Abril, maio, junho e julho. São os piores meses em Iwagakure no Sato. São emses d etempestades. Horríveis tempestades, que alagm ruas, e tiram o sosno de sues cidadãos. Tudo nestes meses é péssimo. A comida, o ar, as pessoas nascidas neste dia. Atempestade alag ruas, inavde casa, epsalha vírus. Não são bons meses. Deidara nasceu neste mês, em maio, dia cinco. Não era um bom sinal.
Saa wasuremashou sono mirai ga
(Vamos, nos deixe esquecer aquele futuro)
Quando sua mãe estava para dar a luz, seu pai falou que não aceitaria um filho da tempestade. Que eles, os Satoshi, uma família respeitada, aparentado com o Tsuchikage, não poderia ter um filho na tepestade. Ainda por cima no mÊs que atempetade é mais forte! Era inaceitável. Cogitava passara espada no bebê ASSIM QUE NASCESSE.
Mata chinurarete yuku nante
( QUE ACABA MANCHADO DE SANGUE NOVAMENTE)
No momento em que Deidara nasceu, um relâmpago cortou o céu. Era uma maldição. Ann, precisou convencer o marido a não matar o bebê, em respeito ao menos À Tomoe, sua filha mais velha que estava com dois anos. Hiroito aceitou. Mas teve uma enorme antipatia pelo menino. Pelo mês em que ele havia nascido e pelas condições também. Viajava demais, e sabia que sua mulher podia ter um amante. E aquele menino podia ser um bastardo. Não seria uma infância simples.
Namanurui kaze doguro wo maitara
(Se este vento suave no circundar)
Sore ga tabun aizu
( provavelmente é um sinal)
Deidara era uma criança inacreditável. Foi muito bem aceito na sociedade. Aluno exemplar. Inteligente e bonito com seus brilhantes olhos azuis e seus cabelos cor de ouro. Era um irmão exemplar. Cuidava de Tomoe, como se fosse o mais velho. E cuidava de Daisuke – o irmão que nasceu três anos depois dele- com uma atitude paternal. Amava sua família, mas não era correspondido por sue pai. Quando sue pai chegava de uma viagem e todos iam abraçá-lo, ele pegava no colo Tomoe e Daisuke, e ignorava Deidara. Depois ia brincar com a pequena Kin, deitada no berço. Era como se Deidara não existisse. A vontade de sumir era inevitável.
Nukedashitette Nukedashitette
( fuja, fuja)
Aos nove anos, Deidara passou no exame chunnin de Iwa. A alegria foi geral. Mas só durou uma semana. Em vésperas de seu décimo aniversário, a família fazia um passeio de tarde. A tempestade veio de uma vez. Alagou ruas e caminhos, superou a família Satoshi. Ann conseguiu encontrar Deidara, Tomoe e Daisuke, mas não encontrava a Kin, no meio daquela inundação. Quando o sol voltou, eles se desesperaram procurando. Encontraram Kin no parquinho, para onde água a havia arrastado. Já morta afogada. Hiroito assimilou aquilo à Deidara. Acreditava que era culpa dele, só podia ser. Aquele filho da tempestade só podia trazer problemas È família. A relação com seu pai rui de vez.
Kanashisugiru unmei kara
( de um destino tão doloroso)
O tio de Deidara era uma pessoa incrível, também nascida na tempestade. Irmão de Ann, aumentava a moral do sobrinho colocando-o nos ombros e dizendo que só eles dois tinham aqueles olhos azuis fantásticos. Dizia para Deidara que ser nascido em abril, maio junho ou julho em Iwa era como florescer no inferno. Muitos saiam da vila. Convencia Deidara de que ele não merecia aquilo. Ele não era uma flor no inferno, para sofrer assim.
Anata wa naraku no hana ja nai
(você não é uma flor no inferno)
Daisuke fazia oito anos em finais de fevereiro. Reclamava por que, depois da morte da pequena Kin. Que tinha apenas dois anos. Não podiam sair de casa durante tempestade, nem para is a escola. Então ele ficava olhando para seus brinquedos do ar livre, com vontade de ir brincar, como um pássaro preso.
" nii-san, eu não posso sair, vai ser tão entediante! Eu ganhei um aeromodelo tão bacana!"
" então vou montar o aeromodelo para você. Então a gente brinca lá fora certo. Ele esta na sua caixa de presentes não?"
" nii-san, você é dez!!!!!!!"
Deidara andou até a sala de visitas até que ouviu um alvoroço. Sua mãe discutia com seu pai na cozinha. Restavam apenas dois parentes: seus avós.
" quero que você trate bem ao Deidara! Isso já foi longe demais!"
" não vou amar um filho de tempestade! E que nem meu filho é! Eu sei que ele é filho seu com um amante! Pensa que sou cego?"
Ann ouvia aquilo com lágrimas nos olhos
Chocado Hiroito olhou em volta. Deu de cara com deidara na porta da sala, olhando chocado. Quando se aproximou dele, Deidara saiu correndo. Subiu as escadas.
Neste momento, Daisuke chegou e olhou a cena. Perguntou ao pai por que Deidara saiía correndo e por que a mamãe estava chorando no chão da sala.
Sonna basho de
Sakanaide sakanaide
( neste tipo de lugar. Não floresça neste lugar, não floresça neste lugar)
Deidara se abaixou na porta do quarto. Não queria acreditar naquilo. Alguém bateu na porta. E lhe falou. era seu tio. Deidara abriu a porta e abraçou o tio com força. Quanta coisa de uma só vez! O tio lhe contou onde estavam a cartas de sua mão ao amante. Disse que ele podia fazer o que quisesse com elas. Deidara pegou as cartas e as pintou com cores fortes. Depois correu para o jardim com Daisuke, seguido por todos os parentes. Colocou fogo na ponta das cartas pintadas e elas faiscaram como estrelinhas. Daisuke veio lhe perguntar o que era bastardo, pois ouvira o pai comentar. Todos acharam que Deidara, como vingança iria jogar a bomba nos ombros de Daisuke, para punir o pai. Mas não. Ele simplesmente falou que 'bastardo' não era lago que ele precisava saber agora. E então soltou os fogos de artifício. Hiroito não conseguia nem olhar na cara de deidara. Depois de estourar os fogos, Deidara saiu com o tio.
Karametorarete ikanaide
( não seja pego)
O tio colocou Deidara nos ombros. Tentava consolá-lo. Mas pela cabeça de Deidara só passavam palavras sem nexo. Chegaram ao topo do penhasco onde ficava vila oculta de Iwa. O tio contou a Deidara um justsu complicado, que gera bocas nos membros do corpo que você corta, mas pode gerar objetos com vida que explodem ao comando. Deidara tentou o jutsu. Funcionou. Surgiram duas bocas bizarras nas suas mãos.
Oto mo naku tobikau toki no kakera
( fragmanetos do tempo voam sem prodiuzuir um ruído)
A alegria durou pouco. Foram atacados por ninjas de outra vila. Apesar de fazer tudo para salvar aos dois, o tio querido de Deidara foi morto. Disse no ouvido de Deidara ainda algumas coisas: 'fuja. Você pode fugir. Fuja deste destino horrível que esta vida em Iwa lhe reserva!' Deidara não pensou duas vezes. Saiu em disparada.
Dare ga kono te wo nigitteru no?
Dare ga kono kami wo nadeteiru no?
( quem esta segurando minha mão? Quem esta tocando em meu cabelo?)
Fugiu até onde pode. Ate que foi capturado pelos tais ninjas. Foi amarrado e colocado em cima de uma mesa de pedra. Os homens pareciam ser de alguma seita religiosa. Recitavam coros e diziam ter conseguido um bom sacrifício.
Ima naiteita moegi no naka de
Kanjiteru aizu
(agora nos brotos que choram, eu posso sentir o sinal)
Deidara então retirou um pouco de argila dos bolsos de moldou nas bocas das mãos. Explodiu os sacerdotes. Então moldou um clone seu com aquela mesma argila, e o colocou sobre aquele altar, como se realmente tivesse sido assassinado. Não tardaria encontrariam aquele corpo ali, e o dariam por morto. Era a chance dele sumir. De ir para longe.
Tobikoetette tobikoetette
Unmei no haguruma kara
(voe, voe, das garras de um terrível destino)
Não. não iria mais se perder e sofrer naquele lugar! Não deveria!
Anata wa naraku no hana ja nai
( você não é uma flor no inferno)
Aquela vida seria apena suma lembrança ruim, não precisava mais esconder aquele rancor no interior de seu coração, não precisava mais clamufar sua rejeição, não precisava mais fazer esculturas horríveis para depositar sua raiva e depois destruí-las! Podia ser livre! Um grande alívio!
Sonna basho de
Chiranaide chiranaide
Soshite tane wo nokosanaide
(neste tipo de lugar, não perca sua pétalas, não perca suas pétalas! Não deixe suas sementes)
Nascia enfim deidara, para uma vida nova. Adeus ao bom filho de Iwa, que vivia para apagar os pecados dos pais. Seu único pecado era ter nascido. Que a tempestade viesse. Ele não se balaria.
Me wo daseba futatabi mawaru karuma
(os carmas só se manifestam se você permitri)
Os trovões das tempestades de Iwa são os deuses com raiva dos humanos. Seu avô lhe dissera. Se os Satoshi tiveram um filho na tempestade...
Nukedashitette Nukedashitette
Kanashisugiru unmei kara
( Escape, escape, deste destino horrível.)
... era por que os deuses estavam com raiva.
Anata wa naraku no hana ja nai
Sonna basho de
Sakanaide sakanaide
(Você não é uma flor no inferno. Neste tipo de lugar, não floresça aqui, não floresça aqui!)
'Não vovô' – sussurrou para si mesmo
Karametorarete ikanaide
( não seja alcançado)
'Quem causa os trovões'
....
...
...
'SOU EU'
Oto mo naku tobikau toki no kakera
( fragmentos do tempo que passou voam por ai sem fazer um som)
