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Respondendo aos reviews:
-Alexia: Oh, um comentário tão grande *estou muito feliz ahhh*! Fico muito contente que estejas a gostar da Fic, estava com medo que não fosse boa o bastante. Já fui à caça dos erros, espero que não me tenha escapado nenhum, muahah. Uma compatriota? Oh, boa! Alguém português! Hum, talvez vá complicar, sim... Só tenho de ter uma ideia mirabolante o.O Beijinhos =D
-Andro-no-hana: Tenho que agradecer muito pelos comentários não só nesta fic mas também em 'E viveram felizes para sempre'. Um obrigado do fundo do coraçãão! Nova capítulo, espero que gostes. Beijinhos =P
P.S.: Os personagens são de J.K. Rowling, com apenas pequenas excepções.
Avisos é lá no fundo, portanto...
BOA LEITURA :)
Upside Down
by Inês Potter
Capítulo 2 – Pensamentos e ideias
As minhas amigas saíram visivelmente mais contentes depois de me terem torturado mortalmente para extorquirem as informações. Aposto que as mentes complexas delas já estavam a trabalhar rapidamente para fazer do meu simples plano uma coisa espalhafatosa e, definitivamente não secreta.
Suspirei e elas olharam interrogativamente para mim. Não liguei e continuei a dirigir-me para os campos, para a próxima aula que era Cuidados com as Criaturas. Chegámos lá e passado alguns minutos o professor começou a explicar que hoje teríamos de montar hipogrifos. Já tínhamos feito isso num ano qualquer mas não deixou de ser muito divertido. A ideia era entrar no cercado, dirigirmo-nos a um hipogrifo, fazer-lhe uma pequena vénia e olhá-lo nos olhos. Se ele também fizesse uma vénia poderíamos acariciá-lo e montá-lo. Uma tímida Mary (muito diferente da que eu conheço) andou devagarinho até um hipogrifo de penas e pêlos amarelos. Fez-lhe uma vénia, e olhou-o nos olhos. Pareceu passar um tempo enorme até que finalmente ele dobrou os joelhos (não sei se hipogrifos têm joelhos) e ela lhe fez uma festa perto do bico. Alice foi chamada pelo professor e fez uma vénia a Mickey (Merlin, será que eles roubaram o nome ao Walt Disney?) e logo depois de um olhar, o hipogrifo fez uma vénia e ela montou. A rapidez foi tanta que pensei até que Alice tinha feito bluff. Será que é possível fazer bluff com hipogrifos? Tecnicamente não… Na verdade isto não interessa! Depois foram Remus e Frank que fizeram tudo na perfeição, seguidos de James que também foi perfeito, tão perfeito que eu só conseguia pensar em como ele ficava bonito com o cabelo a ondular ao vento enquanto voava. Só depois de mais alguns dez segundos a olhar para ele com a boca aberta (sorte que não me babei…) percebi que o professor já me tinha chamado várias vezes.
-Então, a sonhar acordada, Lil? – perguntou Sirius, a meio de um ataque de riso.
-Cala a boca, cachorro. – resmunguei de lado enquanto passava para dentro da cerca. Pude vislumbrar ainda Lene a rir-se, juntamente com Mary e Frank.
Acho que estive razoavelmente bem. Depois foi a vez de Lucius Malfoy que fez uma vénia, olhou o hipogrifo mas este lançou-lhe um olhar irritado, virou costas e literalmente deu-lhe o rabo. Com o susto Malfoy deu um passo atrás, escorregou e caiu numa poça de lama, causando a risada geral. Pior ainda foi quando a noiva dele, Narcissa o tentou ajudar a levantar-se e acabou por cair também.
-É ali que a escumalha deve estar. Finalmente de volta às origens – James piscou-me o olho, fazendo-me rir ainda mais.
Lene foi chamada e depois de descer do animal deu-lhe um beijo na bochecha (hipogrifos com bochechas?). O animal pareceu corar, claro se é que é possível e enrolou a cauda. Eu não conseguir evitar olhar para o Six com um ar malicioso e comentar:
-Sirius, é melhor que te despaches, já tens concorrência à altura – comecei a rir muito mesmo, a gozar com ele enquanto este me lançava um olhar irritado mas com um sorriso irónico. Caminhou para o cercado com um porte como se fosse gente grande (arrancando várias vaias dos Slytherin) e dirigiu-se a um hipogrifo com penas pretas. Fez-lhe uma vénia e olhou-o nos olhos mas o animal nem sequer se deu ao trabalho de o olhar também, virou-se e afastou-se para o outro lado da cerca. Toda a gente explodiu em risadas enquanto ele esboçava um ar desconsolado. Veio novamente ter connosco que esperávamos por ele, enquanto ignorava o professor que lhe dizia:
-Peço desculpa, mas o Poweldon estava cansado e com fome. Talvez noutro dia possa experimentar novamente.
Alice riu e disse-lhe:
-O coitadinho sabe o que lhe faz mal…
Sirius lançou-lhe um olhar irritado e de raiva e ela escondeu-se atrás de Frank. Foi um enorme grupo com Sirius ainda caminhando altivamente que entrou pelas portas principais do castelo e encontrou Peter Pettigrew com um ar tresloucado e a tremer.
-Peter, o que se passa? – perguntei eu, rapidamente antes que os outros notassem que ele estava ali.
-Nada, nada – respondeu ele a olhar para o chão.
-Tens a certeza que estás bem? – perguntou Mary, desta vez.
-Não se ralem comigo, eu estou óptimo.
Os marotos franziram a sobrancelha, olhando o amigo com cepticismo mas acabaram por dizer para ele vir connosco para o salão para jogar Snap Explosivo. Apesar de querer estar no sofá ao pé da lareira a jogar Snap com Sirius, James e Peter, sabia que teria de ficar na mesa com os outros a fazer os trabalhos de casa que eram imensos.
Depois de não ter adiantado muita coisa dos trabalhos por ter ficado a admirar James (URGÊNCIA IMEDIATA! PRECISO DO PLANO 'AN' E RAPIDAMENTE) fechei os livros, e sem dizer nada sai pelo retrato da Dama Gorda. A minha ideia era ir para o telhado de Hogwarts. Pode parecer uma ideia estúpida, ridícula e extremamente perigosa mas o sítio onde estava a planear ir era lindo e ajudava-me a pensar. Fui aos vestiários do estádio de Quidditch e peguei numa vassoura qualquer do armário. Pressionei os pés no chão e levantei voo. Já estava com saudades de voar e de sentir a brisa a passar pelos meus cabelos. A minha vassoura esteve as férias todas debaixo da cama porque seria um pouquinho estranho se um muggle eventualmente avistasse alguém a voar nela. Depois de matar as saudades pousei no telhado da torre Norte. Dali via-se a floresta negra, o lago com alguns alunos a verem a lula gigante desaparecer e aparecer novamente e o pôr-do-sol que iluminava a linha do horizonte. Sentei-me no telhado e olhei para os miúdos que estavam ao pé do lago, pareciam tão felizes…. Melhores que eu e os meus dramas exagerados (ou talvez não…)
Problema #1: Gosto de JAMES POTTER.
Isto de certa forma já não é nenhum problema. Há um ano quando me vi apaixonada por ele fiz um escândalo mas foi porque estive demasiado cega para perceber como ele era realmente. Pensei que sabia ver como eram as pessoas e achei mesmo que a opinião que tinha sobre ele era a correcta, definitivamente não devo julgar a personalidade dos outros. Mas essa não é a minha preocupação. Isso já está bem assumido, pelo menos para mim. Ninguém mais sabe.
Portanto isto não seria problema algum se ele não estivesse apaixonado por outra pessoa.
Problema #2: Esse total idiota por quem me apaixonei namora com a Melanie Smith, minha colega de dormitório e minha inimiga desde que pôs um pé em Hogwarts.
Lá está o grande problema. Ele namora com aquela anormal, fingida, metida, psicótica, louca, histérica, sonsa, hipócrita… Poderia chamar-lhe todos os insultos que podem existir que nunca chegaria para ela! Se eu pudesse e não fosse expulsa arrancava-lhe o cabelo à chapada. Não acredito que ele namora com a coisa depois do que ela me fez! Esse verme andante fez toda a gente ficar contra mim no segundo ano, até as minhas melhores amigas. James disse que ela mudou mas eu não acredito. Se ela foi assim, será sempre. E foi por essa razão que quando ele me disse que a namorava deixei de lhe falar durante o que me pareceu umas longas duas semanas. É claro que Lene, Mary, Alice e até Sirius, Frank e Remus faziam comentários como se eu tivesse ciúmes da nojenta, como se James fosse o meu mais recente amor platónico… Eu não demonstrava assim tanto mas nessa altura já gostava dele. Voltei a falar com o rapaz porque duas semanas sem a sua presença tinham-se tornado insuportáveis e já nem as minhas amigas conseguiam aguentar o meu humor.
Agora, será que se James Potter não tivesse namorado com ela eu teria avançado?
Merlin, creio que não. Logo, ele iria arranjar outra pessoa.
Problema #3: Plano 'AN'
Será que depois de sair com o escolhido me poderei apaixonar? Quero dizer, eu posso primeiro não sentir nada e depois vir eventualmente a gostar e gostar mais até que me apaixono? Será que sim? É que eu quero muito esquecer James. E não quero que depois o tal sofra. É mesmo bom que este plano dê resultado. Não quero morrer apaixonada por James sabendo que ele casou com a Melanie. E também não quero continuar a pensar nele a toda a hora, portanto isto tem que ir para a frente o mais rapidamente possível. Hoje vou falar com elas, lá no dormitório para me darem sugestões para que eu possa –
-Lily, podes dizer-me o que estás a fazer aqui?
Desequilibrei-me e por pouco não caia mas James segurou-me. Ele estava à minha frente com um ar zangado.
Como é que ele me descobriu? Este sítio era só mas só meu, nunca tinha cá levado ninguém. E ainda por cima tinha que ser ele? Suspirei e encostei a cara aos joelhos.
-Lily?
Ele não ia compreender… Ele ia rir muito na minha cara, isso sim!
-Eu estava a pensar. – murmurei, sentindo-me cansada.
-E para pensares tens que vir para aqui? – nessa altura ele tinha saído da vassoura e sentado ao meu lado.
-Sim, tenho…
Ele suspirou pesadamente e depois de algum tempo em silêncio disse:
-Lil, sabes que horas são?
Eu não lhe respondi. Estava a pensar na triste injustiça que Merlin me estava a fazer sofrer. Eu aqui a pensar em como esquecer James e ele aparece-me assim do nada. Poderia ter sido Frank, Sirius, Remus, qualquer um, mas não ele!
-São quase onze da noite!
Isto serviu para me acordar.
-O quê? – arregalei os olhos. – Já?
Ele não respondeu à minha pergunta.
-Trouxe-te isto. – e deu-me uns bolinhos que devia ter ido roubar à cozinha.
-Obrigado mas não tenho muita fome. – ele levantou a sobrancelha mas não refilou.
-Como é que soubeste que estava aqui?
-Eu tenho os meus meios – e pela primeira vez desde que chegou ali esboçou um sorriso, um sorriso que me fez arrepiar. Percebem porque quero que o plano comece rápido? Insultei-me mentalmente… – Prometes que não contas a ninguém?
Eu fiz que não com a cabeça. Estava com os olhos postos nele. Como é que alguém poderia ser tão interessante? Eu parecia uma criancinha que recebe um brinquedo novo…
Ele tirou um pergaminho em branco do bolso e disse: 'Juro solenemente que vou fazer asneira' e nesse momento apareceram várias linhas que desenharam Hogwarts e com uns pontinhos com os nomes das pessoas que se mexiam consoante o sítio onde estavam. Consegui ver um pontinho que dizia Lily Evans e outro a dizer James Potter no telhado da torre onde estávamos.
-Um mapa? – exclamei, deslumbrada.
-Fomos nós que o fizemos – e estufou o peito, muito orgulhoso. – Eu, Remus, Sirius e Peter.
Murmurei um 'Uau' silencioso. Então é assim que eles conseguem fazer as marotices todas deles e nunca serem apanhados. Perguntei-me porque é que ele nunca me tinha mostrado… Certamente que até à pouco tempo teria dado alguns berros e mostrado à McGonagall. Está explicado!
Ele parecia contente com a minha reacção mas então voltou a ficar sério.
-Não sabes o quanto ficámos preocupados contigo. – disse ele – Nunca mais voltes a fazer isto! Estavas lá e depois tinhas desaparecido. E promete-me que não vens mais 'pensar' – ele disse isto com uma certa ironia – para aqui. É perigoso…
Suspirei, dei um sorriso e respondi:
-Não vos queria preocupar mas estavam tão entretidos que nem sequer pus a hipótese de vos distrair. Eu precisava de estar sozinha. E eu gosto de estar aqui! – olhei para ele e fiz beicinho.
-Pois, mas não queremos uma Lily na enfermaria toda partida aos bocados a tomar Skele-Groo.
Eca! Fiz uma careta e ele riu-se. Skele-Groo é o medicamento utilizado para fazer crescer os ossos. É nojento, sabe horrivelmente mal e a sensação de fazer crescer os ossos rapidamente é dolorosa.
-Ok, ganhaste…
Ele pôs o sorriso número 7 – eu sou o maior, deu-me um beijo na testa (que confesso ter revirado o meu estômago) e abraçou-me enquanto resmungava alguma coisa do género "Lily Marie Evans, tu tiras-me do sério. Maluca!". Eu ri perante as suas palavras e pus a língua de fora (num acto nada mas nada infantil. Sublinho NADA INFANTIL) e depois voltámos os dois para o campo de Quidditch onde guardamos as vassouras. Ele pegou novamente no mapa e foi verificando o caminho regularmente para não encontrar ninguém. Disse a senha à Dama Gorda (Cauda-de-chifre) e entrámos na sala comum.
Mal entrei Alice atirou-se para cima de mim a gritar 'Lily, estava tão preocupada!', Marlene perguntou onde é que eu tinha estado, Frank perguntou se estava tudo bem… Mas porque será que uma pessoa não pode estar sozinha um bocado?
-A Lily estava muito absorta do mundo exterior a pensar sentada no telhado da torre oeste.
-Ei, qual é o problema de ir lá para fora pensar? – perguntei eu, muito indignada.
-O problema é quando vais pensar para o telhado – frisou James.
-Exacto. Que eu saiba, minha adorada dama, podes pensar cá dentro ou sofres de alguma síndrome estranha que te afecta o cérebro se estás na sala comum? Talvez uma doença alienígena? – inquiriu Sirius com um ar sombrio.
-Pessoal, ele está bêbado? – perguntei eu.
Ele virou-me a cara com um ar indignado enquanto Remus respondia, divertido:
-Não, Lily, é uma das raras vezes em que está sóbrio. – Six revirou os olhos enquanto os outros se contorciam a rir – O problema é que o nosso infeliz Padfoot descobriu a televisão e passou demasiado tempo a ver ficção científica.
-O Sirius quis passar as férias todas a brincar aos astronautas e aos extraterrestres mas felizmente escapámo-nos – disse Peter que já se tinha refeito do que quer que tivesse acontecido hoje à tarde e comia uma barra de chocolate gigantesca.
-Mas vocês são capazes de parar? – refilou Sirius – Estávamos a falar da doida da Lil!
Eu matei-o com os olhos.
-Sim, Lil, qual foi a ideia de ires para o telhado? – perguntou Frank – Tens tendências suicidas ou andas de mal com a vida?
Eu não tenho tendências suicidas mas andar de mal com a vida… Bem, se o meu pequenino problema com James contar, então sim.
-Não, livra! Só fui pensar. Deviam experimentar às vezes.
Eles esboçaram um ar ofendido mas riram-se.
-Mas será que podemos saber o que a menina tanto pensava? – perguntou Lene.
Detesto mentir aos meus amigos mas naquele momento não podia dizer "na minha paixão por James, na chata da namorada dele e num plano para arranjar um namorado e o esquecer".
-Eu estava a pensar em como é o nosso último ano aqui. Como vou ter saudades de Hogwarts, de vocês, de acordar todas as manhãs com os gritos delas – sorri para as raparigas que retribuíram. – Como vou ter saudades de me chatearem por tudo e por nada e de se preocuparem comigo como se eu fosse uma menina mal comportada de cinco anos.
Eu não menti. Tanto assim. Eu realmente tinha pensado naquilo. Só não era o que estava a pensar na torre.
-Mas Lily – começou Frank – tu tens mesmo cinco anos – eu lancei-lhe um olhar acusador.
-E és uma menina muito mal comportada – continuou James com um grande sorriso. Eu olhei para ele e dei-lhe um soco no braço.
Ele soltou um 'Ai' e refilou comigo por lhe ter batido. Revirei os olhos enquanto Sirius dizia:
-Bom golpe de direita, ruiva. Ele estava a merecer. Talvez não,mas soube bem ver o Prongs a apanhar de uma rapariga.
James iniciou uma luta de azarações com Sirius e eu devido à minha vasta experiência em brigas daqueles dois resolvi retirar-me antes que sobrasse para mim. Desejei-lhes boa noite e subi para o dormitório. Lene, Alice e Mary subiram comigo enquanto Frank, Remus e Peter iam discretamente para o deles.
Vestimo-nos em silêncio mas depois chamei-as para a minha cama e coloquei as protecções necessárias para não se ouvir nem ver nada no dormitório.
-Muito bem, meninas, é agora que vai começar o plano AN – sussurrei mesmo sabendo que não se ouviria lá fora.
Elas lançaram uns risinhos histéricos que me fizeram revirar os olhos e exclamar "Merlin, porquê a mim?". Finalmente começámos a falar de rapazes que se encontravam disponíveis e a minha lista engordou um pouco.
-E dos Gryffindor? – perguntou Mary.
O Jam… Argh. Não. Sorri maliciosamente com uma ideia que me veio à cabeça.
-Ah, vejamos… Temos o Thomas Russel, o Peter, James… Aham, esqueçam esse! O Remus, o Sirius e o Frank. Talvez o Frank? Ele é bonito, querido, simpático e um verdadeiro amigo? – perguntei com um sorriso malandro ao mesmo tempo que rezava para que desse certo.
-O Frank não, ele é muito teu amigo Lily, não seria estranho? – disse Alice muito rapidamente e com um ar desesperado.
Ah-ah!
Comecei a dançar o macarena no meio da cama e elas ficaram a olhar para mim.
A Alice gosta do Frank!
A Alice gosta do Frank!
A Alice gosta do Frank!
A Alice –
-Lily? – perguntou ela.
A Alice gosta do –
Chega.
-Não foi nada! Ou poderia ser Sirius? Ele também é muito bonito, divertido, ouvi dizer que beija bem e seria uma óptima companhia.
Olhei à volta. Mary e Alice estavam com um ar indeciso mas Lene parecia apreensiva.
Bingo!
-O que se passa, Lene?
Ela despertou do transe e rapidamente respondeu:
-Nada!
-Não, o Six não, ele é demasiado maluco – resolvi deixar de brincar com ela. Lene respirou de alívio. Acho que nem Al nem Mary repararam.
-Mas tu és maluca, Lil – resmungou Alice com um sorriso sarcástico.
Só falta uma e se não me engano…
-Que piadinha, Alice. – ela encolheu os ombros. – Talvez seja melhor alguém mais calmo, como o Remus?
Mary empalideceu. Eu sou a maior, ora toma lá Cupido. Já foste!
-Não, não… Mathew ou Amos? – ser ou não ser eis a questão como diria Hamlet. A questão era Amos ou Mathew.
N/A: Eu sei, eu sei… Demasiado cliché, os parzinhos do costume. Ainda por cima sabe-se quem são desde o início. Eu bem queria deixar para a frente mas esta Lily é muito perspicaz (Lily: Oh-oh, pois sou :P) … Fazer o quê? Ah, mas vai haver muito enrolanço (palavra que acabei de inventar) aí no meio…
Próximo capítulo não sei quando, uma vez que não tenho um ritmo de postagem certo mas há-de aparecer cá! Prometo que não demoro muito!
Chegou a hora de pedir Reviews! É mais um ritual, então…
Reviews? Façam-me feliz *.*
Beijinhos
