N/A: Respondendo ao review:

-Alexia Black Potter: Sim, as coisas estão a complicar, assim tem muuuito mais piada xD Pois é! Eles são tãããão queridos! Apesar de inteligente, a Lily não percebe as coisas que acontecem à frente do nariz dela. Já o James, é igual, senão pior *-*

NOVO CAPÍTULO (Já não era sem tempo -.-). Se quiserem matar-me, tudo bem... Eu deixo. Mas primeiro leiam este xD


Upside Down

by Inês Potter


Capítulo 9 – Regresso

Acabámos por não jantar pois ficámos a preparar as coisas para que tudo estivesse perfeito quando Alice chegasse.

Subimos para o sétimo andar, onde ficava a tão misteriosa sala e eu passei à frente da parede 'especial' três vezes a pensar num sítio calmo para falar com Alice, tal como tinha feito nesse dia de manhã. A porta de madeira apareceu e eu empurrei-a, abrindo a sala e permitindo que todo o grupo que estava à porta entrasse na clareira.

As exclamações de espanto perante a beleza do sítio foram instantâneas e eu não consegui deixar de sorrir internamente ao pensar em como tudo aquilo era adequado para Alice. Tudo o que existia naquele espaço me fazia lembrá-la.

Não consegui conter-me muito tempo e passado alguns segundos já eu estava no chão a rebolar e a rir como uma idiota, a pegar em dentes de leão e a soprá-los, como se fosse novamente uma criança.

-Lily, menos… - disse Sirius, com um sorriso de troça.

-Sirius, se não tens nada de proveitoso a dizer, cala-te e deixa os outros divertirem-se. – disse eu, enquanto lhe lançava um olhar indignado.

-Ai é, ai é? Não falo mais contigo. – disse ele, enquanto fazia beicinho.

-Então Padfoot, todos nós já tínhamos concordado que a criança aqui é a Lily, para que é a birrinha? – perguntou James, fazendo-me ficar com uma vontade enorme de esganá-lo.

A parte boa é que eu não era a única que tinha esse propósito. Sirius levantou-se rapidamente, pegando na varinha ao mesmo tempo que eu e um segundo depois já James estava a tomar banho dentro do lago.

É claro que James não ficou quietinho sem retaliar e quis vingança. Eu fui-me escondendo atrás das minhas amigas, que faziam um esforço para não se rirem do absurdo que se estava a passar, e principalmente para não se rirem de James, que pingava água por todos os lados. Sirius foi apanhado rapidamente e, estando encharcado resolveu que seria mais interessante mudar de equipa, de modo que passou também a tentar apanhar-me.

-Traidor! – gritei, quando James me apanhou porque Sirius me tinha prendido os pés, fazendo-me cair.

James correu para o lago comigo ao colo, entrando na água que estava gelada, sem me soltar. Eu olhei para ele como quem pede compaixão mas não serviu de nada, porque ele largou-me na água na mesma.

Como já estava encharcadíssima, resolvi ajudar Sirius, que tinha pegado na Lene ao colo e a estava a trazer para a cascata enquanto ela refilava imenso e se debatia, tentando soltar-se.

Olhei para James e este devolveu-me o olhar, percebendo imediatamente o que eu queria fazer. Saímos da água e cinco segundos depois voltávamos para lá com Mary, que tinha sido apanhada desprevenida enquanto se ria de Lene. Remus tentava ajudar Mary a escapar mas não estava a obter grandes resultados, até que eu cheguei ao pé dele, e o empurrei para dentro de água.

Agora só faltava Frank mas eu achei que não seria boa ideia porque ele estava sentado na relva, com um olhar preocupado e levantando a cabeça de cinco em cinco segundos para observar a porta.

Eu sequei-me com um gesto da varinha e fui andando até chegar ao pé dele. Sentei-me ao seu lado e toquei-lhe no joelho.

-Frank, tem calma. – disse. – Ainda falta meia hora, não é preciso sofreres por antecipação. Tenho a certeza que ela te vai ouvir e vai perceber o que tens para dizer.

-Não é só isso… - sussurou ele. Levantou a cabeça, olhando para o fundo da sala, para a água que caia da cascata.

-O que é, então? – perguntei. Vendo que ele não respondia, prossegui. - É aquilo de hoje de manhã?

-É.

-Podes contar-me, se quiseres…

-A Sophie pediu-me ontem à noite para se encontrar comigo hoje de manhã antes das aulas. – começou Frank.

Eu esperei que ele continuasse a falar.

-Segundo o que ela me tinha dito, era mesmo importante, precisava de falar comigo… Quando fui ter com ela, ela disse-me que eu era uma óptima pessoa, um amigo verdadeiro e que era um querido mas que ela se tinha apaixonado por outro rapaz, e que tínhamos de deixar de nos ver. – uma lágrima escapou-lhe pelo canto do olho.

-Oh, Frank. Sinto muito… - disse eu, enquanto esticava o braço para lhe limpar a lágrima. – Gostavas muito dela?

-Ela era diferente, percebes? Eu gostava dela, não a amava, mas ela era muito importante para mim e agora…

Eu abracei-o, enquanto tentava consolá-lo. O amor, por um lado, é a coisa mais maravilhosa que existe. Contudo, quando não é correspondido, ou quando acaba alguma coisa mal é o sentimento que mais magoa. O meu último ano de vida comprova isso…

Olhei por cima do ombro de Frank e pude ver que os meus outros amigos ainda estavam a divertir-se a chapinhar dentro do lago, a mergulhar dos rochedos e a fazer da cascata um chuveiro. Fiquei contente por estar a partilhar aquele momento com Frank.

-Tu sofres muito por causa das pessoas, Fran. Já com a Alice foi a mesma coisa, tu preocupas-te demasiado com os outros e acabas por te esquecer de ti. Vais ver, não tarda isso passa, apaixonas-te por alguém e acabas por continuar amigo da Sophie. Nem todas as mudanças são para pior. Daqui a algum tempo vais ver que vais olhar para trás, sorrir e agradecer por as coisas se terem passado assim.

Espero que me aconteça a mesma coisa… No final deste ano hei-de pensar no Passado e hei-de agradecer pelo que aconteceu!

-Obrigado Lily, és uma querida. – disse ele, depois de me abraçar mais forte.

-Tu és mais, Frankie… – retorqui.

-Hum, desculpem-me estragar o momento… - disse James. – Mas é que faltam dois minutos para as nove, já devias estar lá fora, Frank.

Frank soltou-me rapidamente, murmurou um obrigada, levantou-se do chão e correu lá para fora, fechando a porta em seguida.

Eu levantei-me também e olhei para James, quando constatei que este me observava fixamente. Assim que me viu a olhar para ele, James desviou o olhar para Sirius, que pegava Lene ao colo e a trazia para fora de água, colocando-a em cima de um monte de areia que estava ali ao lado. Depois de ouvir uns berros de Lene a protestar que parecia um croquete, fui chamá-los para nos irmos esconder nos sítios onde tínhamos combinado.

Era suposto Sirius e Lene esconderem-se no mesmo sítio mas Lene ficou tão irritada com Sirius depois da brincadeira dele que achámos todos que seria melhor ficarem separados. Lene e Remus esconderam-se atrás de uns arbustos, ironicamente próximos do monte de areia assassino e Mary e Sirius esconderam-se atrás de um rochedo enorme que estava num dos lados da clareira. Acabei por me esconder com James entre umas árvores que se encontravam ao pé do lago. Permanecemos em silêncio. De qualquer forma estava demasiado nervosa para conseguir formar uma palavra.

Pareceu-me imenso tempo até que a porta se abriu e entraram Frank e Alice. Alice parecia feliz, ou, pelo menos, não vinha com uma cara de ódio assassino. Talvez ela não me quisesse mandar com a mobília e as bolas de papel… Começo a achar que isso é possível!

Tínhamos um sítio lindíssimo. Tínhamos conseguido trazer a Alice. Mas esquecemo-nos da parte do som, que INFELIZMENTE não se propagava até ao sítio onde estávamos escondidos. E fiquei eu, a morrer de curiosidade a olhar para Frank e Alice, que estavam lá ao fundo sentados na relva a conversar, a ver as bocas deles a abrir e a fechar quando respondiam um ao outro MAS sem ouvir nada.

-Lily! – chamou James, baixinho, depois de cinco minutos.

-James, está calado. Assim é que eu não consigo ouvir. – disse eu, tentando, em vão, compreender o que eles diziam. Não posso dizer que estava a tentar compreender, eu tentava captar algum som que induzisse que eles estavam a conversar. Vou ter de comprar um aparelho auditivo…

-Lily… - repetiu ele, como se estivesse a tentar dizer-me alguma coisa importante.

-James, bolas, já te disse para estares calado! – repeti.

-Não me estás a ouvir.

-Pois não, estou a tentar ouvi-los a eles.

-Então está bem. Eu calo-me. E não te vou dizer que tenho uma forma de ouvir a conversa toda.

-Isso mesmo, cala-te um bocadinho. – disse eu, aliviada, tentando esticar-me para ouvir melhor. Parei um pouco para pensar no que ele tinha dito. – TU O QUÊ?

-Foi isso que ouviste. – respondeu James, com os braços cruzados à frente do peito, como se estivesse chateado.

-Porque é que não disseste logo, assim perdi metade da conversa! – retorquiu Lily, exasperada.

-Olha, não te disse logo porque estavas demasiado ocupada a mandar-me calar.

-James, vá lá, faz birrinha depois. Diz-me como é que vamos ouvir a conversa, daqui a um bocado já acabaram de falar!

Ele revirou os olhos enquanto suspirava e depois tirou qualquer coisa do bolso.

-Com isto. – explicou, desdobrando um manto prateado e esticando-o.

-James! – exclamei. Não pode ser, onde é que ele arranjou um manto destes? Não é possível, são raríssimos! – É o que eu estou a pensar?

- Se estás a pensar que é um manto de invisibilidade, então sim. – esclareceu ele, com os olhos a brilhar. – Agora, não querias ir até lá e coscuvilhar a vida alheia? – ele estava a ser irónico.

-É, fazia parte dos meus planos… Mas depois tens de me explicar donde é que isto vem!

-Com certeza, donzela. – disse ele, enquanto nos tapava com o manto.

Contornámos as árvores e andámos devagarinho até ao outro lado da sala. A conversa tornava-se cada vez mais audível e nítida, de modo que parámos a cerca de cinco metros de Frank e Alice.

-… mas parecia mesmo, Frank. Parecia mesmo que tinha acontecido isso. E eu fiquei triste. Aliás, eu não sei o que me aconteceu. – disse Alice, parando algumas vezes para pensar no que dizia.

-Mas Al, porque é que ficaste assim? Porque é que reagiste daquela forma? E nem ouviste o que nós tínhamos para te dizer… Se tivesses ouvido podíamos ter evitado esta confusão toda.

-Eu fiquei assim porque, hãm, bem… - ela pareceu incomodada, enquanto tentava enrolar as palavras para mudar de assunto. Obviamente Alice tinha reagido assim porque me tinha visto com Frank e tinha ficado com ciúmes. Ela não queria dizer que gostava dele… Como eu a compreendo. Eu também nunca vou dizer ao ser idiota que está ao meu lado que o amo.

-Sim? – incitou Frank.

-Eu sei que fui uma idiota, Frank. Devia ter falado com a Lily antes de ter tirado conclusões precipitadas. Eu gritei com ela. Estou tão arrependida… Eu não tinha direito de agir sem saber do que se tratava. Mas fi-lo. E passei a evitar-vos e a ser rude. E quando reconheci que a culpa disto era minha, acabei por não engolir o orgulho. E não arranjei coragem… E –

-Chega, Al. Não precisas de te martirizar. Já passou. – disse ele, chegando-se ao pé dela e abraçando-a.

-Tinha tantas saudades tuas…

-Eu também senti a tua falta, ainda bem que voltaste. Não faças isto outra vez… - pediu Frank, sorrindo-lhe.

-Eu aprendo com os erros. – respondeu Alice, desfazendo o abraço e parecendo mais animada.

-Isso é um sim?

-Claro! Além disso já não aguentava ficar perto da Mel. – disse ela, dando ênfase ao nome da namorada de James. Eu olhei para James, e observei-o a fitar Alice com uma sobrancelha levantada.

-Ela irrita-me. Agora já percebo bem o que a Lily dizia. – James olhou para mim e eu baixei o olhar. - Não se contenta com nada, é refilona, trata as pessoas como cães e diz mal de tudo o que se mexa. – continuou.

Esta tinha sido a parte mais interessante da conversa até ao momento. James não podia dizer que Alice estava a mentir, ela nem sabia que ele estava lá a ouvir tudo o que ela dizia…

-A Kathy até é simpática, mas a Melanie… É intragável.

Frank riu-se com a descrição de Alice. Já James, não parecia estar extremamente feliz.

-É assim que todos a vêm? – perguntou-me, baixando o tom de voz.

-É assim que eu a vejo. A Alice, parece que partilha da minha opinião. E não acredito que a Mary ou a Marlene gostem muito dela. Para ser sincera… Elas detestam-na. Quanto aos outros não sei…

Olhei de novo para a minha frente, de forma a prestar atenção à conversa. Eles pareciam estar a levantar-se e a ir em direcção à porta. James e eu desviamo-nos de forma a eles passarem e eu, desastrada como de costume, acabei por fazer uma rasteira a Frank, com o meu pé invisível. Ele tropeçou e parecia mesmo que ia cair, de modo que eu tapei os olhos, como se isso fizesse com que nada lhe acontecesse. James riu-se baixinho da minha reacção e tirou-me as mãos da cara, fazendo-me ver que Frank se tinha segurado à ombreira da porta. Ele virou a cara para o lado onde nós estávamos e murmurou com uma expressão divertida:

-Lily, cuidado. Totó.

James conteve uma gargalhada. Eu fiquei com cara de idiota a olhar para o sítio por onde Frank tinha acabado de desaparecer, sem perceber como é que ele soube que era eu que estava ali e que o tinha feito tropeçar.

Assim que eles fecharam a porta, Lene, Remus, Mary e Sirius saíram dos seus esconderijos a cochichar qualquer coisa e James tirou a capa de cima de nós, a rir-se imenso enquanto eu punha uma cara de chateada. Aquele idiota estava a rir-se de mim.

-Não ias ficar chateado porque eu não te estava a deixar falar? – perguntei-lhe, de mau humor.

-Lils, não dá para ficar chateado contigo, és demasiado engraçada. – e o idiota continuou a rir-se. Não apanhei muito bem a piada.

-Podes parar de rir de mim e dizer-me como é que o Frank sabia que era eu?

-Ora, é óbvio… Só tu és desastrada o suficiente para fazeres isso. – respondeu, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

-Idiota.

-Eu sei. Sou um idiota egocêntrico presumido hipócrita desonesto preguiçoso convencido egoísta atrasado falso burro tarado perverso nojento bêbado maluco. – disse ele, relembrando-me aquilo que eu lhe dizia à uns anos.

-Eu exagerava um bocado. – disse eu. Ele olhou para mim com uma expressão como quem diz "Um bocado?". - Mas tu mudaste. Já não és tão atrasado, por exemplo. – disse eu, gozando com ele.

-Não sou tão atrasado? – perguntou-me, levantado a sobrancelha.

Eu acenei dizendo que sim.

Ele começou a fazer-me cócegas e eu desabei no chão. Depois de alguns minutos naquela tortura, em que eu ria imenso como se fosse histérica, ele sentou-se ao meu lado e esperou que me recompusesse.

-Então, ainda sou atrasado?

Abanei a cabeça, fingindo ponderar sobre o assunto.

-Não, não és.

-Muito melhor agora.

-Olhem lá, não era suposto o Frank ter gritado "Borboleta", para nós sairmos dos esconderijos e irmos ter com eles? Porque é que se foram embora? – perguntou Sirius quando se juntou a nós.

-Não faço a mínima ideia, também não percebi… Vocês ouviram alguma coisa? – perguntei-lhe.

-Não. Ficámos a contar as nuvens que passavam. – respondeu ele.

-Oh, fala a sério, Padfoot. Estavas atrás de um rochedo sozinho com uma rapariga e não começaste aos beijos com ela? É um milagre! – exclamou James, levantando as mãos ao céu.

Mary tinha ficado corada com o comentário de James.

-Cala-te, Prongs. – resmungou Sirius, emburrado.

-O que é que fazemos aqui, ainda? – perguntou Remus, cortando a conversa, já meio embaraçado.

-Nada. – concluiu Lene. – Vamos embora! Missão cumprida! – gritou.

-Sim, a Alice está de volta. Finalmente! – um grande sorriso involuntário nasceu no meu rosto.

A Alice está de volta!

A Alice está de volta!

A Alice está de volta!

A Alice está de volta!

Não consegui deixar de estar feliz. Eu já a tinha perdoado há imenso tempo, mas ela escolheu fingir que nós não existíamos. E agora ela está de volta! Já está tudo bem!

Percorremos os corredores dos castelos devagar e sem nos preocuparmos com o Filch, já que ainda não eram horas do recolher. O ambiente estava tão leve que conversámos à vontade, como já não fazíamos há imenso tempo. As frases saiam tão espontâneas e naturais que quase não tínhamos de pensar para as pronunciar. Dizer que "a alegria estava no ar" não era desajustado à situação, mas realmente parecia demasiado, hãm, estranho.

Entrámos pela sala comum todos juntos e encontrámos o Frank ainda com a Alice num dos cantos da sala comum. Assim que nos viu, Alice acenou chamando-nos para irmos lá ter e eu sorri.

-Preciso de falar com vocês. – disse ela, olhando para mim.

-Estamos a ouvir, Al. – respondi.

-Queria pedir-vos desculpa. Principalmente a ti, Lily. E a vocês. – acrescentou, dirigindo-se a Mary e a Lene. – Desculpa aquilo da armadura, Lene. Fui estúpida. Perdoam-me?

-Estou contente que já não nos odeies. É claro que perdoamos, faríamos tudo para te ter de volta. – disse eu.

Ela aproximou-se de mim e abraçou-me, ao que eu correspondi prontamente. Senti cada um dos outros a juntarem-se a nós num abraço de grupo, e momentos depois ouvi um grito de Sirius, apesar de não ter conseguido perceber as palavras que pronunciou e mandaram-se todos para cima de nós, o que me fez cair ao chão juntamente com Alice. Fomos literalmente esmagadas pela cambada de imbecis a que chamo amigos.

Quando nos levantámos todos, varri a sala com o meu olhar e encontrei Melanie do outro lado a lançar-me um olhar de ódio penetrante. James, que estava mais à frente acabou por ver a intensidade dos olhares que ela me mandava e foi ter com ela.

Eu senti-me mais cansada que nunca e acabei por arrastar Mary, Lene e Alice pela escada acima rumo ao dormitório das raparigas depois de desejar boa noite a toda a gente.

Aumentei a minha cama com o mesmo feitiço que Remus tinha usado no expresso de Hogwarts e puxei as minhas amigas lá para dentro, onde ficámos a conversar até às tantas, acabando depois por adormecer.


N/A: Bem... Eu tenho andando muuuito desaparecida. Reparei agora que não actualizei a fic desde Fevereiro! E estamos em Junho! O problema é mesmo as aulas... E agora estou em época de exames, que acabam finalmente AMANHÃ e depois tenho mais tempo para escrever... Peço desculpa pela demora. Se me quiserem matar/esfaquear/bofetear estão à vontade xD

Humm... Se não se importam gostava de pedir reviews... (para eu me sentir motivada *-*) vá láááá x)

Beijinhos e até breve :b