CAPITULO XI
James abriu a porta para sair, hesitou, entrou de novo e fechou a porta. Foi ao encontro de Lily, sentada no sofá com os pés sobre a mesinha.
— Tem certeza de que não quer que eu chame alguém da minha família para ficar com você enquanto estou fora? — indagou, preocupado.
Lily sorriu.
— James, ficarei perfeitamente bem aqui sozinha. Estou seguindo todas as instruções de Jane. Certo? Trabalhei meio período na semana passada. Certo? Amanhã é véspera de Natal, e a agência vai ficar fechada, assim, vou ficar aqui, vegetando. Certo? E você volta amanhã à tarde. Certo?
— Certo — concordou ele, passando a mão nos cabelos. — Gostaria que seus pais voltassem da Grécia hoje, em vez de amanhã à noite.
— Não conseguiram reservas para antes, deixaram para a última hora e…
— Devem ser organizados como a filha.
— James, "xô"! Você vai perder o vôo, terá de pegar outro, vai chegar atrasado a San Francisco, perder a reunião com o especialista em segurança de sistemas que quer contratar. Ele vai estar no aeroporto por algumas horas, entre conexões, a caminho de casa para o Natal.
— É, por causa do feriado, também não consegui vôo de volta, senão o de amanhã à tarde. — James meneou a cabeça. — Não preciso tanto daquele camarada. Não vou. Não. De jeito nenhum.
— Oh, céus! — Lily revirou os olhos. — Prometo que nem vou me mexer enquanto você estiver fora. Peguei o vídeo Casablanca, mais revistas e livros para durar seis meses. Os armários e a geladeira estão cheios! James, sua preocupação é tocante, e estou comovida, mas vou ficar bem. Agora… vá.
— Bem…
— Vou ficar aqui, apreciando nossa bela árvore de Natal. Nosso filho vai adorar ouvir como você decorou a árvore, seguindo minhas instruções aqui do sofá. Quando você colocou a estrela no topo, olhou para mim e disse: "Vamos batizar nosso bebê de Harry". Ohh, foi tão meigo…
James riu.
— E você chora sempre que recorda isso. Está bem, Lírio, eu vou. Tem o número do meu celular, o telefone do hotel e o código do meu pager. — Inclinou-se, beijou-a na testa e afagou-lhe a barriga. — Até, Harry James. Seja bonzinho com a mamãe.
— Minha mãe vai pirar quando souber que já escolhemos o nome do bebê, sem ela. – Lily riu.
— Estou surpreso por ela ter gostado de saber finalmente que sou o pai. Verdade que sempre gostaram de mim? Que acham que serei um bom pai?
— É verdade — confirmou Lily. — Até, James.
James agachou-se perto do sofá.
— Vou ficar pensando em você e Harry —jurou. — Cuide-se, Lírio.
— Vou me cuidar — prometeu ela, suave. — Não se preocupe.
James suspirou e levantou-se.
— Estou indo. Telefono à noite do hotel.
— Adeus.
Quando James saiu do apartamento e fechou a porta, fez-se silêncio, e Lily franziu o cenho.
— Bem, aqui estamos nós, Harry James. Quer ver Casablanca? Harry James… o quê? Seu pai e eu não decidimos como vai ficar o sobrenome. Harry James Evans-Potter? Que nomão para meu garotinho. Oh, bem, há tempo para pensarmos nisso.
Fitou a árvore de Natal.
Se as coisas fossem diferentes, podiam se chamar todos Potter. Uma família. Lílian, James e Harry Potter. Uma família. Pai, mãe e bebê. Marido, esposa e filho. Não, não valia a pena debater-se com o que não aconteceria.
— Não devaneie, Lílian — aconselhou-se, e pegou uma revista da pilha a seu lado. — Oh, veja estas delícias de Natal! Esqueça. Vou assistir ao meu filme…
Mais tarde naquela noite, Lily sorriu ao desligar o telefone após conversar com James. Apagou o abajur e mexeu-se na cama até encontrar uma posição confortável.
James parecera tão satisfeito consigo mesmo, pensou, fitando a escuridão. O especialista com quem ele se encontrara ia conversar com a esposa sobre a possibilidade de se mudarem para Ventura, um plano bom, considerando que a família já se cansara dos invernos de Minnesota.
Divertiu James contando-lhe tudo o que fizera desde que ele partira, detalhando cada porção de refeição sem sal que ingerira.
A trivialidade de San Francisco era ótima. Havia 336 covinhas em uma bola de golfe comum. Fascinante. James com certeza era um mestre das trivialidades.
Bocejou, sentiu as pálpebras pesadas e adormeceu.
Três horas depois, Lily abriu os olhos e imaginou vagamente por que despertara. No momento seguinte, perdeu o fôlego ante a dor que lhe atravessou o corpo.
Quando a pontada diminuiu, respirou fundo e tentou se acalmar.
O que quer que fosse, acabara. Podia relaxar e voltar a dormir…
— Oh! — exclamou, ao sentir outra pontada atroz.
Agarrou-se ao cobertor com força até a agonia terminar e, então, sentou-se na cama. Ao levantar-se, um fluxo de líquido ensopou sua camisola e o carpete.
— Oh, céus, não! — sussurrou. — A bolsa de água se rompeu. — Levou a mão à barriga. — Harry, não, ainda não, querido. É muito cedo. Você não pode chegar ainda. James. Oh, céus, James, preciso de você. Por favor, James.
Acalme-se, Lílian, convenceu-se, enquanto acendia a luz.
Sentou-se na beirada da cama, abriu a agenda e pegou o telefone, trêmula. Teclou os números, errou, lamuriou-se e tentou mais uma vez. Jane atendeu logo:
— Dra. Potter.
— Jane? É Lily. Oh, Jane, minha bolsa de água se rompeu e estou tendo dores agudas, é muito cedo para Harry nascer e…
— Calma, calma. Peça a James para levá-la ao hospital imediatamente. A gente se encontra lá.
— James não está aqui… Teve de ir a San Francisco rápido. Ele não está aqui, Jane!
— Está bem. Lílian, não se desespere, ouviu? Vou mandar uma ambulância aí. É o modo mais seguro. Destranque a porta para que os paramédicos possam entrar. Não se incomode em se vestir, apenas troque a camisola. Está entendendo?
— Destranque a porta. Camisola nova — repetiu Lily, assentindo. — Mas e o bebê? Ele não devia nascer ainda, Jane.
— Harry obviamente não quer perder a festa de Natal — brincou Jane. — Vou estar com a equipe especializada em alerta, Lily. Harry vai receber o melhor atendimento possível, prometo. Agora, desligue para darmos início ao show.
— Está bem… até.
Lily desligou o telefone e abraçou-se quando outra contração começou. Depois que a dor diminuiu, fez outra ligação telefônica. Dali a minutos, chorava enquanto James se afligia na outra ponta da linha:
— Como?!
— James, o bebê está chegando. Agora. A bolsa de água se rompeu, e Jane vai mandar uma ambulância, mas estou tão assustada porque ainda é muito cedo. Não está na hora, James, ele vai nascer tão pequeno e…
— Lily, tem certeza de que… Ah, raios, claro que tem. A bolsa de água se rompeu. Estou voltando… de algum modo. Vou pegar um avião nem que tenha de seqüestrar um. Oh, céus, Lírio, lamento não estar aí com você. Eu… lamento tanto, Lírio! Eu te amo, estarei aí o mais rápido possível, e Harry vai ficar bem… você vai ver. Eu te amo, Lílian, de todo o coração.
— Também te amo, James — respondeu Lily, chorando bastante. — Te amo muito. Preciso de você aqui comigo, porque você é minha alma gêmea, este é o nosso bebê, e… apresse-se, James. Por favor!
— Estou indo! — exclamou ele, e desligou.
— Seu papai está vindo — murmurou Lily, soluçando. — Ele está a caminho para nos ajudar, Harry. Destranque a porta. Troque a camisola. Eu posso fazer isso. E James vai chegar… logo.
Quatro horas depois, James saía correndo do elevador na ala de maternidade do Hospital de Misericórdia direto para o balcão de informações. Tinha os cabelos desgrenhados e a camisa para fora da calça, aparecendo sob a jaqueta de inverno.
— Eu sou Lílian! — anunciou, sem fôlego. — Não, não é isso. Sou James. James Potter, e estou aqui. Consegui. Aluguei um jatinho e… Onde está Lílian? Preciso vê-la, estar com ela, avisá-la de que estou a seu lado e… Onde colocaram Lílian?
A enfermeira de plantão sorriu.
— Calma, papai, ou vai acabar em uma cama de hospital também. — Consultou o livro de registros. — Não tenho nenhuma Lílian Potter neste andar.
— Não, não, é Lílian Evans. Minha irmã é a médica… Jane Potter.
— Ah. Sim, Lílian Evans. Aqui está ela. — A enfermeira o encarou. — Fique ali na sala de espera, vou informar a dra. Potter de que está aqui.
— Mas… — James respirou fundo. — Está bem, está bem, mas apresse-se, sim? Por favor!
— Sim, vou me apressar. — A enfermeira indicou a sala de espera. — Vá.
James tomou o corredor resmungando. Entrou na sala e estacou tão de repente que quase capotou.
Estavam todos lá. Os Potter. Um representante de cada família, mais seus pais, tia Nelly e tio Robertino.
Com o coração aos pulos no peito, meneou a cabeça, sem fala por um momento. A mãe se aproximou e o abraçou.
— Você conseguiu, querido. Isso é maravilhoso, e vai significar tanto para Lílian…
— Sabe de alguma coisa? — indagou James. — O que está acontecendo? Como está Lily? Ah, onde está Lily? Raios, nunca devia tê-la deixado sozinha. Ela está tão assustada, tão… E o bebê… É tão cedo para Harry nascer, mãe. Ele vai nascer pequeno e…
— Calma, mano — recomendou Jack, aproximando-se. — Não vai ajudar Lily se continuar nervoso assim. Jane esteve aqui e disse que a equipe especializada está em alerta para cuidar do bebê assim que nascer. O trabalho de parto está correndo sem complicações.
— Mas…
— James Potter? — chamou a enfermeira da porta.
— Eu! — gritou ele, voltando-se.
A enfermeira estendeu uma capa verde.
— Não há tempo para vestir a roupa completa. Estenda os braços, vista isto e acompanhe-me à sala de parto. Faltam umas duas contrações para você se tornar pai.
— Oh, céus!
— Vá — incentivou Jack, dando-lhe um tapa nas costas.
Foi tudo muito rápido. Richard mal se lembrava de ter vestido a capa verde e acompanhado a enfermeira apressado. Entraram em uma sala iluminada cheia de gente com roupa branca. Alguém lhe apertou o ombro, sentou-se numa banqueta e viu-se diante de Lily.
— Lírio?
Ela voltou à cabeça.
— Oh, James… Oh, James, você está aqui. — Ergueu uma mão, e ele a agarrou. — Estou tão contente em vê-lo. Não me deixe, James, por favor.
— Nunca — afirmou ele, apertando a mão.
— Bem-vindo à festa, mano — saudou Jane, no comando do parto. — Quase chegou atrasado.
— Ohhh — gemeu Lily, tentando se sentar. James arregalou os olhos.
— Lírio? O quê? Como?
— Apoie as costas dela, James — instruiu Jane. — Muito bem, Lílian, está na hora. Empurre para mim agora, querida. Isso mesmo. Mais um pouco. Pronto… ele… está vindo. Isso!
Dali a um segundo, Jane pousava o bebê chorão no abdome de Lily.
— Oh, James… — Lily chorava ao pegar uma das mãozinhas do bebê. — Olhe para ele. Ele está aqui. Nosso Harry. Nosso milagre.
James parecia espantado, com os olhos brilhantes de lágrimas.
— Nossa filho…
Um grupo de profissionais se aproximou e levou o bebê embora. James ajudou Lily a se deitar e enxugou-lhe as lágrimas.
— Ele é tão pequeno — lamentou Lily, insegura.
— E veio tão cedo, James, e…
— Dois quilos, duzentos e noventa e sete gramas — informou alguém.
— Fantástico! — Jane contornou a mesa. — Você foi ótima, Lily.
— E Harry?
— Ele nasceu com bom peso — afirmou a médica.
— A preocupação são os pulmões, porque ele veio muito cedo. Os especialistas vão examiná-lo da cabeça aos pés. Pela chegada barulhenta, diria que os pulmões funcionam bem, mas sempre é bom checar. Teremos um relatório completo em minutos.
— Quantos minutos? — indagou James.
— Alguns — rebateu Jane, sorrindo. — James, vá contar a novidade à família enquanto acabamos aqui. Depois poderá ver Lily no quarto.
— Quanto tempo é alguns minutos? — repetiu ele, abobalhado.
— Saia daqui — ordenou Jane. — Dê um beijo em Lily, agradeça-lhe o filho lindo e vá.
James beijou Lily rapidamente nos lábios.
— Obrigado pelo nosso filho lindo e vá. — Meneou a cabeça. — Não me sinto muito bem…
— Tomaz! — chamou Jane. — Temos um pai apagando aqui.
Um auxiliar forte aproximou-se e amparou James cambaleante. Pendurou-o nos ombros como um bombeiro e deixou a sala de parto.
— James! — gritou Lily.
Jane forçou-a a deitar-se novamente.
— Ele vai ficar bem, Lily. O maior problema será agüentar as gozações. O clã Potter não vai perdoar.
— Pobre James… Jane, acha mesmo que Harry está bem?
— Logo saberemos. Relaxe.
Jane afastou-se, e Lily voltou a chorar.
— Mas quanto tempo é logo?
Tomaz depositou James na sala de espera, e a enfermeira pediu silêncio quando o grupo vaiou o desempenho do novo papai.
Jane finalmente apareceu, chamou James, que continuava pálido, e prometeu voltar logo para atualizar o resto da família.
No quarto, com Lily já na cama recostada em travesseiros, Jane contou-lhes que Harry James era totalmente saudável e estava bem. Permaneceria na incubadora por vinte e quatro horas, apenas por precaução. Explicou ainda que os prematuros perdiam peso a princípio, e que Harry iria para casa assim que se estabilizasse em pelo menos dois quilos, duzentos e setenta gramas.
— Perguntas?
— Não — respondeu Lily. — Muito obrigada, Jane.
— Vou informar o pessoal, então. Deixarei que vejam Harry rapidamente e os mandarei para casa. James, você tem dez minutos, e depois Lily vai descansar merecidamente.
Céus, pensou Lily, quando Jane saiu, declarara seu amor a James pelo telefone! Não amor de amigo, mas amor de verdade. E ele também dissera que a amava…
Bem, as pessoas faziam declarações estranhas em momentos de estresse…
Oh, céus, a quem estava enganando?
Realmente, estava apaixonada por James Potter. Mas ele não podia saber. Isso estragaria a amizade deles, e como criariam Harry, assim? Não, guardaria o segredo bem fundo no coração.
— Lírio — começou James. — Precisamos conversar sobre o que dissemos um ao outro pelo telefone pouco antes.
— Oh, aquilo — declarou Lily, fingindo descontração. — Não foi uma tolice? Provavelmente, há alguma trivialidade sobre as bobagens que as pessoas dizem quando estão estressadas. Nem pense mais nisso, James.
E logo mudou de assunto:
— Bem, foi uma noite e tanto, e estou exausta. Fico tão feliz por Harry ter nascido saudável. Mal posso esperar para segurá-lo e… acho… melhor você ir. —Tinha lágrimas nos olhos.
Fitou James e notou algo no olhar dele. O que seria? Tristeza… dor… naqueles olhos Potter?
— Bem — começou James, suspirando. —Bem... quer que eu vá embora, assim… eu vou. Ganhamos um presentão de Natal, não foi? Harry James… Não discutimos como ficaria o sobrenome. Acho… acho que você gostaria que fosse Evans. — Pigarreou. — Bem, boa noite, Lílian.
James apressou-se até a porta, e duas lágrimas rolaram pelo rosto de Lily.
— Quero que o sobrenome de Harry seja Potter — declarou emocionada. — E quero que o meu sobrenome seja Potter. Quero que todos nós sejamos Potter, uma família. Eu te amo de verdade, James, mas você só me ama como amiga e… aaahhh!
Lily desatou a chorar, e James voltou-se da porta.
— Raios, Lírio! Não posso continuar guardando isso dentro de mim.
— Do que está falando?
— Eu estava falando a sério ao telefone, não entendia bem o que tinha dito, mas tive bastante tempo naquele jatinho fretado para pensar e… Ah, meu Lírio, eu te amo tanto. Você é minha melhor amiga e minha alma gêmea, minha cara-metade, a mãe do meu filho e a mulher com quem quero passar o resto de minha vida. Estou apaixonado por você, Lily, espero que isso não arruíne nossa amizade… desculpe-me por não cumprir nosso acordo… mas… boa noite, Lílian.
Destroçado, ele agarrou a maçaneta.
— Também te amo, James Potter — declarou Lily, soluçando. — Estava falando sério ao telefone. Você é meu melhor amigo, mas também o homem que amo de todo o coração. Estou apaixonada por você, James Potter.
Ele se voltou devagar.
— Repita — pediu, estreitando o olhar.
— Estou apaixonada por você, James.
— Ah, Lírio. Isso significa que vai se casar comigo? Ser minha esposa? É isso?
— Sim, sim, sim.
James aproximou-se da cama, tomou o rosto de Lily e a beijou. O beijo selava o futuro de ambos juntos, para sempre.
Jane interrompeu.
— Opa, desculpem-me. Só vim trazer a foto de Harry, já que ele não pode vir para cá ainda.
James endireitou-se e pegou a foto.
— Obrigado. Veja, Lírio, como ele é perfeito.
— É lindo — elogiou Lily.
— Só mais uma coisa — observou Jane. — Mandaram perguntar como será o sobrenome de Harry.
— Potter — responderam Lily e James, ao mesmo tempo.
Jane arregalou os olhos.
— Está bem. Entendi.
— E está convidada para o casamento, maninha — completou James.
— Já estava na hora de criarem juízo. James, você tem mais um minuto com Lily, vou ficar esperando aqui fora.
Jane saiu, e James sorriu carinhoso para Lily.
— Ela está enganada — contrariou. — Temos uma vida inteira juntos, Lírio.
— Sim, temos — concordou ela, com os olhos brilhantes. — Temos toda a eternidade, James… juntos.
FIM.
Oláá garotas :DD
Miiiil desculpas pela demora, sei que havia prometido postar o final de MEU AMIGO, MEU AMOR no domingo antes do ano novo, mas infelizmente tive um probleminha com minha net e não pude postar de uma lan.
Mas, ai esta o último capítulo e espero sinceramente que tenham gostando do final, como está é uma fic UA, adaptada de outro romance, a data do nascimento do Harry mudou. #oquevaleéoconteudoeintençãon é!? rsrsrsr
Agradeço de coração tooodos os comentários que foram enviados. Fiquei muito feliz de ter feito essa adaptação e afirmo que só continuei por causa de vocês que foram tão gentis e legais com a história. Sempre ficava empolgada, querendo postar logo cada capítulo, só para saber se vocês estavam sentindo o mesmo que eu. E ficava muito feeeliz cada vez que lia os comentários de vocês! Muito obrigada :DD
Com relação a próxima adaptação, infelizmente, ainda não tenho uma data marcada, pois não fiz absolutamente nada nesse recesso que tive na faculdade e terei que me atualizar e cuidar de estudar rsrsrsrs pra um dia ficar ricaaaaa (y) Mas assim que eu tiver um tempo vou começar com a adaptação e informarei por aqui a vocês!
Se cuidem e até logo :DD
Que 2013 seja um ano abençoado e cheio de realizações pra nós (y)
FELIZ ANO NOVO, FELIZ VIDA, FELIZ AMOR *-*
Beijinhos ;**
MaryGheizon.
