração batendo no meu rosto. Seu cheiro era tão bom que estava tomando conta de todos os meus sentidos. Eu estava ficando viciado pela presença dele. Meu corpo já clamava por seu toque e a simples lembrança do que quase fizemos na banheira na noite anterior foi suficiente para mandar arrepios pela minha espinha.

Ele ainda me olhava pacientemente. Parecia saber exatamente o que se passava em minha mente e tinha aquele sorriso misterioso nos lábios. Ele era simplesmente irresistível e sabia disso. Maldito.

Tinha as mãos trêmulas quando segurei seu rosto e o beijei. Coloquei tudo o que tinha naquele beijo e ele correspondeu imediatamente, na mesma intensidade. Meu Deus, o gosto de sua boca é ainda melhor do que me lembrava. E agora estava misturado com alguma coisa doce e cremosa que ele tinha comido. Nossas línguas se entrelaçavam devagar e de vez em quando sentia seus dentes morderem de leve meu lábio. Eu passei os braços em volta do seu pescoço, o querendo o mais próximo possível. Foi quando senti minhas forças se esvaírem por um momento.

Gackt ficou ajoelhado na minha frente e eu abri as pernas pra que ele ficasse entre elas. Agora seus braços estavam apoiados em minhas coxas e ele passou as mãos por dentro da minha camisa, acariciando de leve minha pele e me puxando mais pra frente, colando meus quadris em sua barriga. Eu não me cansava de sentir seu sabor. Sua boca era tão macia e ele fazia umas coisas com a língua que estavam tirando meu fôlego e minha razão. Aquilo estava tão bom que meus gemidos já saíam sem controle da minha boca e se misturavam com os dele.

Eu finalmente larguei sua boca e por falta de fôlego e sua cabeça imediatamente se afundou em meu peito, enquanto mãos ávidas percorriam minhas costas. Suas mãos eram quentes e macias, mas mesmo assim me faziam estremecer. Eu afundei meu rosto em seu cabelo sedoso, aspirando seu perfume. Ele começou a desabotoar minha blusa, provando cada centímetro exposto da minha pele.

Eu estava duro. Ele com certeza já tinha notado o volume pressionado contra sua barriga. Depois de despir minha camisa, ele me beijou de novo e sua mão foi parar na minha bunda. Ele começou a me puxar pra frente, fazendo eu me esfregar no naquele abdômen definido dele. Eu segurei a gola do seu roupão e comecei a abri-lo, deslizando os dedos por seus ombros. Ele moveu as mãos para dentro da minha calça e eu ofeguei, afastando-me um pouco dele. Ele aproveitou o abandono para abrir meu zíper e alcançar minha cueca. Eu o vi sorrir com devassidão um pouco antes de fechar meus olhos e gritar, quando sua mão finalmente alcançou minha ereção.

-Isso Haido... Eu quero ouvi-lo gritar bem alto pra mim... Por mim.

Isso não seria muito difícil, já que aqueles sons saíam involuntariamente da minha boca só com a sensação daquela mão hábil me tocando. Imaginei como seria se ele me tocasse com sua boca...

Gackt deve ter lido meus pensamentos, pois retirou minhas calças com pressa e eu fiquei lá sentado, totalmente nu. Ele me olhava com um misto de luxúria e carinho, se é que isso é possível, e eu fiquei ainda mais excitado. Ele se aproximou novamente e abaixou lentamente o corpo, numa postura de quase reverência. Quando sua língua tocou a cabeça do meu pênis eu não vi mais nada. Agora eu só conseguia gemer, bem alto, do jeito que ele queria.

Aquela boca tinha sido feita pra fazer aquilo, era tudo o que eu podia pensar. Ele me lambia, depois sugava, aí me envolvia quase por inteiro e passava a língua ao redor da ponta. E suas mãos encontraram o caminho até minhas bolas, que estavam recebendo um tratamento especial também. E ainda tinham os ruídos que escapavam da sua boca. Sons de pura satisfação, como se ele estivesse provando o mais puro néctar, e tivesse que aproveitar ao máximo cada segundo daquilo.

Eu sabia que não iria durar muito tempo. Agarrei forte seu cabelos e tentei forçá-lo a olhar pra mim. Ele não me deu atenção.

-Ga-Gaku... – O bom é que eu também tinha perdido a capacidade de falar. – Eu... vou...

-Pode vir, Haido... – Foi a última coisa que eu ouvi antes de gritar seu nome e liberar todo meu orgasmo em sua boca. Haviam luzes brilhando por trás dos meus olhos e espasmos percorriam todo o meu corpo. Levou alguns segundos pra eu notar que ele continuava me lambendo, removendo até a última gota que ainda escorria de mim.

Quando terminou, ele levantou a cabeça e olhou direto pra mim. Eu ainda estava meio zonzo, mas aquele olhar me deixou sem fôlego novamente. Sem dizer nada, ele me agarrou e me colocou em cima da mesa, afastando de qualquer jeito o que quer que estivesse lá em cima. Novamente ele estava entre minhas pernas, mas dessa vez de pé. Tirou o roupão com um movimento só e empurrou meu corpo pra trás, me deitando na mesa fria.

Agora eu me sentia totalmente exposto. Devia ser porque eu estava mesmo. Mas não tive muito tempo pra pensar nisso, por que agora ele também estava nu, e a visão tirou o que restava da minha sanidade. Eu estiquei minhas mãos e passei os dedos por seu peito liso e barriga bem torneada. Ele continuava me olhando daquele jeito faminto e se abaixou para me beijar novamente. Eu sentia seu membro duro junto ao meu, que começava a dar sinais de vida mais uma vez.

Ele largou minha boca e começou a procurar alguma coisa em cima da mesa. Depois veio com dois dedos melados de geléia de framboesa e colocou na minha boca. Eu lambi tudo e comecei a chupá-lo quase da mesma forma que ele fez comigo, enquanto ele me encarava e gemia com a visão.

Depois ele passou o braço por baixo da minha coxa e um dedo alcançou minha entrada. Eu segurei a respiração e agarrei seus ombros quando senti a invasão. Ele começou a se mover devagar, enquanto se esfregava em mim e devorava minha boca sem me dar chance de sentir dor. Outro dedo se juntou ao primeiro e depois mais um. Eu larguei seu beijo e respirei fundo, tentando relaxar ao máximo. Ele percebeu minha tensão e parou um pouco com os movimentos, sorrindo pra mim.

Com a outra mão ele pegou mais uma coisa na mesa e colocou na minha boca. Eu mastiguei devagar, olhando curioso pra ele. Tinha gosto de morango com chantilly. Ele veio novamente e invadiu minha boca, compartilhando comigo aquele gosto, agora ainda mais delicioso. Eu fiquei tão distraído com aquele beijo que quase tinha esquecido seus dedos dentro de mim. Até ele começar a movê-los novamente.

Agora não havia mais nenhum tipo de desconforto. Ele tocou alguma coisa lá dentro que fez uma onda de prazer percorrer de novo minha espinha. Eu gemi longamente e me segurei mais forte ainda nele, jogando minha cabeça pra trás. Ele aproveitou para morder meu pescoço e seus dedos atingiram aquele ponto de novo e de novo.

Quando achei que não aguentaria mais, ele retirou os dedos e imediatamente me senti preenchido com algo muito maior. Agora sim eu devo ter gritado muito alto. Minhas unhas atacaram suas costas e eu o ouvi urrar também. Eu gostei disso.

Continuei a arranhá-lo enquanto ele começava a se mover com força dentro de mim. Ele gemia bem perto do meu ouvido e eu conseguia distinguir levemente meu nome e palavras doces sobre como era bom o que ele estava sentindo. Mas também ele falava palavras sujas e se movia cada vez mais rápido, me fazendo gritar cada vez mais alto e perder totalmente o controle das minhas ações.

Estava vindo novamente. Aquela sensação de que tudo vai acabar e não havia nada que se pudesse fazer. Você se entrega e vai parar em outro mundo, um lugar cheio de luzes de todas as cores e sons que parecem feitos de vida. E nosso corpos parecem ter desaparecido e dado lugar a algo muito maior. Então eu fui transportado de volta quando me senti inundado por seu líquido quente.

Eu não sabia quanto a ele, mas eu nunca tinha sentido algo tão forte antes. E sem dizer nenhuma palavra, continuamos abraçados ali mesmo, em cima daquela mesa, com tudo melado, grudento e impregnado com nosso cheiro, mas não havia nenhum outro lugar no mundo onde eu gostaria de estar. Quando, depois de alguns minutos recuperando o fôlego, ele voltou a me beijar profundamente, eu tive esperanças de que ele pudesse estar sentindo o mesmo.

***

Eu estava em casa tentando colocar minha vida em ordem. O que era uma tarefa um tanto quanto complicada, na minha situação. Faziam duas semanas que eu não falava com ele, e tudo porque eu sou um idiota covarde. Mas o que mais eu poderia fazer? No fim das contas sou um homem casado. O fato de justo agora Megumi ter viajado para ficar um tempo com a família de sua mãe não me ajudava em nada.

Com o tempo tudo se resolveria. Aquilo tinha sido só sexo. O melhor sexo da minha vida, é verdade, mas não passava disso. E era melhor não ficar pensando muito nessas coisas.

Fui pro meu quarto terminar de arrumar minhas malas. Eu iria esquiar em algum lugar bem longe dali e esfriar, literalmente, a cabeça. Quem sabe a Suíça? Ou na casa de campo de algum amigo em algum lugar bem gelado e distante. Ou ainda poderia ir para o...

-Hideto-san, o senhor tem uma visita. – Mais essa agora... eu não estava esperando ninguém!

-Quem é? – Antes que alguém respondesse, Gackt surgiu de trás da porta e eu tive que me sentar para não cair com o susto.

-Olá Haido. Tomei a liberdade de entrar. Espero que não se importe. – Eu não estava em condições de articular nenhuma palavra e antes que eu percebesse, já estávamos a sós no quarto. – Você vai viajar?

-Eu... não esperava vê-lo aqui, Gakuto. – Aquilo era meio óbvio, mas foi tudo o que consegui dizer.

-Eu sei. Mas parece que esse foi o único jeito conseguir falar com você. – Ele estava de pé e passava os olhos pelo cômodo. Parecia um pouco triste e isso imediatamente me fez sentir péssimo. – E parece que se eu demorasse um pouco mais, também perdia essa chance.

Agora ele olhou direto pra mim e eu abaixei a cabeça envergonhado. – Eu sinto muito...

-Pelo quê você sente, Haido? – Ele se aproximou e sentou ao meu lado. – Pelo que fizemos aquele dia ou por ter fugido de mim? – Eu não consegui responder. Nem eu entendia o que se passava dentro de mim. – Você quer que eu vá embora e te deixe em paz?

Eu sacudi forte a cabeça e segurei sua mão. – Não, Gachan. Fique, por favor. Eu... só... estou tão confuso. – Eu acho que lágrimas começaram a escorrer do meu rosto, porque de repente ele estava molhado. Então Gackt me abraçou bem forte.

-Me desculpe, Haido. Eu não vim aqui para te deixar triste. Me perdoe. – Ele beijava meu cabelo e falava bem baixinho. – Eu nunca quis confundir você. Eu só... te amo tanto...

Eu arregalei os olhos e levantei a cabeça. Seus olhos estavam um pouco úmidos e eu tinha certeza de que ele não falaria aquilo da boca pra fora.

-Quando te vi depois do show naquele dia, eu nem acreditei que era você mesmo. E você estava ainda mais lindo do que eu me lembrava... – Agora ele estava sorrindo e tudo se iluminava quando ele sorria. Eu sorri também. Ele beijou minha testa e depois encostou sua cabeça na minha. – Eu só quero que você seja feliz, Haido. Me desculpe se causei complicações pra você. – Ele se levantou e foi caminhando para a porta. - You tem razão, eu sou muito inconveniente as vezes.

Eu não podia deixá-lo ir. Não agora. Me levantei e segurei seu braço antes que ele alcançasse a porta. – Onde você vai?

Ele me olhou confuso. Ele ficava tão fofo confuso... – Vou deixar você terminar de arrumar suas malas. Você vai viajar, não vai?

-Eu não vou a lugar nenhum, Gakuto. A não ser que você vá comigo.

Ele pareceu pensar por alguns instantes. – Então você abusa do meu corpo por uma noite, me larga como se eu fosse um objeto, não me manda notícias, não atende minhas ligações e ainda espera que esqueça tudo e viaje com você?

Eu fiz que sim com a cabeça. – Você mesmo disse que eu podia abusar da você.

Ele sorriu daquele jeito que fazia as coisas esquentarem ao redor. – Ah, eu me lembro disso... – Ele segurou minha cintura e aproximou o corpo do meu. - Nesse caso, eu aceito sua proposta.

-Ótimo. Vamos pra um lugar bem quente então... Quero você com o mínimo de roupas possível. – Eu comecei a beliscar seu pescoço com os dentes e ouvi ele dar risada.

-Pra isso não precisamos ir a lugar nenhum, Haido.

E ele me beijou e eu soube que onde quer que eu estivesse, se ele fosse com ele, tudo era quente e perfeito.


Fim?

Bem, a história termina aqui. Mas eu estou pensando em escrever um Epílogo. Afinal, Haido-kun ainda não revelou pro Gachan sobre as fantasias que o levaram a ir ao seu show em primeiro lugar... hauahuahuahua

Geente, eu quero agradecer a todos que leram, mesmo que não tenham deixado reviews... (se bem que eu adoraria receber alguma... *puppy eyes*)

Um beijo pra todos!