Olá meus leitores lindos de viver! Chegay com mais um capítulo lindo&maravilhoso desta fic que estou amando escrever. Várias idéias muito boas surgiram na minha cabeça estes dias, e espero que vocês gostem. Entre muitos outros motivos, essa miscelânea de idéias foi um dos motivos pelo qual eu acabei demorando muuuuuuuuuuuuito pra atualizar, tá!? Me perdoem! Outro motivo foi a manutenção no site, e também houve a correria de trabalho, curso... enfim, tava osso... e eu fiquei sem pc por loooooooooooongos dias, sem contar o bloqueio criativo que tive :/
Quero agradecer aos rewiews lindos de todos vocês, estão sendo muito incentivadores para mim :)
A pergunta que não quer calar: Cadê o Gantz? (um dos meus 1ºs leitores) e a Jack? Me abandonaram é? Dêem sinal devida, seus coisinhos!
Well, sem mais, espero que gostem do capt.
Boa leitura! :)
This is me for forever
One of the lost ones
The one without a name
Without an honest heart as compass
This is me for forever
One without a name
These lines the last endeavor
To find the missing lifeline
Este sou eu para todo o sempre
Um dos perdidos
Aquele sem nome
Sem um coração honesto como bússola
Este sou eu para todo o sempre
Um sem um nome
Estas linhas são o último esforço
Para encontrar a perdida linha da vida
Por mais feliz que eu estivesse por ter saído da Ala Hospitalar e ter visto que tudo estava bem após a guerra (bem, quase tudo,exceto as perdas de pessoas amadas), meu coração estava perdido, sem saber pra onde ir depois daquele beijo. Por um instante, pensei que Severus fosse o homem perfeito para mim, mas ele deixou claro que não queria nada comigo... Ou será que ele só estava me evitando? Por ser tão reservado por todos estes anos, é óbvio que não assumiria um amor assim. Harry me contara que, durante estes anos todos, ele havia escondido o amor que sentiu por Lílian Potter. Quem poderia garantir que ele não estaria fazendo o mesmo comigo? Mas de uma coisa eu estava certa: Não seria fácil amá-lo, conviver com ele, compreendê-lo... enfim, eu tinha plena ciência de tudo isso, mas estava disposta a enfrentar qualquer coisa por este amor. E tomei a minha decisão. O chamaria para o Baile de Halloween e conversaríamos sobre o assunto.
Agora, eu só queria um belo banho e minha cama. Aquela maca estava acabando comigo. Entrei no quarto feminino da Torre da Grifinória, afim de pegar minhas roupas, e me deparei com uma Gina Weasley, sentada em minha cama, e no rosto, uma expressão um tanto quanto preocupada.
– Mione! - ela exclamou - Graças a Merlin você saiu daquela enfermaria! Harry não me deixou ir até lá...
– Tudo bem, amiga. Eu já estou melhor... quer dizer, você sabe... Pelo menos, não vou precisar mofar na Ala Hospitalar. Agora, só terei que conviver com um mostro dentro de mim...
– Ai, amiga... Pense pelo lado positivo: O Professor Snape é o Alquimista mais excelente em preparar a Poção Mata Cão em toda a Grã Bretanha. Você está nas melhores mãos que poderia imaginar...
– É, Gina, eu sei... E falando em Snape, preciso te contar uma coisa...
Oh how I wish for soothing rain
All I wish is to dream again
My loving heart lost in the dark
For hope I'd give my everything
Oh, como eu desejo uma chuva suave
Tudo o que eu quero é sonhar novamente
Meu coração amoroso perdido na escuridão
Por esperança eu daria meu tudo
POV Snape
Sai do banho em um estado pior do que quando entrei. A enchaqueca inevitavelmente apoderou-se de mim de tal forma que eu não conseguia nem raciocinar com clareza. Deitei em minha cama e tomei uma poção para dor de cabeça, que eu sempre deixava na cabeceira da cama, já que desde sempre eu sofria com essas dores infelizes. Graças à Merlin eu só teria aulas com as turmas de 1º ano durante todo o ano letivo.
Vendo pelo lado bom, eu só teria alguns cabeças-ocas novatos para introduzir ao fascinante mundo do preparo de poções, o que, ao meu ver, era algo estimulante. Por mais que eu nunca me sentisse confortável em lecionar, saber que através dos meus conhecimentos eu poderia trazer algo produtivo para a mente de terceiros sempre me trouxe um certo contentamento.
E o mais engraçado em tudo isso foi que, quando Minerva me deu esta notícia, eu não fiquei nem um pouco irritado, coisa que era normal acontecer. Penso que durante todos estes anos como agente duplo me deixaram em um estado de stress contínuo, e agora que tudo acabou, sinto como se tivessem tirado um fardo extremamente pesado de mim. Ao longo de todos estes acontecimentos desde a morte de Lílian, eu vivi uma vida amarga, de arrependimentos por perdas e erros que eu poderia ter evitado se não fosse tão egoísta e mesquinho. Tentei me redimir, consertar meu erro antes que fosse muito tarde, mas não pude evitar que o pior acontecesse. Perdi a mulher que amava. A única que amei em toda minha vida. E quando isto aconteceu, jurei para mim mesmo que cuidaria de Harry... mesmo que ele levasse Potter em seu nome. Eu sempre quis sentir um amor de pai por Harry, mas nunca consegui. Os olhos verdes, iguais os da mãe expressavam o mesmo sentimento que existiu na ruiva pela qual me apaixonei em minha juventude, mas as atitudes dele gritavam o nome de seu pai. Eu nunca conseguiria amá-lo como um filho. Sua essência era de um Potter, e não de um Prince. E aprendi a conviver com isso, mesmo que não me agradasse passar por tal situação.
Mas a cada dia que passa eu sinto com mais convicção de que a razão de minha existência é apenas uma: cuidar dos outros. Eu lá tenho cara de anjo da guarda, Merlin? Primeiro, o Potter, e agora, a Granger.
Granger... Este é o sobrenome do motivo que me trás tanta preocupação nos últimos dias. Não consigo tirar essa garota da cabeça nem por um segundo! Eu só não sabia se era por causa do beijo ou do grande problema que ela enfrentaria daqui para frente. Inevitavelmente, eu estaria ao seu lado... Para sempre, eu acho. Mas era loucura demais pensar que nossa relação iria além dos limites. Além daquele beijo. Isso não poderia acontecer, por mais que tudo em mim desejasse isto. Sim, por mais que eu tentasse negar a tudo e a todos, não poderia esconder isso de mim mesmo: Eu desejava Hermione Granger. Mas eu faria de tudo para não me envolver além do necessário com ela. Querer eu queria, mas não poderia. Eu tenho idade pra ser pai dela, provavelmente! Não, não... Era loucura demais!
POV Mione:
– Hermione Jane Granger, eu não acredito que você fez isso! - Gina bradou assim que eu terminara de contar tudo o que havia acontecido comigo desde o incidente na Floresta Proibida.
– Você pode até não acreditar, mas foi exatamente isto que aconteceu, amiga. - ironizei
– Ok, então, com tudo isso, você quer me dizer que está pegando o Snape? Que vocês estão em um lance, é isso?
– Ginevra, isso são termos? Não... não estamos em lance nenhum. Foi apenas um beijo
– É assim que as coisas começam, Mione... Ou você acha que eu comecei a namorar o Harry só conversando, como amigos?
– É, mas o Severus não é o Harry, né? Tudo para ele nunca é do jeito que deve ser... ele tem o dom de complicar as coisas...
– Nossa! Tá sabendo muita coisa sobre ele, hein?
– Anos observando, querida...
– Observando... sei...
– Ai, Gina, não começa! Eu aqui, precisando da sua ajuda, e você aí, cheia das graças...
– Ok, ok amiga... Bem, então você quer convidá-lo para o Baile de Halloween, certo?
– Sim
– Então porque ainda está aqui, olhando pra minha cara? Vai lá conversar com ele, mulher!
– Nossa, valeu mesmo, Gina...
– Você queria que eu te dissesse o quê, Mione? Ou queria que eu fosse lá contigo? Ih, amiga... Cadê a Grifinória que há dentro de você? Coragem!
– Tudo bem, tá certo. Vou lá falar com ele... Me deseje sorte.
– Você não precisa de sorte, Mi... Ele só recusaria se não estivesse em sã consciência. E uma mulher linda como você sempre tem estratégias para seduzir um homem. Confie em você...
– Morgana que me ajude... - pensei comigo.
Desci as escadas correndo, como se quisesse resolver o assunto o mais rápido possível. Mas ao chegar nas masmorras e parar em frente à porta dos aposentos de Snape, acho que a adrelina estava a mil dentro de mim, e então fiquei sem reação. Não sabia se batia ou não na porta. Tão logo me acalmei e decidi.
POV Snape
Batidas histéricas em minha porta me acordaram. Justo agora que eu conseguira pegar no sono, Merlin? Depois os outros não entendem porque é que eu sou mal humorado... Ninguém me deixa em paz nem por um segundo! Como é que eu consigo ficar tranquilo?
Bem, esta resposta eu encontrei ao atender a porta. A dona dos meus sonhos se encontrava na entrada de meus aposentos, com uma feição ansiosa estampada em seu rosto angelical. E ela nem esperou queeu a convidasse para entrar. Se atirou em meus braços e antes mesmo que eu pudesse pensar, seus lábios se encontraram com os meus. Uma onda de sentimentos varreu de minha mente toda a sanidade, e a única coisa que eu queria naquele momento era me deliciar naqueles lábios. Como poderia eu me sentir tão entregue, tão vulnerável na presença dela?
– Eu sei que você me quer, Severus... - ela sussurou entre os beijos - Você pode tentar esconder isso de todos, até de si mesmo, mas não de mim...
Maldita verdade! Como ela conseguia fazer isso comigo? Eu não conseguia pensar em outra coisa que não fosse o de torná-la minha naquele instante. Mas, por intervenção de Merlin, minha consciência pareceu retornar à mente, lembrando-me de quem era aquela que me beijava com ardente paixão. Ela era apenas uma garota. Uma de minhas alunas. Eu não poderia fazer isso.
– O que deu em você, Granger? - respondi de supetão, empurrando-a para longe.
– Ah, Severus, me poupe! - ela respondeu, à altura e se reaproximando de mim - Não venha me dizer que você não quer o que estou lhe oferecendo... Você pode negar com os lábios, mas sinto todo seu corpo clamando por mim, Severus.
Neste momento, ela já estava enlaçada novamente ao meu pescoço, e me encarava com um semblante maroto no rosto.
– Granger... Por favor...- sussurei, pois o fôlego me faltava. Ela estava conseguindo me deixar louco, por mais que eu lutasse para não perder a sanidade.
– Logo agora que estava ficando interessante! Mas, tudo bem... Posso lhe dar uma trégua... Mas só com uma condição...
Pronto! Agora mais uma pra me chantagear... Eu mereço, hein Merlin? Mas enfim, melhor do que acabar cedendo aos desejos que ela está despertando em mim.
– Ok, qual é a condição, Granger?
– Você terá que ir ao Baile de Halloween comigo.
– Pirou de vez, né garota? Eu lá tenho cara de que gosta de bailes!?
– Não estou perguntando se você gosta ou não, Professor. Estou dizendo que você vai e ponto!
– E por acaso eu serei obrigado a ir?
– Bem, eu não sei se já lhe informaram, mas eu sou excelente com a Maldição Imperius... Então, você escolhe: Ou vai de boa vontade, ou serei obrigada a lancá-la em você. Ou, se preferir, podemos anular estas duas opções, e eu termino de fazer o que comecei agora há pouco...
Sinceramente, se ela não fosse uma garota, eu aceitaria que ela continuasse com seu jogo, mas como isso era insanidade demais para mim...
– Ok, Granger. Eu vou à este Baile maldito com você. Mas não pense que existe ou existirá algo além disto.
– Será mesmo, Severus? - ela indagou, um sorriso maroto brincando em seus lábios.
– Bem, acho que você já conseguiu o que desejava, não é mesmo? Já pode se retirar - respondi, seco, abrindo a porta.
– Não era beeem isto o que desejava, mas estou satisfeita com os resultados que obtive. Até mais, Professor!
Ela despediu-se com um beijo em meu rosto e saiu. Hermione estava pisando em solo perigoso, e eu estava me arriscando demais ao permitir que ela avançasse. Mas eu não sabia o que fazer. Não conseguia evitar, era mais forte do que eu.
N.A: O trecho da música que foi aqui escrita chama-se Nemo, da banda Nigtwish. Se você não conhece a música, clique aqui e seja feliz! :D
Notas finais do capítuloWOOOOOOOOOOOOOOOW Mione! Kikeiçu, minha filha!? kkkkkkkkkk'
Well, esperam que tenham gostado! Deixem seus reviews lindos, que eu AMO, e mais uma vez, sorry pela demora, gatosos...
AH, e só pra esclarecer, a Ritter é uma amiga minha, que eu resolvi criar em personagem, porque gosto de imaginar o Sev chamando ela pelo sobrenome ~le eu pirada :P HAHA'
Mas relaxem, o que é dela tá guardado, blz?
Bjokas, e até mais... ;D
