Disclaimer: Os personagens de Inuyasha não me pertencem, e sim a Rumiko Takahashi.

Sinopse:Rin Robinson é uma órfã desamparada que cuida dos três filhos pequenos de sua prima Kagura em troca de casa e comida. Mas sua vida toma outros rumos quando ela conhece Sesshoumaru, o Lorde d´Arenville. Sesshoumaru deseja ter uma família. Por isso pede para Kagura apresentá-lo a debutantes que estivessem a altura de ser sua esposa, e principalmente, mãe de seus filhos e dona de seu coração. As coisas, porém, não acontecem de acordo com os planos da anfitriã. O Lorde ignora todas as convidadas, e, impressionado pelo modo amoroso com que Rin cuida dos filhos da prima, decide que ela é a única mulher com quem realmente deseja se casar...

Rate: T - Por conter cenas pesadas.


~O Cavaleiro e a Dama~

Capítulo VI

A estalagem era pequena e antiga, com traves negras expostas e um teto quase caído. Lâmpadas espalhavam uma morna luz dourada e embaçada ao longo das pedras toscas. A carruagem parou no pátio, os cavalos esgotados, seu hálito vaporoso aparecendo na sombra.

A chuva piorara nas últimas horas. Lorde d' Arenville esperava para ajudar Rin a apear. Seu marido a puxou fortemente contra o corpo e fez com que o sobretudo ficasse sobre ela, protegendo-a da chuva.

A sensação era irresistível. Seu corpo irradiava calor, força e poder. E um odor — que não era nada desagradável, ela decidiu — de cavalo, lã molhada, couro e suor fresco masculino. Rin deixou seu corpo encostar-se no dele, sabendo que seu comportamento era indecoroso. Ela sentia muito frio para discutir — e em todo caso, seu braço a envolvia como uma faixa de aço quente e ela não poderia sair dali se tentasse.

— Hospedeiro! — gritou lorde d'Arenville, empurrando-a para dentro. — Uma sala de estar particular e refrescos para minha esposa! — Ele a entregou aos cuidados de uma grande mulher cacarejante, a esposa do hospedeiro. Ela indicou à Rin uma sala de estar pequena e confortável, com fogo crepitando na lareira.

Tremendo de frio, Rin ficou tão perto do fogo quanto ousava. Ela olhou à sua volta. A estalagem podia ser velha, mas era limpa e quente. Bateram na porta e a mulher do hospedeiro entrou novamente apressada na sala, sacudiu-se em uma leve reverência, e colocou uma bandeja contendo um grande jarro fumegante, alguns limões cortados, um pequeno pote marrom, e várias canecas de estanho. Um aroma sedutor de vinho e frutos cítricos veio da jarra.

— Aqui está, milady. O senhor pediu algum vinho condimentado, e disse que a senhora deve torná-lo imediatamente e não esperar a sua chegada Ele está cuidando dos cavalos, fazendo tudo ficar no seu devido lugar. Nosso Jem pensa que é natal de tão lindos que os cavalos de marido são. Beba agora, milady. Isso aquecerá seu sangue.

Era muito estranho, pensou Rin, ser chamada de milady, mas supunha que se acostumaria com isso. Tomou um gole da bebida fumegante com cuidado, depois sorriu para a mulher acima dela.

— Está delicioso! — disse docemente e tomou outro gole. A mulher falou:

— Que bom que senhora diz isso, milady, mas há mais limões se a senhora quiser, e mel, também, se estiver muito amargo...

— Não, não, está bom assim. — Rin assegurou-lhe. — Obrigada.

A mulher do hospedeiro parecia inchar de alegria.

— É um prazer estar servindo uma dama tão gentil. Não é tão fácil agradar algumas senhoras, vou para a cozinha, milady, mas voltarei em um minuto com o jantar para seu marido e para a senhora. Eu tenho algumas galinhas assando, e orelha de porco ensopada. — Ela franziu a testa e hesitou.

— Eu não fui avisada de sua chegada, milady, então, infelizmente, não tenho geléias, ou outros pratos delicados que uma dama poderia...

— Por favor, não se preocupe, Mrs...?

— Mrs. Hari, milady.

— Mrs. Hari, a senhora não precisa se preocupar com a falta de comidas delicadas de damas. Eu estou com tanta fome que comeria qualquer coisa que a senhora me desse, e tenho certeza de que lorde d'Arenville também. E, se ele não quiser — Rin acrescentou, com um toque de travessura —, ele só deve culpar a si mesmo, não é? — Ela tomou outro gole de vinho condimentado. — Afinal, ele não lhe avisou suficientemente cedo de nossa chegada.

A mulher do hospedeiro, temendo ser implicada em qualquer crítica a um lorde, proferiu uma série de negações envergonhadas, e se retirou.

Rin serviu-se novamente. Recostou-se em sua cadeira, aconchegando-se na pelúcia quente, lembrando-se da voz alta e fanhosa de Miss Hari — uma dama nunca permite que sua coluna entre em contato com as costas da cadeira. —Tomou outro gole de vinho condimentado. Esta era a poção mais deliciosamente aquecedora e relaxante. Já provara vinho antes, e não gostara muito, mas este — os limões, o mel e a canela — faziam uma diferença deliciosa.

Ela tirou seus chinelos e enfiou os pés cobertos com meias embaixo de si — outra vez quebrando a etiqueta — e gozou do calor fornecido pelo fogo e pelo vinho condimentado. Que viagem interessante... Fechou seus olhos...

Sesshoumaru, tirando um par de luvas de couro encharcado de suas mãos, precisou abaixar sua cabeça ao passar pelo portal baixo e marcado de fumaça, quando entrou na sala de estar privada. Sua calça de montaria e suas botas de couro estavam salpicadas de lama.

— Ah, vinho cond... — estancou, vendo aquela que era sua esposa há dez horas encolhida em uma cadeira como um gatinho, os chinelos jogados descuidadamente, profundamente adormecida. Ficou de pé, olhando-a. Seu cabelo caía até os ombros. Em cachos molhados e finos colavam-se à sua fronte pálida e agrupavam-se em volta de seu pescoço. Suas bochechas estavam ruborizadas pelo calor do fogo. Ou talvez não, pensou estranhamente, enquanto se inclinava para tirar a caneca de estanho que pendia perigosamente de uma mão.

— Rin... — disse — Rin... — mais alto. Ela não se moveu. Decidiu deixá-la dormir até chegar o jantar.

Ele serviu-se de uma caneca de vinho condimentado e bebeu-a rápido, seus olhos na moça adormecida. Ela parecia exausta; ele não deveria ter infligido uma jornada tão longa à sua delicada noiva, especialmente no dia de seu casamento. Não à pequena Rin Robins... não, Rin St Clair é o que ela era agora, era especialmente delicada.

Ele balançou a cabeça, lembrando-se do modo como a pequena impetuosa se pendurara para fora da janela da carruagem, com o narizinho atrevido no ar, o cabelo chicoteando em volta de seu rosto. Sua pele estava molhada com a chuva, brilhando docemente ao luar, e ela gritara algo sem sentido sobre como estava gostando da viagem. Terrivelmente excitante, na verdade!

Sesshoumaru tomou um gole do vinho condimentado e observou sua mulher dormindo. Ele notara as poucas sardas sobre a ponte de seu nariz arrebitado. Era quase impossível crer que se casara com este pedacinho de gente. Não se sentia casado. E tinha tão pouco em comum com ela. Deveria que treiná-la, ele supunha, treiná-la até que se parecesse com as esposas... Ele franziu o rosto, considerando o modo como conhecera a maioria destas esposas... não, ele não queria absolutamente que ela se tornasse uma típica esposa da sociedade. Estaria condenada se a deixasse traí-lo. Esta lady d'Arenville não vagueia para longe de seu leito conjugal; ele providenciaria isso!

Tomou outro gole de vinho e fez uma careta. Estava quase frio. Debruçou-se em direção à lareira, e puxou o aquecedor escurecido em direção aos carvões. Rin ponderou, observando as chamas tremularem e dançarem. Que nome estranho. Não combinava absolutamente com ela. Nunca balizaria um filho seu com tal nome... um filhe seu... Com alguma sorte ela poderia conceber naquela mesma noite...

O hospedeiro, entrou com uma bandeja de pratos fumegantes. Sesshoumaru silenciosamente mostrou sua mulher adormecida. O senhor e vários subordinados obsequiosos colocaram talheres, pratos e copos que tiniam e ressoavam, enquanto o hospedeiro dava instruções em um sussurro rouco que poderia ser, provavelmente, ouvido no quarto contíguo. A nova lady d'Arenville continuava a dormir serenamente. Sesshoumaru tocou em seu ombro.

— Rin, seu jantar chegou. — Ela não se moveu. Ele a balançou gentilmente e ela se agitou, mas não acordou. Ela provavelmente estava faminta. Talvez fosse melhor deixá-la dormir durante o jantar.

Sim, este era o melhor plano. Ele a acordaria para ir para a cama, pois tinha toda intenção de consumar o casamento naquela noite. Quanto mais cedo ele a engravidasse, mais cedo ela se esqueceria desta insensatez de Grande Tour.

Sesshoumaru rodopiou um copo de vinho do Porto em sua mão, admirando as chamas bruxuleantes através do seu brilho cor de rubi, e repreendendo-se severamente por seu estado anormal de indecisão. Após um substancioso jantar e vários copos de bom vinho tinto, ele agora estava perfeitamente pronto para cumprir com sua tarefa de marido recém-casado. Mas ela ainda dormia. Franzindo o rosto, colocou seu copo e dirigiu-se à sua mulher. Sacudiu novamente seus ombros. Ela não se moveu; nem mesmo uma sombrancelha estremeceu. Ele debruçou-se, colocou suas mãos embaixo dela e a levantou. Seus braços e pernas balançaram como se não tivessem ossos. Maldita garota — dormia como um morto.

Resmungando levemente, ele conseguiu abrir a porta. Carregou-a pelos degraus estreitos. A cama estava pronta, e com um suspiro de alívio ele a estendeu sobre o leito e a observou com um olhar pessimista.

Sua esposa estava morta para o mundo. Sesshoumaru a fixou, magoado. Não estava especialmente ansioso quanto à sua noite de núpcias — nunca tomara uma virgem antes, mas ausentando do ato, sua esposa não estava se mostrando cooperativa.

Além disso, tendo partido para sua lua-de-mel ofendido, ele não a provera com uma camareira. Provavelmente, teria que pedir à hospedeira que a despisse. E ele faria isso — droga — se quisesse que todos soubessem como passara sua noite de núpcias. Não ele só tinha uma escolha: deixá-la dormir com suas roupas e acordar como uma noiva ainda mais suja de manhã

Praguejando baixinho, Sesshoumaru desabotoou sua pelica maltrapilha. Ele a tirou e pendurou em um gancho. Precisou tatear para achar as presilhas de seu vestido, e maldisse silenciosamente os costureiros quando finalmente as encontrou sob seus braços. Fez o vestido escorregar por seus ombros e puxou-o para baixo, passando pelos quadris, depois o pendurou no mesmo gancho.

Sentindo-se agitado e impaciente, Sesshoumaru voltou-se para sua noiva e ficou paralisado, olhando-a. Ela estava deitada na cama, macia, doce e vulnerável. Seus cabelos estavam amontoados em uma massa rebelde, espalhados nos lençóis brancos, reluzindo, dourados, castanhos e cor de canela, como favos de mel. Sua pele brilhava, rosa-dourada, na luz tremeluzente das velas.

Sua boca ressecou enquanto fixava a forma adormecida. Esta era sua mulher, mas sentia-se como um ladrão em pé, encarando-a assim, complemente inocente e inconsciente.

Continuando o exame fitou seus braços rosados arremessados no alto dos travesseiros, e suas pernas longas e macias, levemente separadas e desaparecendo embaixo do lençol, mais acima percebeu os seios elevando-se leitosos e arredondados da gola de sua camisa...

Que inferno, ele pensou, olhando fixamente suas formas escondidas entre a bainha e gola da camisa e seu coração bateu forte. A camisa era sem mangas, com um cordel ajustável na gola. Ela estava apertada em seu peito e costelas, como se tivesse sido feita para uma pessoa menor.

Segundo as leis da decência, ele deveria deixá-la dormir pelo menos com sua camisa. Ela era uma virgem, modesta e pura. Um cavalheiro deveria mostrar respeito apropriado por sua esposa, somente levantando a bainha de sua camisola durante seus encontros conjugais. Era isso que ele esperara e planejara fazer, afinal. E ela estava adormecida. Somente um grosseirão a manteria nua sob seus olhos assim em sua noite de núpcias. Sem seu conhecimento ou assentimento. Sim, ele deveria decentemente permitir que ela dormisse com sua camisa, e não ficar ali olhando sua mulher como se ela fosse um show de strip-tease barato.

Sem mais nenhum pensamento, Sesshoumaru cortou as fitas que prendiam sua camisa e, com a respiração presa, puxou a roupa para baixo. Seus seios saltaram para fora, leitosos e magníficos, e sob seu olhar fascinado dois mamilos rosados se ergueram e endureceram no ar frio da noite. Ele a puxou mais, passando pelos quadris e por suas pernas. Com a boca seca e cheio de desejo, examinou o resto dela, sua cintura delgada, seu pequeno ventre curvo e atraente, os quadris deslumbrantes.

Que inferno, pensou Sesshoumaru novamente, pasmado. Ela era linda. Sob todos as vestimentas horríveis que ela usava, ela era linda. Macia e desejável. E estava profundamente adormecida, e não havia nada no mundo que o fizesse aproveitar-se deste belo corpo.

Debruçou-se sobre ela, inalando o perfume de seu corpo, e fechou os olhos por um momento, saboreando-o. Ela cheirava a sabonete e a nada mais — somente a si mesma. A inocência. Era legalmente sua esposa, ligada a ele, aos olhos de Deus e da sociedade, disse a si mesmo. Sesshoumaru inspirou profundamente.

— Rin — disse com urgência, em voz alta. Ela não se moveu. Segurou seus ombros com ambas as palmas e sacudiu-a. Os seios leitosos balançaram e estremeceram. Sesshoumaru gemeu enquanto a observava. Mas ela não acordou. Em vez disto, se contorceu um pouco, fazendo com que sua língua se colasse ao céu da boca, abraçando os travesseiros, encolhendo as pernas e presenteando-o com a visão de um deleitável bumbum de pêssego. O despertar de Sesshoumaru era duro como pedra e doía como uma cicatriz

Rin. Como este nome lhe desagradava. Ele não combinava com a criança mal vestida com quem se casara, e com certeza não combinava com a sereia que descobrira. Talvez ele a chamasse por seu segundo nome — qual era? Nem lembrava, mas certamente também não combinaria

Forçando-se se afastar da tentação em sua cama, Sesshoumaru inclinou-se para pegar as roupas de baixo que deixara cair. As meias estavam remendadas em vários lugares. Tanto a camisa como a anágua tinham vários remendos e inserções de materiais diferentes. Apesar de imaculadamente limpos e macios pelas muitas lavagens, eram feitos de tecido grosseiro, velho e muito usado. Nem um sinal de renda ou babados enfeitava a peça de roupa. E estas eram as peças íntimas que a noiva de lorde d'Arenville vestira no dia de seu casamento! Kagura não poderia ter cuidado nem mesmo disso?

Correu em direção à porta, depois estancou. Olhou para as roupas íntimas no canto. Ele as inutilizara, cortando as fitas. O que pensaria ela quando acordasse? Praguejando, pegou-as e as colocou no bolso.

Ele deixou o quarto, batendo a porta, e desceu rápido, suas botas altas fazendo barulho nos degraus de madeira. Acordando o hospedeiro, pediu uma garrafa do melhor conhaque.

— Oh, eu estou extremamente faminta hoje de manhã — exclamou Rin, pegando uma fatia de pão fresco e crocante, e passando nele uma generosa camada de manteiga. Tomou um grande gole de café e fechou os olhos, saboreando-o, depois mordeu o pão com evidente prazer.

Sesshoumaru a observava, amargo. Sua cabeça estava doendo por causa do conhaque.

— Será que eu posso lhe oferecer uma fatia deste excelente pão com manteiga, meu senhor? Eu não posso crer que seja bom para o senhor quebrar o seu jejum somente com cerveja amarga.

Sesshoumaru bufou e levou a caneca aos lábios. Rin olhou com culpa para a travessa vazia à sua esquerda.

— Eu tenho certeza de que Mrs. Hari ficaria encantada em fazer mais bacon e ovos.

Sesshoumaru fechou os olhos por um momento, incapaz de suportar até mesmo o pensamento de ovos gordurosos com bacon.

Rin pegou o pote de mel. Enfiou uma colher e a girou habilmente, depois derramou o mel sobre o pão e a manteiga. Esta visão lembrou a Magnus seus cabelos sobre o travesseiro, brilhando à luz das velas. Fez uma carranca e silêncio.

— Mrs. Hari disse que há porco frio, aves e um pouco de torta de cordeiro sobrando do jantar de ontem à noite, se você preferir. Eu sei que muitos cavalheiros preferem carne no café da manhã — persistiu Rin. Sesshoumaru rolou os olhos e tomou outro grande gole da cerveja escura e amarga. — Eu preciso dizer — ela continuou —, o jantar de ontem à noite parecia bem delicioso. Por que o senhor não me acordou? Eu estava extremamente faminta, sabe. Não foi nada gentil de sua parte esquecer-me! — terminou, indignada, lambendo o mel de seus dedos.

Esquecê-la?Sesshoumaru fixou-a, estupefato. Abriu sua boca para responder, mas ela ainda não terminara.

— Eu teria preferido muito mais ser acordada. Então, no futuro, por favor, lembre-se de fazê-lo, se por acaso eu tirar uma soneca antes do jantar. — Rin sorriu, para adoçar o impacto de seu pedido, resolvendo ser mais diplomática com ele, especialmente de manhã. Ele parecia ser uma daquelas pessoas cujo temperamento não apreciava conversas matutinas.

— O senhor não dormiu bem, milorde? — ela sorriu, simpática, para ele.

Sesshoumaru quase não conseguia falar. Sentia-se tão indignado e insultado que engasgou.

— A minha cama era bem confortável, apesar de eu ter acordado com um pouco de frio — enrubesceu e desviou os olhos. — Eu acho que Mrs. Hari me colocou na cama. E ela deve ter pego minhas... er.... algumas coisas para lavar, porque eu não pude achá-las em lugar nenhum.

Encaminhou-se para o fogo e chutou alguns dos troncos. A fumaça penetrou no quarto.

— Milorde...

— Oh, pelo amor de Deus, vamos parar com esta besteira de "milorde"! — exclamou Sesshoumaru. — Você é minha esposa. Pode me chamar de Sesshoumaru, e eu a chamarei de Rin. Combinados?

— Combinado, milor... Sesshoumaru.

— Venha, vamos para Paris.

Continua...


Yo!! Como prometido consegui postar o capitulo VI ainda esse ano \o\ Coitado do Sesshoumaru esta nervoso de não levar Rin para cama ainda, porem talvez ele consiga na proxima ;D Vamos torcer por ele XD

Agradecimentos especiais:

xdeia: Por acompanhar minha fic desde quando começei. Obrigada amiga, de coração (L)

Srta. Kinomoto: Por ler também a fic e me mandar seus otimos e inspiradores comentarios, eles sempre me fazem continuar a escrever, obrigada.

PATY SAORI SHINZATO MORITA: Que mesmo morando no Japão, leu essa minha fic. E também pelo carinho dela, Obrigada.

Agora os reviews, agradeço a todos eles, com toda certeza são muito especiais para mim.

Respondendo-os:

Srta. Kinomoto: Obrigada (L) Sesshy por mais que ainda não tenha conseguido sua tão sonhada noite de nupcias, ele vai conseguir algo bem melhor, vc vera ;D Bjss e mais uma vez obrigada.

Nikka-Girl: Entendo o que é isso XD A maioria das pessoas não curtem ler livros antigos, mas simplesmente os adoro (L) Obrigada pelo .

SHIRLAINE: Pois é, quero só ver ano que vem que estarei no 3º ano, ai que as leitoras vão me matar mesmo por demorar em postar XD Mas juro que farei o possivel que pelo menos 1 vez por mes eu poste a fic ^^ Obrigada pela atenção, bjss.

PATY SAORI SHINZATO MORITA: Eu que agradeço por curtir a fic, e por me add no orkut, fiquei muito feliz em te-la como amiga, Obrigada pelo comentario, afinal adoro reviews enormes XD Bjss.

Sandramonte: Ah entendi, tentei mostrar esse capitulo de maneira bem clara ^^ Espero que tenha entendido esse =D Bjss e obrigada pelo seu comentario, bjss.

Hinata-chan: Kagura é uma vaca mesmo, ela não ajuda e ainda atrapanha, Sesshoumaru sabe o jeito dela, por isso nem da muita importacia para ela. Rin é bem boazinha, não chegara a fazer mal a Kagura apenas inveja ;D Bjss e obrigada pelo seu comenatario.

Naia-chan: Que nada^^ Estou tentando fazer o capitulo para melhor entendimento, então se não compreender nada, me avise ok? kkkkkk Sesshy sera bem bonzinho com Rin nos proximos capitulos, não tem porque odia-lo mais XD Obrigada pelo comentario, bjs.

Rin Taisho Sama: Sesshy sera um homem dificil de se apaixonar, mas Rin consiguira fazer isso ^^ Bjss e obrigada pelo comentario.

individua do mal: kkkkkkkkkkkkkkkkkk Sesshy com certeza vai dominar a situação, mas Rin vai gostar desse jeito frio atencioso (?) dele ^^ Bjss e obrigada por sempre ler a fic e comenta-las.

Rukia-Hime: Pois é, mas mesmo assim o casamento foi bonito nos olhos de Rin ^^ Obrigada pelo comentario, bjss.

willzinha: Muito obrigada =D Rin consiguira amolecer aquele coração, vc vera ;D Te juro até eu fico com pena dos filhos da Kagura, que bom que não tenho uma mãe assim XD Espero não ter demorado muito para postar ^^ Bjs.

Kuchiki Rin: Que bom que gostou, espero que tenha curtido esse capitulo também, bjss e obrigada por comentar.

Luna Caellian: Capitulo passado foi meio triste confesso, porem vou tentar melhorar nos proximos para Rin ser mais feliz com Sesshoumaru \o\ A noite de nupcias com certeza Sesshoumaru vai ser um bom professor para Rin ;D Aguarde que com certeza no proximo vai ocorrer o momento que Sesshoumaru tera completamente Rin ^^ Bjs.

LeticiaM: Fico feliz que tenha gostado, curtiu esse também? Espero que sim. Rin já sofreu demais, Sesshoumaru talvez consiga lhe dar o devido amor, só depende dele e dela ^^ Bjss e obrigada pelo comentario.

Ana Spizziolli: Desculpas, por não ser a noite de nupcias nesse capitulo, mas logo logo vai acontecer \o\ Obrigada pelo comentario, bjss.

Obrigada gente por lerem ^^ Tenham um Otimo Ano Novo e não esqueçam as Reviews, por favor ;D

Ja ne... Yami