Despedida de Solteiro

"Hinata foi contratada para ser a moça que sai do bolo numa despedida de solteiro, mas coisas muito estranhas acontecem e ela acorda nua, num quarto desconhecido e junto com o noivo."


Adaptação da obra de Karen Kelley.

Disclaimer: Uchiha Sasuke não me pertence, mas eu pertenço a ele, e é tão prazeroso quanto.


Capítulo 3.

- Casar? Mas eu não quero me casar com você! - Hinata esperara tudo, menos isso. A idéia era hilariante. Eles nem sequer se conheciam. Certamente, ele não estava falando sério.

Ela voltou-se para encará-lo. O queixo de Sasuke projetava uma linha determinada. Quando ele a olhou, Hinata soube que aquele era um tipo de homem que não brincava.

— É a única solução — disse ele. — Não quero meu filho crescendo com o rótulo de bastardo.

Puxa vida! O homem que ela subestimara aparentemente tinha padrões de alta moral.

Suspirando, ela começou a explicar a situação:

— Mulheres solteiras mantêm seus bebês hoje em dia, e ninguém pensa mal delas ou de seus filhos. Tudo o que estou pedindo é um pequeno empréstimo. Se você quiser, pode até mesmo redigir um contrato, eximindo-o de qualquer futura responsabilidade.

Ela sentiu-se muito orgulhosa da maneira como explicou tudo.

— Eu não me importo com o que outras mulheres solteiras fazem. - Hinata sentiu seu estado de espírito começar a cair. A maneira que planejara não estava funcionando e as próximas palavras dele confirmaram seu temor:

— Já tomei minha decisão. Nós nos casaremos essa semana.

Muito bem, então ela fora um instrumento que arruinara o futuro dele com Karin. Agora, ele pretendia arruinar-lhe a vida como vingança. Certo, ele tinha uma aparência sexy. Mas, como marido, ela tinha dúvidas. E como se eximir daquela situação desagradável? Só havia um meio: mentir.

Seus olhos se cruzaram, mas ela não conseguiu manter o olhar e dizer o que pretendia. Abaixando a cabeça, falou:

— E se o bebê não for seu? Ou talvez, eu não esteja realmente grávida.

— Você fez o teste de gravidez?

— Bem, sim. Mas não consultei o médico.

— E o teste deu positivo?

Ele certamente não estava facilitando as coisas.

— Sim, mas...

— Poderia alguém mais ser o pai da criança?

Hinata enrubesceu. Abriu a boca, mas as palavras não saíram. Seus olhares se cruzaram novamente, naquele momento, ela soube que fora pega. Atuar nunca fora seu ponto forte.

— Isto foi o que pensei — murmurou ele com um sorriso de satisfação!

Ele achava que tinha todas as respostas. Era a hora de aprender que ela não obedecia a ordens de ninguém.

— Entretanto, isso não significa que vou casar-me com você.

— Você se casará — afirmou ele, dando a partida no carro.

— Não, não me casarei. Ele virou-se para ela.

— Você se casará comigo e essa criança terá meu nome. Quer que eu lhe diga como sei disso?

Ela achava que não, mas ele não estava lhe dando uma escolha.

— Tenho dinheiro e influências. Posso lhe dizer o primeiro nome de todos os juizes da cidade. E o nome de suas esposas. Não seria difícil convencer um deles que você não seria uma mãe capacitada. Se você quiser fazer parte da vida deste bebê depois que ele nascer, fará o que estou dizendo.

Sasuke sabia que estava sendo duro demais, mas ela tinha que ver que aquela era a única solução. O bebê era dele. Sentia isso. Não tinha culpa por ela ter acabado na sua cama, mas era, pelo menos, parcialmente culpado da gravidez.

— Bem, qual é a sua resposta? — perguntou ele.

— Tudo bem. Eu me casarei com você — respondeu ela sem olhá-lo.

— Então está combinado. Faremos o exame de sangue hoje.

— Tão rápido?

— Quanto mais cedo melhor.

Ele não podia evitar ter pena de Hinata. Eles podiam ter o bebê juntos, mas eram ainda dois estranhos.

— Por quê? — sussurrou ela.

— Por que o quê?

— Por que você se incomoda com o que acontece com o bebê? - Que espécie de homem ela pensava que ele era?

— Você não deve ter uma opinião muito elevada de mim, Hinata.

— Na verdade, não tenho opinião alguma sobre você. Apenas nunca pensei que quereria assumir a responsabilidade de um filho.

— Alguns homens podem se sentir dessa maneira. Mas eu assumo a responsabilidade do que me pertence.

Os olhos dela ficaram tristes. Ele quis puxá-la para os seus braços. Deixá-la descansar a cabeça no seu ombro, e dizer-lhe que não se preocupasse, que tudo correria da melhor maneira.

Hinata era tão bonita. A pele quase pálida a deixava muito sedutora. Ele gostaria de pôr a mão nos cachos sedosos de seus cabelos, sentir o corpo delicado contra o seu.

Meu Deus, quando seus pensamentos mudaram de direção? Sempre controlara usa vida. Nenhuma mulher, por mais sedutora que fosse, podia mudar as coisas.

— Eu não quero me casar com você.

Levou apenas alguns segundos para que as palavras dela atingis sem o cérebro de Sasuke.

— E eu não quero me casar com você — replicou ele.

Por um momento, ele achou que viu um traço de dor, mas aquilo era ridículo. Por que Hinata se importaria que ele não quisesse se casar com ela?

Ele continuou:

— Ouça, o casamento somente durará até depois que o bebê nascer. Depois que um tempo apropriado passar, nós nos divorciaremos tranquilamente. Posso estabelecer um acordo de custódia que será legal para ambos.

Ela não pareceu satisfeita com o plano, mas ele não sabia o que mais fazer. Então, agarrou a direção com ambas as mãos.

— Nenhum de nós dois tem escolha. O destino estabeleceu a situação. Cabe a nós jogar. O jogo está feito.


— Então ele vai ajudá-la? — perguntou Ino quando surgiu atrás de Hinata.

Hinata entrou no seu apartamento e acomodou-se diretamente na poltrona azul desbotada.

— Oh, ele vai ajudar-me, sim.

— Ótimo. Está vendo? Eu disse que tudo se arranjaria.

— Sim, ótimo. Uchiha Sasuke arranjou tudo. Vamos nos casar. Parece que ele tem um peso na consciência e quer que o bebê tenha seu sobrenome.

Ino caiu no sofá com um baque duro, um olhar atônito no rosto.

— Você disse Uchiha Sasuke?

— Por quê? Você o conhece?

— Querida, ele é o solteiro mais cobiçado da cidade. Tem boa aparência, dinheiro, um dos mais velhos sobrenomes em Konoha e está... — As palavras morreram na boca dela.

— Está o quê?

— Nada, não. Esquece — respondeu Ino, brincando com a bainha de seus shorts, a face vermelha como tomate.

— Se você não me contar o que sabe, juro que jamais falarei com você novamente.

— Bem... — Ino continuou hesitando.

— Tudo. Quero saber tudo. Todos os detalhes.

Com um profundo suspiro, Ino começou:

— Meses atrás, ele estava noivo de uma socialite afetada, mas algo aconteceu para separá-los, e ela o dispensou no dia que iriam se casar. Saiu em todas as colunas de fofocas dos jornais. — Ela baixou o olhar. — Ele... ele deve casar-se este fim de semana com uma mulher chamada Karin ou coisa parecida.

— Oh, meu Deus, Karin — Hinata caiu para trás contra a poltrona.

— Sim, este é o nome. De acordo com os jornais, ela é um pequeno anjo da sociedade. Eu pessoalmente a acho uma rica esnobe.

Se a situação não fosse tão séria, Hinata teria rido. Não queria estar na pele de Sasuke quando contasse a Karin que não haveria casamento.

Vovó Tanashi dizia que problemas sempre seguiam algumas pessoas. Ela tinha razão. Hinata não podia recordar-se de uma vez na sua vida em que alguma coisa dera certo.

— Talvez isso não seja tão mau — falou sua amiga, trazendo a atenção de Hinata de volta ao presente. — Quero dizer, ele deve ter algumas boas qualidades, se quer dar o nome ao bebê.

— Bem, se ele tem, não notei ainda — Suas palavras denotavam desgosto. — Oh, Ino, você imagina o que vai ser viver com aquele homem?

Ino respondeu com uma expressão sonhadora:

— Acho que eu não me importaria.

— Você não está sendo de muita serventia — disse Hinata, irritada.

Ino deu de ombros.

— Não posso evitar. Não vejo nada de errado no que ele está fazendo. Talvez ele mude de idéia, uma vez que tiver tempo para pensar sobre isso.

— Duvido muito. Sasuke é o tipo de homem que tem controle sobre todas as situações. Não tenho chance de discordar. Se casamento é o que ele quer, então será casamento o que terá. Uma coisa é certa, se minha vida tem que ser rompida, a dele também será. Não estou disposta a mudar meu estilo de vida.

— De algum modo, não posso imaginar o sr. Uchiha Sasuke cabendo aqui — disse Ino, olhando em volta da minúscula sala de estar.

— Não há nada errado com o modo como vivo. Meu apartamento é confortável e aconchegante — Hinata olhou ao redor. Camisolas de renda estavam penduradas na sua mobília mal combinada. Havia livros espalhados por todos os lados. O apartamento não estava sujo, somente com lixo acumulado.

— Talvez ele agradeça uma mudança de seu mundo perfeito. - Ino deu uma risada.

— Qual é a graça? — perguntou Hinata.

— Buyo — respondeu Ino, segurando-se de tanto rir.

— Qual é o problema com ele?

Ela levantou-se e caminhou em direção a uma coruja empalhada que resgatara de um depósito de lixo e dera o nome de Buyo.

— Além de quase não ter penas, Buyo é horrendo.

— Não dê atenção a ela — disse Hinata, estendendo a mão para bater numa asa aberta da coruja. Uma pena caiu vagarosamente sobre o aparador da lareira. Ela colocou a pena no lugar de onde caíra — Ela não tem a intenção de dizer uma palavra do que disse, Buyo. Na verdade, ama você tanto quanto eu.

Outra gargalhada de Ino.

— Oh, minha querida, não estou sentindo pena de você. É Sasuke que vai ter problemas de adaptação.


Ela levou quase o dia inteiro para mudar-se para o apartamento de Sasuke. Não que tivesse muita coisa. Sasuke contratara dois homens para transportar a maioria de suas coisas para um guarda-móveis e o resto para seu apartamento. Hinata nunca vira ninguém se movimentar tão devagar quanto eles. Aparentemente, Sasuke os estava pagando por hora.

Contudo, lá estava ela, olhando em volta do quarto de hóspedes. Raios de sol infiltravam-se através das janelas, fazendo brilhar o diamante na sua mão esquerda. Com um sorriso, sentou-se na cama e olhou para a pedra esculpida em forma de pêra. Não queria o anel, mas novamente, Sasuke insistira. Ele estava fazendo muito disso. Insistindo que eles se casassem imediatamente. Insistindo que ela se mudasse logo.

Ela não gostava da situação. Aquele era o mundo dele. Um lugar que não a deixava à vontade, como se a lembrasse o tempo todo: você não pertence a este mundo.

Pouco importava. Não iria viver ali para sempre. Dentro de poucos meses, o bebê nasceria e depois de certo tempo, mãe e filho partiriam.

Engraçado como tal pensamento a fazia sentir-se tão triste. Talvez porque aquele não fosse seu sonho? Ela girou o anel no dedo diversas vezes, pensativa. Sabia que alguns casamentos não duravam para sempre, porém, saber que o seu terminaria em divórcio antes mesmo de começar, parecia quase uma trapaça.

Aquilo era bobagem, todavia. Quem ela estaria trapaceando? O destino? Ela riu. O pensamento era ridículo. Então se ergueu da cama com determinação. Faria do apartamento seu lar, e se o sr. Uchiha Sasuke não gostasse disso, ele que se mudasse. Ou, pelo menos, concordasse com seu plano anterior de viverem separados.

Por onde começaria? Primeiramente, precisava de música. Quem podia trabalhar sem música?

— Buyo — disse ela para a coruja empoleirada numa pilha de caixas fechadas —, vamos fazer desse lugar um lar. Não mais esterilidade para nós duas.

Olhando para seu estômago ainda achatado, ela deixou o quarto à procura de música para animá-la.

O estéreo estava localizado na sala de estar. Num gabinete anexo, ela encontrou uma pilha de CDs. Olhou rapidamente para eles.

— Bah, música de elevador — murmurou. Estavam em Dallas, Texas, afinal de contas. Ela queria música tipo sertaneja ou um ritmo para dançar. Optou pelo rádio, sintonizando na sua estação favorita de música country.

Em questão de segundos, a música vibrou no ar e ela elevou o volume. Seu cantor favorito estava cantando e ela fechou os olhos, balançando o corpo no ritmo do som. Quando a música terminou, abriu os olhos e encontrou Sasuke encarando-a da soleira da porta.

Ele não parecia muito feliz. Hinata tentou um sorriso, mas sabia que era fraco demais para convencer qualquer pessoa.

Sem dizer uma palavra, ele foi direto para o estéreo e o desligou. Então ele voltou-se para ela:

— Temos regras aqui. Você não tocará o estéreo tão alto, arriscando estilhaçar os vidros das janelas — Sem dizer mais nada, ele passou por ela e foi em direção ao próprio quarto.

Infantilmente, Hinata esticou a língua para ele.

Sasuke virou-se e pegou-a em flagrante.

Ela engoliu a seco, incapaz de falar. Se ele tivesse dito qualquer coisa, como, por exemplo, que ela deveria crescer e agir conforme sua idade, Hinata estava pronta para retaliar de alguma maneira, mas ele fingiu não perceber seu momento de rebelião infantil.

— É seu aquele monte de metal velho estacionado na minha vaga?

Ninguém falava daquele jeito sobre seu pequeno carro azul. Fora duro de pagar seiscentos dólares por ele. Hinata não se importava que o azul estava desbotado e que tinha alguns amassados. Estava muito bem pago. Por ela mesma. Levantando a cabeça com altivez, falou de modo orgulhoso:

— Sim, é meu. E daí? Qual é o problema?

— Nenhum, apenas que tem um pneu furado — anunciou ele, virando-se e indo para o quarto.

Havia um cintilar nos olhos negros? Ele estava rindo dela? Hinata não podia acreditar nisso. O homem era... era... Ela foi para o quarto de hóspedes e bateu a porta com toda força, pouco se im portando com o que ele pensasse do barulho.

Aquilo não ia dar certo, pensou enquanto caminhava pelo quarto pisando sobre as caixas espalhadas. Eles não chegaram a ficar juntos cinco minutos e ele já estava repreendendo-a como uma criança.

Regras, regras, regras, Uchiha Sasuke era cheio delas.

Ela não podia ouvir música alto. Seu carro era apenas um amontoado de metal. Ela estava ocupando sua vaga. Que coisa terrível!

Virando-se, tropeçou numa das caixas e feriu um artelho. Murmurando uma praga, sentou-se na beira da cama e massageou o pé machucado.

Agora, menina, ele realmente disse que você não podia ouvir música?

Hinata sorriu. Era quase como se sua avó Tanashi estivesse no quarto com ela.

— Tudo bem, talvez ele não tenha dito exatamente que não posso ouvir música, mas chamou meu carro querido de um amontoado de lixo — murmurou. — Ele podia pelo menos se oferecer para consertar o pneu furado.

Mas não, o homem não quereria sujar as mãos. Ela não podia culpá-lo. Ele tinha mãos bonitas. Firmes, porém, gentis. Feitas para acariciar a pele de uma mulher.

Uma leve batida soou à porta, mas ela saltou como se uma bomba tivesse explodido.

— Entre — disse ela, esperando que sua face não traísse o que estivera pensando.

Sasuke abriu a porta.

— Pensei que tivesse escutado você falando. Ótimo, agora ele provavelmente pensa que sou louca.

— Bati meu dedo do pé numa caixa, mas sobreviverei.

— Se você acha que pode andar até a mesa, tomei a liberdade de encomendar comida chinesa. Aprecia?

Ela quase teve enjôo só de pensar em comida. Mas há quanto tempo não saboreava comida chinesa?

Sua boca ficou cheia de água. Porco agridoce? Pasteizinhos primavera? Frango xadrez? Uma incontrolável vontade a atingiu. Ela tinha que comer. Agora.

— Acho que posso comer um pouquinho — respondeu, tentando parecer casual. — Pelo bebê — acrescentou.

Hinata o seguiu. Ele tinha um andar bonito e seguro. Muito autoconfiante. Estava usando um terno cinza-chumbo, mas tirara o paletó. O torso, mesmo coberto pela camisa, era esbelto e viril. Apropriado para ser tocado pelas mãos de uma mulher. E as mãos dela, em pensamento, tocavam as lindas nádegas à sua frente.

Sasuke de repente parou e ela quase tropeçou nele, dando um passo para trás.

Então pousou os olhos na mesa de jantar com a refeição sobre a toalha alva. Cuidadosamente, deu um suspiro profundo. Oh, o aroma. Fechou os olhos, deliciando-se.

Ela estava faminta. Quantas semanas haviam se passado da última vez que saboreara o cheiro de comida?

— Acho que o bife com brócolis será o prato mais leve para seu estômago — disse Sasuke, puxando a cadeira para ela. — Quando fiz o pedido, enfatizei que mandassem o que havia de mais leve, se é que há comida chinesa leve. Espero que lhe agrade.

— Estou certa de o outro prato é tão temperado que meu estômago reagirá.

Ela teve que se conformar e apenas vê-lo experimentar cada um dos pratos condimentados da comida chinesa ali exposta.

— Sobremesa? — perguntou Sasuke, oferecendo-lhe um biscoito da sorte.

Imediatamente, ela estendeu a mão e pegou um dos famosos biscoitos chineses.

Quebrando a dura crosta do biscoito, puxou o pedacinho de papel de dentro dele. Distraidamente, leu as palavras escritas no papelzinho.

Seus olhos se arregalaram. Ela olhou através da mesa.

Sim, certo, pensou consigo mesma.


Continua...


Yoo meninas!

Ela finalmente se mudou, e as confusões sequer começaram, heein! Tem muita coisa para acontecer, e uma das mais engraçadas é nos próximos capítulo! rs

O que será que estava escrito no biscoito da sorte, hein? *-*

Lembrem-se, 10 reviews = capítulo novo independente do dia, como isso não aconteceu desta vez (apesar de terem chego quase lá), só estou postando hoje, sábado. rs

Agora vou responder as anônimas, que as outras deixo por reply:

Sophie Clarkson: Heey flor! Fico feliz que esteja gostando da fanfic, pode deixar que continuarei! Beijos.

jhe: Que bom que está gostando, o que achou deste capítulo? Beeijos.

Lila: Yo! Bom, nem demorei, hn? Espero que não. rs Beeijos.

Rainie: O nosso Sasuke está bem difícil de compreender, não acha? Diz uma coisa, depois diz outra. Mãs enfim! Isso foi uma mudança muito melhor. rs As coisas vão esquentar bastante, espero que continue gostando e aparecendo! Beeijos.

O resto será respondido por MP. :)

Lembrem-se: Reviews movem montanhas, ou melhor, capítulos.

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Beeijos.