CAPÍTULO VII

A sala de espera na ala da maternidade do Hospital de Misericórdia já estava lotada de Potter's quando Lily e James chegaram.

Os dois casais mais velhos do clã tinham ido, bem como um representante de cada família, exceto Ryan e Lauren, Tedd e Hannah, já que os policiais da família encontravam-se em serviço, e suas esposas permaneciam em casa cuidando das crianças.

Alvo promovia apostas sobre o evento "desmaio de Jack". Os interessados tinham que apostar altas somas na crença de que Jack sobreviveria à provação com os pés no chão, ou desmaiaria antes, durante ou depois da chegada da filha. Ninguém tinha dúvida quanto ao sexo da criança.

— Obrigado, obrigado — agradeceu Alvo a James ao receber uma aposta de vinte dólares. — Está atrasado, portanto, só resta à alternativa… Jack vai desmaiar na própria cozinha quando chegar em casa. Vai querer?

— Está bem — concordou James. — Ele vai manter a compostura aqui e perdê-la mais tarde.

— Feito. — Alvo rascunhou em um pedaço de papel. — Aliás, James, lembre-se de que coloquei vinte dólares em você na aposta dos solteirões. Mantenha seu estilo avulso e descompromissado, primo. Sempre foi solteirão convicto e, se mudar de idéia, vou perder dinheiro.

— Pretendo manter minha forma de pensar atual — afirmou James.

Que era arranjar uma esposa, ter filhos, um lar de verdade, mas disso Alvo nem desconfiava. Na verdade, sempre desejara tudo isso, apenas jamais confessara a dificuldade que tinha para encontrar sua alma gêmea na multidão. Alvo reagiria muito mal se soubesse que seu primo "avulso e descompromissado" James pretendia se casar com Lílian Evans… de algum modo.

— Fico contente em saber — declarou Alvo. — Com certeza, gostaria que alguém determinasse por quanto tempo você e o xerife Montana no Arizona têm de ficar solteiros para eu pegar meu prêmio. Essa aposta dos solteirões é traiçoeira. Mas só porque não fui eu que a conduzi.

Lily riu.

— Está tão convencido, Alvo Potter. Com certeza, não há nada errado com sua auto-estima.

— Ora, o que posso dizer? — Alvo sorriu. — Ou se tem, ou não se…

— Prendam minha língua com uma colher — ameaçou Sirius, largado no sofá. — Não fale com ele, Lily. É um desperdício. Diga, alguém sabe como Jack e Jennifer vão batizar o bebê?

— Não — respondeu John Potter. — Jack disse que saberão com certeza quando virem o bebê. Já tenho um xará graças a Jane e Amos, Lucca é John Lucca Potter Malone — O futuro avô deu de ombros. — Não imagino como vão batizá-la.

— Felizmente, não teremos de esperar muito para descobrir — comentou Susan Potter, ansiosa. — Essa espera é cruel.

— Você se acostuma após meia dúzia de netos, Susan — afirmou John Potter. — Não é, Nelly?

— Não — respondeu a esposa , rindo. — Não importa quantas vezes venha a esta sala, sempre vai se sentir incapaz enquanto as horas passam. — Nelly fez uma pausa. — Lily, venha se sentar perto de mim, querida. Não a vejo há tanto tempo.

Lily cruzou a sala e sentou-se no sofá ao lado de Nelly Potter. O resto do clã voltou a conversar, os assuntos variavam do clima ao campeonato de beisebol.

Nelly Potter sorriu afetuosa.

— Eu queria que se sentasse aqui comigo um pouco, Lily querida — declarou Nelly. — Assim como está, assim mesmo, ficou fácil adivinhar que está grávida.

A matriarca continuou:

— Não tinha certeza se você queria tornar o fato conhecido, já que não contou nada até agora. Se eu estiver errada, levante-se e faça uma declaração.

Lily empalideceu e tentou, em vão, encolher a barriga.

— Oh, céus, não — sussurrou. — Não quero fazer uma declaração sobre… — Olhou rapidamente ao redor da sala barulhenta. — Acha que mais alguém… Oh, é terrível, simplesmente horrível.

— Shh, shh… — Nelly apertou-lhe o joelho. — Não se preocupe. Você é como um membro desta família, Lily. Ninguém vai censurá-la. Se estiver feliz com o seu bebê, ficaremos também. Os Potter colocam fé na felicidade. Está contente com o bebê?

Lily sorriu discretamente.

— Sim… a maior parte do tempo. Quando estou realmente cansada, fico bastante assustada, mas… já amo este bebê e o quero muito.

— Ótimo. Perfeito — declarou Nelly, sorrindo. — É isso o que importa. Sabe o sexo? Já fez um ultra-som?

— Oh, não. Não fiz ultra-som. Talvez seja menino. Meninos são legais. Sim, são umas gracinhas, esses garotinhos. Mas, por outro lado, poderia ser menina. E elas também…

— Oi, tia Nelly — saudou James, surgindo de repente diante das duas.

— Olá, James — respondeu Nelly, sorrindo. — Que maravilha você estar aqui para o grande momento da vida de seu irmão. Pensei que estivesse no Texas.

— Cheguei esta noite. — James agachou-se diante de Lily e apoiou a mão em seus joelhos. — Aposto que não jantou ainda, Lírio. Que tal se eu fosse à lanchonete e lhe trouxesse um sanduíche e um copo de leite?

Lily lançou um olhar de pânico a Nelly e então a James.

— Não, obrigada, amigo James — respondeu, fitando-o severa. — Vou comer algo quando chegar em casa. Pode ir conversar com seus primos e fazer o que os rapazes fazem. Adeus, James, colega.

Ele franziu o cenho.

— Está com olheiras, meu Lírio. Não notei quando viemos. Se demorar muito por aqui, vou levá-la para casa para que possa descansar.

— James — sussurrou Lily, com dentes cerrados. — Vá embora. Tenho certeza de que todos querem saber sobre Dallas. Vá lá dizer algo em texano à sua família… ou algo assim.

— Talvez uma das máquinas automáticas de venda neste andar tenha caixinhas de leite — ponderou James.

— Oh, céus! — Lily escondeu os rosto nas mãos. James levou as mãos às coxas e impulsionou-se para se levantar.

— Vou ver as máquinas.

Lily ergueu a cabeça só o bastante para espreitar entre os dedos e verificar que James realmente partira. Encarou Nelly Potter e quase gemeu alto ao vê-la estreitar o olhar. Não podia deixá-la especular.

— Então! Joey está contente com a chegada da irmãzinha? Imagino que ele esteja com Jilian, ou Hannah, ou… Joey é tão engraçadinho. Adorável. Vai ser um irmão e tanto, não acha, Nelly? Com certeza. A umidade do ar anda baixa. Agosto é tão abafado, sabe o que quero dizer? Eu…

— James será um pai maravilhoso — afirmou Nelly. — Todos os homens Potter são papais devotados. Imagino que James tenha decretado que é menino… Então, você terá um menino porque é assim que funciona. O pai sempre sabe, sem a menor dúvida. Estou entusiasmada por vocês dois, Lily, de verdade.

— Oh, mas… James, quem? — desconversou Lily, batendo os cílios.

Nelly riu.

— Tudo bem, não vou dizer nada. Você e James se amam, estão esperando um bebê e, fora isso, seus planos não são da minha conta. Tenho certeza de que informarão a família sobre as novidades quando estiverem prontos, e está tudo bem.

— Nelly, preste atenção — sussurrou Lily. — James é meu melhor amigo e eu sou a melhor amiga dele. Sim, nós nos amamos, mas não… não de forma romântica, não estamos apaixonados, apenas amor de amigos. Não vamos nos casar porque a paixão não existe.

— Minha criança — começou Nelly. — Eu estava nesta mesma sala há trinta e um anos quando James nasceu. Conheço e amo esse menino como se fosse meu próprio filho.

Continuou:

— James tem os expressivos olhos Potter. Eu o vi falando com você, olhando para você. Oh, sim, Lily, nosso James está definitivamente apaixonado, não importa o que diga. Isso não significa que ele esteja ciente da profundidade das emoções por você, ainda, mas…

— Não, não, não — declarou Lily. — Não quero parecer desrespeitosa, Nelly, mas está muito enganada. James e eu somos bons amigos… nada mais. Isto… aconteceu sem querermos— afirmou, indicando o abdome. — E repito… James e eu somos bons amigos, os melhores, camaradas, parceiros. Ponto final.

— Hum… A questão, Lily, é que meu querido John também é meu melhor amigo, assim como minha alma gêmea.

— Sua família tem uma abordagem estranha sobre esse assunto — comentou Lily, intrigada. — Realmente, inusitada.

James exclamou do outro lado da sala:

— Vejam quem encontrei nessa roupa verde de centro cirúrgico, pessoal! Senhoras e senhores, apresento meu irmão Jack, o mais novo papai deste clã. Oh, e aqui está minha mana caçula, Jane, direto da sala de parto também.

Todos se levantaram e começaram a falar ao mesmo tempo. Lily respirou fundo e juntou-se ao grupo.

Jack ergueu as mãos, pedindo silêncio.

— Eu não desmaiei — declarou Jack. — Nem antes, nem durante, nem depois do nascimento da minha filha, nem vou fraquejar mais tarde, caso haja essa opção na aposta.

Abriu um sorriso largo.

— É uma menina, claro. Porque eu disse que seria, pesa três quilos e trezentos e setenta e seis gramas. Jennifer foi fantástica, a bebê não pára de chorar. Eu… — Emocionou-se. — Eu me sinto abençoado.

— Qual é o nome, filho? — indagou John.

— Ela se chama Abbey. — Jack olhou para James.

— Joey e Abbey. Soa bem. E, ela é Abbey… Lílian… Potter.

Lily arregalou os olhos, brilhantes de repente.

— Você… vai batizar a sua filha com o meu nome? Ah, Jack, nem sei o que dizer. É… quero dizer… obrigada. — Olhou ao redor. — Ei, James, onde você está? Ouviu isso? Jennifer e Jack vão batizar a bebê de Abbey Lílian Potter.

James aproximou-se de Lily. Ele pousou o braço em seus ombros delicados e a apertou contra si.

— Não é demais? — indagou Lily.

— Demais — confirmou ele, sorrindo.

Todos fitaram o par, enquanto eles continuavam sorrindo um para o outro.

— Bem! — Nelly colocou-se diante de Lily e James. — Quando poderemos ver Abbey Lílian? Jack? Jane?

— Vou verificar — declarou a médica. — Enquanto isso, podem abraçar o novo papai, pessoal. Ele se comportou muito bem lá dentro. Para Jennifer, nada de visitas esta noite, exceto para Jack, mas Abbey estará no berçário. Volto em um minuto.

Jack levou muitos abraços, apertos de mão e tapas nas costas, e as conversas paralelas recomeçaram. Quando Richard soltou Lily para dar um grande abraço no irmão, Nelly aproximou-se dela.

— James definitivamente está apaixonado — sussurrou Nelly. — Agora, você precisa descobrir como se sente em relação a ele naquele tempo que ainda tem, antes que ele descubra a verdade de seus próprios sentimentos.

— Mas…

— Não se apresse, querida — tranqüilizou Nelly. — O tempo guarda todas as respostas.

— Mas…

— Abbey Lílian Potter está pronta para receber a visita dos parentes — avisou Jane, da porta.

— Mas… — Lily viu Nelly se afastar. — Está enganada e… — Suspirou. — Ah, não importa.

— Vamos, Lírio! — chamou James. — Vamos conhecer sua xará.

Abbey Lílian Potter era linda, avaliou Lily, quando chegou sua vez de vê-la pela vitrine do berçário. Tão perfeita. Tinha cabelo loiro acinzentado, bochechas rosadas e era tão bonita. Além de pequenina. Nunca percebera antes como os recém-nascidos eram pequenos.

— O que você acha? — indagou James. — Linda, hein?

— Sim, é linda — concordou Lily. — Mas tão pequena, James, e indefesa e… Como é possível segurar uma criança tão pequena sem amassá-la?

— Com muito cuidado, acho — ponderou ele, risonho. — Não sei, Lírio. O instinto natural entra em ação e a coisa vai. — Deu de ombros. — Não pode ser tão difícil. Até Alvo conseguiu ajudar a cuidar das trigêmeas quando elas eram pequenas sem quebrá-las.

— Ouvi isso, James! — protestou Alvo. — Devo informar que já era profissional uma semana após a chegada das meninas em casa. Ora, deve haver algum tipo de aposta que eu possa promover sobre a proficiência dos novos papais. Hum. Vou pensar nisso.

— Digam boa noite a Abbey Lílian, pessoal — avisou Jane. — A hora de visita acabou. Jack, vá dar um beijo na sua esposa. Eu vou para casa dar as boas-novas a Amos. Até para todos.

Após se despedir de Jack, o grupo desceu de elevador e se dispersou no estacionamento, cada um dirigindo-se a seu veículo.

Lily permaneceu em silêncio durante o trajeto para casa, pensando no que Nelly Potter lhe dissera.

Nelly era uma mulher maravilhosa e inteligente, pensou Lily, mas dessa vez estava errada. James Potter não estava apaixonado por ela.

E ela com certeza não estava apaixonada por ele, tampouco.

Tratava-se apenas da força do desejo de Nelly. Ela simplesmente queria que o sobrinho tivesse aquilo que todos os outros Potter tinham. Mas simplesmente não estava lá, aquele amor romântico que Nelly pensava haver identificado nos expressivos olhos Potter de James.

Lily suspirou, deixando transparecer a frustração.

Nelly enganara-se. Fatos eram fatos. Não havia por que ficar triste. Ela e James simplesmente não estavam apaixonados um pelo outro. Eram amigos que se amavam de forma fraternal e nada mais.

Lily suspirou novamente e convenceu-se a deixar o assunto de lado.

— O que foi, Lily? — indagou James, olhando-a rapidamente. — Você parece triste ou algo assim.

— Não, só estou cansada — afirmou ela. — E com fome. E com sede. Preciso tomar leite. Em casa, vou comer, beber e ir direto para a cama.

— Parece um bom plano — aprovou James. — Você precisa se alimentar, tomar seu leite e descansar. — Fez uma pausa.

— Você está me dando o melhor presente, Lírio. Meu filho. Nosso filho. Na próxima vez que a família Potter se reunir naquela sala, será para esperar a chegada do nosso bebê. Não é maravilhoso?

— É — concordou Lily, e franziu o cenho. — Sua tia Nelly já sabe. Olhou para mim e soube que eu estava grávida. Depois, você ficou insistindo que eu precisava comer e tomar leite… bem, Nelly descobriu que você é o pai naquele cenário charmoso. Que tal essa, Potter?

James riu.

— Sério? Tia Nelly descobriu? Bem, é quase impossível esconder algo de tia Margaret. Ela é esperta. Ora!

— Ora! — berrou Lily, e James encolheu-se. — Eu chamaria de desastre, isso, sim. Não estou pronta para a sua família, James. Não estou preparada para contar nem a meus pais que estou grávida, porque… simplesmente não sei o que dizer, como explicar que eu… — Levou a mão à têmpora. — Essa situação toda não é… não é engraçada, sr. Potter.

— Céus, Lírio, desculpe-me — murmurou James. — Não quis aborrecer você, juro que não. Ouça, estamos quase em casa. Faltam pouco quarteirões. Vou lhe preparar algo para comer. Está bem? Quer o leite quente? Leite quente é calmante. Sim, é isso o que vou fazer. Vou esquentar o leite e…

— James, pare de ser tão gentil comigo — protestou Lily, erguendo as mãos para o alto. — Acabo de gritar com você feito uma megera e…

— Megera — identificou James. — Sabia que muitas novelas e episódios de seriados foram baseados em A Megera Domada, de Shakespeare?

Lily riu e meneou a cabeça.

— Você é maluco. É impossível ficar zangada com você. Desculpe-me pelo ataque.

James estacionou e desligou o motor.

— Vou falar com tia Nelly, ruiva, e pedir-lhe que não conte a ninguém sobre o bebê ainda. Melhor assim?

— Não, tudo bem. Estou engordando rápido, lembra-se? Todo mundo vai saber logo, assim… prepare-se para responder a um "zilhão" de perguntas da sua família sobre o motivo de não estarmos casados. Oh, tenho horror a essa parte.

— Vou pensar em uma explicação. — James saltou e contornou o veículo. Algo como… Lily e eu vamos nos casar na semana que vem, ou Lily e eu nos casamos na semana passada, ou… Sim, só lhe faltava descobrir como convencer Lily a se casar com ele. Uau. — Vou lhe abrir a porta, Lírio. Espere.

— Por quê? Você nunca abriu a porta do carro para mim antes.

—Agora é diferente —justificou ele. —Muito diferente.

Lily franziu o cenho. James não estava abrindo a porta para ela, lembrou-se. Estava fazendo isso pelo bebê. Tratava-se da mulher que gerava o filho dele. E devia manter isso em mente.

No apartamento, Lily trocou de roupa e vestiu o robe verde confortável enquanto James se ocupava na cozinha, preparando omeletes e torradas, a única opção, devido à falta de mantimentos na geladeira e nos armários.

Saborearam o jantar em silêncio, cada um perdido nos próprios pensamentos. James arrumou a cozinha e só então se encaminhou à porta da sala.

— Vou deixar você descansar.

— Oh, sinto-me muito melhor agora, alimentada — confessou Lily. — Não precisa ir embora já.

— Preciso desfazer a mala, verificar a correspondência e tudo o mais — explicou Richard. — Até amanhã.

E se foi, deixando Lily parada no meio da sala, fitando a porta fechada.

— Bem — murmurou. — Está bem. Ótimo. Acho. Caminhou devagar para o quarto e estacou ao ouvir três batidas na parede. Apressou-se para responder e foi abrir a porta. Richard entrou de novo apressado.

— James, o que foi?

Ele se voltou de olhos arregalados.

— Formigas — resumiu ele, sem encará-la. — Meu apartamento foi invadido por formigas. As patifezinhas estão em toda parte. Deviam estar escondidas quando entrei em casa hoje, antes de irmos para o hospital, mas agora resolveram me desafiar. Terei de dormir aqui… com você.

Lily estreitou o olhar.

— Como?

— No sofá — especificou James, e estremeceu. — Não posso ficar lá e me deixar devorar por aquelas criaturinhas.

— Vá comprar inseticida e acabe com elas — sugeriu Lily — Você é maior do que elas, James.

— São muitas, ruiva. A situação exige um exterminador profissional. Vou falar com o proprietário amanhã cedo. Por enquanto, vou pegar emprestados um travesseiro e um cobertor e me instalar no seu sofá. Sem problemas. Vou pegar lençóis no seu armário, porque sei onde estão e você provavelmente não se lembra. Apenas finja que não estou aqui. Vá dormir. Boa noite, Lily.

Ela ficou boquiaberta, e então se recompôs, ao perceber que não tinha o que dizer.

— Boa noite, James.

Assim que Lily entrou no quarto, ele golpeou o ar em triunfo.

Sim! Conseguira. Que plano brilhante! Agora, ele e Lily moravam sob o mesmo teto.

O exército de formigas que ele inventara se mostraria bastante implacável, uma espécie nova e resistente aos produtos químicos normais desenvolvidos para acabar com elas.

Agora poderia mostrar a Lily que, embora não estivessem apaixonados, poderiam conviver bem, que ser amigos contava muito e que podiam se casar é criar o filho em um lar de verdade, com pai e mãe.

Seu plano estava em ação.

A batalha começara.

Queria vencer e venceria.

Tinha de vencer.

CONTINUA...


Suuuuurpresa, garotas! Voltei um dia antes da data marcadaaa :DD Saudadees!

Próxima atualização... tandanrãããããããã... AMANHÃ! Isso meeeesmo, teremos atualização amanhã, sexta-feira 14.12.2012

PS.: Lembrando garotas que essa história não é minha! É uma tradução e adaptação do romance: Baby: MacAllister-Made de Joan Elliott Pickart

Aproveitei esses dias pra adiantar as adaptações e acredito que antes do ano novo teremos terminado a fic! Afinal, ANO NOVO, adaptação novaaaa! rsrsrsrs

Vamos aos Agradecimentos:

Delly Black Fenix, Joana Patricia, Evellyn Rodrigues, Ninha Souma, Kait weasley, yngrit :DD Muito obrigadaa, pelos coments de vocês! Esse casal é simplemente apaixonante! Tá que os dois estão bastante lerdinhos... Principalmente a Lily... #EUJÁTERIAACEITADOOPEDIDODOJA MES! Mas vamos tentar entender a dificuldade que ela tem pra aceitar e acreditar o fato de estar apaixonada pelo melhor amigo, ainda mais estando grávida! Ela não quer se casar com ele pra depois ficar imaginando que foi apenas pelo bebê que eles se casaram! Mas como James é tudo de boooom, MARAVILHOSO que só ele rsrrsrsrs vai tentar mudar essa situação... (Aguardem os próximos capítulos ;DD)

É isso aí, até amanhã garotas!

Beijinhos!

MaryGheizon.