PARTE II

Ai, o arrependimento por ter sido tão ousada me cutucava assustadoramente.

Mas não tem força para superar a esperança que eu sentia. Eu tinha feito o contato visual com ele pouco antes de sair e eu pensei que eu vi. . . querer.

Se era para me desejar o inferno fora de sua sala de aula ou para fazer amor comigo como eu queria fazer com ele, foi definitivamente querer.
E no meu atual estado de espírito, eu estava decidindo sobre a opção de fazer amor.

***

Estou mais uma vez sentada na sala 1201, olhando para a minha prova.

Eu já terminei. Recostei-me na minha cadeira,ainda vestindo uma saia, mas que passa por debaixo do meu meio da coxa.
Eu não iria desobedecer uma ordem direta, embora eu não tivesse seguido as instruções, bem como o Sr. Cullen tinha provavelmente desejado.

Ainda é suficientemente curto para permitir o Sr. Cullen ponto de vista.
Que, naturalmente, é a única razão para eu usar esse tipo de roupa.

Mesmo agora, que estou inclinada, movimento minhas pernas lentamente para tentá-lo.

Mas ele parece estar determinado em não olhar pra mim, durante todo o dia de hoje.
Isso me irrita um pouco. Talvez eu tenha o lido errado e agora ele não tenha nada que ele queira fazer comigo. A única coisa que mantem a minha moral alta é quando ele passa os olhos em mim rapidamente, e quando vê que eu estou olhando, ele muda o foco.
Eu me esforço para olhar para ele indiferentemente, cada vez que ele olha pra mim.

A aula acabou rápido e sem dever de casa por causa da prova que fizemos. Era para ser feita em todo o tempo de aula, mas ainda restavam vinte minutos.

Eu fiz um estalo abrindo meu livro de Ciências - uma coisa que eu raramente fazia para me destrair - e comecei a lê-lo, procurando por alguma coisa que eu não sabia.

O problema era que minha mãe já tinha me ensinado a maioria da matéria até o último ano.

Até no curso avançado,eu estava detonando.
Agradeço aos céus pela minha sorte de minha mãe ter feito isso.
Eu não sei onde eu estaria se eu não estivesse fazendo Ciências na classe avançada, se eu não tivesse conhecido o Sr. Cullen.

E de repente ele estava olhando por cima do meu ombro.
"É engano, Bella?" Ele sussurrou.

Eu balancei minha cabeça enfaticamente. " Eu já terminei minha prova e estava lendo o livro de ciências porque eu estou muito intediada."
Eu expliquei, me dando conta de com que aquilo parecia.
Nem eu acreditaria em mim.
Livros de ciências não curam tédio; eles causam.

Sr. Cullen pegou minha prova e foi para sua mesa.
Eu vi que ele estava comparando com a sua cópia, a que tinha as respostas corretas.
Ele olhou rapidamente as duas provas e escreveu alguma coisa na minha prova.
Ele está avaliando ela, eu pensei.

Suas mãos se viraram para mim graciosamente.

Olhando para elas, eu vi um enorme e vermelho F.
Olhei para ele com a expressão escandalizada.
Eu sabia que eu tinha dado cada mísera resposta corretamente.
Ele pensou que eu estava colando.
Que ótimo!

"Eu gostaria de falar com você depois da aula, Bella," ele disse, seus cabelos bronze refletindo a luz.

Eu acenei, ainda incrédula.
Esse é o primeiro F que eu tirei em um teste de Ciências desde o jardim de infância.

Eu me inclinava para trás na minha cadeira, irritada.
Eu deveria estar apaixonada por ele, mas nenhum homem pode me acusar de colar no que eu faço de melhor.

Aguardando o fim da aula, eu continuei a encarar o F na minha prova.
Eu estava com ódio do meu livro de Ciências, sabendo que se eu não tivesse o lido, ele não acharia que eu estava colando na sua prova.

"Bella", Sr. Cullen disse da sua mesa.

Me levantei e caminhei em direção a ele, me odiando um pouco pelo fato do rebolado dos meus quadris serem para ele.

"Você lia o seu livro de Ciências com sua prova bem na sua frente. Todas as respostas estavam corretas," ele disse.
"Elas estavam corretas porque eu sabia a matéria," eu briguei. "Pergunte-me qualquer coisa." "Sobre qualquer coisa que você deu e até o que você não deu. Eu saberei a resposta."

Ele suspirou e pegou seu exemplar do ensaio. Ele me perguntou umas vinte questões e eu não hesitei e nem errei em dar nenhuma das respostas.

Eu sabia que isso tinha o assutado. Eu respondi questões dadas em provas de faculdade.

No entanto, eu provei que não estava mentindo.
"Eu não colei," eu disse, só para enfatizar.

Ele acenou com a cabeça e coçou o queixo. "Sinto muito, eu entendi errado", ele se desculpou.

"Tudo bem, isso já aconteceu antes," eu disse, enrrolando uma mecha dos meus cabelos entre os dedos. Isso era uma coisa que eu não havia mudado. Toda vez que eu me sentia retraída ou com vergonha, eu enrrolava meus cabelos. Isso era a minha marca registrada.

Seus olhos se contraíram como se estivesse cometendo uma injustiça ou sendo muito severo com alguma coisa.

"Eu acredito que isso não me surpreendeu. Você é incrivelmente avançada."

Eu corei violentamente. "Obrigada," eu disse, suave.

Nós ficamos em silêncio por um momento e eu sem querer, balancei os meus quadris.

"Você contiunou usando saias hoje," sua voz não tinha o tom de desaprovação, somente de curiosidade.

"Não é uma mini-saia. Você disse claramente "mini-saia", o que me deixa livre para usar outros tipos de saia."

" Mas continua sendo vulgar," ele disse incerto.

Eu sorri. "Por que, você não estava olhando, estava?"
Eu brinquei, sabendo que isso o faria se sentir culpado porque ele estava pensando em mim de uma maneira sexual.

Eu só preciso fazê-lo perceber que ele quer tornar realidade esses pensamentos.

Ele corou, ficando em vários tons de vermelho com isso.

Eu nunca tinha o visto tão vermelho. "Relaxe, está tudo bem."

Sr. Cullen arregalou os olhos, balançando sua cabeça. "Não,não está. Eu sou seu professor." Ele disse, quase suplicante.

Nós estávamos tão perto que eu podia sentir seu cheiro, aquele delicoso cheiro de perfume francês e roupas limpas.

Eu sei que muitos homens cheiram bem, mas eu nunca vi um cheiro igual ao do Sr. Cullen. Ele cheira tão... masculino.

Então, eu simplesmente fiz isso. Qual é o problema? Eu perguntei errante enquanto eu me abaixava para onde ele estava sentado.
Eu nunca tinha beijado alguém antes, então eu tinha certeza de que o beijo que eu daria com o Sr. Cullen seria um pouco desajeitado. Mas não importa. Eu estava no paraíso.
A boca daquele homem estava tocando a minha e ele ainda se mantinha a um braço de distância.
Antes que eu soubesse direito o que estava acontecendo, o Sr. Cullen me puxou para o seu colo para que tivesse um ponto melhor de observação. Eu quase não tive tempo para compreender que o galo debaixo de mim, não era seu telefone,celular ou carteira,mas na verdade sua ereção. Sr. Cullen fazia movimentos para frente e para trás, imitando o ato. E estava ficando muito difícil não me mover também, enquanto ele segurava a minha bunda e as minhas pernas estavam em volta dele. Eu encarei o Sr. Cullen, desejosamente.

Seu rosto se contorcia em tantas coisas, que era difícil identificar. Tinha surpresa primeiro - provavelmente pelo fato de que ele me puxou do chão - e então tinha luxúria,desejo, culpa e então, confusão.

Eu soltei minhas pernas de suas costas, voltando para o chão. O que foi aquilo que aconteceu?

Sr. Cullen pareceu perceber que eu já estava de pé e se virou para mim, "Sinto muito", ele suplicou.

Eu mal podia ouví-lo. Meus lábios estavam formigando e a minha calcinha já não podia mais ser considerada seca. "Não sinta."

"Eu sou seu professor, eu sou comprometido," ele disse, enfatizando a última palavra.

"E você está compulsivamente, loucamente, apaixonadamente apaixonado por ela?"

"Sim," ele murmurou, mas eu notei a pausa que ele fez.

"Bom, você está fazendo um péssimo trabalho," eu disse, passando as mãos sob o zíper da sua calça, sentindo sua ereção aumentar.

Ele gemeu baixinho e deu um passo para trás.

"Eu terei que ir embora então,se eu soubesse que você se enganou mesmo quando está compulsivamente,loucamente,apaixonadamente apaixonado por alguém, eu não teria perdido o meu tempo dando o meu primeiro beijo com o filho-da-puta." Eu soltei um silvo venenoso.

Eu não conseguia aguentar!O esforço que eu passei só para chegar até ele! Tudo isso foi desperdiçado. Talvez eu tenho que pedir ao não-sei-o-nome Black, um apelo.

Sr. Cullen soltou um som rosnando irritado na parte traseira de sua garganta.
Ele se levantou de repente e agarrou o meu cabelo,apertando-o com força, esmagando sua boca cheia contra a minha, devorando-a.

OBS.:Bom meninas, vou parar por aki. ahahaha
Zuando!

Senti um misto de dor e prazer. Suas mãos passando sob o meu cabelo de uma maneira dolorosa, mas seus lábios gentis e doces contra a minha boca.

Eu estava tonta, ofegante e o mundo girava ao meu redor na hora que ele me soltou.

"O que foi isso?" Eu disse sem fôlego.

Ele não me respondeu e sentou de volta na sua cadeira. "Você poderia por favor ir embora?" Ele murmurou, trêmulo.

Eu fiquei furiosa imediatamente, "Oh, claro!" Gritei, sarcasticamente pegando minha mochila. "Agora que você já se divertiu, eu vou tomar o meu caminho como eu sou uma espécie de prostituta." E me dirigi para a porta, raivosa.

" Você certamente se veste como uma," ele respondeu raivoso.

.... "Escuta aqui Edward Cullen. A única razão para as garotas se vestirem assim é porque elas querematenção.
E eu tive a mesma razão. Eu quis atenção. Eu quis a sua atenção. Não pense que eu sou tão cega a ponto de não ver que você olhava para as minhas pernas toda vez que eu me sentava. Eu sei que você fazia isso e era exatamente isso que eu queria.
Então não se atreva a dizer isso de novo enquanto você sabe que você não estava nem fudendo."

Eu pus o pé pra fora da sala e tive a vontade de sair correndo dele.