Olá pessoas!

Depois de vinte mil anos de ausencia, olha quem reapareceu??

Eu! :D

Desculpa a demora gente, fiquei em off muito tempo né?

Aliás, permanecerei em off, só escrevo quando tenho inspiração divina ;/

Mas essa fanfic está acabada, pelo menos. Com esse cap, eu dei o fechamento da história.

Talvez o final surpreenda, talvez não. Vamos ver! ^^

Continua tendo lemon, é de praxe nessa fic, então se não gosta de ler sobre dois homens fazendo sexo... Como chegou no terceiro capítulo? o.O



Possessão - Capítulo 3 - Final

Sai vagava pela cidade em busca de seu jantar. Não estava com vontade de fazer comida, pois acabara de voltar de uma difícil missão e estava com preguiça (não que admitisse esse fato). Passou por duas ou três tendas de diferentes iguarias, mas por mais que o cheiro da comida fizesse seu estômago vazio revirar-se, nenhuma lhe inspirou verdadeira vontade. Quando passou pelo Ichiraku, viu um par de calças laranjadas por baixo dos panos que tapavam parcialmente a visão de dentro do estabelecimento. Parou por um momento, o suficiente pra ouvir um estrondoso "mais" de uma voz que reconheceu facilmente.

Entrou na tenda, levemente surpreso pela pilha de tigelas amontoadas dos dois lados do loiro, não que tenha demonstrado isso em sua face.

- Oh, Sai! – exclamou o Uzumaki de modo grotesco, com a boca cheia de macarrão.

Fez seu pedido a moça que atendia, esta que lhe ofereceu um doce sorriso. Trocou com o loiro duas ou três palavras antes de acabar, inevitavelmente, no assunto Sasuke. Toda a conversa com Naruto acabava revertida para o moreno. Nos olhos azuis brilhava uma chama distinta quando pronunciava o nome do Uchiha mais novo.

- Se pelo menos aquele desgraçado do Itachi não tivesse matado todo seu clã...! – esbravejou a certa altura.

Um arrepio, mais parecido com uma onda de choque, desceu a espinha de Sai. Se já não fosse praticamente albino, teria empalidecido. Não demonstrou nada em seu rosto, mas endireitou suas costas de modo tenso. Agradeceu mentalmente por estar no final de sua refeição. Em questão de minutos terminou o seu prato de ramén e despediu-se do loiro, caminhando mais depressa do que deveria de volta para casa.

Isso havia se tornado rotina. Devido a situação do seu time, o nome Uchiha Itachi pairava constantemente nas conversas. Cada vez que ouvia falar nele, sentia-se agitado. Quando ouvia falar no que fizera, então, ficava de tal modo tenso que era impelido a dirigir-se para sua casa o mais rapidamente possível.

Depois de dobrar duas ou três esquinas, chegou ao seu apartamento. Já havia tomado banho antes de sair, e a noite já havia tingido os céus de negro. Pegou seu pijama em seu armário, mas quando o fez, viu dobrada ali a capa da Akatsuki deixada por um certo alguém na visita em que fizera a sua casa, meses atrás.

Tanto tempo se passara e, antes de dormir, por vezes Sai ainda era capaz de lembrar os toques que recebera ali, naquela mesma cama. Deitou-se e fechou os olhos com força, como se usando esse artifício pudesse espantar os pensamentos. Por muito tempo, contou com uma nova visita. Quando o outro não apareceu mais, não pode sequer sentir-se frustrado. Apenas restou um certo vazio, que tornava-se maior cada vez que olhava para a esquecida capa da Akatsuki. Pensara em se livrar dela mais de uma vez, mas não conseguiu.

O sono não tardou a chegar-lhe, e em poucos minutos estava adormecida. A janela de seu quarto estava fechada, mas não trancada. Ela nunca estava.

---x---

Acordado pela luz do sol, o garoto levantou-se. Tratou primeiro de sua higiene pessoal, no banheiro contíguo a seu quarto, depois trocou-se. Tirou seu pijama e dobrou-o, mas assustou-se quando foi guardá-lo. A capa da Akatsuki que, na noite anterior, estava ali guardada havia sumido.

Arregalou os olhos e notou que sua janela estava levemente aberta. Ficou estático por alguns momentos, e forçou-se a pensar que finalmente o último resquício de seu tormento havia ido embora, e que aquilo era algo bom. Seu coração havia falhado algumas batidas, mas agora batia adoidado em seu peito. Suas mãos tremiam. Apenas em pensar o quanto facilmente podia ser manipulado por aquela pessoa lhe assustava.

Abriu a porta do seu quarto, que dava acesso direto a cozinha, e dessa vez jurou que podia ter sofrido uma parada cardíaca. Sentado displicentemente em uma cadeira, estava Itachi. Nas costas da mesma cadeira estava jogada a capa da Akatsuki. Ficou lívido quando lhe foi dirigido um olhar fulminante. Não sabia se corria, gritava, ou o que fazia. Virou-se maquinalmente e fechou a porta de seu quarto atrás de si, como se nada tivesse acontecido. Convencido que era apenas uma ilusão, decidiu ignorar o que havia acabado de ver, mas mesmo assim manteve-se escorado na porta do quarto, sem voltar para a cozinha.

Ouviu duas batidas na porta e a voz firme do Uchiha soou com um certo divertimento.

- Meio tarde pra ser tímido.

Decidido, Saí abriu novamente a porta. Ia, com certeza, acabar com aquela história usando seus punhos. Ou pelo menos planejou isso com ira ao ouvir o tom que lhe soou quase como deboche do outro. Mas antes que pudesse erguer o braço pra atacar, foi empurrado para dentro do aposento e teve seus lábios capturados.

Por um momento, rendeu-se. Tentou acompanhar a necessidade daquela boca que se unia a sua. Mas logo deu-se conta da situação.

- Ai! – Itachi afastou-se depois de receber uma mordida com considerável força no seu lábio inferior. Olhou para o outro de modo inquisitivo.

A expressão de Sai estava inalterada, como se ao invés de olhar pra uma pessoa, estivesse encarando uma parede. Mas no fundo de seus olhos, Itachi podia ver brilhar uma chama que não podia classificar, mas se arriscaria a dizer que era raiva.

- Saia. – disse calmamente o menor.

- O que? – perguntou o moreno, um tanto assustado com a reação.

- Apenas saia daqui. – falou firmemente.

Num movimento rápido, Itachi prensou o corpo do rapaz contra a parede, forçando seus lábio contra os deles. Se não o conhecesse, Sai diria que era quase um ato desesperado.

- Se vai fazer isso de novo, faça de uma vez e vá embora! – pediu, em uma voz que soou menos firme do que desejava. Cobriu os olhos com seu braço.

- O que diabos aconteceu? – perguntou finalmente o maior.

O outro não falou nada, tampouco parou de esconder o próprio rosto. Respirava pesadamente, como se estivesse em profunda agonia. Por um momento, Itachi preocupou-se.

- Vamos, diga logo. O que aconteceu? – disse, puxando o braço e deixando a mostra o rosto inexpressivo.

- É tudo uma questão de sexo, então faça logo. Não diga nada! Não confunda meu mundo mais do que já fez!

Ao som dessas palavras o Uchiha mais velho dividiu-se entre uma certa alegria e uma leve decepção. Não sabia como interpretar aquela frase. Tocou de leve o rosto pálido do menor, deslizando dois dedos pela sua bochecha.

- Não...! Não seja carinhoso! – Sai quase implorou.

Ignorando essa ordem, Itachi deslizou sua mão toda pela face do garoto, demorando-se especialmente quando a palma quente entrou em contato com sua bochecha, e depois emaranhou-se em seus cabelos. Delicadamente, colocou seus lábios sobre os do outro, sua língua pedindo passagem, mesmo não encontrando resistência. Com uma lentidão sensual, iniciou uma certa exploração, enquanto sentia que o corpo abaixo de si tremia levemente. Do modo mais sutil que pode, aproximou os corpos, usando seus braços fortes para envolver o corpo pequeno, trazendo-o pra junto de si e aprofundando o beijo, mas mantendo a lentidão e o carinho com que realizava o ato.

Quando rompeu o contato labial, encarou seu companheiro nos olhos. Esteve estava com as maçãs do rosto em um tom róseo e respirava pesadamente. Tremia mais do que nunca, principalmente quando Itachi desvencilhou-o de seus braços. Deixou seu corpo escorregar pela parede, sentando-se no chão e novamente escondendo os olhos, dessa vez com suas mãos.

- Por que simplesmente não foi embora quando eu pedi? Você pode ter sexo em qualquer lugar, não precisa brincar comigo!

- Não estou brincando – respondeu quase imediatamente.

- Não minta! – exclamou.

- Se eu só quisesse brincar com você, ou estaria morto ou não me veria mais.

- Foi o que eu pensei que aconteceria quando você não apareceu por meses! Eu já tinha me convencido! Eu já achava que não precisaria mais sentir minhas pernas tremerem cada vez que eu ouvisse seu nome, nem querer fugir cada vez que alguém falasse de seu passado! – o auto-controle de Sai havia se perdido, e não pode controlar seu rosto que mostrava uma leve expressão de desespero.

Os olhos do maior arregalaram-se. É verdade que, por momentos, pensara em não voltar nunca mais àquele local. Mas tanto quando o outro parecia demonstrar, também se sentia agitado e ansioso. Encarar os olhos negros do jovem a sua frente era uma sensação viciante. Tivera, nesses meses, uma ou duas mulheres, mas não pode evitar que lhe viesse a imagem do rapaz pálido, de orbes ônix, viesse a sua mente enquanto as possuía. Seus pensamentos estavam constantemente dirigidos ao momento em que suas missões como Akatsuki o levariam pra Konoha ou para qualquer lugar próximo a vila.

- Eu não quero ter que lembrar de cada coisa que aconteceu nessa cama entre nós cada vez que eu fecho meus olhos pra dormir. Eu só queria esquecer, pra poder seguir em frente!

A essa altura, uma lágrima solitária que Sai havia tentado conter, escapou-lhe. Quando Itachi a percebeu escorrendo por baixo das mãos que cobriam sua visão do rosto do menor, sentiu novamente a necessidade de proteger aquela criatura que poderia parecer tão forte, mas que a sua frente se mostrava tão frágil.

Agachou-se e novamente afastou as mãos que cobriam os olhos do garoto.

- Eu não estou brincando com você – disse, seriamente. – Nenhuma brincadeira seria capaz de me trazer de volta a esse lugar que eu odeio!

Sai o olhou, surpreso. Percebia, na voz e no olhar de Itachi, sua honestidade. Sentiu-se feliz, mas triste ao mesmo tempo.

- Se eu estivesse brincando, não viria para o lugar da tragédia de meu clã. – finalizou.

- Tragédia? Mas não foi você mesmo que os matou? – disse, arrependendo-se ao ver a expressão dolorosa se pintar na face de Itachi.

Com o olhar sério, Itachi lhe explicou a história do que ocorrera naquela fatídica noite. Sai mal podia fechar a boca depois de ouvir sobre a decisão que o outro teve que tomar, entre sua família e sua a vila.

Levou sua mão ao rosto de Itachi e, de modo inexperiente, tentou iniciar um beijo consolador. O maior sorriu de canto ante aquela tentativa, mas não tomou a dianteira. Apenas apreciou os movimentos tímidos e incertos que o Sai realizava, e a delicadeza de seu toque.

Quando o jovem interrompeu o contato, foi a vez do Uchiha puxar o corpo delgado para si, depositando um beijo também delicado, mas voraz.

O menor sentiu seu corpo ser novamente deitado na cama, como da outra vez. Sabia o que viria agora, mas não quis resistir. Quando o outro lhe olhou como se pedisse por sua permissão, concedeu-a.

Sentiu seus lábios serem tomados novamente, enquanto o zíper de sua camiseta curta era aberto, expondo todo o peito alvo do rapaz, que passou a ser o local pra onde os beijos de Itachi foram direcionados. O mais velho deslizou suas mãos pela lateral do corpo do menor, enquanto com sua boca dava uma atenção especial ao mamilo direito deste.

Preparava-se para abrir o zíper das calças de Sai quando sentiu sua mão ser segurada com firmeza. Olhou inquisitivamente pro outro, que levantou seu corpo e empurrou levemente o tronco do moreno para trás. Deixou suas mãos pálidas deslizarem até o cós da calça e por ali adentrarem, surpreendendo-o consideravelmente. Puxou para fora o membro semi-desperto e iniciou um movimento de vai-e-vem, vendo a expressão do outro se encher de prazer. Expressão essa que logo mudou para uma surpresa ainda maior, quando os dedos foram substituídos pela língua quente e macia de Sai.

As bochechas rosadas contrastavam com a pela clara, e a tímida expressão que carregava no rosto, somadas com a inexperiência das ações incrementavam um erotismo a cena que Itachi sentiu que poderia chegar ao ápice apenas com aquela visão. Apesar de incerto do que fazia, o garoto era bom naquilo. Bom demais, constatou Itachi sentindo que estava muito perto de chegar ao orgasmo. Empurrou, relutantemente, o garoto pra trás, interrompendo o contato.

Dessa vez conseguiu com sucesso desfazer-se de todas as roupas da parte inferior do corpo do menor.

- Tire sua roupa. – ele pediu, de repente.

Sem hesitar, Itachi o fez, e envolveu o corpo do outro com seus braços fortes, depositando beijos em seu pescoço e ombro, deixando marcas vermelhas que não durariam muito tempo. A sensação das peles se tocando adicionavam um calor a mais no que faziam, era quase um afrodisíaco. Era bom sentir um ao outro assim, tão próximos, tão íntimos. Mais que um contato corporal, era um contato de mentes, de almas.

O Uchiha afastou-se um pouco do corpo do outro e começou a descer seus beijos pela barriga lisa e alva de Sai, sentindo que a respiração do garoto falhou quando chegou perto de seu membro. Usando sua mão, estimulou-o em um ritmo acelerado. Não demorou muito para que Sai chegasse ao extremo, derramando seu sêmen na mão de Itachi e sobre seu próprio abdômen.

Utilizando-se novamente desse artifício, o maior usou o líquido como lubrificante, inserindo um, e depois dois dedos dentro do garoto para acostumá-lo. Quando os dedos foram trocados pelo membro rijo de Itachi, iniciando uma penetração lenta, Sai passou seus braços ao redor do pescoço do outro, aferrando-se a ele com força.

O mais velho, do mesmo modo, abraçou o corpo já suado do jovem e aproximou-o de seu próprio, enquanto aumentava o ritmo das estocadas. Quando finalmente chegou ao sei limite, sem tempo sequer de pensar em tirar seu membro de dentro do outro corpo, verteu seu líquido dentro de Sai e depois deixou-se tombar, exausto e satisfeito.

Ambos ofegantes, não falaram nada por um tempo. Quando a respiração normalizou-se, foi o menor que se pronunciou.

- Irei tomar um banho – falou suavemente.

- Poupamos tempo se formos os dois – constatou um tanto maliciosamente, recebendo um olhar de lado – Apenas banho, juro.

---x---

Assim que banharam e vestiram-se, foram para a cozinha. Sai juntou algumas frutas, descascou-as e cortou-as, e depois colocou em um prato que deixou sobre a mesa. Ambos iam pegando pedaços variados e comendo.

- Você irá embora logo? – perguntou Sai, com um olhar carregado.

- Quando cair a noite, preciso partir – respondeu, parecendo meio contrariado com a hipótese.

- Você volta? – pediu novamente, mas sabia a resposta apenas pelo olhar que recebeu.

- Sasuke está ficando mais forte. Provavelmente já é mais que eu mesmo. Ele virá me procurar logo, e com certeza ele me matará. – disse com uma certa frieza, como se já tivesse planejado tudo a décadas, o que de fato havia feito.

A expressão de ambos fechou-se em uma triste melancolia. Sai sabia que assim seria, que assim devia ser, por mais que não gostasse da possibilidade. Itachi, por sua vez, encarava o rosto alvo que possuía o olhar cravado na mesa, e sabia que estava ali o único arrependimento que levaria da vida vazia que teve. Sentiu o coração comprimir-se no peito e, de repente, sentiu também uma necessidade do outro. Puxou-o, fazendo com que se levantasse da cadeira, e capturou seus lábios de uma maneira quase desesperada.

Olhou para aqueles olhos escuros com profundidade e tristeza que não condiziam com seu caráter, perdendo-se na escuridão intensa que lhes ofereciam, e que nem de perto lhe era ruim.

De fato, a única coisa que não sentia-se apto a deixar pra trás era aquela frágil alma, que de tanto que lhe cobraram ser forte, havia se gastado.

Passaram o resto do dia entre beijos, caricias e olhares carregados de sentimentos diversos. Poucas palavras foram proferidas. Quando caiu a noite, o maior preparou-se para partir. Depois de um ultimo beijo, longo demais pra quem sabe que se encontrará novamente, Itachi deixou-o. Olhando para as costas do ninja, que rapidamente sumiram contra a escuridão do céu, Sai sentiu no mais profundo de seu ser que não o veria denovo.

Nenhuma lágrima rolou sua face, que se mantinha inexpressiva. Mas por longos minutos não pode desgrudar seus olhos do horizonte e sentir um vazio maçante em seu peito. Voltou para dentro de sua casa e viu, esquecida novamente, a capa da Akatsuki. Pegou-a e observou-a. Sentiu o cheiro disfarçado que tanto havia ansiado, e ansiava. Provavelmente, ansiaria pra sempre.

Dobrou-a e, dessa vez com pura tristeza, guardou-a novamente em seu armário. E pra sempre ali ela ficaria, como uma lembrança permanente de tudo que havia se passado nos três poucos encontros que tiveram. Quando fechou a porta do guarda-roupas, finalmente uma lágrima rolou em sua face, e com ela um grito silencioso de uma alma agora partida em duas, cuja metade havia sido levada para longe e não voltaria.

---x---

Quando recebeu a confirmação de que Sasuke havia assassinado Itachi, não se surpreendeu. Tampouco chorou. Quando chegou em casa, apenas retirou a capa Akatsuki de seu armário e usou-a como coberta. A sua janela permanecia aberta, e assim ficaria. Pra sempre.


Então povo... O que dizer?

Mais uma fic acabada, mais um vazio no meu coração :/

Eu pretendia dar um final feliz pra fic, mas não ia ter noção com o mangá original. Assim fica parecendo mais verdadeiro né? :P

Eu nem sei o que dizer, depois de abandonar a fanfic por tanto tempo, acho que preciso pedir desculpas né?

Quanto as outras fics, quando minha inspiração voltar talvez eu atualize. Realmente to sem nenhuma vontade de escrever ultimamente

Só as vezes me dá uma "louca"

Espero que ainda tenha gente que queira ler minhas fics :/

Bom, essa terminou! Obrigada a todos que comentaram e leram

E espero comentários no cap final né! :D

Kissus, minna-san!