Jensen acordou na segunda pela manhã disposto a seguir com a sua vida, pediu para Kane falar com o treinador pedindo dispensa de pelo menos essa semana, dizendo que tinha muito trabalho no laboratório.
Chris concordou, mas simplesmente ficou arrasado ao ver o seu amigo, saindo pela manhã, pois Jensen voltou a usar os óculos e vestir as mesmas roupas sem graça e sem feitio de antes, mostrando claramente que mudara não por ele, mas por Jared.
Quando Jensen saiu do quarto, encontrou Jared na escada que foi ao seu encontro causando uma aceleração em seu coração.
- O deixa em paz! Padalecki! – O moreno parou no meio do caminho quando o ouviu a voz de Chris que estava em pé junto à porta.
Jared apenas deu passagem para o loiro que passou por ele e nem lhe olhou.
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Jensen passou o dia trancado no laboratório, Kane que lhe levou o almoço. Estava acompanhado do Misha. O loiro pediu desculpas por ter atrapalhado o namoro deles no final de semana.
- Tudo bem! Mas o próximo final de semana ele é meu, podemos alternar. – Brincou o moreno.
- Ele não tem fôlego para isso. – Jensen sorriu.
- Jensen você confia em mim? – Perguntou Kane de maneira estranha.
- Claro que sim! Mas até do que em mim mesmo. – Jensen o olhou sério querendo entender a pergunta do amigo.
- Ótimo! Vamos Misha, quero ir ao shopping. – Kane sorriu de forma enigmática.
Se despediram e Jensen voltou a trabalhar.
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Jensen estava distraído fazendo algumas anotações em seu note quando Jared entrou no laboratório.
- O que você quer? – Jensen apertava as mãos, tentava controlar o seu coração que batia de maneira descontrolada.
- Temos aulas hoje. – Jared sentou a sua frente.
Sem falar nada Jensen pegou o livro do moreno e começou a explicar a última lição. Com a bela voz rouca que nesse momento saia sem vida e sem olhar para Jared.
- Jensen, eu...
- Presta atenção na aula, não quero ouvir nada. – Falou Jensen interrompendo Jared.
- Mas eu preciso...
- Não me toca. – Gritou o loiro quando Jared tentou pegar na sua mão. – Fora daqui e não me procura mais. Já teve a sua vingança. – Jensen respirava fundo, mordia os lábios com força.
- Acho que você deve estar desejando que eu nunca tivesse nascido. – Jared se levantou, percebendo que o loiro nunca o ouviria.
- Não! Quem não devia ter nascido sou eu. Agora me deixa em paz, por favor! Você já acabou comigo, não precisa vim dançar em minha sepultura. – Jensen falou baixinho aparentando toda dor que deseja esconder.
- Jensen...
- Por favor... – Repetiu o loiro e o moreno saiu lhe deixando sozinho.
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- OI! As compras foram boas! – Disse o loiro quando chegou ao quarto vendo varias sacolas no chão.
- É para substituir muitas. – Chris nem se deu o trabalho de se levantar da cama.
- Queria ter essa disposição. Você estar igual a minha mãe, com o guarda-roupa cheio e diz que não tem nenhuma roupa. Vou tomar um banho. – Jensen tomou banho comeu qualquer coisa e foi dormir.
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- Chris viu meus óculos, eu os deixei aqui ontem a noite. - Falou Jensen pela manhã depois que saiu do banheiro enrolado apenas em uma toalha.
- Usa as lentes. – Respondeu Chris colocando o recipiente que Jensen guardava as lentes de contato nas mãos dele.
- Eu não quero lentes, quero meus óculos.
- Você estava se dando muito bem com as lentes.
Jensen ignorou o amigo e foi para o guarda-roupa para se vestir. – Onde estão as minhas roupas? – Perguntou quando encontrou apenas aquelas que havia comprado depois de Jared, por sinal as suas roupas estava separada em antes e depois de Jared, e as antes de Jared tinham sumido.
- Essas não são tuas? – Perguntou Chris, se fazendo de desentendido.
- Eu não quero essas!
- Têm outras ali! Para você escolher. – E Chris apontou para as sacolas no chão.
- Você gastou dinheiro à toa. E eu não vou te pagar. – Disse Jensen mexendo nas sacolas. Jogando o conteúdo em cima da cama.
- Primeiro não estou te cobrando e segundo foi o seu pai que liberou esse credito no cartão para ele pagar. Ele detesta as tuas roupas! – Chris riu.
- E onde estão as minhas roupas? – O loiro sentou na cama ainda de toalha. – Eu não vou vestir nenhuma dessas e nem colocarei as lentes.
- Então você vai ficar cego e nu, pois as tuas roupas já foram distribuídas para os pobres, alguns reclamaram, dizendo que o defunto tinha mau gosto. Sabe que aqui é Los Angeles e os mendigos são fashion.
- E meus óculos?
- O Misha pisou em cima sem querer. – Falou Chris tirando da gaveta uma armação com as lentes partidas. - Foi sem querer!
- Mentira! – Gritou Jensen de olhos fechado de raiva. – Eu preciso deles no laboratório.
- Sabemos que tem um reserva por lá.
– Vocês não tinham esse direito. – Jensen falou entre os dentes.
- Jensen, eu sei que de repente nós ultrapassamos os limites, mas você não pode voltar para aquela casca, pelo o que aconteceu com Jared. Quer dizer que mudou o seu jeito por ele, e como ele não te quer, resolveu ser o Homem de Gelo em roupas mal talhadas? – Chris estava indignado com a atitude de Jensen. – Cara, você pode voltar a ser o Homem de Gelo sem problemas, mas em vez de ser gelo puro, pode ser um gelo tipo sorvete. – Falou mais calmo e se aproximando do loiro. Sentando ao lado dele. – Vou abrir a porta.
- Bom dia! – Disse Misha. – Acho que ainda não é um bom dia. – Falou vendo a cara emburrada de Jensen.
- Vou escolher a roupa. – Chris pegou uma calça jeans escura que ficou justa realçando os músculos das pernas e bunda redondinha e empinada. Um cinto largo de couro e uma camisa de manga curta verde escura e por cima uma jaqueta jeans leve.
- Uau! – Disse Misha assim que o loiro se vestiu. – Você está muito gostoso.
- Realmente. Misha me dá um beijo. – Disse Kane para o moreno.
- Claro. – E ambos se abraçaram deixando Jensen no meio dos dois, fazendo o loiro de recheio.
- Acho que nós devíamos experimentar um dia o loiro em nossa cama. – Falou Misha.
- Chega de palhaçada. – Jensen empurrou o moreno quem estava na frente dele. – Agora estão satisfeitos?
- Estamos! – responderam juntos. – Vai loirão, mostra para o Jared o que ele perdeu. E Jensen, para sermos amados temos que nos amar primeiro. – Kane estava olhando de maneira intensa nos olhos do amigo..
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Tomaram café e acompanharam o loiro até o laboratório antes de irem para suas aulas.
Na saída do laboratório à noite Jensen ia caminhando pelo corredor quando se sentiu prensado contra a parede, e mesmo antes de ver o rosto, já sabia de quem se tratava.
- O que você quer? Não está se sentindo vingado o suficiente. – Disse Jensen entre os dentes.
- Você não quer me ouvir. Jensen...
- Eu não quero ouvir nada! Me solta!
- Não! – E Jared pressionou a sua boca contra a de Jensen, que tentou resistir, mas o cheiro do moreno lhe invadiu as narinas, juntamente com o sabor de sua boca, e nesse momento cada célula do seu corpo se voltou contra ele, o fazendo corresponder o beijo com toda a paixão, que tentava arrancar do seu corpo.
Jensen se entregou aquele beijo como se sua vida dependesse dele, seus braços envolveram o tórax forte de Jared, e suas mãos deslizaram pela costa do moreno sentindo os músculos perfeitos.
Jared abraçava Jensen como quisesse garantir que nunca mais o loiro saísse de lá, quando por falta de ar o beijo foi interrompido. Sem se soltarem Jensen suspirou quando a boca do moreno lhe beijou o pescoço e com a língua subiu pela lateral até junto da orelha onde deu uma leve mordida no lóbulo, arrancando um gemido rouco do loiro.
- Você vai me ouvir agora? – Perguntou Jared baixinho, fazendo Jensen abrir os olhos, que estavam escuros de desejo, o loiro apenas balançou a cabeça afirmando e mordeu os lábios, mas quando virou a cabeça viu Tom e Chad, parados no corredor sorrindo.
- Idiota. – Disse Jensen com raiva e nesse sentimento encontrou forças para empurrar Jared e saiu correndo sem rumo.
- Jensen! – Ainda ouviu Jared chamar.
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Jensen parou na porta do prédio, não sabia para onde ir. Pensou em ir para o quarto, mas não queria encher a paciência do amigo, afinal o mesmo há muito tempo não tinha um momento a sós com Misha. Mandou uma mensagem para o amigo dizendo que estava bem.
Durante a madrugada depois de ter ficado horas andando pelo campus voltou para o quarto, encontro Kane acordado, estudando.
- Oi! Jensen. Tudo bem?
- Tudo.
- E por que demorou voltar para casa?
- Estava pensando.
- No Jared?
- Me faz um favor?
- Qual?
- Não me fala mais nessa pessoa, eu estava fazendo as contas e tenho créditos suficientes para não precisar mais ir treinar com o time. – Era a nota mínima, mas a sua vida acadêmica compensava essa média.
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Os dias foram passando Jared não procurou mais o loiro, e quando se viam no corredor se desse como, Jensen mudava de caminho. Trocou de horário com o outro monitor de Fuller, o professor não queria, mas era isso o loiro sairia da monitoria, pela primeira vez ele impôs o seu valor, com um pouco de receio, mas determinado.
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Em uma sexta-feira, depois de duas semana, após o final do expediente Jensen recebeu um telefonema estranho.
- Jensen, onde você está?
- Estou no meu quarto professor Morgan. – Respondeu curioso em saber o motivo do telefonema. Principalmente que o seu mestre estava meio estranho nesse dia.
- Seu companheiro de quarto está ai?
- Não senhor.
- Ótimo! Posso ir aí?
- Claro.
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O professor Morgan entrou no quarto, no rosto um sorriso ansioso. E segurava o bolso do paletó como se carregasse um grande tesouro.
- Jensen. – Morgan disse o seu nome muito sorridente, deixando o loiro mais curioso ainda. – Eu tenho aqui algo que vai revolucionar o mundo. Um prêmio Nobel de Química, da Paz, o que seja. – O homem falava e andava pelo quarto.
- Mas o que o senhor tem aí de tão maravilhoso? – Jensen sorriu verdadeiramente pela primeira vez em muitos dias. Descobertas científicas também o deixava feliz, e vinda de alguém como Morgan, era algo bom para humanidade.
- O que todo ser humano quer? – Perguntou o professor. – O que todo ser humano procura Jensen?
- A Fórmula do Amor. – Respondeu o loiro, mas estava brincando.
- Exato! Eis aqui a Fórmula do Amor – Jensen parou de sorrir e ficou olhando para o mestre na sua frente, querendo saber se era alguma brincadeira. – Eu vim aqui por que você é o único que confio, e sei da tua paixão pela ciência...
- Professor, o senhor está brincando comigo certo? – Jensen estava sério, respeitava o professor, mas estava cético, afinal nesse meio existiam muitos loucos.
- Não! Preciso da tua ajuda, para poder levar isso aos outros, sem parecer ridículo. – Morgan o fitou sério agora e preocupado, como se de repente tivesse escolhido a pessoa errada.
- Minha ajuda como? – Perguntou quase convencido, mas era muita loucura, se fosse outra pessoa, já teria colocado para fora do quarto.
- Eu sei do que aconteceu entre você e o meu sobrinho. – Disse Morgan.
- Professo não quero falar disso.
- Mas é necessário. – O homem o segurou pelo seu ombro. – Sei o que ele fez, brincou com os seus sentimentos. Com essa fórmula você pode conseguir que ele venha até você.
- Não.
- Jensen, nós dois acreditamos que o amor é química. E você já me falou que nasceu sem uma substancia que provoca paixão em outro se humano, e se a sua teoria for verdadeira, isso aqui, – Disse Jeffrey mostrando um frasco de vidro com um líquido transparente dentro. – Pode suprir essa tua deficiência. Pensa quantos Jensens existem pelo mundo, precisando de calor humano, chorando por um amor não correspondido.
- Mas por que eu? Por que o Jared? – Jensen era pura agonia.
- Eu apenas experimentei em cobaias animais, vocês serão os primeiros seres humanos, isso se você aceitar a proposta. Para poder apresentar isso para o mundo cientifico, e conseguir alguma atenção, tenho que mostrar algo especial, não posso apresentar dois ratos tarados. – Morgan riu ao dizer isso. – Mas se eu apresentar um casal, que comprovadamente um deles ou os dois não se amavam antes de experimentar a fórmula, correrá menos risco de ser ridicularizado, e você sabe que isso pode acontecer.
- Mas essa fórmula pode ser usada para o mal. Alguém sem caráter pode seduzir pessoas para a sua satisfação pessoal, um líder mal intencionados pode seduzir líderes de todas as nações e começar a guerra mundial, podem...
- Calma! A fórmula é individual, isto é, a fragrância que você usa para seduzir uma pessoa, e não seduz outra. Pensei até misturar, a substância selecionadora, mas não dá certo. E a sua fórmula usada para seduzir também só funciona para você, se outra pessoa usar, não terá nenhum efeito.
- Que substância selecionadora é essa?
- Ela atua junto com o suor ou a saliva. – Jensen lembrou que o professor recolheu um pouco do sua saliva para uma experiência na semana que passou, estranhou, perguntou, porém o seu mestre nada explicou. – Vai me ajudar?
- Não! – Jensen foi categórico.
- Pensa você pode entrar para a história e ter o amor de Jared.
- Dessa maneira, muito obrigado. É falta de ética.
- Você pode experimentar uma vez apenas, quando tomar banho acaba o amor. É! Meu menino tem efeito passageiro. – Disse o professor com pesar.
- Então a pessoa terá de usar eternamente?
- Na verdade pode acontecer de a pessoa se apaixonar depois, isso aconteceu comigo, depois de conviver com Samantha me apaixonei por ela.
- Pensei que tinha sido amor instantâneo. – Comentou, pois o amor entre Jeffrey e Samantha era invejado por todo campus.
- Não, cresceu com o tempo.
- Mas eu não quero o amor de Jared assim.
- Jensen você sempre disse que o amor é química, e o que você vai ter é uma química artificial, não vejo problema nisso. E já pensou ter o Jared apaixonado por você, pelo menos por um dia, poder beijar os lábios dele sem medo de ser rejeitado, saber com é ter a pele dele sobre a tua, ser penetrado ou penetrar...
- Chega professor. O senhor me desculpa mais não vou lhe ajudar nessa experiência. É a minha vida...
- Jensen, cientista se sacrificam. – Falou irritado. – Olha, aqui está o frasco – E o colocou em cima da mesinha de estudo em um lugar bem visível. – Só funciona com o Jared, se você passar e ficar perto de outra pessoa não vai ter nenhum efeito. E detalhe foi o que me fez escolher vocês, pois são desimpedidos, maiores de idade e não tem risco de gravidez.
- Gravidez?
- A pessoa que está sobre o efeito da fórmula sente um desejo além do normal pelo outro, então se usar esteja pronto para fazer sexo, e muito sexo. O ratinho transou até morrer. – No rosto um sorriso cínico.
- Mas...
- É apenas tomar banho. E detalhe você é um ser humano, não vai ser apenas por instinto, ao ponto de morrer copulando. Se você usar faça um relatório. Tenho que ir, Sam está me esperando. – Jeffrey saiu do quarto deixando Jensen no meio do quarto com medo de uma mesa cheio de livros, tudo por causa de um pequeno frasco de vidro.
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O sábado passou tranquilo em partes, pois Jensen não conseguia nem chegar perto do frasco com a fórmula do amor.
- Jensen você está muito esquisito hoje. – Disse Kane.
- Eu sou esquisito. – Jensen revirou os olhos.
- Hoje você está mais. – Rebateu. – E por isso não vai ficar enfiado nesse quarto hoje.
- Claro que não vou sair.
- Vai sim, e não aceito não como desculpa.
- E para onde nos vamos? – Jensen revirou os olhos novamente, mas acho melhor sair do que ficar olhando para aquele vidro.
- Cinema, uma pizza e se um nerd concordar final da noite dançando em algum lugar.
- Ok.
- Ok! Sem discussão? Onde está o meu amigo? Ser de outro planeta. Vou escolher a tua roupa, vai tomar banho. – Kane bateu com a toalha no amigo.
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Quando Jensen saiu do banheiro Chris entrou, mas sua roupa já estava em cima da cama, pronta para ser vestida.
Uma calça jeans preta e uma blusa azul escura de algodão de mangas compridas, de três botões na gola tipo canoa, e uma jaqueta de couro.
Assim que Chris terminou de se arrumar, Misha chegou.
- Meu perfume acabou. – Disse o moreno.
- Você não precisa se preocupar com isso. Teu cheiro natural é maravilhoso. – Falou Kane beijando o namorado.
- Oba, mas aqui tem perfume. – Misha largou o namorado e pegou o frasco na mesinha do Jensen, que ficou sem ação. Vendo Misha se passar o perfume. – Gostei, os melhores perfumes, nos menores frascos.
Chris pegou o frasco das mãos de Misha e se passou um pouco e veio em direção ao loiro, que observava a cena como se tudo estivesse acontecendo em câmera lenta.
- Vamos perfumar esse loiro. – E Kane lhe passou a Fórmula do Amor, por sinal com bastante generosidade.
- Não era para usar isto. – Jensen conseguiu dizer.
- Por quê?
- Era uma experiência.
- Vamos derreter? – Perguntou Kane, que estava entretido no celular.
- Não!
- Virar algum monstro? – Perguntou Misha.
- Não, nada sério pode acontecer.
- Então para mim está ótimo, estou perfumado. – Disse o moreno indo atender a porta.
- Jared ninguém te mandou entrar! Você não é bem vindo aqui. – Disse Chris assim que o moreno entrou sem ser convidado.
- Eu sei, mas precisava falar contigo, sobre o treino de segunda. – Jared falava e começou a olhar de maneira estranha em direção a Jensen, que observava o moreno com um misto de curiosidade e apreensão.
- Já sei do horário do treino. Era só isso? – A voz de Chris era pura má vontade.
- Eu preciso falar com o Jensen.
- Ele...
- Deixa o Jensen decidir. – Misha interrompeu o namorado.
O lado cientista do Jensen falou mais alto e concordou em ouvir o que Jared tinha a dizer.
- Te espero lá embaixo. – Kane não estava muito satisfeito, mas saiu com o Misha deixando Jensen sozinho com Jared.
- O que você quer falar comigo? – Perguntou Jensen, pois Jared apenas lhe olhava, e o loiro estava se sentido como uma presa observada por um predador.
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N.A.: Obrigada pelo carinho, e não deu para responder os reviews, pois como sempre falta de privacidade para isso, mas adoro receber os seus incentivos, e sempre que puder os respondei, mas às vezes tenho que escolher. Escrever ou responder, e como sei que estão loucas por atualização... srsrrsr Teremos apenas mais dois capítulos e mais um filho completo.
Jogo do Amor logo estará sendo retomada, a mesma esta na reta final, acredito que de três a quatro capítulos.
Acho que estou esquecendo algo... rsrrs
Cantinho da beta:
(Sem comentários... hahahaha)
(Aninha malvada, eles não merecem isso!)
. (Loiro grosseiroooo!)
(Tenho certeza que alguns gostariam... Mas é uma visão bem cômica!)
(Nunca é um bom dia quando ele está emburrado e grosseiro assim!)
(Alguém algum dia achou o Morgan são?)
(Ai loirinho... Ai loirinho...! Que vontade de te bater às vezes...)
(Ri demais imaginando a cara do Jensen nessa cena. E a cara do Kane. "vamos derreter" foi a melhor!)
