O anime Naruto pertence a Masashi Kishimoto...
Razões do Coração.
Capítulo II
— Sasori sempre viaja com Karin — continuou Sasuke, sem notar a surpresa de Hinata.
Ela soltou um suspiro profundo. Casado! Por que não pensara nisso? O que poderia ter acontecido se aceitasse a proposta de Sasori e o relacionamento tivesse seqüência?
— Meu sócio — prosseguia Sasuke — e... bem, como eu poderia dizer., não é exatamente fiel à esposa. Quando seu último romance terminou, levou Karin para umas férias fantásticas e gastou muito dinheiro. Acho que seu complexo de culpa é que o faz agir assim.
Ultimo romance? Deus do céu, seria ela? Provavelmente. A não ser, claro, que Sasori tivesse encontrado alguém na semana anterior. Hinata sentiu-se mal ao pensar nisso. Em que mãos poderia ter caído!
— A mulher dele não percebe que é enganada?
— Bem... eu pelo menos nunca lhe disse uma palavra.
— Talvez ela não se importe, não é mesmo? Algumas são assim.
— Realmente não sei... Karin nunca conversou comigo sobre seu casamento. Mas depois desses dez anos...
— O quê? Ele tem sido infiel durante todo esse tempo?
— Acho que nem o próprio Sasori conseguiria responder a essa pergunta. No entanto, é preciso pensar em Rukio.
Hinata estremeceu, com medo de indagar o que intuitivamente já sabia.
— Rukio?
— O filho deles. — Sasuke acabara de confirmar sua suspeita. — Tem nove anos e fica na escola a maior parte do tempo. Tenho certeza de que meu sócio é mais discreto nos seus casos quando o menino está em casa.
Então, também havia uma criança envolvida na história! Tudo parecia um pesadelo. Sasori nunca agira como um homem que possuía mulher e filho. Jamais se incomodara com horários, e ia vê-la com freqüência. Claro que sua mulher percebia que algo errado estava acontecendo. Talvez considerasse as férias como uma espécie de recompensa. Muitas faziam isso.
De qualquer modo, Hinata teve vontade de sumir. E se algum conhecido os tivesse visto. Não, não seria capaz de sobreviver a um escândalo.
Voltou o olhar para Sasuke e começou:
— Não quero prendê-lo por muito tempo. Obrigada por ter trazido o contrato e...
— Hinata, quando eu lhe disse hoje que não tinha nenhum encontro, namorada ou amante, incluí uma esposa nessa lista. — Abraçou-a. — Não sou casado.
Era um alívio saber disso, mas não mudava nada. Se ele descobrisse que ela talvez tivesse sido o "último caso" do sócio... Nem era bom pensar.
— Acho melhor você ir — Hinata pediu, tentando desvencilhar-se.
— Discordo.
— Estou lhe pedindo para sair.
Ele recuou um passo e a encarou intensamente.
— Ouça, nós não nos conhecemos muito bem e...
— Não sabemos nada um do outro, você quer dizer — ela corrigiu certa de que, no que lhe dizia respeito, as coisas continuariam assim.
Sasuke deu um sorriso irresistível.
— Podemos dar um jeito nisso.
— Não quero conhecer você!
— Tenho trinta e quatro anos — ele começou, ignorando-lhe o protesto —, filho único de pais já falecidos. Gosto de crianças, de animais. E de você. Quer jantar comigo um dia densa?
Hinata teve vontade de rir da cantada direta. Nunca conhecera um homem tão obstinado... E atraente.
— Não.
— Existe alguém em sua vida? Alguém especial?
Será que, se recebesse um "sim" como resposta, ele iria embora de uma vez per todas? Com certeza, não. Sasuke parecia homem de aceitar desafios, e vencê-los.
— Não está acostumado a ouvir um "não" de uma mulher, sr. Uchiha?
— Só das que me beijam como você fez.
Ela ficou corada na hora. Ele não estava flertando. A palavra certa para sua atitude era sedução. O pior de tudo era que Sasuke tinha absoluta certeza de seus sentimentos e da vitória. Melhor dispensá-lo enquanto era tempo.
— Sr. Uchiha, não posso sair para jantar, porque tenho um negócio para cuidar, minha mãe para tomar conta...
— Ei, e como faz para se divertir?
— Às vezes jogo um pouco de tênis, outras saio para caminhar por aí.
— Então, está combinado: no domingo à tarde, venho buscá-la para uma partida.
— Nada disso.
— Domingo — ele repetiu, insistindo. — Às duas horas. Até lá. — Deu-lhe um beijo leve nos lábios e partiu.
Durante alguns segundos Hinata foi incapaz de sair do lugar e de acreditar que tinha um encontro marcado com Sasuke Uchiha. Sem dúvida, esse era o homem de maior poder de persuasão que conhecera em toda a sua vida!
Tinha a impressão de que, quando Sasuke queria alguma coisa, jamais aceitava uma negativa. Seria como Sasori? Não, certamente não. Parecia ser dessas pessoas que nunca ferem as outras.
— O sr. Uchiha já foi, querida? — a sra. Hyuuga perguntou num tom desapontado, entrando na sala.
— Já.
— Um moço muito bonito, educado. Será que vamos vê-lo de novo?
— Não. Quer dizer, sim. Não! Não acho que voltemos a encontrá-lo.
— Que pena, não? — A mãe suspirou. — Ele tem olhos puros.
Hinata olhou para ela, que não via maldade em nada ou ninguém, com uma ponta de inveja. Se também agisse daquele modo, teria evitado muito sofrimento, muita desilusão. Contudo, o que estava feito não podia ser mudado. Agora, era tocar a vida. E não se envolver com mais ninguém. Principalmente com Sasuke Uchiha.
OooOooOooOooOooO
— Você sumiu todos esse dias de propósito, para que eu não pudesse encontrá-lo, não é? — Hinata acusou Sasuke, que dirigia seu carro possante e sofisticado com a maior tranqüilidade.
Era domingo, e às duas em ponto, conforme o combinado, ele apareceu em sua casa. Tratou a sra. Hyuuga com muito charme e carinho, convencendo-a mesmo a ajudá-lo na tarefa de fazer com que Hinata parasse de dizer que não tinha tempo de jogar tênis e concordasse em ir de uma vez. Chegou ate a convidá-la a acompanhá-los, e se mostrou sinceramente desapontado quando ela, polidamente, recusou.
— Não fiz nada disso — ele negou, com o ar mais inocente do mundo.
— Ora, não seja cínico! Telefonei para o escritório umas vinte vezes nos dois últimos dias e cansei de ouvir sua secretária dar todo tipo de desculpas!
— Desculpas? Então, não acreditou nela?
— Não é possível que você saia tanto e faça tantas reuniões!
— Sou um homem muito ocupado, querida.
— Não a esse ponto!
— Está bem, eu me rendo. Orientei Suiya para que não me passasse nenhuma ligação sua. Tinha certeza de que você ia querer desmarcar nosso encontro.
— Seu encontro! Não me lembro de ter concordado com ele. E não gostei de você ter mentido, mandando dizer ao telefone que não estava na firma.
— Foi a primeira e última vez. — Cobriu as mãos dela com as suas, roçando de leve na coxa que o minúsculo short revelava por inteiro. — Nunca mais vou mentir para você. Quero que se lembre disso.
O toque macio em sua pele a desarmou completamente, mas não a impediu de se perguntar pela milésima vez o que estava fazendo ao lado de Sasuke Uchiha. Pretendia despachá-lo assim que chegasse a sua casa e, em ver disso, via-se metida num conjunto de short e top rumo a uma partida de tênis.
Talvez fosse o jeito descontraído e irresistível dele, que aparecera também de short e camiseta, o responsável por tudo. Hinata o estudara atentamente, parado à soleira da porta, observando as pernas bronzeadas e musculosas, o peito e os braços fortes, poderosos, e não teve coragem de lhe negar nada. "O que há de errado num simples jogo de tênis?", pensara então. Mas agora, olhando bem para Sasuke, descobria o que havia de errado: a virilidade, o magnetismo dele eram extremamente perigosos. Poderiam arruiná-la.
— Hinata?
— Sim?
— Por que você não pediu a Suiya que me desse o recado que não queria sair comigo?
Ela arregalou os olhos, antes de desviar a vista para a paisagem que se descortinava lá fora. Poderia ter feito aquilo, claro! Por que não tivera essa idéia? Afinal, passar uma tarde com ele seria loucura, faria com que se sentisse atraída e...
E o quê? Por que se enganava daquela forma? Por que nào reconhecia de uma vez por todas que a loucura já estava feita e que se sentia totalmente atraída por Sasuke ?
— Eu... eu não pensei nisso.
Ele pareceu desapontado por não ter da parte de Hinata a mesma honestidade com que a tratava.
— Você sabia que quando mente um monte de sardas aparece em seu nariz?
As mãos de Hinata, num gesto automático e instintivo, subiram para cobrir o nariz.
— Sasuke...
— Eu gostaria que sua mãe tivesse concordado em vir — ele interrompeu, mudando de assunto. — Ela está pálida e um pouco de ar puro iria fazer-lhe bem.
— Ela não costuma sair muito.
— O que é que sua mãe tem?
— Ficou traumatizada com a morte de meu pai.
— Sinto muito. Deve ter sido deveras difícil para vocês duas.
— Foi sim. — Fez uma pausa antes de dizer abruptamente: — Ela gosta de você.
Assim que terminou de falar, perguntou-se por que o fizera. A última coisa de que aquele homem precisava era mais autoconfiança. Essa ele já possuía em excesso. Por isso, Hinata decidiu provocá-lo:
— Não creio, porém que minha mãe seja uma boa juíza.
Ele sorriu.
— Claro que é. Diga-me, o que pode ser feito para ajudá-la?
— Nada, a não ser trazer meu pai de volta á vida. — Não pôde evitar um tom de amargura na voz. — Já estamos chegando?
— Querida, nós já chegamos — ele respondeu, manobrando o carro e entrando na estradinha que levava às quadras, mais à frente.
Cinco minutos depois, a Hyuuga desconfiou que ele nunca segurara uma raquete em toda a sua vida. Mas conseguia acertar a bola e, quando o fazia, errava o alvo. Conclusão: ela ganhou todos os pontos.
— Sabe que jamais consegui ganhar um set antes de jogar com você? — Hinata comentou, rindo e dirigindo-se para o meio da quadra, para encontrá-lo.
Sasuke a conduziu ao banco de madeira que ficava na lateral do campo de jogo e observou-a a limpar o suor do rosto.
— Acho que meu talento ficou todo concentrado em outro tipo de habilidade.
— Como é que você e seu sócio conseguem se dar bem quando têm tão pouca coisa em comum? — ela quis saber, ajeitando a banda colorida que lhe prendia o cabelo.
Ele deu de ombros.
— No inicio o pai de Sasori era meu sócio. Mas ele morreu e acabei tendo de herdar seu filho.
Hinata riu, e só então se inteirou de que fora um erro introduzir o nome de Sasori na conversa. Pensar nele fazia-a lembrar-se de como fora tola, ingênua.
— Quer jogar outro set ou podemos ir tomar sorvete? — ela interrogou.
— O sorvete pode esperar. — Sasuke levantou-se, decidido. — O mínimo que posso fazer é deixar esta quadra com um pouco de dignidade, não acha? Então, vamos lá?
Ele perdeu de novo, e Hinata, mesmo satisfeita por haver vencido um homem aparentemente invencível em tudo, como parecia, ficou com pena e deixou-o ganhar um set.
— Acredito que já fui humilhado demais para um só dia — ele comentou, rindo e pondo de lado a raquete. — Prefiro ginástica e jogging. São mais fáceis, garanto.
Bem que ela desconfiara que o corpo atlético não fora conseguido atrás de uma escrivaninha. Agradava-lhe que Sasuke gostasse de esportes, da vida ao ar livre... Mas era melhor não começar a tecer fantasias.
— Venha! Conheço um lugar onde fazem sorvetes deliciosos. São caseiros e não contêm os corantes químicos e aditivos que as industrias costumam colocar.
A sorveteria estava cheia de amigos de Hinata, que sorria para todas enquanto os cumprimentava com simpatia.
— Você é mesmo apreciadora da comida saudável e natural, hein?
— E como! Sabe, tenho uma amiga cujo filho se transformou numa criança problemática por ingerir em excesso alimentos industrializados. Era viciado em hambúrgueres, pão branco, bolos, sopas em potinhos, balas... A mãe, Sakura, só lhe fornecia o indispensável, ou seja, frutas e legumes. O menino era agressivo, não dormia direito, um horror. O caso chegou a tal ponto, que Sakura quase sofreu um esgotamento. Foi então que insistiu em que o pediatra lhe indicasse um psiquiatra para o filho.
— E então, o que aconteceu?
— Além do fato de o menino ser hiperativo, não constava mais nada de errado, segundo o médico. Só que Minato se mostrava cada vez mais intratável. Então um dia Sakura leu um artigo sobre o mal que corantes e aditivos em geral faziam ao ser humano. Mudou completamente a dieta do filho. Claro que foi difícil, pois ele rejeitava tudo no começo... era obrigado a tomar suco de frutas sem o açúcar branco, no lugar da mistura perigosa e colorida a que estava acostumado. Mas Sakura não se deixou abater, e foi em frente Em dez dias o garoto já era outro. Mais feliz, amável até. Parecia um milagre. Enfim, para resumir, já faz dois anos e meio que Minato é um menino tranqüilo, alegre, brilhante na escola.
— E onde é que você entra na história?
— Bem, na época as pessoas ainda não acreditavam no poder maléfico dessas substâncias, e Sakura tinha tremenda dificuldade de encontrar para Minato a comida que não o fizesse sentir-se diferente dos amiguinhos, porque aí outro problema seria criado. Aconteceu de eu estar procurando trabalho...
—... E então abriu a loja.
Ela concordou com um gesto de cabeça.
— Se corantes e aditivos fazem mal para as crianças, também fazem mal para os adultos, e de uma maneira tão sutil que eles nem percebem. Por isso, eu ao trabalho com produtos naturais. Acredito que, para ter saúde, é preciso uma alimentação saudável. — Fez uma pausa. — Desculpe. Pareci uma pregadora? — perguntou, conscientizando-se de que se alongara demais.
— Não. Pareceu exatamente o que e: uma mulher decidida, que acredita em alguma coisa e luta por seus ideais.
— Ou uma mulher que resolveu tomar conta de Minato por uma semana antes da dieta para dar a Sakura um pouco de sossego e quase enlouqueceu. Foi então que vi com meus próprias olhos o mal que uma alimentação inadequada faz. Mas agora está tudo bem. Minato adora passar uns tempos comigo e com mamãe, e nós três nos damos perfeitamente. Ele aceita "tia Hana" tal como é. Estou me referindo a mamãe, claro.
— Se sua comida natural for como esse sorvete, então deve ser simplesmente divina! — disse Sasuke, terminando o doce e jogando o copinho no cesto de lixo.
Hinata percebeu que um nadinha de sorvete pendia do lábio superior de Sasuke e se perguntou como ele reagiria se ela resolvesse limpá-lo... se ousasse beijá-lo.
— Vá em frente, Hinata! — Sasuke encorajou, como se tivesse lido seu pensamento.
Ela prendeu a respiração e o fitou, surpresa, as faces colorindo-se de vermelho. Percebeu que suas intenções não passavam despercebidas a Sasuke, e isso era perigoso... Principalmente se essas intenções continuassem a ser eróticas.
— Acho melhor irmos embora.
— Ainda não. — Segurou-a pêlos ombros, acariciando-os calma e sensualmente. — Limpe meus lábios, Hinata. Ou melhor, dê-me um beijo.
— O quê? — Ela ficou estupefata. Havia uma mutua atração, uma sintonia incrível entre eles. Desde que se viram pela primeira vez, sentiam uma necessidade incontrolável de se tocarem.
— Por favor, Hinata... — prosseguiu ele.
Lentamente ela se ergueu na ponta dos pés e colou a boca na de Sasuke.
O beijo foi longo, profundo e Hinata sentiu-se perdida num mar de emoções que desconhecia e que não podia conter.
De olhos fechados totalmente entregue às sensações, Hinata ousou ir além deslizando os lábios entreabertos pelo queixo de Sasuke, pelo pescoço, descendo até a abertura da camiseta.
Mãos firmes seguraram-na gentilmente pelo cabelo, obrigando-a a levantar a cabeça. O beijo que se seguiu foi mais intenso do que o primeiro, extravasando o desejo que os consumia.
— Os jovens de hoje não têm um pingo de vergonha! — soou uma irritada voz masculina, que parecia vir de muito longe. — No nosso tempo não costumávamos fazer certas coisas em público!
Alguns segundos se passaram antes que essas palavras conseguisse romper o véu de sensualidade que envolvia Hinata e Sasuke. E, quando eles compreenderam-lhes o sentido, abriram os olhos, tão-só para ver o parque deserto e um casal de velhos passeando com o cachorro. Hinata riu ao pensar na expressão escandalizada com que deviam tê-los surpreendido.
— De minha parte — anunciou Sasuke, tentando manter um fingido ar sério —, fico muito contente por ter sido chamado de jovem.
— Acho que eu também — comentou Hinata, enquanto caminhavam lado a lado rumo ao carro. — Mulheres com mais de vinte e um anos costumavam ser consideradas velhas.
— Nesse caso, sou um ancião, embora o fato de estar com você me faça sentir muito, mas muito longe disso. — Abriu a porta do carro para ela. — Adorei nossa tarde, querida — disse mansamente, enquanto se acomodava no banco do motorista, sem se mostrar disposto a dar a partida.
— Eu também — ela confessou.
— Podemos repetir o programa?
— Se você gosta de perder tanto assim no tênis...
A brincadeira não foi em frente, porque Hinata se viu tensa, as mãos suando frias. Como não haveria de ver de novo alguém com quem adorava estar, que a faria rir, que se mostrava sinceramente interessado em ouvi-la, que a fatia sentir-se viva e preocupava-se com o que pudesse vir a lhe acontecer? Mas, se a emoção dizia "sim", a razão dizia "não".
— Acho melhor não nos encontrarmos mais. Não julgo uma boa idéia misturarmos negócios e... prazer.
— Quer dizer então que você admite gostar da minha companhia?
— Claro! Quem não gosta de ganhar tantas partidas? — ela rebateu, fingindo-se de desentendida.
— Nós dois podemos vencer, Hinata. Isto é, se você permitir.
— Desculpe, porém tenho mesmo de voltar para casa agora — ela disse, fugindo do assunto mais uma vez. — Não gosto de deixar minha mãe sozinha por tanto tempo.
— Primeiro, responda se posso vê-la novamente.
Hinata o fitou e percebeu que não lhe podia negar coisa alguma.
— Sim, pode.
— Ótimo. — Ligou o motor do carro. — Não quero perdê-la, agora que a encontrei.
Por que essas palavras soavam como uma promessa, não como uma ameaça?
Fim do segundo capítulo!
Eai, gostaram? *-*
Queria agradecer a FranHyuuga, Elara-chan e Amand's LB pelas reviews , ok ? *-* é importantíssimo pra mim!
Beijs beijos, e até ;)
