Gente, tah mto legal de escrever!BOA LEITURA!

Nina estava andando em direção a sala de adivinhação quando alguém puxou seu braço com violência.Ela virou e o encarou com desdém:

-Que foi Draco, o que você quer?

-Por que você sentou aquele excluído da sociedade?

-Excluído da sociedade?Ah, não seja dramático.O Rony é muito legal e além do mais eu não te devo explicação de nada, agora me solta!- disse puxando o braço.

-Só falta agora você resolver ser amiguinha do Potter também...

-Isso nunca!Agora escuta...- ela olhou para os lados para certificar-se de que ninguém além dele poderia escutá-la.- Eu me aproximei do Rony de propósito, faz parte do meu plano...

-Plano?Que plano?

-Tá vendo Draco?Aí está o seu maior defeito!Você faz as coisas sem pensar, de impulso!Se a gente quer destruir o Potter definitivamente nós temos que ter um bom plano...

Draco sorriu.

-Eu estou ouvindo pode falar...- disse ansioso

-Eu não quero que o Potter morra...Ainda não pelo menos.O que eu quero é que ele sofra antes, apenas morrer seria muito pouco pra ele e é justamente aí que o Rony entra na história.Eu andei conversando com umas pessoas e descobri coisas muito interessantes.Aquele coitado do Neville, por exemplo, me deu informações bastante úteis.Juntando o que eu descobri com a minha habilidade de observação, eu percebi que aquela garota amiga do Potter e do Rony...

-A Granger..?

-É essa mesmo, bom, ela gosta do...

Nina parou de falar por um instante, algumas pessoas se aproximavam, por isso ela empurrou Draco para trás de uma pilastra.Lá ela julgou ser um lugar seguro para contar a ele sobre suas suspeitas em relação a Hermione e sobre várias coisas que relacionavam o trio de amigos.A pior parte para Draco veio logo depois: ele teria que ajudá-la.De inicio ele relutou, mas por fim ele teve que admitir que seu ódio por Harry Potter era maior do que qualquer coisa, por isso aceitou.

-Ótimo- ela disse por fim.

-Ótimo para você Diggory... Maléfica Diggory.

-Ah não, maléfica Diggory não!

-Maléfica Diggory sim - disse enquanto segurava o braço dela e a puxava pelo corredor.

-Não, eu só sou um pouquinho má, mas só com algumas pessoas, está bem?Ou melhor, só com uma pessoa, os outros só vão sofrer por estarem no caminho...

-Sei, sei...Mas vamos logo senão a Sonserina perde ponto e aí nem a estupenda maléfica Diggory poderá ajudar.

-Cala a boca, seu loiro convencido.

-É melhor eu ficar quieto mesmo, senão sobra maldade pra mim também, né?

Ela fingiu que tentava enforcá-lo.

-É, faça tudo direitinho então, que nada vai lhe acontecer.- ela disse por fim.

Ele balançou a cabeça sem acreditar no quanto ela era obcecada por acabar com o menino-que-sobrevivera, era pior do que ele e entrou na sala com um sorriso no rosto que até mesmo a professora estranhou, Nina, no entanto parecia impassível.Ninguém fez perguntas, mas na sala alguns cochichavam que talvez eles estivessem tendo um caso, afinal nenhuma escola se livra das fofocas.

Harry sentou numa mesa redonda com Rony, Simas e Dino.Estava feliz por Hermione não ter aquela aula com ele porque assim ele não tinha que ouvir a briga dos dois amigos.Dino, sentado a sua direita não falava direito com ele desde do que acontecera depois do último jogo do sexto ano (quando beijara Gina), mas Harry estava feliz pelo fato dele ainda não ter tentado azará-lo.

Trelawney parecia bastante animada com o fato de poder dar aula para o último ano, ela estava tão eufórica que nem o fato de ter que dividir as aulas das outras séries com o centauro a desanimava.Tanto que ela deixou de usar o termo "pangaré" para chamar o outro professor de "ser de quatro patas".

-Hoje...-ela começou em tom misterioso jogando o xale para trás do ombro - vamos estudar as cartas.Vocês terão que embaralhá-las e distribuí-las sobre a mesa para o seu colega. Primeiramente vou explicar os conhecimentos básicos...

Harry até tentou prestar atenção, mas acabou se distraindo com o cabelo de Pavarti Patil na mesa á frente da sua.O cabelo negro e comprido dela refletia a luz que vinha da janela, ele lembrou-se do seu quinto ano, de como o cabelo dela o distraira quando ele estava no seu exame e como depois de uns minutos ele tivera a visão de Sirius.

Rony levantou o braço dando uma cotovelada dolorosa no rosto de Harry.

-Aí, Rony...pow...-resmungou massageando a bochecha.

-Desculpa...- disse o amigo distraído demais em acenar para Nina.

Harry esticou a cabeça e viu Nina sorrindo para o amigo enquanto Malfoy, Parkinson e Zabine sentados com ela faziam a melhor cara de mal que conheciam.

- Sabe Harry, ela é uma garota incrível...

-Rony, se você suspirar eu juro que vomito.

-Eu não vou suspirar – ele fungou ofendido – só a acho uma pessoa incrível, só isso...

-Sei...- disse Harry pegando as cartas e embaralhando sem prestar muita atenção.

-Você tem que se concentrar!- gritou a professora perto dele fazendo as cartas que estavam nas suas mãos espirrarem para todos os lados.

-Claro - ele falou juntando-as enquanto o grupo da sonserina ria demasiadamente do fato só porque havia sido ele quem fizera aquilo.

Durante a aula, Pavarti disse que nas cartas de Lilá constava que um ruivo voltaria para sua vida, mas é claro que todos tinham reparado nos risinhos delas antes de sequer começarem a embaralhar.Rony tirou três vezes a carta da morte para Harry o que não o animou muito, a única coisa que o consolava é que Rony sempre fora péssimo nesse tipo de coisa.

-Pensa bem, eu tirei morte, deve significar vida então - disse Rony dando tapinhas aparentemente animadores nas costas de Harry.

Ele, por sua vez, tirou cartas que não faziam o menor sentido, falavam que Rony teria amor, amizade, mas que teria decepção e traição na sua vida e tudo muito próximo um do outro.Harry estava cada vez mais convencido que não deveria estar naquela aula, afinal de contas ele nem havia passado em adivinhação!Porque MCGonagall o queria lá e Rony também?Aquilo não fazia sentido.

Malfoy tirou a primeira carta para Nina, falava sobre uma missão, algo importante que ela deveria fazer, a segunda mostrava que ela estava envolvendo as pessoas ao seu redor, que nem sempre ela mostraria os seus sentimentos.

-Bom a terceira carta – disse Malfoy entediado- mostra um homem, um garoto, sei lá e tem haver com a missão, ele...

-Chega! – gritou Nina, antes dele terminar de falar.

Ela arrancou as cartas da mão dele e o encarou com fúria.

-Isso é uma besteira, na América não precisamos disso, não há essa matéria para nós!

Trelawney ficou vermelha e as veias de seu pescoço pareciam que iam saltar.Ela se aproximou da mesa da novata.

- Faltam poucos minutos para o fim da aula porque a senhorita não se retira mais cedo hoje e aproveita para ir tomar um gole d´agua para se acalmar, q-u-e-r-i-d-a? – falou enfatizando ironicamente a última palavra.

-Claro.- disse Nina sem encarar a professora e recolhendo seu material.

Não muito tempo depois os outros saíram da sala também conversando sobre o futuro que aparecia nas cartas de cada um.

-Rony, muito estranha à atitude dela você não acha não? – comentou Harry enquanto eles desciam a escada.

-De quem, da Nina?

-É.

-Ah, lógico que não Harry, você desconfia de tudo!Vai ver ela só não gosta da matéria e eu não a culpo, eu nunca gostei de adivinhação e sempre achei desnecessário também...

-Tá, mas ela estava bem até o Malfoy começar a falar dela...Uma missão?O que será que isso significa?

-Significa que ela veio com a missão de me salvar.Você acredita que ela me ensinou toda a matéria nova de Poções?E até me prometeu ajudar com os deveres...

-A Hermione poderia fazer isso!- exclamou Harry.

-Você sabe que nem sempre ela me ajuda e além do mais, a gente não está se falando direito...

-E porquê?

-Porque...ah, sei lá, mas tem motivo...

Harry balançou a cabeça, o amigo era tão infantil ás vezes, ele duvidou por um instante do "as vezes".

A matéria a seguir era defesa contra a arte das trevas e era Fudge o professor, já que o anterior havia matado o diretor e estava foragido.Fudge não era um total especialista na matéria, mas era o único que aceitara o cargo, pois até os bruxos mais sensatos estavam começando acreditar que aquela era uma posição amaldiçoada, várias coisas horríveis já haviam acontecido com os professores dos outros anos.Além de ter o salário avantajado de um professor daquela escola, estando dentro de Hogwarts o ex-ministro poderia vigiar tudo e todos para o ministério e avisar caso algo estranho acontecesse, na verdade provavelmente essa era sua real função lá.

-Harry !- chamou uma voz familiar atrás dele derrepente.

Harry virou e encarou Cho, ela sorria pra ele.

-Ahm...oi.- falou

-É, eu to indo Harry, tenho que...Tenho...Tenho que passar na biblioteca.-disse Rony rindo e indo embora

-"Passar na biblioteca"?- Harry pensou- que coisa mais estúpida pra ele falar, se fosse Mione tudo bem, mas ele?Que desculpa mais esfarrapada...

Cho continuava sorrindo e Rony já havia desaparecido de vista.

-Então...- ele queria sair dali, esse tipo de situação sempre o incomodava.

-Ah, bom, a McGonagall pediu pra você passar na sala dela. – disse Cho lhe entregando um papel onde provavelmente estava a senha.

-Tá, só isso?- ele perguntou tentando transmitir no seu tom de voz que apesar da pergunta ele não era um grosseirão.

-É, só isso e bem...bom treino de quadribol hoje.

Harry tinha esquecido, teria o primeiro treino com a equipe e ainda teria que fazer alguns testes pra substituir os que já haviam saído da escola.Pra falar a verdade, como é que ela sabia disso?

-Ah, valeu Cho, vou lá falar com a diretora então...

-Tchau- ela se despediu com os olhos puxados piscando.

Harry só parou de pensar na atitude de Cho quando chegou na gárgula e leu o papel.

- Charada da Esfinge- ele falou relativamente alto.

A escada se moveu e ele subiu, fazia muito tempo que ele não ia lá.

-Bom dia Harry.- McGonagall disse de trás da escrivaninha.

Harry desejou o mesmo, mas era muito estranho vê-la sentada no lugar onde tantas vezes ele encarara Dumbledore.

-Estranho me ver aqui, não é?- ela perguntou como se lesse a mente dele-Eu também demorei para me acostumar, por muito tempo eu não conseguia ficar sentada aqui.- ela disse enlaçando os próprios dedos melancolicamente.

-A sua senha é diferente também, Dumbledore gostava de senhas bobas, tipo suco de abóbora.- ele comentou.

-Decifra-me ou te devoro, é o que a Esfinge diz para os que não conseguem decifrá-la, bom, no meu caso, ninguém vai devorar ninguém se não disser a senha correta, mas eu gosto da historia da Esfinge.Bom, vamos ao que interessa: eu te chamei aqui Harry para explicar sobre as suas aulas de adivinhação.

-Minhas aulas?Eu estava curioso mesmo...

-Serei rápida, eu quero que você tenha aulas com porque quando Hogwarts foi invadida Trelawney já tinha previsto isso.

-Sério?- ele nunca acreditara no dom de Trelawney, mas nos últimos anos isso estava mudando.

-Sim, ela e até alguns de seus alunos haviam tirado a carta da torre que mostra o perigo e a confusão, por isso, eu acho sensato por mais que possa ser irrelevante inicialmente, prestar atenção nas cartas dela.Esse ano a matéria principal da sua série é justamente a cartomancia e é bom que você fique atento e também é bom que você tenha um de seus amigos com você, para discutirem sobre as cartas.Aquele-que-não-deve-ser-nomeado está por aí e se pudermos prever o mínimo que seja, já é um passo a frente.

-Está bem.- Harry lembrava agora da cena em que no seu sexto ano ele encontrara a professora de adivinhação no corredor antes de ir encontrar Dumbledore, ela realmente mencionara a tal carta.

-Pode ir Harry, só queria esclarecer isso.

-Tá bom e...Boa sorte professora, não deve ser muito fácil comandar isso tudo aqui.

-Eu tenho ajuda- ela apontou para um quadro onde Dumbledore dormia tranqüilamente.

Harry pensou se poderia acordá-lo, mas desistiu, talvez fosse um choque para ele falar com o professor, ele ainda não estava preparado, por isso fechou a porta e desceu pensativo pra ir almoçar com os amigos.

Draco terminou de almoçar quando Harry chegava e fez questão de dar uma ombrada nele.Harry fingiu que o sonserino não existia e simplesmente foi se sentar na mesa da grifinória.Draco subiu para sua casa, passou pelo retrato e entrou na sala comunal que estava completamente vazia já que todos ainda estavam comendo,vazia exceto por uma garota de cabelos castanhos encostada na janela que Draco conhecia bem e sabia que não havia almoçado.

-Nina - ele chamou fazendo-a se virar para ele.

-Fala.- ela disse secamente voltando encarar a própria imagem refletida no vidro.

-O que foi aquilo na sala de adivinhação?Por que você se exaltou tanto?

-Por nada Draco, me deixa.

-Eu acho muitas coisas estranhas sobre você.Várias perguntas...- disse se aproximando dela e tocando o seu braço esquerdo.Ela se afastou bruscamente, como um animal arisco.

-Sabe Nina, cada vez eu tenho mais certeza das minhas suspeitas...- ele comentou mais desconfiadodo que nunca.

Ele a segurou com os dois braços derrepente, mas ela conseguiu escapar e os dois correram pela sala comunal como se fosse um pique-pega, mas era muito mais do que isso.

-Me deixa Malfoy!- ela gritou indo pra trás de uma poltrona.

-Não até eu confirmar uma coisa!

- Se eu tivesse com a minha varinha você estaria cuspindo lesmas!-esbravejou

-Vou te dizer que o último que tentou fazer isso é que cuspiu...

Ela correu mais uma vez, mas dessa vez ele conseguiu alcançá-la e a jogou com violência em cima da mesa de madeira onde os alunos costumavam fazer seus deveres.Nina bateu a cabeça com força no móvel dando um grito de surpresa.Draco botou o braço sobre sua garganta como se fosse enforcá-la, com o outro braço puxou a manga de seu manto.

Ela só levantou quando Draco se afastou com os olhos vidrados e de certa forma amedrontados.

- Matou a curiosidade Draco Malfoy?- ela perguntou ajeitando as vestes.

Ele não podia acreditar naquilo, mas a prova estava lá: sobre a luz dos candelabros da sala comunal visivelmente ele podia ver aquela simbologia obscura, a marca negra no braço dela.

Gente eu sei q eu deixei vcs curiosos no inicio dessa fic por causa da Hermione, de quem será q ela gosta?Bom, mas vcs vaum entender mais pra frente...Apresento então, Nina Diggory, uma pessoa pouco semelhante com o irmão e a mais nova comensal da morte, isso mesmo...E ela tem uma importante missão q vc vão ver mais pra frente.Vcs naum conhecem ela direito ainda, ao longo da fic eu vou contar um pouco sobre a historia dela.Além disso vcs vão entender pq eu escolhi o nome DRACO DORMIENS NUNQUAM TITILLANDUS pra essa fic.Espero que tenham gostado desse cap. e até o próximo!

Sah Rebelde – vlw pela review!Tah aki a continuação.Se vc tiver alguma idéia pra próxima parte pode dizer!Abraçu

Pritt – Q q eu posso dizer minha fiel leitora?Te amo...dia 26 tow ai ok?Bju

Miss.H.Granger. – brigada por comentar eh mto importante pra mim!Pow, a Nina ainda tem muito o que dizer, fazer...juntar ou separar casais quem sabe?Confusão na certa.Vc vai saber mais a respeito dela com certeza.