Título: AFTER ALL

Autora: Samantha Tiger Blackthorn

Casal: Harry e Draco

Classificação: NC-17, Romance, Angst, Violência Física e Psicológica.

Resumo: Depois de tudo, o amor deles foi o caminho que Harry usou para trazê-lo de volta. Ele entendeu que é o Amor e não o tempo que cura todas as feridas.

Avisos: Essa estória é Slash, ou seja, mostra o amor entre dois homens. SE NÃO GOSTA, NÃO LEIA.

Beta: Lady Anúbis
Disclaimer: Essa história é baseada nos personagens e situações criadas e pertencentes a J.K. Rowling, várias editoras e Warner Bross. Não há nenhum lucro, nem violação de direitos autorais ou marca registrada.

Dedicatória: Essa fic foi escrita como presente de Aniversário para Meu Amor

FELTON BLACKTHORN, dia 21 de Fevereiro de 2007.

PARABÉNS!!!

AFTER ALL

CAPÍTULO 5 – Visões do Inferno

- Senhores, Mulciber. – E deixou-os a sós com o prisioneiro.

- Ora, ora! Então os boatos são verdadeiros! Harry Potter em pessoa veio à Azkaban...

- Então, já virei notícia aqui também...

- Claro! Não é todo dia que uma pessoa tão... ILUSTRE, vem nos visitar. Resta-me saber o que você quer de mim, por que seja lá o que for não vai conseguir de maneira alguma.

- Isto soa como se você pudesse evitar que conseguíssemos qualquer coisa... – Severus quase sorri. – Você não está em posição de impedir nada...

- CALE A BOCA SEU MESTIÇO TRAIDOR!

- Isso está se tornando repetitivo... Travalíngua! – O comensal ficou possesso ao sentir a língua presa no céu da boca, agarraria no pescoço de Severus e o esganaria até a morte se pudesse. – Está vendo? Sem impedimento nenhum. Imobulus! Vamos lá Potter, faça logo o que tem que fazer e vamos embora.

- Legilimens.

Harry notou que este comensal era mais resistente que o outro, mas não o suficiente para impedi-lo. Forçou a passagem pela barreira mental que ele ergueu, com facilidade. Estava em uma reunião dos comensais, notando que havia alguém de frente para Voldemort, que indagava se queria mesmo receber a marca negra. Sentiu a presença do medo na pessoa de costas, mas ouviu nitidamente a resposta positiva. Viu o movimento de varinha do bruxo das trevas lançando o feitiço não-verbal, e logo depois o novo comensal cair de joelhos em gritos pavorosos, o braço estendido à frente...

Mas não era isso que procurava. Seguiu mais à frente, atravessando mais uma barreira. Viu-se em um ataque dos comensais da morte a uma vila trouxa, morte, sangue, tortura...

Também não era isso o que procurava. Atravessou mais uma barreira. Percebeu que estava numa masmorra. Provavelmente ficara abandonada por muito tempo, as condições do lugar eram terríveis. Ouviu vozes e reconheceu o tom orgulhoso da voz arrastada. Seguiu na direção dela e encontrou uma cela. Nela o comensal confrontava o loiro que apesar de muito machucado, sujo e magro, ainda sustentava o olhar arrogante e orgulhoso de um Malfoy.

- ... Garoto petulante! Não percebe que esse orgulho não adianta nada? A sua posição social, o seu nome, não valem nada aqui. Seu papai está morto, o status dele como braço direito do Lorde das Trevas já não existe mais.

- Eu nunca apreciei o envolvimento do meu pai nisso. Ele tinha as opiniões dele e eu as respeitava. Mas ser capacho de um louco não é a minha visão de status.

- Seu idiota, o que adianta agora o que você pensa ou essa arrogância? Nada. Malfoy está morto, você e sua mãe estão sob nossa guarda para fazermos o que quisermos com vocês. Seu pai sempre se achou superior, o maior, o melhor, era o braço direito do Lorde, e agora onde ele está? Numa cova qualquer no jardim da própria mansão... Não é irônico?

- Ele SEMPRE foi superior. Mesmo que ele tenha se sujeitado ao Lorde das Trevas nenhum de vocês nunca chegou aos pés dele. Ele foi um Malfoy até o fim, foi leal à família em primeiro lugar, como devia ser. E quando eu sair daqui, vou dar o enterro digno que ele merece.

- Quando você sair daqui? E quem disse que você vai sair? Ouça bem garoto, ninguém virá em seu resgate, você é filho do braço direito do Lorde das Trevas. Você foi pra casa no final de semana, para todos os efeitos está com seus pais, ninguém virá em seu socorro. – Draco continuava o olhando com o nariz empinado. – A não ser que os boatos que ouvimos sejam verdade... Que você tenha se associado com o garoto-que-sobreviveu... Foi por isso que o Lorde das Trevas foi visitar a sua família. Queria se certificar da lealdade de seu pai. Ah! Que será que o Lorde soube que desencadeou a morte do papai... – Draco empalideceu, para o deleite do comensal. – Esqueça garoto. A Ordem da Fênix e seu garoto de ouro não se abalarão até aqui para resgatar o filho de um comensal da morte e sua viúva. – Draco engoliu em seco, os olhos perdendo um pouco do brilho de esperança.

- Eu estou tentando, Draco, juro que estou, com todas as minhas forças... – Harry sussurrou, mas Draco não podia ouvi-lo.

- Não importa. Mesmo assim eu continuo sendo um Malfoy e a minha mãe também.

- Seu idiota, eu ainda vou fazer esse seu orgulho em pedaços... – Mulciber saiu deixando Draco sozinho, Harry o seguiu pelos corredores até o salão principal. Lá estavam Crabbe e Goyle, sentados à mesa, comendo alguns sanduíches.

- E então, como foi? – Crabbe perguntou ao ver a cara irritada do companheiro.

- Aquele garoto é um poço de orgulho e arrogância. Nada o abala, parece o Lucius em miniatura.

- Ahhh, você e essa obsessão por humilhar um Malfoy... – Goyle riu da irritação do comensal. – Quer mesmo atingi-lo? Atinja a mãe dele primeiro... Ele é como o pai, atinja a família e ele cederá.

- Boa idéia, vá buscá-la e coloque-a naquela bancada. Quero ver aquele garoto implorar por misericórdia.

Harry sentiu seu estômago se retorcer com apreensão. Viu Goyle sair e voltar minutos depois com Narcissa em estado semelhante ao filho, levá-la até a bancada e colocá-la sobre ela, prendendo-a pelos pulsos e tornozelos.

- Evanesco! – Mulciber limpou a mesa com o feitiço. Depois apontou a varinha para as escadas, convocando uma maleta, que chegou às suas mãos rapidamente. – Ótimo. Nos últimos tempos tenho lido sobre torturas trouxas, e achei algumas bem criativas... – retirou um agulheiro de dentro da maleta. - Faz tempo que quero ver qual o resultado delas em alguém.

- Não sei para que isso, uma cruciatus dá a sensação de terem centenas de pontas afiadas se enfiando na carne... É eficiente o bastante para mim, e não há sangue.

- Ah, sim. Mas também deixa a pessoa debilitada muito rapidamente. Isso é muito mais sutil, é eficiente e deve ser muito doloroso, pelo que eu li da descrição dos relatórios sobre a segunda guerra dos trouxas... Agora tenho a chance de conferir.

Harry não podia acreditar em seus olhos, ele ia enfiar agulhas nela? Nas unhas! Ficou estático, olhando enquanto aquele demônio nojento gargalhava ouvindo a mulher gritar pavorosamente... Queria tampar os ouvidos, fechar os olhos, mas não conseguia. De repente escutou a voz de Draco que gritava de sua cela, entre os gritos agoniados de sua mãe...

- SEUS CALHORDAS DESGRAÇADOS! SOLTEM ELA! POR QUE NÃO USAM A MIM PARA SUAS BRINCADEIRAS NOJENTAS?

- Realmente Goyle, sua idéia foi excelente. Vá lá buscá-lo, vamos deixá-lo apreciar o espetáculo. Quero vê-lo sofrer, implorar, rastejar.

Harry assistia a mulher gritando em desespero e logo viu Goyle arrastando um Draco que se debatia preso por correntes, tentando se desvencilhar para socorrer a mãe.

- Sabe Draco, você tem razão. Um Malfoy não se verga. Ela está se portando como uma verdadeira Malfoy, grita, sofre, mas não perde a pose. Não implorou para que eu parasse nem uma vez...

- SEU ORDINÁRIO! POR QUE NÃO FAZ ISSO COMIGO? DEIXA ELA EM PAZ!

- O que...! Já vai começar a implorar? – Ele mal consegue falar, está às gargalhadas. – Mas eu nem comecei, por que deveria parar?

- Ela não tem nada com isso...

- Ah! Mas ela tem. Você mesmo disse... Ela é uma Malfoy. Assim como você.

- Você é um crápula repugnante.

O comensal largou o que fazia e foi até a frente do loiro acorrentado à parede, dando uma violenta bofetada com o dorso da mão na face de Draco. A pele ficou roxa na hora, o canto do lábio se partiu, deixando um filete se sangue escorrer.

- Você é um fedelho patético. Ainda não percebeu que aqui está à nossa mercê...? E que vai fazer o que eu quiser? Vai lamber a minha bota se eu mandar! E cada vez que você não me deixar satisfeito, as coisas vão piorar ainda mais para ela...

oOo

Mais uma barreira. Entrou em outra lembrança, era noite e o comensal andava cambaleante pelos corredores da masmorra. O libertino entrou na cela, com a varinha acendeu as tochas. Tinha uma garrafa de firewisky na mão, bebia diretamente do gargalo e observava o loiro adormecido no chão, preso pelas correntes. Levou a garrafa novamente à boca, mas não havia mais bebida dentro dela e então, irritado, jogou-a contra a parede de pedra, despedaçando-a com estrépito. Draco acordou sobressaltado, sem conseguir abrir os olhos incomodados pela claridade repentina.

- Oh! Desculpe! Acordei você? Não era a minha intenção... – Um sorriso maníaco apareceu nos seus lábios.

Draco permaneceu calado, os olhos frios e sem expressão presos no comensal que cambaleava à sua frente. Lentamente ele se arrastou até encostar-se à parede, sua postura já não era arrogante ou orgulhosa, mas ainda denotava dignidade.

- Eu soube de mais alguns boatos, sabe, daqueles sobre você ter se associado ao Garoto de Ouro da Ordem. Ouvi dizer que vocês eram mais que aliados... Que ele estava procurando por você... – Um brilho de esperança passou pelos olhos prateados. – Desconfiamos que alguém no meio de nós devia ser espião deles, então espalhamos o boato que Lucius fugiu da Inglaterra com a família. Foi quando abandonamos a Mansão Malfoy e os trouxemos para cá. Foi uma pena ficarmos tão pouco tempo na mansão, deixarmos o conforto que tínhamos lá. Isso já faz mais de seis meses. – O homem foi chegando cada vez mais perto de Draco, que nem se mexia e nem desviava o olhar do seu agressor. – Mais uns três meses e você vai fazer dezoito anos, então estamos preparando uma diversão maravilhosa para comemorar a data. Nott nos deu uma excelente idéia. Pedi a ele para tomar as providências, pensei até em convidar o próprio Lorde das Trevas. – Seus olhos se arregalaram ao ver o homem abrir a braguilha. – Mas enquanto isso, você vai mostrar pra mim o quanto você era amigo do Menino Dourado. – Só aí o loiro fechou os olhos e desviou o rosto. – Não? Tem certeza que não vai fazer para mim o que eu quero?

Harry não conseguia deixar de pensar em assassinar o comensal nojento com as próprias mãos, uma imperdoável não era boa o suficiente para matá-lo. Viu-o apontar a varinha para o loiro e com um feitiço os grilhões se separaram das correntes na parede e se uniram.

- Vamos dar uma voltinha. Você vai ver que eu sempre consigo o que eu quero, de uma forma ou de outra. – Ele praticamente arrastou Draco até a cela ao lado.

Assim que entrou, Harry pode divisar uma outra pessoa no canto da cela. Os cabelos loiros não deixavam dúvidas de que era Narcissa quem se encontrava ali. Harry ficou horrorizado. Ela estava coberta por um manto, preso apenas na gola. Dava pra ver que estava nua, que seu corpo estava tão marcado quanto o de Draco quando o encontrara. Estava ainda pior, por que estava cheio de manchas e cicatrizes que denunciavam inúmeras queimaduras recentes por todo o corpo. O olhar de Draco era puro sofrimento, não devia ver a mãe de perto há muito tempo e só agora podia constatar o estado real em que ela se encontrava.

- Agora você vai ficar aí, bem quietinho e assistir como é que se faz.

- NÃO. Eu faço o que você quiser.

- Agora é tarde garoto. Aprecie o espetáculo se puder.

Harry viu-o prender o loiro às correntes na parede oposta e se aproximar lentamente de Narcissa.

- Imperius! – A expressão no rosto era demoníaca. – Venha aqui e fique de joelhos...

Viu-a obedecer. Viu o comensal abrindo a braguilha... Harry fechou os olhos. Não podia olhar, não queria ver, mas não podia deixar de ouvir. A voz desesperada de Draco implorando para que não fizesse aquilo com ela, que deixasse sua mãe em paz. Dizendo que faria qualquer coisa, que faria tudo... Ouviu os soluços, deu as costas à cena horrorosa, e abriu os olhos. Viu Draco completamente quebrado, de joelhos, as lágrimas caindo por seu rosto, assistindo a degradação da mãe. Desespero, impotência, culpa, passavam por seu olhar; ele gemia e implorava, e a agonia continuava, e continuava...

O comensal estava muito bêbado e não conseguia se satisfazer, e ficava com mais raiva ainda. O choro e as lamúrias o perturbavam, e o atrapalhavam ainda mais. Quando finalmente acabou, empurrou a mulher para longe e avançou enlouquecido sobre Draco.

- Cale a boca, Cale a BOCA, CALE A BOCA! – A última coisa que viu foi a mão pesada descendo sobre o rosto do loiro.

- CHEGA! – Harry caiu de joelhos, se sentia sufocado, não sabia se de ódio ou de nojo. Respirou profundamente algumas vezes. Levantou o olhar e encontrou o sorriso debochado estampado na cara de Mulciber. – EU VOU MATÁ-LO! E NEM VOU PRECISAR DE UM AVADA KEDAVRA! – Levantou-se e avançou. Mas foi agarrado por trás por Severus que estava atento e já esperava esse tipo de reação. Conhecia bem demais o ex-colega comensal para saber do que ele era capaz e o seu ex-aluno para prever as reações dele.

- ME SOLTA SEVERUS! E ME DEIXA FAZER MAIS UM FAVOR AO MUNDO BRUXO E EXTERMINAR MAIS UMA PRAGA INÚTIL!! – Harry se debatia, seguro pelos braços firmes de Severus.

- Pare Potter! PARE!

- VOCÊ NÃO SABE...

- Eu sei! Lembre-se que tem alguém que depende de você. – Isso o fez parar de lutar. - Vamos embora. AGORA!

oOo

Mal chegaram aos aposentos de Severus e Harry correu para o banheiro. Passou um tempo lá, colocando para fora todo o jantar. Severus serviu-se de uma dose de firewhisky e serviu uma para Potter também. Sentou-se para esperar por ele. Hoje ele ia ter que ouvir.

- Boa noite Severus...

- Não tão depressa, Senhor Potter. Sente-se aí e tome um drink, precisamos conversar. Você vai me contar o que fez você perder a cabeça hoje.

- Não temos nada a conversar. – Harry olhava para os lados sem encará-lo. – Eu não quero falar sobre isso.

- Ahhhh... Mas vai falar. Se eu não estivesse lá você teria feito uma besteira! S.E.N.T.E-S.E! – Harry sentou-se relutante. – Eu avisei que você tinha que se controlar. Perguntei se estava preparado para o que ia ver, lembra? Nesta mesma sala, há uma semana atrás.

- Isso não vai acontecer novamente.

- Não vai mesmo, por que nós não voltaremos mais lá.

- Mas eu preciso! Estou perto de descobrir por que ele perdeu a memória!

- A não ser que você me conte o que descobriu até agora e me convença de que é realmente necessário...

- Eu vi algumas coisas só. Eu posso imaginar o resto. Naquela noite que o Draco foi para casa... Voldemort tinha ouvido falar sobre Draco e eu, não sei o que ele descobriu de concreto, mas obrigou Lucius a açoitá-lo sob império! Lucius chegou a derramar algumas lágrimas por ter feito aquilo e quando viu como o filho estava, endoidou de raiva e se virou contra ele. Voldemort o torturou e matou, na frente de Draco e Narcissa. Depois fez um feitiço para que ninguém que esteve presente pudesse comentar sobre o ocorrido e deixou-os nas mãos dos comensais, para que fizessem o que quisessem com eles...

- Por isso não consegui descobrir nada.

- Eles disseram que Malfoy tinha se revelado um traidor da causa fugindo com a família. Voldemort desconfiava que houvesse um traidor no meio dos comensais, mas não sabia quem era. E hoje, as memórias desse degenerado me deixaram ainda mais revoltado e repugnado! Sabe-se lá quantas vezes deve ter feito o que eu vi hoje... Importunou Draco de madrugada, exigindo atenções sexuais orais, e quando ele se recusou, fez o mesmo com Narcissa na frente dele. Depois o espancou...

- Procedimento padrão dos comensais... Demonstração de educação e gentileza.

- Isso não é tudo. Estão planejando alguma atrocidade para o aniversário dele, Mulciber disse que a idéia foi de Nott. Ele está encarregado de providenciar os detalhes. Tenho que saber o que fizeram! Ele perdeu completamente a memória, o choque foi muito grande!

- Mas que cabeça dura! Potter, isso está virando obsessão!

- Não é obsessão! É amor.

- Potter... Estou no limite da minha paciência. Não vê que isso não vai adiantar nada?

- Por favor, Severus...

- Você tem consciência de que ele pode nunca se lembrar de quem você é?

- Não importa mais se ele nunca lembrar. Fico muito Feliz se ele viver em paz e tranqüilo comigo. Estou disposto a cuidar dele pra sempre se ele me aceitar ao seu lado. – O tom de desolação na voz do rapaz, não passou despercebido a Severus. – Por favor, Severus. Eu prometo me controlar. Sei que terei de ser forte, mas não conseguirei sem sua ajuda.

- Você não entende. O que está por vir é muito pior que tudo. Eu conheço Nott muito bem... – O garoto podia ser muito teimoso, mas estava determinado e Severus sabia que não ia ter jeito de se negar a ajudar. Draco precisava desse Grifinório maluco, inteiro de preferência. – Potter... Certo. Não tenho alternativa. Mas você terá que ser mais do que forte. Por você e muito mais por ele.


Muito obrigada a todos que além de ler, deixaram reviews: Bibis Black (RSRSRS Não é sempre assim, sabe? Atualizações diárias... Mas desta vez tem um motivo específico, o Aniversário do Felton Blackthorn. É bom saber que estou conseguindo envolver os leitores na estória. Eles são muito fofos, adoro esse casal); Regulus Black (Desde quando vem algo de bom dos comensais da morte? Ainda mais desses que eram os mais chegados do Lorde das Trevas...); Dryade (Acho que é pelo Amor que o Harry põe em tudo que faz, e um pouco de tudo também. Mas depois que eu vi aquela foto... Meu Merlin! comissão de frente, alegorias e adereços, será que tem comissão de fundos também??? Rsrsrsrs babando).

Meus agradecimentos também a todos os que leram e por qualquer motivo não deixaram review, espero que continuem acompanhando a estória.