Dominado por raiva e desejo de vingança, Igneel instiga o ódio nos aldeões, divertindo-se em espalhar o sofrimento e a dor, para assim poder vingar-se, mesmo de maneira indireta...

Resposta e agradecimentos, abaixo na nota XDDDDD

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Cap. 4 - Instigando o ódio.

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Do céu negro, a lua e as suas súditas tornaram-se espectadoras silenciosas dos massacres que ocorriam nas vilas próximas do castelo.

O cheiro de carne humana queimada e de diversos animais, impregnavam o ar turbulento, assim como as chamas vivas, crepitantes, que alegremente incineravam tudo ao seu redor, ao som da melodia funesta oriunda dar dor e do terror, regida habilmente por um maestro forjado na perda, no fogo e na ira.

Suas escamas reluziam, refletindo a luminosidade das chamas escaldantes, enquanto seus olhos rubros observavam com prazer e alegria, os seres patéticos que corriam como baratas para não serem pisoteadas ou incineradas em nome de sua sede de vingança e preenchido por um ódio mortal, direcionado aos ningens (humanos).

Igneel divertia-se ainda mais, quando ocasionalmente, brandia sua cauda, provocando abalos sismícos, fazendo as pessoas tombarem ao chão para serem pisoteadas pela multidão aterrorizada ou pessoalmente pelo dragão, cujo barulho audivél de ossos sendo esmigalhados e os gritos morrendo angustiantemente a meio caminho de ser formarem nas gargantas, alegrava-o imensamente, como se fosse música aos seus ouvidos.

Era um deleite que permitia-se apreciar. Para o Imperador do Fogo, as criaturas humanas além de inferiores, eram patéticas e claro, facilmente manipulaveís, perversas e crueís.

Considerava que aquilo era quase semelhante ao que os mercenários realizavam, quando iam saquear uma aldeia desamparada, com exceção de pisar nas pessoas, esmagando-as, embora fizesse lentamente, muitas vezes, para prolongar o terror da pessoa de ver uma pata imensa, descendo para esmaga-la e estupro. Bem, pelo menos para os aldeões. Já Natsu, era outra "história".

Matar rapidamente não o satisfazia. Queria que sofressem, que sentissem seu poder e ira, assim como a dor angustiante que sentia ao pensar no motivo de ficar orfão quando jovem e também, decidindo usa-los para vingar-se da família de Natsu.

Porque, por mais que a ex-hime daquelas terras, agora era meramente sua propriedade, uma escrava, podendo fazer o que queria com a mesma, era um dragão de palavra. Porém, a promessa era somente que ele não mataria a família dela ou faria mal a cidade ao pé da montanha. Quanto a atacar as vilas pertencentes àquele reino e insuflar o ódio daqueles humanos para com os senhores daquele reino, era outra coisa.

Seus olhos maléovolos voltam-se novamente para o chão de terra batido, mas já tingido de sangue e restos de corpos, além de entulhos e vê uma criançinha, não tendo mais do que seis anos, olhando-o com pavor nos olhos, esta, caída no chão. Propositalmente, espera que uma humana com um bebê no colo, se aproximasse da criança para pega-la, conforme vira de soslaio.

Sorrindo malignamente, usa uma de suas garras, perfurando a mulher no abdômen, que não tem tempo de gritar e depois, a ergue com violência no ar. Segurando as pernas firmemente, impulsiona as garras para cima, rasgando-a ao meio a partir da cintura e depois, a comprimindo em suas mãos.

Ouve-seo barulho de ossos sendo quebrados e o sangue materno, vazando e esguichando, encharcando as crianças logo abaixo desta.

A menininha que segurava seu irmãozinho protetoramente contra o peito, olhava estarrecida, em transe, nem mais chorando, pois o choque de tal cena fora tão grande, que perdera a noção do espaço a sua volta e somente balbuciava palavras incompreensiveís.

Gargalha gostosamente, pois, fazia tempo que não se divertia tanto assim. Com isso, pega o bebê com uma delicadeza infundada, sem resistência da pequena, que estava em choque e deposita-o em seguida, com cuidado no chão, como se tivesse medo de machuca-lo. Porém, tudo aquilo era somente para ter o prazer sórdido de eguer a cauda e esmagar o pequeno ser que berrava a plenos pulmões, encharcado do sangue oriundo da mãe.

A menininha não gritava, na verdade, olhava-o com os olhos sem foco, afinal, o horror congelou seu corpo e sua mente, esta não processando o que se sucedeu nem o que mesmo acontecia frente aos seus olhinhos, naquele terrivél teatro Kabuki.

Então, pisca somente uma única vez, timidamente, ao ver a imensa pata acima dela. Sabia que era uma pata, mas, naquele momento, seu corpo não se mexia, por mais que sua mente gritasse e a última coisa que viu, foi vê-lo descer em sua direção, passando a sentir dores lascerantes, gritando por parcos minutos, antes de ser silenciada, sobre a felicidade insana de Igneel.

Encontrava-se tão imerso em seu infame divertimento, que nem sentira jovens magos lançando magias nele ou espadas descerem com ímpeto em suas escamas, apenas provocando o tilintar das armas ou a quebra das mesmas. Isso até sentir um leve incomodo.

Seus olhos malignos passaram a enquadrar os humanos, tolos o bastante para desafia-lo em nome da patética justiça humana e proteger inocentes, pronunciando palavras sem empáfia e sendo irônicas ao mesmo tempo, afinal, nem ao menos podiam proteger a si mesmo dele.

Olha mais a frente, atrás destes e via pessoas correndo e então sorri, compreendendo o porque do suicídio destes e resolve se distrair com seus "novos brinquedos", não se defendendo e deixando os atacarem à vontade, pois, não conseguiriam sequer arranhar sua pele, que era bem protegida pelas escamas que rechaçavam os ataques, enquanto olhava divertidamente o pavor nos olhos destes, ao verem que não provocavam nenhum dano.

Pelo visto, segundo o Imperador, não sabiam que lutavam contra um dos senhores deles, o dono daqueles que viviam nas terras de sua honoravél genitora, traída por tal raça péfida e nojenta, cuja definição vermes para Igneel, não chegava nem perto do que eram.

Não só eles, mas, os humanos não passavam de "coisas", "algo", que existia exclusivamente para o deleite dos dragões e suspira pesadamente, fazendo uma labareda intensa sair de suas narinas, enquanto pensa irritado nos motivos infundados dos demais Imperadores, para não se divertirem como ele.

Como não era injusto, não negava esse prazer aos demais de sua espécie, permitindo aos demais dragões de fogo, que eram mais fracos do que ele, que se divertissem como queriam com os humanos. Não compreendia porque os demais Imperadores, viam tais seres com humanidade, empatia e respeito. Afinal, eram meramente escravos que pertenciam a eles e podiam fazer o que quisessem.

Então, finge soltar uma rajada de chama em cima de seus atacantes. Como esperado, os magos ergueram escudos defensivos, enquanto ao mesmo tempo, os guerreiros colocavam-se imediatamente em guarda, para somente no último instante, Igneel direcionar o ataque para as pessoas que fugiam ao longe, queimando-as vivas.

O odor de carne queimada, impregnava ainda mais o ar denso, enquanto os gritos lacerantes ecoavam pela noite escura como o breu, por causa da densa fumaça negra, oriunda não só dos restos humanos, mas, das construções e outrora lavouras, inclusive, de parte da floresta que ladeava aquela vila.

- Maldito! - um deles se ergue e passa a golpea-lo impiedosamente e efusivamente.

Igneel deteve-se apenas por um breve momento, a somente observar atentamente os olhos tomados por uma coragem sem precedentes e ira, que fazia-o relembrar de Natsu. A diferença de ambos, claro, além do sexo, é que ela era ainda um filhote de humano e este, um humano adulto.

Abana a cabeça para os lados, julgando que era apenas sua ansiedade em revê-la, pois com certeza, a marca que fez nela já cicatrizara, julgando ser por isso, que associou o olhar do guerreiro com ela. Esse sentimento subjulgava-o, dominando todo o seu ser.

Sentia seu coração transbordando de felicidade, pensando ser de vê-la humilhada. Afinal, a jovem possuía um olhar altivo e desafiador, que com o passar do tempo, se tornaria o de uma escrava submissa, que fará tudo que ele mandar. Até aí, se certificaria de humilha-la de todas as formas que sua conturbada mente vingativa, tomada pela perversidade e ódio, permitia-lhe imaginar.

Então, recorda-se que tem que deixar alguns vivos, além de explanar o motivo de estarem sendo destruídos e terem perdido seus familiares e amigos, juntamente com todos os sentimentos despreziveís que aqueles vermes sentiam, segundo a opinião dele.

Porém, antes, brande sua imensa cauda, esmagando os tolos que ainda o desafiavam e aqueles que haviam perdido a vontade de lutar, já tendo entregado-se a morte eminente, por perceberem o despautério que foi enfrenta-lo.

Aprumando-se, fala com eloquência, reverbando sua voz ao amplia-la por ser um dragão, acabando por gerar uma espécie de eco em forma de um vento forte, oriundo de seus poderosos pulmões, repleto de maledicência e em um tom odioso. Cada palavra era proferida com o mais puro ódio que permitia-lhe daquelas "criaturas" crueís e falsas, cujos descendentes ou não, pagariam por crimes de um passado distante dos mesmos:

- Vermes! O motivo de teus sofrimentos foram causados pela princesa Honookaze Natsu! Uma tola que desafiou-me - o que era verdade - e decorrente da infeliz promessa feita a mesma que impede este Imperador de vingar-se de tal afronta em sua família... os faz sofrerem em demasia, pois somente resta estravazar minha ira em vocês!

Nisso, parte vôo dali, se dirigindo para a próxima vila, contendo o desejo avassalador de ver sua escrava.

Deixava para trás, sobreviventes em desespero e insuflados por um ódio desmedido, julgando como os culpados daquilo tudo, seus monarcas.

Toda a dor e sofrimento infligida a eles por um coração perverso e sádico, vertia-se em uma ira mortal, que recaía sobre a família da pobre Natsu, que enfrentaria agora, o ódio daqueles que perderam tudo para um dragão enfurecido, praticamente bestial.

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Igneel fizera a mesma coisa, em várias vilas, grandes ou pequenas, poupando metade dos moradores em boas condições para que fizessem aquilo que não podia fazer.

Na verdade, fora até mais divertido assim, na visão dele, do que atacar diretamente o castelo e a vila ao pé de seu palácio, afinal, seria um espetáculo aprazivél que assistiria de camarote, vendo até onde iam os sentimentos daquelas criaturas inferiores, maleaveís como a água.

Se afastando da última vila, se dirige até a montanha, mais precisamente nos arredores da capital daquele reino, na forma humana para não chamar a atenção.

Acaba estancando no ar por causa de Metallicana que aparecera a sua frente, olhando-o com desaprovação e certa ira, além de desprezo, como se ele fosse algo indigno.

Aquilo tudo o faz rurgir de ódio. Seu rugido se espalhando por vários quilômetros, ensudercendo diversas criaturas que fugiram confusas, sem saber a direção que deveriam tomar e os humanos próximos dali, se ajoelharem no chão, com suas tempôras latejantes pelo rugido do dragão posesso.

Já, Metallicana, não abalou-se com aquilo, fitando com o mesmo olhar desde o início, cruzando agora com severidade os braços em frente ao seu corpo.

Não se alterou, nem mesmo quando em seguida, Igneel apareceu a sua frente com uma espécie de espada feita de puro fogo, encostado em seu rosto feminino, que aparentava ter vinte e cinco anos. Cabelos negros, olhos cinzas como um dia chuvoso, além de usar uma armadura lustrosa, negra.

Em sua cintura, jazia uma espada. Sabia que em matéria de poder, ambos estavam em pé de igualdade e se lutassem, além de destruírem uma área gigantesca, dizimariam todas as formas de vidas ali existentes e ambos estariam mutuamente feridos, pois, mesmo assim, não seria definido um vencedor e meramente, continuariam lutando até a morte, envoltos no calor da luta.

Como se considerasse e tivesse o mesmo pensamento da Imperatriz dos Dragões de Metal e Senhora do Metal, na sua frente, baixa a arma, bufando como uma criança contrariada e se afasta, mantendo-se a apenas a um metro de distância, fitando-a com visivél irritação em sua bela face.

Metallicana apenas arqueia a sombrançelha para o Imperador à sua frente, tal comportamento sendo esperado do Imperador dos Dragões de Fogo e Senhor das Chamas, título herdado de sua falecida genitora, após o assasinato desta nas mãos daqueles que cuidava e protegia, sendo uma versão oposta de Igneel em termos de caratér e maneira de ver os humanos.

As atitudes do filho desta, sempre foram repudiadas e somente toleravam, pois, nada serviria uma luta entre eles, afinal, só provocaria caos e destruição, gerando uma espécie de apocalipse para os humanos, levando-os consequentemente para a própria destruição, tomados por dor, medo e ódio. Este sendo o único motivo que fazia com que não avançassem nele e tivessem certa indulgência pelos atos desprezivéis, vis e crueís do mesmo.

Ela não se intimidara em nenhum momento pelo ser a sua frente. Era firme como o metal e tinha a persistência do mesmo, além de um pouco de frieza, porém, sendo maleavél, embora fosse algo muito custoso para se tentar fazer com a mesma, devido a sua teimosia e persistência.

O silêncio é quebrado, quando ela pergunta em um tom de asco, ouvindo o rosnado de advertência de Igneel e ignorando o mesmo:

- Ignorastes o fato que não podia atacar os humanos?

- Hunf! Encontram-se em minhas terras. Logo, são propriedades deste Igneel, para servirem como convir-me! - fala em um tom irritado, mas, como se ensinasse a uma criança que um mais um, era igual a dois.

Tal ironia é percebida por Metallicana, que somente faz junta feia e decide retribuir, com uma voz que soava como uma mãe para seu filho, após este ser pego em alguma arte:

- Pode até ser... mas, foste proibido... entendeste teus atos?

- Tsc! Lidem com as suas próprias vidas e mimem vossos próprios vermes! Agora, este Igneel verá a atração principal desta noite.

Termina com um sorriso maligno, quase demente, que fez Metallicana sentir-se incomôdada e então, o dragão aponta mais a frente, com visivél tripudio:

- Veja! Aqueles são os seres humanos que tu e os demais Imperadores protegem. - fala com um tom maligno, se divertindo, em ver a dragoa olhar atônita, compreendendo o porque dos ataques ferozes e perversos aos humanos, que pioravam cada vez mais.

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Os aldeões haviam invadiram o castelo como uma massa de ira e ódio, derrubando soldados, enquanto ex-colegas, convertiam os outros, que passaram a compartilhar dos ataques e dos causadores da fúria do lendário dragão da montanha, uma lenda deles que remontava há séculos atrás e havia sido esquecida, para ressurgir com força, relembrando-os do motivo da bandeira ter um dragão vermelho pintado no centro e preenchida por chamas alaranjadas.

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Vendo aquilo, Metallicana sentira um aperto em seu coração, mais por Igneel que mudara e muito, infelizmente para pior, desde o assasinato covarde de sua genitora, uma dragoa de fogo bondosa e gentil, a ex-Imperatriz dos Dragões de fogo e ex-senhora das Chamas, cujo fogo irradiava a justiça e a prosperidade por aquelas terras.

Notara, que ele ao fazer tudo aquilo, além de provocar tal situação, orientado pela sede de vingança e ódio, somado a um intenso prazer maligno, acabara condenando a si mesmo, veemente e cuja sentença seria cobrada em um futuro não muito distante.

Porque acreditava, assim como sua amiga, Grandine, que um dia, este se arrependeria de tudo que fez e nesse momento, todo o ódio e dor provocado aos outros, iriam infligir quase os mesmos danos nele, com a diferença que seria pior e agravado pelo amor.

Se de fato, tal momento chegasse, não saberia definir se sentiria pena ou não dele. Sem mais delongas, se despede de Igneel, com a voz fria e um aceno de costas para o mesmo:

- Até, Igneel-dono... não se esqueça... cada um colhe o que semeia...

- O quê? - vira a face para ela, com o cenho arqueado, em visivél confusão.

- Um dia, recordarás das palavras proferidas por esta Metallicana e sentirás, todo o peso oriundo das mesmas... agora, procurarei um humano para adotar como filho e torna-lo meu DragonSlayer.

Nisso, se retira dali, assumindo ao longe a forma de uma dragoa imensa, deixando para trás um dragão irado que esbravejava irritado por esta deixa-lo sem maiores explicações do que queria dizer com aquilo tudo e também, ofendendo-a, por ser uma tola em adotar um ser patético, um verme, como filho e conceder uma magia, que somente eles, os dragões possuíam.

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No interior do castelo, Nohara era escudada por seu irmão, Shinsetsu, um guerreiro que brandia sua espada com ira.

A jovem havia acabado de se recuperar, após ter sido encontrada inconsciente na floresta próxima do castelo. Só tivera tempo de falar, quando despertou, que um dragão levara a irmã e queria vingança.

Antes do jovem monarca implorar por ajuda a alguma Guilda, vê seu castelo cercado por aldeões, descobrindo serem remanescentes dos massacres que ouvira naquela noite, provavelmente promovidos pelo mesmo dragão que sequestrara sua irmã, segundo os relatos e que jogara a culpa neles, instigando seu povo contra eles.

Vira alguns de seus soldados, que ao saberem da perda de suas famílias, passaram a culpar o monarca daquelas terrras também. E em vez de o defenderem, agora, o atacavam impiedosamente, imersos em fúria e dor.

Com determinação e como sendo uma Senren Madoushi, pega duas chaves ao ver que estavam no salão de festas, protegidos apenas por uma cúpula de vidro. Então, invoca sua magia:

- Portão do Carneiro, abra-te! Áries!

Quando Áries surge, ela pede, a beira das lágrimas:

- Use seu ataque! Nos encoberte nele!

- Hai... - quando fala, sua voz sai entrecortada de tão hesitante e em um tom inseguro, como de costume

Mesmo com seu habitual receio e insegurança, envolve todos em uma densa nuvem cor de rosa por toda a área, ao mesmo tempo que mais pessoas surgiam pelas portas envolta do imenso salão.

Então, completamente encobertos, impossibilitando temporariamente de serem atacados, ela usa mais uma chave, mas fechando o portal de Áries, afinal, fazer uma invocação simultanêa drenava e muito sua magia, ainda mais com uma chave do zodíaco:

- Portão do Carneiro, feche-te!

Então, enfim, usa sua próxima chave:

- Portão do céu, abra-te! Sora!

Um hipogrifo prateado lustroso de asas douradas, do tamanho de um cavalo com asas enormes, surge de dentro do vestígio de nuvens, que foram usadas meramente para ganhar tempo.

- Anii-uê! Vamos!

Nisso, com ambos montados no hipogrifo, este alça vôo, indo até o domo e o quebrando, com um ataque de suas rajadas de penas oriundas das asas, ouvindo os gritos de ódio e revolta dos soldados e aldeões. Porém, este domo foi quebrado simultaneamente, por ataques de flechas mágicas e de magia, oriundos do jardim externo.

Uma dessas flechas, atinge Sora em cheio, que se desfaz em fumaça e então, os irmãos caem em queda livre.

Shinsetsu abraça protetoramente a imouto, mesmo sabendo ser inútil na queda em que se encontravam. Mas, munida de coragem, mesmo entre os tormentos, lembrava-se das palavras de sua irmã e com isso, pega mais uma chave:

- Portão da Estrela maior, abrar-te! Kuro!

Nisso, no ar, surge um cão negro imenso do tamanho de um cavalo e com asas de penas negras, que rapidamente, inclina o corpo, quase verticalmente ao chão, amparando ambos em cima de seu dorso lustroso e fugindo dali, sobre mais gritos de revolta e ataques mágicos.

Sem outra alternativa, ela usa mais uma chave prateada. Conseguia usar duas chaves de prata ao mesmo tempo, em uma invocação simultanêa e fala:

- Portão do Metal, abra-te! Caelum! Forma de canhão!

Ao sair do portal, o Senren assume a forma de um canhão, que flutuava, sendo segurando pela cauda de Kuro, enquanto disparava rajadas.

Seguindo o desejo de sua mestra, ele disparava para matar, o que fez o irmão olhar pesarosamente para a irmã, conforme as pessoas eram mortas.

Os olhos outrora gentis, encontravam-se frios, embora lágrimas peroladas brotavam compulsivamente, denunciando seu estado de espírito e o sofrimento em ser obrigada a matar aquelas pessoas.

Ela sofria, sentindo seu coração dilacerar cada vez mais e mergulhar na escuridão gélida. Por mais que justificasse a morte deles, afinal queriam mata-los e ela queria salvar seu irmão, ferido no braço, não era desculpa forte o bastante para justificar completamente as mortes, daquela que nunca matou sequer uma barata.

Sentia-se suja de sangue e somente, limitou-se a murmurar, balbuciando como um mantra, seus lábios tremendo, embora seus olhos parecessem fora de foco:

- Perdoe-me, Caelum-chan.

Kuro não fala nada, sentia a dor no coração de sua mestra e não encontrava palavras para conforta-la, assim como o irmão desta, que apenas cerra os punhos, sentindo-se um completo inútil.

Porém, ao se aproximarem de um lago, Kuro acaba não conseguindo se desviar dos ataques, agora lançados por dois magos, estes reconhecendo serem os cavaleiros magos que deviam protegê-los. Então antes de sumir, ele fala, tristemente:

- Perdoe-me, Nohara-sama, Shinsetsu-sama... Caelum! Cumpra sua obrigação de Senren! - termina em tom nervoso, olhando significamente para o amigo, antes de desaparecer.

Nohara, impulsionada pelas memórias de sua irmã e mesmo sentindo-se um monstro que havia quebrado o que restara de seu coração, invoca rapidamente, ao ver que se aproximavam do imenso lago, sabendo que ao contrário de Aquário, podia invoca-los próximo da água e não obrigatoriamente, de dentro desta:

- Portão do Guardião das Ondas! Abra-te! Psyans!

Dois peixes imensos saem do portão, estes tendo asas feitas de escamas, quase translúcidas, do tamanho de cães filas. Rapidamente, aparam a queda dos irmãos e em seguida, mergulham nas águas, formando neles, uma espécie de bolha antes de tocarem a superfície cristalina.

Antes de submergirem nós minutos seguintes, Nohara compreendera o que Kuro disse, pois vira Caelum ir para cima dos guerreiros magos que lançavam magias contra ele, que apenas lança, assumindo a forma de uma esfera com asas achatadas, duas espécies de mini-esferas e em seguida, se joga, praticamente, contra a multidão que chegava no outro lado, amontoando-se na costa e desviando-se dos ataques com maestria.

Os irmãos olham estarrecidos os dois magos tentando se afastar do objeto, mas, sendo infrutífero, pois, são pegos por uma imensa explosão, ao mesmo tempo, que Caelum é envolvido em um brilho imenso, gerando uma outra onda de explosão que destroí tudo em volta do outro lado, antes de desaparecer, ceifando a vida do máximo de pessoas que conseguia.

Os irmãos apenas vêem o brilho na superfície, pois já haviam submergido e no fundo das águas, Psyans usam sua habilidade e constroem um portal na água, através de bolhas que soltam de suas bocas e que os levaria ao lugar com água, mais próximo dali e que ficava a quilômetros de distância.

Não era um portal que ia até o mundo celestial e depois para um outro ponto, era direto até um lugar com água, desde que fosse próximo de onde se encontrassem. Havia uma distância-limite para a técnica deles.

Porém, não viram um jovem mago que os seguia, um Mahou Kenshin, que invoca uma armadura alada, com ira nos olhos. Estudara Senrens e nasceu, crescendo naquela vila, sabendo as habilidades das chaves, inclusive as do Zodíaco, pois sua falecida mãe, era uma Senren Madoushi e ensinou-lhe tudo sobre eles, sentindo-se triste, por ele não seguir a sua profissão.

Portanto, sabia a habilidade de Psyans e conhecia muito bem toda aquela região.

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Imagem de Metallicana. ( nos outros profilers meus, tem imagens que coloco, yurichan no nyah!fanficiton e Yukiko no animespirits)

O fanfiction não permite colocar imagem e nem as capas que fiz para essas minhas fics, aqui postadas XPPP

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Quero indicar algumas fanfictions XDDDDDDD

Estas duas primeiras, tem ligação com a fanfiction Futari no Kokoro, na verdade,s eria, futari, tem ligação com essas duas. Do meu otouto. o tronos:

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./historia/96647/De_Volta_Ao_Comeco ...

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./historia/90198/O_Trovao_Alaranjado_Da_Folha

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Tem essas outras dele XDDDDD

./historia/123529/Redencao

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./historia/112971/O_Diario_Da_Raposa

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./historia/135289/Harry_Potter_e_a_Ordem_De_Merlin

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E tem esta do Rodney

./historia/130871/Por_Dentro_Do_Selo

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./historia/118449/Dragon_Law

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As do malucoXP( não são harens):

./historia/97025/Overtime

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./historia/43164/Lost_Ground_Fenghuang .

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./historia/134212/Armagedon

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Tem essa do Jj-sama ( não são harens):

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./historia/134646/Na_Dimensao_Do_Amor

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./historia/129244/Minha_Filosofia_Shinobi

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OooOooOooOooOooOooOooOooO

Quero agradecer, antes das notas o review que me deixou imensamente feliz: Dark Temi

Fez uma ficwritter feliz XDDDDDD

Este Igneel é um FDP mesmo...

Fala sério, dá vontade de trucida-lo .

Meu único alento, é saber o tipo de sofrimento que reservo a ele *risada maligna*

Ah! Uma coisa. As chaves que Nohara tem, de fato, pertencerão a outros Senrens Madoushis, como mostrado no anime...

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Resposta:

Dark Temi:

Tudo bem ^ ^

Muito obrigada pelos elogios XDDDDDD

Bem, este Igneel é o mesmo do anime... só para a ver a mudança brusca que sofrerá... bem, nada que dor e sofrimento pela culpa, agravado pelo amor, para mudar alguém e mais algo, também alimentará essa mudança.

Bem, quanto a Metallicana, esse nome, metallicana, julguei como feminino XDDDDD

Sim, essas duas sempre foram boas, mas, Igneel.. bem... é um caso a parte...

E vai ficar mais dark ainda XDDDD

Não alcançei meu ápice no dark/angust nessa fanfiction XDDDDDD

Espero que tenha gostado desse capítulo XDDDDDDD

É uma pena que não possa postar imagens...

Nos meus outros profilers, dá para ver, até a capa. Assim, se quiser dar uma olhada nas imagens, é o único meio...

Muito obrigada pelo review. Fez uma ficwriter feliz ^ ^

XDDDDDDDDDDDD

Beijos