Sem dizer nada, Hinata executou o saque. Não foi perfeito, mas foi bastante tolerável, na opinião de Kageyama. Hinata continuou sacando.

— Tsukishima me disse uma coisa — falou depois de um tempo —, uma coisa que me fez ter esperança. Eu sei que você é sincero demais para brincar comigo.

Hinata apenas ouvia, a bola apertada entre as mãos.

— Se você ainda me vê do mesmo jeito, eu vou te deixar em paz — continuou Kageyama —, mas se eu tiver alguma chance... Eu ainda sinto o mesmo. Eu gosto de você. Mais do que isso, eu amo você. Eu amo você, Hinata... Shouyou.