Disclaimer: Os personagens de Inuyasha não me pertencem, e sim a Rumiko Takahashi.

Sinopse:Rin Robinson é uma órfã desamparada que cuida dos três filhos pequenos de sua prima Kagura em troca de casa e comida. Mas sua vida toma outros rumos quando ela conhece Sesshoumaru, o Lorde d´Arenville. Sesshoumaru deseja ter uma família. Por isso pede para Kagura apresentá-lo a debutantes que estivessem a altura de ser sua esposa, e principalmente, mãe de seus filhos e dona de seu coração. As coisas, porém, não acontecem de acordo com os planos da anfitriã. O Lorde ignora todas as convidadas, e, impressionado pelo modo amoroso com que Rin cuida dos filhos da prima, decide que ela é a única mulher com quem realmente deseja se casar...

Rate: Fic mudada para M por causa das próximas cenas e linguajares (esse capítulo contém hentai!)


~O Cavaleiro e a Dama~

Capítulo VIII

O belo pirata debruçou-se sobre ela, uma mecha de cabelos prata caindo sobre sua fronte. Seus olhos âmbares escureceram-se com paixão quando colocou sua boca sobre a dela...

— Não tema, meu amor — murmurou o pirata. Não era justo. Ela amava o mar.

—... e meu navio é grande e seguro...

— Oh! — Rin protestou. Ela amava navios. —.... e ele anda as ondas como um golfinho...

— Oh, não, não, chega... — Rin lamentou-se, infeliz. Ela fora traída — pelo navio, pelo mar!

— Aqui, pegue isso.

Os olhos de lorde d'Arenville estavam sombrios como o mar, preocupados, enquanto ele se debruçava sobre ela. Segurava uma bacia, e Rin a pegou, agradecida, fechando seus olhos novamente para apagar a vista da lanterna balançando com o movimento do navio.

Ela dobrou-se sobre a bacia por um intervalo de tempo longo e doloroso, depois se sentiu sem fôlego. Com um pano frio e molhado gentilmente limpou sua boca, enquanto ela sentia mãos que apertavam o cobertor de maneira mais segura em torno de seu corpo trêmulo.

Braços quentes e fortes a apertaram e ela suspirou aliviada. Sentiu que alguém a levantava, e seus olhos abriram-se, alarmados.

— Está tudo bem. Eu a estou levando para cima para o deque. — Sesshoumaru murmurou, enquanto ela se agarrava ao seu pescoço em desespero.

— Não, não.

— Confie em mim, você se sentirá melhor ao ar livre — disse ele, e a carregou para fora da cabine pequena e escura. — Rin tinha certeza de que morreria se tivesse que subir para o deque que se inclinava e balançava mas estava se sentindo miserável demais e cansada para discutir. Ela morreria logo, de qualquer jeito Por que nunca ninguém lhe dissera que navegar era assim?

No deque, o vento estava forte e frio. Sesshoumaru a carregou para o parapeito do navio e encontrou um local para se sentar, segurando-a em seus braços. Respingos do mar esfriavam sua pele úmida. Ele enxugou-a com seu lenço.

— Está se sentindo melhor?

Rin estremeceu e se apoiou em seu peito. Sim, ela se sentia um pouco melhor. Seu estômago doía terrivelmente por causa de tudo o que saíra dele.

— Este é o tempo perfeito para navegar — disse ele. Rin o olhou, incrédula. Tempo perfeito?

— Segundo o capitão, este vento nos levará à França em menos de cinco horas — continuou. Ele olhou para ela e sorriu de leve. — E um pouco menos de duas horas a partir de agora.

— Duas horas — Rin murmurou.

Ele riu — bem sem coração, pensou ela.

— Aqui, isto lhe ajudará a acalmar seu estômago.

Ele puxou um frasco de prata achatado, desatarraxou sua tampa e segurou-o em seus lábios.

— Não — ela sussurrou, virando os lábios para o outro lado. Não suportaria comer ou beber nada.

— Confie em mim. — Ele segurou seu queixo e derramou o que parecia a metade do conteúdo do frasco pela sua garganta.

Rin estremeceu enquanto ele queimava sua garganta abaixo, e tossiu quando a bebida chegou em seu estômago vazio, privando-a por um momento de toda capacidade de respirar.

— O que era isto? — gaguejou indignada.

— Conhaque.

Ela cedeu e sentiu um calor espalhando-se por seu corpo que parecia expulsar a terrível náusea.

Ele fora tão gentil com ela, pensou, tonta. A última coisa que esperara de lorde d'Arenville era que ele se mostrasse tão gentil e simpático com seu mal-estar. Ele era uma pessoa tão melindrosa. Acreditara que cavalheiros eram assim.

Mas em vez disso, ele cuidara dela com uma competência silenciosa que, agora que pensava sobre isso, fazia com que quase quisesse chorar... Ela não podia se lembrar de ninguém que se importasse se Rin Robinson estava bem ou mal, viva ou morta. E agora, este — este chamado Iceberg cuidara de suas necessidades com uma gentileza cuidadosa que quase lhe partiu o coração. Era maldade as pessoas o chamarem assim. Ele não o era, absolutamente. Ele era...

— Você é tão gentil... — ela murmurou, encostada em sua pele, sentindo as lágrimas surgirem, quentes, escorressem pelo seu rosto.

Gentil? Ela dissera que ele era gentil? Sesshoumaru estava estupefato. Com certeza ouvira mal. Mudou levemente a posição com a qual a abraçava, envolvendo-a mais firmemente na curva de seu corpo, saboreando seu peso relaxado, a sensação de suas faces macias contra a pele. Madeixas perdidos de seu cabelo batiam em seu queixo. Ele aspirou seu perfume, sabonete e mar, e o fraco amargor dos remanescentes de seu mal recente.

Pobre criancinha. Seu enjôo de mar fora um choque para ela. Ela estava animada quando embarcaram, os olhos brilhando.

E ela pensava que ele era gentil... não foi gentileza o que fez cuidando dela, refletiu, pesaroso.

Sentiu seu corpo relaxar contra o dele. Ela adormecera. Em seus braços. Era sua. Aquela mulher.

Sesshoumaru observava as ondas, sentindo prazer com o respingar forte e salgado que batia em seu rosto. Puxou o cobertor para evitar que ela se molhasse. Nada fora como ele esperava, neste negócio de casamento. Deus, como fora simplório, pensando obter uma mulher apenas para lhe dar filhos. Ele só pensara nas crianças; quase não considerara sua esposa, exceto pensando encontrar uma mulher saudável que perturbaria sua vida o mínimo possível. Riu silenciosamente. Que idiota, pensar que uma mulher não perturbaria sua vida.

Talvez, se ele tivesse se casado com uma das candidatas de Kagura... Era irônico pensar que ele escolhera Rin porque ela tinha tão poucas expectativas. Ela simplesmente explodia de expectativas; este era o problema. Possuía uma sede de vida que o espantava.

Se ele tivesse escolhido uma das garotas de sua prima, teria tido uma viagem de núpcias convencional. Mas, em vez de uma fria e sofisticada mulher que compreendia seu dever, ele escolhera esta criaturinha ingênua, que lançara sua vida no caos. Ele não notara o quão sozinha no mundo ela era.

E assim, por causa do despeito de Kagura e de sua própria falta de previsão, ele precisara ser criada, cavalariço, enfermeiro e protetor de sua mulher. Tudo exceto marido. E por causa das estalagens cheias, do litoral malcheiroso, de cidades vulgares — sem mencionar sua noite de núpcias atrasada — ele estava sendo mal humorado e desagradável boa parte do tempo.

E ainda assim ela dizia que ele era gentil...

Ele não o era, é claro. Sesshoumaru o sabia. Juntamente com o conhecimento de seus deveres para com a sua linhagem, as terras e o nome de sua família, seu pai lhe impusera um rígido sentido de responsabilidade por aqueles que dele dependiam. E não havia dúvida na mente de Sesshoumaru de que sua esposa era mais dependente dele do que ninguém jamais o fora em sua vida. Gentil? Ela simplesmente não compreendia a noção que o envolvia.

Mas ele gostava do peso quente em seus braços.

Quando chegaram a Calais, ela já se havia recuperado quase completamente de seu enjôo.

Os oficiais franceses examinaram seus passaportes com uma expressão insultante de suspeita, e revistaram sua bagagem com mãos gananciosas. Um voltou-se para verificar as roupas de Rin — enquanto ela as estava vestindo — e Sesshoumaru adiantou-se, com um rugido de aviso. Houve uma troca de resmungos, um pouco de ouro passou das mãos inglesas para as francesas e eles foram autorizados a partir. A cada passo na terra firme e segura Sesshoumaru verificava a empolgação da esposa.

Observara que granadeiros marchavam, passando por eles. Parecia muito assustador e militar, com prodígio e um passo rígido e ameaçador.

Rin observava as pessoas, as mulheres usavam adornos resplandecentes e belos chapéus engomados enfiados na cabeça.

Ela estava surpresa ao ver o quão amistosas e cordiais as pessoas pareciam, mas a Paz de Amiens fora assinada quase um ano antes, e as coisas, obviamente, haviam se acalmado.

Pararam para descansar numa hospedaria na estrada.

— Não estou com muita fome – declarou Rin ao entrar na sala de Jantar Privada. O estômago estava bem mais calmo, mas ela ainda sentia uma sensação estranha. Sesshoumaru franziu o rosto, pediu café, ovos, bife e cerveja para ambos. O garçom ergueu os ombros à maneira franceza, com a dizer que eles não estavam mais na Inglaterra, e que franceses decentes não bebiam cerveja. Sesshoumaru ergueu os ombros à maneira inglesa em resposta, e não disse nada. Rin esperou ate que o garçom saísse.

— Eu não quero comer, obrigada. Eu não estou com fome.

— Besteira — disse, estimulando-a. — Você comerá, e ponto final.

O garçom voltou em alguns momentos e colocou um prato de ovos pochés em sua frente. Sesshoumaru atacou um bife grande e mal passado. Rin olhou-o minuciosamente e empurrou seus ovos para longe. Como ela poderia ter pensado que seu marido era gentil? Ela tinha certeza de que não tinha nada mais por dentro. Ninguém com um pouco de sensibilidade esperaria que ela comesse ovos fritos — ou que o observasse devorar um bife gorduroso — quando ela ainda se sentia tão delicada. Afastou seus olhos da visão nojenta.

Sesshoumaru chamou o garçom. Logo depois ele trouxe uma xícara de café cheiroso e fumegante, e um prato de pãezinhos franceses e os colocou na mesa. Rin viu Sesshoumaru abrir os pãezinhos. Uma pequena nuvem de vapor escapou quando a casca dourada se quebrou. O odor era divino. Ele passou manteiga clara em um pedaço e, antes que ela soubesse o que pretendia, enfiou-o em sua boca. Relutantemente, ela mastigou e engoliu. Estava delicioso. Depois tomou um gole de café com leite. Estava maravilhoso — quente, forte e doce. Esvaziou a xícara, depois olhou para cima e viu seu marido a observando, um tênue olhar zombeteiro em seu rosto.

— Muito bom, está delicioso. E eu me sinto melhor.

Ele assentiu com a cabeça.

— A comida é a melhor coisa após um ataque de enjôo de mar. Você vai comer os ovos agora?

— Não, obrigada. Eu me contentarei com estes pãezinhos e com um pouco mais deste café delicioso.

— Apresse-se, então, pois nós não dormiremos aqui — disse Sesshoumaru

— A travessia de navio foi rápida — disse ele — mas não vai demorar em que esta cidade esteja tão apinhada quanto Dover. Eu tenho a intenção de começar a viagem para Paris o mais rápido possível, para evitar o inconveniente das estalagens cheias. Nós pararemos em Bolonha.

— Muito bem, eu adiarei meu banho até pouco antes de me retirar para dormir.

Sesshoumaru encontrou seus olhos em um olhar estranhamente tórrido por um momento, depois fitou seu prato.

— Akihito está providenciando transporte com o agente de correio. Nós partiremos assim que conseguirmos uma carruagem e quatro cavalos.

A viagem ao longo da rota dos correios de Calais para Bolonha observou Rin, apesar do forte aroma de cebolas que pairava no veículo.

— Poderia pensar que fazendas e campos são iguais em todo o mundo, mas não é assim, absolutamente, não é? — comentou com Sesshoumaru.

Ele assentiu, nunca tendo pensado no assunto antes. Se tivesse se casado com uma das amigas de Kagura, sem dúvida estaria se desdobrando para distraí-la. Rin era jovem, mas não o entediava.

O sol de fim de tarde brilhava no canal quando eles atingiram Bolonha. Encontraram a estalagem que o holeiro do Soun d'Argent recomendara. Sesshoumaru contratou um apartamento, pediu um jantar antecipado, depois saiu para um passeio enquanto a camarera indicava a Rine um grande quarto e saía para providenciar seu banho.

Explorou o lugar. Ele era espaçoso, com um pequeno quarto de vestir anexo. Era mais confortável que elegante, e continha uma enorme cama com um colchão de penas celestial. Em cima da cama havia travesseiros bastante estranhos — longos, redondos e estreitos — mais parecidos almofadas do que travesseiros. Ela se perguntou se a cama de Sesshoumaru tinha travesseiros adequados, e decidiu que, se os tivesse, pediria alguns emprestados.

Portas intermediárias levavam a uma sala de estar privada e a uma varanda estreita com vista para o mar. Rin passou vários minutos agradáveis observando a paisagem até que a camarera voltou com uma pilha de toalhas macias. Atrás dela, subalternos entravam em tropa, carregando uma banheira esmaltada e baldes de água quente fumegante.

Rin jogou-se na cama maravilhosamente macia e aconchegou-se sob o edredom espesso que a estalagem fornecia em vez de cobertores. Era muito leve e bastante insubstancial, se comparado com as roupas de cama de lã com as quais estava habituada.

Seu primeiro dia na França fora muito excitante, afinal Sesshoumaru a levara para um passeio através da cidade antes de se sentarem para um jantar extremamente delicioso. Ela ouvira falar da cozinha francesa e agora a conhecia! Até mesmo legumes bem comuns adquiriam um esplendor novo sob a mão de um cozinheiro francês, com molhos sutis e deleitáveis. Sentou-se na cama, ao baterem à porta, puxando o edredom, que caíra até seu peito.

— Quem... er... é? — disse, hesitante.

— Sou eu — disse a voz profunda de seu marido.

— E... entre.

Sesshoumaru entrou, fechando e trancando a porta atrás de si.

— Você quer alguma coisa, milor... er, Sesshoumaru?

— Este também é meu quarto.

— Mas só há uma cama.

— Eu sei.

— Mas..

— Nós somos casados, Rin. Casais casados compartilham a cama.

Não era verdade. Sua prima Kagura tinha sua própria cama. A única vez em que hóspedes casados compartilhavam camas era quando havia gente demais para as camas separadas...

— Oh — ela disse, e engoliu em seco.

— Eu me despirei aqui, está bem? — Sesshoumaru entrou no pequeno quarto de vestir, fechando a porta.

Havia uma expressão nos olhos do marido que ela já vira antes — na carruagem para Dover, quando ele a beijara daquele modo extraordinário.

Ela pensara sobre o beijo muitas vezes desde que acontecera. Sabia que as pessoas normalmente não beijavam daquele modo, com a língua dentro da boca do outro, e se perguntava se era assim que um homem colocava o bebê dentro da mulher. Kikyou Forrest disse que sua mãe contara que isso acontecia quando um homem se punha dentro da mulher, e ele com certeza se pusera dentro dela. Estremeceu deliciosamente, lembrando-se do movimento ousado de sua língua.

Será que ela já tinha um bebê dentro de si? Provavelmente não, depois de todos aqueles vômitos no navio, então talvez ele fosse beijá-la daquele modo especial novamente. Ela não se importaria, absolutamente. Fora maravilhoso... Não sentira necessidade de esquivar-se, ou algo assim, como sua prima dissera que aconteceria.

A porta do quarto de vestir se abriu e Sesshoumaru apareceu, vestido em um chambre de seda escura.

— Vá mais para lá — disse docemente. Ele sentou-se no canto e lentamente desamarrou o cinto, olhando o tempo todo para ela. Tirou seu roupão, Rin ofegou, desviando os olhos. Ele estava nu! Completamente nu. Ele levantou-se, e, nu, deu alguns passos em direção a uma cadeira, na qual deixou cair seu roupão. Rin olhou-o rápida e furtivamente. Ela nunca vira um homem nu antes. Fora os músculos poderosos de seus ombros e suas costas e os membros longos, os homens não eram tão diferentes das mulheres, decidiu. Então ele se voltou. Seu marido não se parecia nada com o pequeno Kenzo no banho!

Rin notou de repente que ele a pegara olhando-o, e rapidamente virou sua cabeça para o outro lado, fechando os olhos também. Ele riu, e disse:

— Está tudo bem se você olhar, sabe.

Rin não respondeu. Ela ficou deitada na cama, os olhos bem fechados, e sentiu-a afundar-se quando subiu nela. O corpo dele estava muito próximo do seu — ela podia sentir o calor irradiando-se dele.

— Você pode chegar mais para lá, por favor? — disse. Ainda ao sussurrou uma voz profunda em seu ouvido. — Suponho que é a minha vez de olhar, não é?

— S... sua vez... — gaguejou.

— Minha — ele confirmou. — Pessoas casadas fazem isso. — Vagarosamente, ele começou a desabotoar sua camisola, um botão – dois – três - até quase a sua cintura, quando ele terminou, e seus olhos estavam completamente fechados. — Não tenha medo — pediu docemente, e começou a acariciar suas faces. Ele se moveu para mais perto e ela podia sentir o calor sólido de seu corpo deitado sobre o dela. Ele se debruçou e beijou-a levemente na boca.

Suas mãos a acariciavam, tocando em suas faces, seu pescoço descendo Por seus braços, depois novamente em seu pescoço. Acariciou seus seios através do tecido da camisola movendo-se para frente e para trás com o seu toque mais macio e leve. Rin sentia um forte tremor por todo o corpo. Beijou-a profundamente, tocou com sua língua a cavidade na base de seu pescoço e beijou-a novamente.

Ela sentiu o trilho úmido e quente de seus beijos no vale entre os seios, depois sua mão deslizou e tirou sua camisola. Ele se apoiou em um cotovelo por um momento, olhando.

— Linda.

Ele colocou uma mão quente e forte sobre seu seio e depois o outro, esfregando seus polegares gentilmente para frente e para trás por seus mamilos. Rin os sentiu endurecerem, e arrepios de prazer correram por ela. Observou, tremendo, quando sua cabeça prara dobrou-se e repentinamente enterrou seu rosto em seus seios e fez sair um som profundo e grave de sua garganta. Ela nunca se sentira tão perto de nenhum ser humano. Queria colocar seus braços à sua volta, apertar sua cabeça contra si. Suas mãos se levantaram, estancaram, depois caíram incertas.

— Vamos tirar isso — disse ele, sentando-se. Ele estendeu a mão e puxou a camisola.

— Eu... não... Mas está frio... e este edredom é extremamente leve.

Ele puxou o edredom para baixo e olhou possessivamente para seu corpo com os olhos âmbares, que pareciam queimar sua pele. Rin tentou proteger-se, mas ele afastou suas mãos, dizendo:

— Eu sou seu marido, Rin. Você não deve se esconder de mim.

Ele abaixou a boca sobre seus seios novamente, e Rin quase saltou para fora de sua própria pele quando lanças de prazer a transpassaram. Ele gemeu silenciosamente, acariciando-a com mãos, boca e língua. Várias sensações espiralavam através dela, e ela estremecia convulsivamente. Que mágica ele estava praticando para fazê-la sentir-se assim?

Ele acariciou-a docemente, carinhosamente, e tão devagar... era... delicioso... em um momento ele diminuiu o ritmo, pareceu hesitar, e Rin abriu os olhos. Ele também tinha os olhos fechados. Respirava pesadamente e rangia os dentes. Ela se perguntou por um segundo se ele sentia dor. Mas logo esqueceu este pensamento, porque — oh... a sensação de suas mãos quentes acariciando-a, alisando-a, tomando a forma de seu corpo, conhecendo-o. Ela agora sabia por que as pessoas chamavam isso de possuir— Sesshoumaru a estava possuindo. E era maravilhoso. Ela beijou, tímida, seus cabelos. Ele era quente, ligeiramente molhado de suor, e muito, muito agradável. Sua pele tinha o perfume da água de colônia que ele normalmente usava, e um cheiro mais profundo, almiscarado, que ela sabia que era o dele. Não reagiu, não lhe disse que parasse. Um homem tão potente, e ainda assim tão carinhoso. Ele passou a mão por seu estômago e costelas, e a pele ligeiramente áspera de suas palmas provocou uma fricção deliciosa em sua pele macia, depois a mergulhou entre suas coxas. Tremores passavam por ela, e, inconscientemente, suas pernas se abriram. Ele tocou-a entre as pernas e começou pequenos movimentos circulares que logo a faziam ofegar de excitação. Ela sentiu os seus dedos se moverem intimamente em sua carne, e abriu mais as pernas.

Gemendo, ele abriu mais suas pernas e se colocou entre elas, suas mãos pulsando, acariciando e provocando sua boca quente e dura na dela. Ela sentiu algo duro e brusco pressionando-a entre as pernas.

— Eu não quero machucá-la, mas, da primeira vez, eu temo, é inevitável.

Ele pressionou, e ela quis esquivar-se, mas lembrou-se de não fazê-lo e manteve-se no lugar, em vez disso, ele pressionou mais forte, gemendo, e Rin arfou. Ela se perguntava se doía tanto nele quanto nela, então parou de pensar nisso enquanto uma dor aguda passou por ela, que precisou se forçar a ficar imóvel.

— Está feito, agora — murmurou, e acariciou suas faces por um segundo. Rin, ofegante, ficou aliviada, e esperou que ele saísse de dentro dela, bem como a coisa que a tensionava e machucava tão terrivelmente. Em vez disso, ele começou a mover-se dentro dela, para frente e para trás, vagarosamente no começo e depois cada vez mais rápido. Sua boca voltou a cobrir a dela, e ela notou que sua língua se movia no mesmo ritmo, criando estas maravilhosas sensações.

Agora já não doía tanto, mas um sentimento insuportável de tensão ainda crescia dentro dela, até pensou que fosse explodir. Este era seu marido, e ela agora era sua mulher, e isso era o que os maridos faziam para engravidá-las.

Ela o amava, descobriu. Ela queria gritar e cobrir seu rosto com beijos, mas não devia.

Seus movimentos fizeram um rápido crescendo, e ela se viu arquejando superficialmente no seu ritmo, sentindo como se algo estivesse para acontecer... como se ela estivesse sendo levada por alguma maré... Finalmente, com um gemido alto e ininteligível, seu marido deu uma estocada final, arqueando seu corpo sobre o dela, sua cabeça virada para trás, em dor — ou exultação, ela não tinha certeza do que era — e caiu pesadamente sobre ela.

Ele ainda estava dentro dela, podia senti-lo, apesar de não ser tão desconfortável agora. Ele jazia pesadamente sobre ela, que quase não conseguia respirar, mas Rin decidiu que gostava da sensação de ser envolvida por sua força e seu calor. Sua cabeça estava enterrada no oco de seu pescoço. Ela levantou a mão e acariciou as madeixas compridas de sua cabeça. Elas estavam molhadas. Ela passou seus dedos pela lateral de seu pescoço e por seus ombros. Sua pele estava úmida e quente.

Ele suspirou e tremeu sob sua mão, e então se afastou dela. Ela sentiu sua retirada com uma sensação momentânea de perda.

— Você está bem? — perguntou, docemente.

Ela não podia encará-lo, sentindo-se por demais emocionada, então somente assentiu com a cabeça.

Ele saiu da cama. Iria voltar para o próprio quarto?

Ele voltou, ainda nu, trazendo um pedaço de pano. Ela queria vê-lo direito, ver exatamente como ele era e como tudo isso funcionava, agora que já sabia que sensações produzia. Ele voltou para a cama e estendeu a mão para suas coxas.

— Novamente? — Rin saltou, desconcertada. Ele sorriu, pesaroso.

— Não, não nesta noite.

Ela sentou-se para trás, aliviada, depois se enrijeceu, chocada, quando ele abriu suas coxas e começou a limpá-la com um pano molhado. Ela estava úmida e dolorida ali, seu rosto queimava de vergonha, e ela tentou impedi-lo, mas ele não lhe deu atenção. Finalmente, terminou e se levantou. Ela olhou para o pano e viu, espantada, que havia traços de sangue nele.

Kikyou estava certa, pensou Rin enquanto seu marido ia para o quarto de vestir. Todos aqueles castigos de Miss Kanna por suas mentiras — e Kikyou estivera certa o tempo todo. Havia sangue, e com certeza teria havido gritos se Kagura não a tivesse avisado de que não eram permitidos.

Sesshoumaru voltou e deitou-se na cama ao seu lado, puxando a coberta sobre eles.

— E agora vamos dormir — disse, soprando a vela e virando-se de lado. Ele a puxou contra si, segurando-a pela cintura.

— Será que eu não deveria colocar minha camisola?

Ele a apertou mais fortemente contra si e passou a mão sobre sua cintura, segurando brevemente seu seio.

— Você não ficará com frio — murmurou, o hálito quente em sua orelha. — Agora, vamos, tente dormir.

Continua...


*se aproxima de fininho com medo das leitoras* Eto... eto... Yo *leitoras atiram pedras por causa da demora* mimi- sei que não tem perdão o tempo que fiquei sem escrever =/ eu no lugar de vocês também ficaria revoltada. Mas como eu disse foi por causa desse maldito 3º ano, ENEM (adiado) e Vestibulares. POREM ÓTIMA NOTICIA... ACABOU TUDO (L) Agora vou me dedicar totalmente para as fics nessas ferias e estou com novidades (também com tanta demora se chegasse com as mãos vazias ai que vocês me matariam de vez né? XD)

1- Capitulo 8 contendo hentai \o\ afinal sem ele a estoria não fica tão empolgante né? 8D hentai é como uma cereja no bolo *apanha*

2- O capitulo 9 estou na metade õ/ isso mesmo. Assim que acabar eu posto (só falta da uma finalizada e uma revisada), Porem por favor tem que MANDAR REVIEWS para colaborar com a agilidade do processo que só assim vou terminar bem rapido e vai me dar energia de começar o 10. Afinal aqui suas opinião que importam ^^ Mas também mesmo que eu receba bastantes em um dia não vou consegui postar no outro. Acho que no prazo de 3 semanas (dessa vez não passa disso). Se me mandarem muitos (assim espero) comentarios posto bem³ antes. Prometo.

3- Começei uma nova fic de Inuyasha, casal principal SesshyxRin (nunca pensei que seria tão bom escrever sobre eles *-*(L) ). Nome: é O Emblema da Borboleta (para maiores informações sobre nova fic visite meu profile). Já vou avisando que vai ser diferente dessa daqui. Enquanto em 'O Cavaleiro e a Dama' Sesshoumaru é um homem frio nessa nova fic ele vai ser muito sedutor e sexy (L) vai enloquecer a cabeça da pobre Rin. ENTÃO ESPERO QUE LEIAM QUANDO EU POSTAR POR FAVOR *---* Fazem isso por mim? Queria saber a opinião se vocês se devo termina-la. VOU POSTA-LA SEMANA QUE VEM, to em duvida se melhor no final se semana ou no meio dela, o que acham? Deixam suas opiniões ^^

Bom acho que chega de novidades né? XD Agora quanto aos comentarios do cap 7 *---* gente amei, amei e amei as 18 reviews (morri quando as vi). Nunca recebi tantas em um capi só. Espero que nesse daqui também chegue a esse numero (temos pelo menos o triunfo do hentai né? *risadamaligna*) Respondendo:

Miih...Cullen: Desistir é uma das coisas que não costumo fazer com meus fics. Posso atrasar (como agora) mas tenha esperança que vou posta-la XD Mas pode ficar tranquilia não vou demorar tanto na proxima. Espero que tenha gostado do cap õ/ Bjss e obrigada pelo seu comentario.

Uriel-sama: Olá. A Rin também tem que colaborar né? Ela anda muito nas nuvens XD espero que tenha curtido ^^ Bjsss e espero que comente nesse cap tbm.

Kuchiki Rin: Desculpa demorei bastante dessa vez né? i.i Mas agora atrasados sobre esse fic vai ser raro vc vai ver XD Bjsss espero que tenha curtido.

Lady Bee: Pode apostar né? Pelo menos dessa vez Sesshoumaru tirou o atrasado \o\ quem sabe essa noite q ele teve com ela não o deixe mais docil né? XD obrigada pelo elogio *abraça* Espero que acompanhe a proxima fic deles que vou postar. Obrigada pelo comentario e kisu.

shirlaine: Com certeza na proxima vez o post vai ser bem mais rapido. Demorei muito por causa da minha escola que é muito puxada . Mas espero não ter decepciona-la com esse cap em relação ao hentai (não costumo escreve-los apenas ler *apanha*) Bjsss e obrigada.

Daaf-chan: Escola sempre é o problema, por isso entendemos o pq nos alunos a odiamos XD Espero que tenha gostado fiz o melhor de mim (L) Bjss e obrigada pelo comentario.

Ana Spizziolli: Acho quedemorei mais dessa vez né? .-. me desculpa realmente não tive muita culpa, mas espero que tenha curtido o cap ^^ bjss e obrigada.

sandramonte: Ai me perdoa . me te juro que o proximo vai sair bem rapido, vc pode apostar ^^ farei o possivel e darei tudo de mim \o\ fico feliz que esteja gostando, bjss e desculpa outra vez.

Graziela Leon: Olá, com certeza Sesshoumaru esta quietinho feito um bom cão né? Mas vai ter muitas coisas acontecerem ainda, espero que acompanhe. Obrigada pelo comentario.

Hachi-chan 2: OPA COM CERTEZA, falou e disse XD Rin é muito ingenua que as vezes da vontade de bater -ñ õ/ Mas acho que depois desse cap ela esta um pouco menos pura (assim posso dizer). Oba espero que tenha curtido esse hentai \o\ depois fale o que achou, eu não sou uma especialista nisso hihi Então estava dificil fazer isso. Teve dias que tive dormir de madrugada estudando e acordar as 6:00 para colegio + cursinho que voltava as 10:40 da noite i.i o problema nem era arrumar tempo o problema mesmo era inspiração e vontade de escrever. Eu andava meio esgotada mentalmente, sabe? .-. MASSS já passou \o\ e agora sem atrasos, prometo. Obrigada pelo comentario e bjss. Espero que comente nesse tbm ;D

Luna Caelliam: Olá, como eu disse antes, eu tardo mas não falho ^^ Sei que demorei bastante mas tbm com essas novidades que me redimi né? Espero que tenha curtido esse cap. Bjss =**

Rukia-hime: Verdade, Sesshoumaru tem que cuidar o que é seu né? XD se não, pelo jeito que a Rin é pode ser estuprada qualquer momento desses. Obrigada pelo seu comentario. Bjsss.

Lady Schneider: Ela tem com certeza umas fraquezas, vc vera ainda ^^ Obrigada pelo comentario. Kisu.

Isis Silvermoon: Oba, obrigada pelo favorito *---*(L) Estou fazendo o possivel para ficar o melhor e a gosto das leitoras. Bjsss e muito obrigada. Espero contar com seu comentario nesse cap tbm.

Fabrícia: Obrigada pelo elogio. Estou fazendo o possivel. Espero que comente nesse cap tbm, bjsss.

.anny-chaan ': Finalmente chegou no maravilhoso hentai de cada dia né? *apanha* Seja bem vinda *semata* Adoro conversar com vc pelo orkut *abraça* o achou desse cap? Espero que tenha gostado *.* Ahh boa sorte com sua linda fic de VK ^^ Bjsss e espero seu comentario nesse novo cap ;D Kissssssuuuu.

Pink Ringo: TIA PINK QUE HONRA GANHAR UM REVIEWS SEU *-* (acho que ta na cara que sou sua fã né?) Fnico feliz que essa pobre alma fez vc curtir uma fic. Obrigada pelo favoritos e ter colocado ela como uma das fics de romance q vc gosta (L) fiquei supresa quando li aquilo no seu profile XD Pronto o hentai saiu *se esconde* O que achou? Não sei se tenho jeito para isso eu curto mais ler que escrever, mas saiu ne? Espero que leia a proxima fic que vou postar deles tbm (acho que a outra vai ser mais hot que essa, assim espero õ/). Ah li tbm que plagiaram sua fic D: é horrivel quando isso acontece, o que vais fazer a respeito? Acho que só mandar mensagem para a menina apagar não vai dar certo né? Tente falar com o adm do local onde ela postou talvez de certo e ele a obrigue apagar, qualquer ajuda estamos ai \o\ Ahh te add no orkut tudo bem? Pode me passar seu msn? Adoraria conversar com vc tia pink *olhinhos brilhando de emoção* Obrigada por tudo e espero que comente nesse cap tbm ^^ Kisu (L) bye bye.

GENTE OBRIGADA, obrigada mesmo. Por tudo, incluse pela paciencia da ausência, que foi um dos motivos que muitos³ reclaram. Então boas festas (adiantado XD) e que tenham curtido esse capitulo. POR FAVOR ME MANDEM REVIEWS. Que assim com certeza o proximo cap vai vir bem rapidoe recheado de novidades õ/ E não se esqueçam - Nessa semana tem nova fic acompanhem \o\ Bjsss e obrigada pelo carinho ;*

Ja ne...Yami