Psyans consegue se afastar com Nohara e Shinsetsu...
Porém, alguém os alcança...
Nohara conhecerá o nivél do ódio e da perversidade humana...
O que o destino reserva à ela?
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Cap. 5 - Tormentos.
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Antes do capítulo. Eu diminui o tamanho, para poder revisar melhor. Meu tempo anda meio curto, para eu ficar revisando capítulos com oito páginas.
Sinto quem gosta de texto comprido, mas, quero diminuir o máximo possivél quaisquer erros gramaticais e também, capítulos pequenos, tem atualização mais rápida.
Mas, procurei deixar, para os pequenos, no minímo 3 páginas em word. De 3 a 4. Nesse caso foram quatro. Mas, folha completa em arial 12.
Agora, apreciem a leitura e desculpe a demora.
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Longe dali, os dois Peixes surgem das águas com os irmãos no lombo. Saíram, pois o irmão dela estava mal, por causa de um ferimento abaixo de suas vertébras.
Então, Nohara o levara a margem, com os Senrens os observando e ao erguer a armadura, colocou a mão na boca, vendo a profundidade do corte, chorando compulsivamente.
O irmão a abraça, tentando conforta-la, encobrindo sua preocupação com Natsu. Sentia-se naquele instante um incompetente. Devia defendê-las e acabou se tornando um inútil. Uma vergonha como homem e irmão mais velho.
Remoía-se em dor e sofrimento, ainda mais ao sentir o quanto ela estava sofrendo por ter mandado os Senrens matarem as pessoas.
Olhou para os mesmos e estranhou.
Tinha uma parca noção sobre eles e uma das coisas que sabia, era que pactos eram feitos sobre regras e entusiasta como era, Nohara contou-lhe com exatidão os termos do pacto e quando podia invoca-los e a penalidade pela quebra do contrato.
Fica preocupado, ao se lembrar dos dias que ela podia chama-los e então, pergunta à caçula:
- Imouto... podia invoca-los hoje?
Pergunta com receio na voz, agora apavorado, ao ouvi-la soluçar ainda mais e afundar seu rosto transtornado em dor e sofrimento no ombro este, sem coragem para falar.
Psyans então respondem a pergunta, alterando-se para falar como de costume, como se fosse um ser em dois:
- Nohara-sama, quebrou...
- As regras do contrato...
- Não podíamos ser...
- Invocados hoje e a penalidade...
- Segundo Dai Senren no Ooji ( Grande Imperador dos Senrens)...
- É a proibição dela invocar algum Senren...
- Pois, ela não é mais uma Senren Madoushi...
- Caiu em desgraça profunda ao...
- Nos chamar no dia que não podíamos ser invocados.
Ela chorava ainda mais, ouvindo-os falando. Shinsetsu olhava para eles com ira, gritando, alterado e exasperado:
- Falam de maneira fria! Impiedosa! Não viram a nossa situação?
- Contratos com Senrens...
- São promessas...
- Que devem ser cumpridas de nossa parte...
- Assim como o espero da parte da nossa Onna (dona)...
- Essa é a lei...
- E ao descumprimento desta...
- Sua punição...
- Assim foi decidida...
- Á séculos.
- Seus...! - fala irado, levantando-se com ímpeto, querendo corta-los ao meio a todo o custo.
Nohara estava no chão e não notara o guerreiro que surgia, o Mahou Kenshin. A jovem Honookaze agora estava apática, com o olhar imerso em uma imensa tristeza.
Então, é despertada levemente pela voz do guerreiro que surgira. Psyans ainda estavam ao lado dela, com metade do corpo na água, como se esperasse algo ou alguma coisa.
- Finalmente encontrei vocês... - fala em um tom de voz frio e um olhar de ódio para com os irmãos.
O outrora senhor daquelas terras arregala os olhos, reconhecendo o homem a sua frente. Era Yorusou Fukaimori (夜爪深森 - garras da noite da floresta profunda)um Mahou Kenshin, capitão da guarda do castelo e pelo olhar dele e fala, logo se notava que viera pessoalmente elimina-lo, com a face visivelmente transtornada de ódio.
- Vejo que a Seren Madoushi quebrou uma regra... logo, imagino o por que de Psyan continuar aqui... - olha para os Serens - Ei! Peixes! Melhor irem logo... Dai Seren no Ouji não vai gostar de saber que ainda não partiram após a quebra da regra, afinal, é imperativo que retornem para o seu mundo, não é?
Os dois Serens se entreolham, chateados e depois, tristemente para Nohara, que está fraca e que fazia um imenso esforço para permanecer acordada.
Ela então os olha com lágrimas nos olhos e força um sorriso, falando:
- Arigatou, Psyans-chan... eu agradeço a todos vocês, Sora-chan, Sirius-chan, Callum-chan, Lila-chan, Aries-chan, Libra-chan... adeus.
Os peixes sentem uma vibração no ar, indicando que o Grande Rei dos Senrens os chamava, indicando que haviam ficado tempo demais após ela quebrar o contrato.
Nisso, ambos partem dali, tristemente e preocupados, deixando a ex-dona entregue a amarga sorte.
Para surpresa do rei, o cavaleiro desfaz a armadura com sua magia e depois estende as mãos para os lados do corpo:
- Kansou!
Então, surgem espadas e um escudo, lançando em seguida as armas para Shinsetsu. Em seguida, usa sua magia novamente, invocando duas espadas duplas, falando:
- Em consideração por ambos termos sidos discípulos do mesmo mestre na arte da batalha, oferto-lhe a espada e escudo mais forte que possuo, mas, preste atenção em minhas palavras, ô majestade! - fala o final com escárnio, para este que olhava das armas para o cavaleiro a sua frente, que mantinha o semblante de ira para com os irmãos.
- Como assim?
Fica exasperado, temendo não ser algo bom, enquanto Nohara fitava, com as faces úmidas, aonde Pyans estivera momentos antes, com o olhar perdido.
- Só lhe fornecerei um favor pessoal... escute-me atentamente para não reclamares depois! Tem a sua imouto... ela está viva, mas, fraca... pegue essas armas e me enfrente... há chances de me vencer... senão me vencer, ela estará perdida...
- Pares de falar tais mentiras, Yorusou! Mesmo que este Shinsetsu oferte a vida, a matarás, não é? - fala irado, curvando-se para pegar a arma.
- De fato... farei isso... mas, lembre-se que...- porém, o rei pega a espada e escudo, lançando-se contra ele, cortando o que ele ia falar em seguida.
Este se defende rapidamente e fala, irônicamente:
- Deveria ter esperado eu falar... a morte é algo aprazivél à ela... afinal, é uma mulher... de um jeito ou de outro, morrerá... mas, pode sofrer muito antes ou não e ao agir impulsivamente com seu orgulho ferido, sem ouvir o que tinha mais a falar, ofertou a sua irmã ao martírio antes da morte, em vez de deixa-la partir dessa vida sem dor!
- Como...! Não...! Desgraçado! - entendera o que ele dissera, se soubesse, nunca teria pegado nas armas, porém, agora era tarde demais.
Ele estava certo, ela estava fraca demais para fugir e agora sem Serens, era um alvo muito fácil. Começou a chorar, ao saber que condenou sua imouto ao tormento antes da morte, pois sabia a que sofrimento este se referia.
Mas, estava decidido a derrota-lo, afinal, estava sem armadura, então ambos começaram a lutar ferozmente, as armas tilintando frenéticamente a cada golpe contido e a cada ataque bloqueado.
A batalha perdurou por horas a fio, com muito suor e sangue, pelos cortes e ferimentos, que eram feitos em decorrência da fadiga tanto fisíca quanto mental, principalmente por parte de Honookaze.
Durante aquele embate feroz, o rei sentira o erro de não ter treinado mais, deixando as obrigações reais sobrepuljarem o treino da perícia com as armas.
Nohara via a luta com os olhos fracos, chorando, pois notou que seu irmão estava perdendo e murmura, fracamente:
- Onii-uê...
[ uê - sufixo usado no Japão antigamente e que caiu em desuso, para se referir muito respeitosamente e formalmente aos pais e aos familiares mais velhos. Uê significa: acima, que está acima. Numa tradução, seria: "Meu irmão mais velho que está acima de mim"]
Chora compulsivamente quando seu irmão tomba ao ter a espada cravada em seu peito, enquanto a outra mão do inimigo, que segurava a outra lâmina, corta seu peito em sentido transversal de baixo para cima, fazendo o sangue jorra em jatos rítimicos, indicando ter atingido uma artéria de Shinsetsu.
Ele cai com a face virada para a irmã mais nova, com suas lágrimas misturando-se ao seu sangue rubro, que tingiu a grama, tornando-a um tapete vermelho, que refletia a luta mortal.
A lua surgia de trás de uma nuvem e iluminava aquela clareira como um holoforte e que gritava às irmãs celestes, as perversidades e obscuridades humanas demonstradas lá e as que seriam exibidas grotescamente em seguida.
O brilho das estrelas pareciam falhar, frente a tão enfadonha espectativa e espétaculo péfido.
O coração de Nohara pareceu falhar, enquanto lágrimas imundavam sua face e seus olhos fitavam horrorizados, os últimos instantes de vida de seu irmão.
O dia que deveria ser o mais feliz para Nohara, se tornou aquele selado pelos tormentos do corpo e da alma dela, baseados na péfida perversidade humana.
Sua alma e seu corpo, em breve, seriam dilacerados pela maldade e perversão humana.
Uma parte de sua mente apagara, pois estava em choque. O mundo parou para ela e ela parou para o mundo.
Inicialmente, o coração dos irmãos batiam em um só ritmo, agora, o dele falhava vertiginosamente, com os sons cardíacos evaporando-se gradativamente, perdendo-se na noite fria.
Ele falou em seu último sopro de vida, em meio as lágrimas de dor que vertia, seus olhos obscurecendo gradativamente:
- Perdoe-me... imouto...
Nisso, irritado, Yorusou finca a espada no tórax do ex-rei que cerra os olhos, após golfar sangue, enquanto um vento gélido como da morte, varria o vestígio de vida daquele corpo caído em meio a sua própria poça de sangue escarlate.
Nohara, chorando, estendeu a mão tremulante ao irmão, mas, frente aos protestos dos músculos fastigados, o membro despenca, enquanto seus olhos perdem o foco.
Estava em choque, inerte, nem piscando enquanto o ex-capitão da guarda se aproximava dela, falando:
- Vou torna-la minha... totalmente minha... - e sorrindo malignamente, continua - não se preocupe... disse que só seria minha por completo, sua virgindade, sua inocência, sua morte... não a darei aos porcos para ser um brinquedo deles...
A lua se ocultara naquele instante, atrás de grossas nuvens, como senão quisesse ver aquela cena vil e degradante do amâgo da perversidade e viciosidade a que um humano pode chegar.
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Yo!
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Inicialmente, mudei meus planos para Nohara, pois, surgiu umas ideias relativas a Natsu, assim, para acrescentar e espero poder unir.
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E não descreverei o estupro. A cena é cortada para um tempo depois. Já escrevi cenas de estupro, mas, envolvendo criança, não faço. Só cito. Bem, Nohara tem 12 anos e para mim, isso é ser criança.
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Só escrevo cena de estupro, de 16 anos para cima.
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Embaixo as notas ^ ^
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Yorusou Fukaimori - 夜爪深森 - garras da noite da floresta profunda. Yoru(夜 – Noite), sou (爪 – garras), Fukai (深 – profundo) e mori (森 – floresta). O nome dele é Yorusou, mas, no Japão e bem, em muitos países, usa-se o sobrenome, antes da pessoa ^ ^
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- uê - sufixo usado no Japão antigamente e que caiu em desuso, para se referir muito respeitosamente e formalmente aos pais e aos familiares mais velhos. Uê significa: acima, que está acima. Numa tradução, seria: "Meu irmão mais velho que está acima de mim"
