OOOOOOI :D

Gentem, aí está o segundo cap!

Resposta aos reviews:

Infinity21: Minha cara Infinity! HIHIHII, yeah, fic nova! Sirius e Lily sob o mesmo e teto, e como irmãos. Essa dupla vai ser explosiva, huh? KKKKKKKKKK, obrigada. Beijos!

AnneBlackPotter: Sirius nunca tomará jeito, FATO. Beijos.

: Owwwwnt, obrigada! O Sirius como irmão não vale à pena, prefiro muito mais como namorado/amante, LOLOLOLOL. Lily nerd ROCKS! Está aí seu presente! Beijos!

Dani Prongs: KKKKK, obrigada! Está aí, espero que goste! Beijos!

Mila Pink: olá olá! Owwwwnt, fico feliz que tenha gostado viu? Eu vi que tu tem conta no nyah, hihi, eu acompanho Se7e Pecados, e lia De Repente Pais com o Sirius seduzindo a geral quando criancinha, KKKKK. Eu posto (pelo menos com essa fic), eu posto aqui e lá no mesmo dia, um atrás do outro. Hoje eu coloquei lá primeiro porque uma menina pediu pra mim, e tal. Beijos! Falando nisso, vou responder seu review de lá, KKKK.

Bom, está aí! Eu já desejei feliz natal em Furious Combustion, e gastei toda minha sentimentalidade no cap especial de natal, e na one especial de natal também (já passaram lá, hihih *-* ?), então por aqui, só fica o feliz natal e um ótimo ano novo! Desejo tudo de bom pra vocês, meus amores!

E está aí, o segundo capítulo, com direito a FESTA!


Capítulo Dois – "O Suficiente Para Ver Dois de Você, Remus".

-Vamos, vamos, vamos! – Gritou Potter, do andar de baixo da casa.

Saímos pela porta da frente, e entramos no carrão de Sirius (um belo carro).

Depois de alguns minutos desconfortáveis, chegamos a uma casa muito bonita, com um jardim de begônias na frente. Perguntei a mim mesma se havíamos chegado, mas depois de ver um garoto loiro saindo de dentro da casa, calei minha pergunta.

Sirius tinha passado para dar carona a Remus.

O loiro entrou no carro e rapidamente se sentou.

Usava um moletom surrado, uma jeans preta, e um par de chinelos no pé. Estranhei a roupa, mas resolvi não perguntar.

Depois de termos percorrido certa distância, ele arrancou o moletom, e revelou uma linda camisa preta debaixo dele.

Tirou o chinelo e pegou dentro de uma mochila que havia trazido, um par moderno de All Stars e meias. Colocou as meias e rapidamente colocou os tênis. Ajeitou-se no banco e percebeu que eu o olhava com curiosidade.

-Minha mãe acha que eu estou indo para uma biblioteca estudar com Sirius e James – Explicou ele – Pode jogar isso aqui no porta malas? – Pediu, esticando o moletom e a mochila. Dei de ombros e joguei os dois para trás – Valeu – Ele se interrompeu e olhou para mim, me fintando curiosamente. – Uau... Lily, se você não fosse irmã do Sirius, eu ficava com você também. Espera, tecnicamente você não é então...

-Sem putaria no meu carro! – Reclamou Sirius. Rimos da cara de bravo que ele fez, mas resolvemos parar, pois era ele quem estava na direção, e se zoássemos dele, era capaz de chutar todos pra fora do carro.

Depois de mais alguns minutos silenciosos e desconfortáveis, chegamos a uma casa enorme, e dava pra ouvir uma música eletrônica sendo tocada freneticamente. Abri a porta e saí. Remus saiu logo depois.

Segundos depois, eles nos alcançaram. Quando entramos, era visível que estávamos no lugar certo. Luzes piscavam pela casa, a música era alta e havia muitos casaizinhos se pegando pelos corredores.

Vi um grupinho ao longe, formado pelos outros amigos de Sirius, que eu nem fazia idéia de quem eram.

-Divirta-se. – Disse Sirius, saindo de perto de mim e me largando a mercê de qualquer um. Remus me lançou um olhar como se dissesse: "Desculpe", e saiu andando atrás de Sirius e Potter. Ótimo.

Saí dali de perto, indo para a cozinha da festa. Havia uma loira, olhando distraidamente para uma janela.

-Olá. – Ela disse, sorrindo. – Nova por aqui?

-É... – Respondi tímida. – Sou Lily.

-Muito prazer. Sou Dorcas. – Nome diferente... – Eu sei que é um nome estranho. Mas é de família... É uma merda de nome, em sumo. Vai estudar em Hogwarts esse ano?

-É... – Respondi tentando sorrir.

-Bom, legal. Espero que goste da escola, o que eu acho que não vai acontecer. Que ano? Quarto? – O tom de Dorcas era um tanto esperançoso, o que me deixou muito intrigada.

-Aham. – Respondi animada, sentando ao lado dela no balcão.

-Legal, pelo menos alguém decente. - Ela esticou a cabeça para o lado, e acenou para alguém.

Uma morena mais ou menos da minha altura veio caminhando até nós.

-Oi. – Ela disse tímida, sorrindo envergonhada.

-Essa é a Marlene, Lily. Lene, essa é a Lily. Vai ser do nosso ano quando começarem as aulas. – Dorcas explicou, e Marlene, que parecia bastante simpática, sorriu para mim.

-Bom, espero que goste de Hogwarts. – Ela respondeu sorrindo amigável. – Conhece alguém de Hoggy? Geralmente só entra aqui quem tem convite.

-E nós, como boas penetras, tiramos cópia dos convites originais. Para poder presenciar as idiotices que vão fazer aqui esse ano. – Dorcas sorriu orgulhosa de si mesma, e Marlene atingiu um tom vermelho de vergonha. – Mas e aí, você conhece alguém daqui?

-Meu irmão postiço, ele... – Fui ficando quieta ao perceber que Marlene estivcava a mão e para pegar o primeiro copo usado que viu com alguma bebida. – Marlene! Você nem sabe de quem é isso! – Legal, eu mal conheço a pessoa e já vou dando sermão, sou ridícula.

-Ah, Lily! Relaxa. Você é muito careta – Reclamou ela, revirando os olhos. Eu? Careta? Eu não ira agüentar quieta não!

Andei até uma garrafa pela metade whisky e tomei um gole. Não era ruim, e nem bom. Descia rasgando na garganta, tinha um gosto adocicado e forte ao mesmo tempo.

Continuei bebendo, até que me senti um pouco er... Tonta, por assim dizer. Sentei-me com dificuldade no balcão, e encontrei uma Dorcas olhando para mim e se acabando de rir.

-É isso aí, honey! – Gritei e bati as mãos na mesa. Ela desceu do balcão e começou a entornar uma garrafa também. Quando percebi, lá estávamos nós: Bêbadas.

Minha cabeça pesava tanto, mais tanto que eu poderia compará-la a uma tonelada de lightsabers. Respirei fundo e olhei em volta. Não havia muita gente, só vários casais se beijando.

Respirei fundo tentando conter o enjôo.

Deu certo, porque alguns minutos depois, eu dei um blackout terrível. Sonhei comigo entrando num avião para Marrocos. E quando eu cheguei a Marrocos, um exército de botos gordos assassinos me perseguiu.

Sonhos, humpf.

Até hoje me pergunto porque eu vi botos. Tantos animais, e eu vi botos. Sabe, eu poderia ter visto macacos, lagartos... Mas não, eu vi botos. Botos sobrevivem fora d'água? Esqueçam essas idiotices que eu acabei de narrar, por favor. Mas afinal, quem gosta de botos?

-Evans? Ruiva? – Chamou alguém. Pisquei várias vezes tentando melhorar minha visão, mas a única coisa que eu via era um monte de cabelos castanhos arrepiados e embaçados. Respirei fundo e senti um cheiro leve de perfume – Ei? Você tá legal?

-Eu estou cega – Resmunguei, tentando ficar de pé – Opa – Exclamei quando minhas pernas se enrolaram e eu caí no chão de novo – É você, Chace Crawford? – Perguntei. Pelo jeito você deve ter visto que eu ainda estava bem bêbada, não?

O garoto riu e disse:

-Não, ruiva. Sou eu, James – Respondeu ele, pegando em minhas mãos. Na hora, meu rosto esquentou. Num segundo, ele me puxou e eu estava de pé. Pisquei fortemente mais uma vez para ver se eu enxergava alguma coisa, mas a única imagem que eu via era um monte de cabelos castanhos arrepiados.

-Parece o Chace Crawford, hohoho. Wow, Potter! – Exclamei provavelmente sorrindo. Pisquei os olhos novamente, e minha visão voltou ao normal – Pronto, agora sim! Argh, solta, solta!

Ele riu e colocou meu braço atrás do seu pescoço, para que eu me apoiasse. Mas eu estava tão bêbada, mas tão bêbada, que ficava tropeçando. Meus pezinhos não queriam trabalhar como os pés normais, pessoal.

Eles ficavam enrolando, e enrolando. O Potter parecia bem confortável com a situação, e eu não podia fazer nada, né.

Caminhamos "enroladamente" até Sirius e Remus, que tomaram um susto quando nos viram.

-LILY? – Gritou Remus, assustado. Eu somente sorri e respondi:

-Meu nome. E fala baixinho, baixinho, baixinho... Minha cabeça vai explodir – Murmurei com dificuldade. De repente, meus pés se enrolaram mais uma vez, e eu fui com tudo em cima de Potter. Uau, ele tinha cheiro de loção de barbear e perfume. Respirei fundo e deitei minha cabeça em seu ombro.

A cara dele, nem preciso falar. Olhos arregalados, sobrancelhas franzidas e quase pálido. (In) Felizmente ele me envolveu com um braço, para que eu não tropeçasse novamente.

-Você é cheiroso, Potter. – Murmurei, e só ouvi a risada nasal dele.

-Você também é cheirosa. – Precisa falar com eu fiquei? Escutem aqui! James Potter tinha acabado de dizer que EU era CHEIROSA! Caaaaaaaaaara!

Quero dizer, não que eu me importe.

-Quanto você bebeu, Lil? – Perguntou Remus, me tirando dos meus delírios. Fiz algumas contas mentais, e respondi:

-Hum... Perdi a conta depois do oitavo copo de whisky e do sexto de vodka. Mas foi o suficiente pra ver dois de você, Remus! – Ah. Meu. Deus.

De repente, apareceu uma figura feminina que eu não consegui identificar. Na verdade, graças à luminosa jaqueta cor-de-rosa, ficou mais fácil, mas o rosto era meio difícil de enxergar, uma vez que havia dois Remus bem ali.

-Pessoal, ela está bem? – Perguntou uma voz do além. Quero dizer, a voz da jaqueta rosa, né. Enfim...

-Não. É a primeira vez dela numa festa com bebida, e acho que se empolgou um pouquinho só... – Respondeu o nojento tosco do Black, segurando uma risada – Vamos levá-la pra casa.

Alguém me pegou no colo – pelo cheiro, era o Potter. Ah, pelo amor de deus, ignorem o que eu acabei de dizer... - e começou a andar comigo, até que eu comecei a sentir um enjôo. Parecia que tudo ia voltar de repente. Então eu só tive tempo de:

-Me solta, Potter – Ele me soltou e eu corri até a pia da cozinha vomitando lá. As pessoas estavam tão focadas em beber, que mal perceberam minha presença na pia. Vomitei muito.

Mas muito mesmo. Mais ou menos umas três garrafas de bebida. Senti alguém segurando meus cabelos ruivos enquanto eu vomitava.

Não conseguia parar. Parecia que uma força idiota do universo me obrigava a golfar toda a bebida. Que merda!

-Shhhhhh – Alguém tentou me acalmar – Daqui a pouco vai passar o enjôo.

Era uma voz bem conhecido.

Potter de novo. Não dava pra acreditar que na primeira vez que eu tinha bebido, acabei passando mal e sendo acudida por Potter. Mas eu estava tão atordoada que quando terminei de vomitar, lavei minha boca, peguei uma bala de menta que estava no meu bolso e me debrucei em cima dele.

E foi a última coisa da qual eu me lembro.