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Ele analisa

Trimm…TrimmTrimm...Trimm,Trimm,Trimm…Trimm,Trim-PACK
O relógio voará e tinha embatido na parede, despedaçando-se. Willian não se lembrava da ultima vez ter usado um despertador por isso não hesitou em o atirar com força para que partir-se de propósito. Inês, na outra cama do quarto onde dormia Willian, acordará sobressaltada. Tinha ouvido um barulho, olhou em volta e, para sua surpresa, a sua irmã continuava a dormir e o despertador encontrava-se em cacos no chão. Levanta-se e abana a irmã.
- Lil, acorda, vamos, acorda.
Willian estava sentindo o abanar e ouvia uma vozinha irritante próxima do seu ouvido, que não deixava dormir em paz e ainda por cima aumentava-lhe a dor de cabeça. Tinha que parar essa voz. Com o braço empurra fortemente quem o incomodava, de seguida, escutou como se alguém tivesse caído e batesse no chão.
"Ha, silencio" – pensou aninhando-se melhor na cama.
-BUÁÁÁÁ
De um tiro, senta-se na cama e olha em direcção ao chão, de onde provinha o som Conseguia distinguir o corpo pequenito, provavelmente duma criança, não sabia exactamente, tudo estava desfocado.
-Não vejo nada – murmurou chocado sem ligar ao barulho constante.
- Põe os óculos, parva. Vou contar à mama que empurrastes – choramingou Inês enquanto saia do quarto a correr.
-Óculos? O que esta acontecer aqui? - começando a enfurecer.
Vê em redor, o único que conseguia ver era: uma caixa branca e enorme à sua frente, por trás disso uma cama, na parede ao lado uma porta e um armário aberto. Ao seu lado, estava uma mesa-de-cabeceira, com luz e hum… óculos?
Esticou a mão e agarro-os, de facto eram óculos. Experimentou-os. Olha novamente em redor. Tudo estava firme, nítido e agora sabia o que era a caixa em frente, era uma afinal uma arca frigorífica. Mas o que diabos faz uma arca no quarto? E mais importante, onde estava? Tinha que sair daqui.
Estava a levantar-se, quando sente umas madeixas castanho obscuro a taparem-lhe a visão.
- Desde quando tenho cabelo? – agarrando-o e puxando-o com as mãos para comprovar que era mesmo seu.
Lembrava-se perfeitamente ter cortado o cabelo rentinho a semana passada, agora tinha-o enorme e além do mais, este cabelo era castanho, o seu era preto.
- E estas mãos… – analisando-as.
Eram finas e pequenas, os dedos possuíam unhas redondinhas e um deles tinha um anel que nunca tinha visto na sua vida.
- E isto…? – apalpando o peito, retira de lá as mãos, definitivamente algo estava a mais.
Levanta-se, olha para a porta do armário, estava lá um enorme espelho colado, dá um passo hesitante na sua direcção, tinha já posto a vida em risco uma quantidade incontável de vezes, mas nenhuma o tinha amedrontado tanto como não saber o que veria no reflexo. Aperta o punho, estava vivo, tinha saído desse maldito lugar, nada poder pior que isso…ou não?

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