Misguided Ghosts
N/A: Olá pessoal! A fic está caminhando para o final, esse e o próximo capítulo eram um só, mas foram divididos pra tudo ficar mais explicado.
Gostaria de fazer mais algumas considerações.
Na fic coexistem dois espectros teoricamente de universos distintos. Fiodor de Mandrágora (que apareceu apenas em Lost Canvas vaptvupt) e Queen de Alraune (que aparece na serie clássica e também em LC). Infelizmente Alraune foi traduzido erroneamente no Brasil como Mandrágora. Pelo pouco estudo que eu dediquei a essa assunto o que posso dizer:
Nas histórias, a mandrágora é uma raiz de formato humano que nasce aos pés das forcas e tem como semente o sêmen de homens enforcados. Quando uma bruxa (?) realiza intercurso sexual (momento Sheldon Cooper) com uma dessas raízes o produto é uma Alraune. Um individuo incapaz de expressar/esboçar qualquer tipo de sentimento. É uma casca vazia. Apesar de parecidos, são diferentes. (Mais informações vejam a desambiguação da Wikipédia)
Segunda consideração, todos os nomes de capitulos dessa fic são musicas, não necessáriamente que tenham a ver com o andar ou os sentimentos expressos nos respectivos capítulos, mas ainda sim (na minha humilde opinião) boas músicas. Que talvez fosse bacana de ouvir durante a leitura, uma sugestão. Para aqueles que não sabiam: 1-Slither (Metallica), 2- Fade to Black (Duh, Metallica), 3-Eye of the Beholder (Metallica tmb ._.), 4-Hurricane (30seconds to mars) e esse Crucify (Tori Amos, mas tem a versão da linda Sharon Den Adel do Within Temptation =D)
Terceira e ultima consideração: Leitores anônimos! Y U NO COMENT? Sério, odeio esse tipo de coisa (não encarem como alguém pedindo review, não é isso), acho que a review é algo muito pessoal e sei que a gente tem que estar num clima com a historia para comentar. Tenho também muito orgulho dos reviews que recebi e mesmo que não recebesse nenhum continuaria escrevendo. Mas é estranho! Só nesse mês a historia teve mais de 100 visitantes, no total quase 500 hits. Gostaria de poder receber mais feedback e talvez, mudar aquilo que não seja tão legal assim.
Enfim, desculpem tuuuudo isso. Vamos a história:
Cap. 5 - Crucify
-Ei mocinha hora de acordar! – A voz poderosa de Gordon de Minotauro se fez presente na enfermaria. Valentine podia jurar que sua cama tremia com cada passo do espectro dentro do quarto. Abriu os olhos rapidamente e as bochechas corando furiosamente com as ultimas lembranças do sonho da noite. Ele e o Juiz Wyvern, juntos, numa cabana no meio do nada. E tomavam chá em frente à lareira, como um casal de velhinhos.
A noite poderia ter seguido assim indefinidamente até que seu "eu" do sonho se virou para Radamanthys e o olhou nos olhos. Os sentimentos estampados ali ele não saberia identificar, mas sentiu seu coração aquecer.
Foi naquela atmosfera que Radamanthys de Wyvern o beijou.
O restante do sonho... Ah, Valentine coraria mais se fosse possível. Quer dizer, sabia que era interessado em homens e mulheres, mas se sentia um tremendo imbecil por ter tido um sonho erótico com aquele... Aquele homem!
-E então a mocinha está pronta para iniciar o treinamento intensivo dos espectros? – Gordon despertou-o de seus pensamentos. Observou-o bem, aquele homem parecia ser o dobro dele tanto em altura quanto em largura! Os cabelos eram negros, as feições bem marcadas.
-Cuidado pra não deixar o menino assustado! – outro dissera. Valentine reconhecia o homem do dia do seu seqüestro. Os tentáculos de Raimi de Verme pareciam como cobras se movendo ao redor de si.
-Está tudo pronto Valentine, vamos tirar essas coisas. – Queen se aproximou. Valentine percebeu que o jovem não usava jaleco e sim roupas de treinamento. Com delicadeza Queen retirou os acessos e usando um pouco de cosmo fechara as punções.
Harpia se sentou na beirada da cama e se levantou. Sentia-se estranho, tudo parecia rodar. Quando achou que iria ao chão os braços de Sylphid de Basilisco o ampararam.
- Talvez ele não esteja bem o suficiente Queen. – Valentine pode ouvir a voz do espectro, mas forçou as pernas e travou os braços nos de Sylphid para se levantar.
-Não! Eu quero... eu quero fazer... – Queen o observava. Talvez tenha sido infeliz ao dar alta a Valentine, mas ao mesmo tempo sabia que quanto mais tempo ele passasse imóvel na cama era pior para ele.
-Ele vai conseguir Sylphid. Gordon, nós vamos até a sala de treinamento do Kyoto. – Gordon piscou.
-Mas... O Kyoto nunca deixa... – Queen acenou com a mão.
-Dessa vez ele deixou, afinal temos apenas uns 20 dias. – Gordon assentiu.
-Vem cá mocinha! – Gordon passou o braço de Valentine por sob seus ombros largos e o fez ficar de pé. Valentine praguejou um palavrão pelo "mocinha".
Assim, Valentine seguia carregado por Gordon de Minotauro e acompanhado de perto por Raimi, Sylphid e Queen. Os quatro caminharam pelos corredores de pedra. A cada cômodo Queen apontava e dava explicações
-Aquela é a biblioteca coletiva, você poderá utilizá-la se quiser. Já ali do outro lado é a biblioteca particular do Kyoto e ao lado o quarto dele. Mais ali é o quarto que separamos para você, depois do treino chamarei Zelos que te ajudará com tudo. –Queen apontava para todos os detalhes daquele imenso castelo. Valentine se surpreendia só de pensar que aquela era apenas a ala Sul. Talvez fosse mais prudente pedir um mapa.
A voz de Queen interrompera seus pensamentos.
-Como passou a noite Valentine? – Queen se aproximou de si.
Imediatamente Valentine se lembrou do sonho. Mas ignorara o desconforto com toda a sua força de vontade.
-Como?
-O Kyoto passou na enfermaria a dois dias, me entregou uma poção da qual nem eu nem Fiodor nunca havíamos ouvido falar. Falou que com ela você começaria a se lembrar de sua vida de espectro. - Valentine abaixou a cabeça.
-Eu sonhei, sonhei com uma imensidão gelada, os mortos me perseguiam. Eu morava em uma cabana. – Queen abrira um grande sorriso.
-Isso é perfeito! Quem diria que o Kyoto possui conhecimentos tão avançados em poções! Isso Valentine, é o Cócitos, é sua responsabilidade de espectro proteger aquele lugar.
-Quer dizer que o que eu sonhei era minha vida? Tudo?- Valentine fitava o chão enquanto era quase arrastado por Gordon.
-Bem, me parece compatível com sua vida de espectro... – Queen deu os ombros. Harpia parecia pensativo.
O espectro de Harpia preferiu não compartilhar o restante do seu sonho. Talvez estivesse se apoiando demais no espectro de Alraune. Afinal ele havia sido o maior fragmento de humanidade que pudera ver ali. Dele recebera cuidados e palavras de apoio. Sabia que ele não fazia aquilo por si, mas sim pelas ordens superiores de Radamanthys de Wyvern. Ainda assim, se apegara ao espectro.
O restante do caminho foi feito em silêncio.
Valentine pode observar que estavam em frente a uma gigantesca porta de ferro escuro que descia desde o teto. Nela estava entalhado um gigantesco dragão apoiado nas duas patas traseiras, as patas dianteiras eram ligadas as asas e estavam abertas. Valentine reconheceu o Wyvern dos escudos e brasões de família.
"Aquele homem, Radamanthys, é muito egocêntrico!" Pensou consigo mesmo.
Logo a sua frente estava Fiodor de Mandrágora e outras duas pessoas que não soube identificar. Ouviu a voz de Sylphid atrás de si.
-O que eles estão fazendo aqui Fiodor? – Fiodor suspirou em irritação.
-O Lambe-botas e a Mulher-macho - Fiodor apontou para Lune de Balrog e Violate de Behemut- disseram que Pandora os permitiu assistir ao treino!- Os dois usavam suas súrplices, enquanto Fiodor usava roupas casuais.
- Nós vamos fiscalizar vocês. – Falou Lune ignorando solenemente o espectro de Mandrágora. – Estamos representando os kyotos de Grifon e Garuda.
Sylphid apertou os olhos. Valentine observou bem o rosto dos dois e suas armaduras, tentou falar a Gordon o mais discretamente possível.
-Quem são esses? – Gordon se aproximou do ouvido de Valentine
-Aquela é Violate – Valentine se surpreendeu em ver que era uma mulher. - É o braço direito do Kyoto de Garuda, dizem ser perigosa e sanguinária, talvez até meio louca. Aquele é Lune, não se assuste com toda a pose dele, ele se acha mais do que realmente é, já que ajuda o Kyoto Minos de Grifon na primeira prisão.
-Eles parecem ser fortes... – Valentine observava-os com atenção, sentia como se pudesse medir a energia que cada um possuía. Gordon sorriu.
-Vê as cicatrizes dela? Dizem que é do treinamento, Violate preparou seu corpo para agüentar o golpe mais poderoso do Kyoto de Garuda, que a arremessa igual a uma bala de canhão. A cada vez que recebe o golpe ganha uma nova cicatriz. – Valentine podia ver algumas cicatrizes no pescoço da jovem. Isso sim era subserviência.
-Já Lune, - Gordon continuou. – acompanha e obedece cegamente o Kyoto de Grifon. Seu chicote é capaz de desvendar qualquer tipo de pecado em sua alma. É assim que ele julga os recém-chegados...
-E então vamos? – Violate se virou e puxou o ferrolho da pesada porta a abrindo com um estrondo. Lune rapidamente entrou e foi seguido por todos os demais. Com a passagem de Raimi as portas se fecharam.
Valentine se surpreendeu com aquela imensa sala de treinamento. O chão era acolchoado, semelhante aos tatames de artes marciais. Haviam pesos espalhados pelo cômodo. Na parede havia cordas, mais pesos, halteres e tudo mais que se pudesse imaginar. Um imenso saco de areia pendurado pelo teto pendia no canto da sala. Nas laterais havia dois bancos compridos.
-Eu não entendo porque Pandora-sama iria permitir eles aqui... – Gordon murmurou entre dentes.
-Talvez Pandora-sama só não confie em vocês! – Lune respondeu ferino. Deu os ombros e se sentou. – Mas não é de se surpreender afinal, todos sabem dos interesses escusos do Kyoto de Wyvern...
Lune não pudera terminar a frase, pois Sylphid o segurara violentamente pelo pescoço. O espectro de Basilisco elevava perigosamente seu cosmo e Lune não perdeu tempo. Enquanto Sylphid o empurrava para baixo pelo pescoço Lune puxou o espectro pelo tornozelo com o chicote fazendo-o tombar. Preparava-se para contra-atacar quando os demais intervieram.
Gordon se movera rapidamente por trás do espectro de Balrog e o prendera entre seus poderosos braços. Queen e Fiodor seguraram Sylphid que rapidamente se levantou.
-Estou bem. Soltem-me! – O Basilisco se desvencilhou dos companheiros. Lune se soltou do Minotauro e se recompôs.
Valentine assistia a tudo sentado no banco com leve apreensão. Era esse o poder dos espectros? Quer dizer, ele nem conseguira ver seus movimentos! Viu só borrões, até que Lune foi agarrado por Gordon e Sylphid estava no chão.
E por acaso treinaria com eles? Iria morrer antes de socar alguém!
Não pode completar seu pensamento.
-Quer dizer que você é o espectro de Harpia? – Valentine se virou para a espectro de Behemot. Ela o encarava e sorria.
-É isso o que dizem.
-Heh. Não se impressione demais com esses dois. Quando usar a súrplice verá que é muito mais forte que eles. – Valentine a observou. Ela passou a olhar fixamente Sylphid que se levantava e Lune que passou a sentar ao seu lado.
-O que você quer dizer?
-Vamos parar com essa idiotice! – Queen se pronunciara. - Estamos aqui para realizar o primeiro contato entre Valentine e a alma imortal do espectro de Harpia. Qualquer um que interferir que se veja com a ira do Kyoto de Wyvern! – Os olhos de Queen se demoraram nos espectros de Balrog, Behemut e Basilisco.
Todos então se calaram.
-Hei! Valentine! –Raimi levantava algo com seus tentáculos e posicionava no meio da extensa arena de treinos. Valentine observou a súrplice de Harpia, as garras afiadas, as asas, tudo exatamente como seu sonho. Ele se levantou, seu corpo não era mais controlado por sua vontade. Sentia seu corpo em chamas.
Valentine sabia.
Ia começar.
Fiodor puxou para perto uma maleta escura. Ele preparara algumas poções para auxiliar Queen caso precisasse, e essa probabilidade era enorme. Podia dizer que estava bem equipado, tinha ungüentos para dor, para ferimentos superficiais e profundos. Conforme Valentine se aproximava da surplice ele sentia o cosmo de Queen ficar mais tenso. Afinal, varias coisas poderiam acontecer.
Primeiro, dor, muita dor, tanta que o corpo de Valentine talvez não suportasse e morresse. Depois existia a possibilidade de a súrplice renegar Harpia. Fiodor nunca ouvira falar de tal absurdo, mas também nunca tinha ouvido falar de nenhum espectro que rejeitara chamado de Hades-sama.
Fiodor era o único que já havia presenciado possessões de almas pelas estrelas malignas antes. Talvez por isso aparentasse mais nervoso que os demais.
Conforme Valentine se aproximava da surplice algo semelhante a uma cosmo-energia ia se formando ao seu redor.
Lune apertou os olhos para ver. Uma figura grotesca se aproximava de Valentine, o envolvendo-o em asas arroxeadas. Tinha a forma de mulher, mas o rosto era monstruoso, os braços terminavam em garras afiadas que se aproximavam perigosamente do rosto do jovem cipriota. E os pés foram transfigurados em garras semelhantes aos de uma ave de rapina.
Aquilo era uma Harpia de verdade?
Raimi e Gordon não faziam um movimento sequer. A cosmo-energia aumentava mais e mais e nenhum dos dois imaginara que Valentine pudesse ter aquele cosmo, maior que o deles próprios.
Sylphid e Queen se levantaram e ambos olhavam apreensivos. Ao tocar a surplice de Harpia, Valentine fora completamente envolvido pela criatura, seus olhos se nublaram por completo, não lembrando em nada os olhos de esmeralda do cipriota.
Será que teriam que tomar alguma providencia?
Queen ensaiou alguns passos na direção do espectro de Harpia, mas Fiodor segurou a sua mão.
-Você vai atrapalhar, está indo tudo bem – Fiodor puxou Queen que ainda aparentava insegurança. – Se a Harpia está lá é porque ele não foi rejeitado. Só temos que nos preocupar com o restante da possessão
-Ce-certo! –Queen balbuciou. Não era acostumado com essa faceta da personalidade de Fiodor. Sabia que o jovem russo era irritante e na maioria das vezes parecia não levar o trabalho a sério, o que deixava o caxias Queen extremamente irritado e gerava algum desentendimento entre os dois. Esses, Fiodor encerrava com uma careta idiota e simplesmente se afastava. O que deixava o espectro de Alraune MUITO irritado.
Apesar de tudo Fiodor era excepcionalmente bom com poções, de todos os tipos, servindo de imensa ajuda a Queen na enfermaria. Era também extremamente hábil e tinha grande cosmo, o suficiente para percorrer todo o submundo sem sentir as dores de possessão dos espectros.
Ele não podia negar o valor de Fiodor.
Queen balançou a cabeça, como se afastasse aqueles pensamentos. O foco agora era Valentine.
Para os observadores externos tudo corria relativamente bem. Valentine permanecia em pé tocando a súrplice com as pontas dos dedos, estava envolto pela figura da Harpia e seu cosmo oscilava.
No entanto, por dentro da mente de Valentine acontecia um turbilhão. O passado e o presente pareciam se fundir em sons e cores. O espectro de Harpia não conseguia distinguir o que havia realmente vivido e o que a alma milenar mostrava como suas lembranças.
Subitamente a Harpia se fundira ao corpo humano de Valentine. A súrplice então se dividiu nos segmentos de armadura. Braços, peitoral, cintura, pernas, botas e asas se acoplaram ao corpo de Valentine perfeitamente.
Os presentes puderam observar o rosto bonito se contorcer em dor, o jovem mordia os lábios com força. Valentine foi de joelhos ao chão se apoiando com as mãos. Seu corpo fazia pequenos espasmos enquanto seu cosmo oscilava mais e mais. Cortes se abriram sob a pele do cipriota pingando e manchando o tatame, sem mais conter a dor Valentine gritava.
- Eu não me lembrava de ser assim... – Gordon falou baixinho. A cara de Raimi era pura surpresa.
-Nem eu!
- Fiodor o que está acontecendo! – Sylphid exasperou.
-Parece que Valentine está rejeitando a súrplice... – Fiodor estava sério.
-Então temos que parar isso! – Queen novamente ensaiou se aproximar.
-Você não entende Queen! Ou Valentine aceita a súrplice ou ele vai morrer! Não tem nada que possamos fazer! –O russo puxou o espectro de Alraune. Seu rosto parecia desolado.
-Valentine...
O corpo inerte de Valentine tombou. Seus olhos ainda estavam nublados e gotas grossas de sangue escorriam pelo chão. O cosmo simplesmente cessara. Fiodor mordia os lábios, o que Queen interpretou como um sinal de nervosismo perigoso.
-Acabou? – Raimi perguntava.
Queen se aproximou do corpo imóvel de Valentine. As mãos hábeis procuravam o pulso carotídeo. Suspirou aliviado.
-Ele está vivo, só parece desmaiado.
-Ele... Desistiu? – Lune perguntou.
-Não seja tolo! Ele ainda está com a súrplice não está? –Violate proferiu. Ela também parecia apreensiva.
Todos permaneceram ali sem idéia do que fazer. Será que deviam retirar o corpo de Valentine? Permaneceriam ali daquela forma até que seu coração parasse de bater? O silencio incomodo durou mais alguns minutos até a porta da sala de treinos se abrir com um estrondo e uma lufada de ar acompanhar a figura imponente de Radamanthys de Wyvern em sua súrplice.
-O que se sucedeu aqui? – Radamanthys observou com cuidado toda a sala. A figura de Valentine estirado ao chão, sangue, seus olhos nublados. Fixou-se então nas figuras de Lune de Balrog e Violate de Behemut
-Se-senhor! O espectro de Harpia não reage! – Sylphid proferiu. - Acho que a possessão não...
-Fiodor! Preciso da poção que entreguei a você há alguns dias. – Radamanthys comandou. O espectro de mandrágora pegou em sua maleta o tubo de líquido azulado o entregando nas mãos do Kyoto.
Radamanthys destampou o tubo e verteu seu conteúdo num único gole. Posicionou-se então a frente de Valentine, ajoelhando-se.
Os presentes puderam observar os olhos do Juiz se nublarem iguais aos de Valentine.
Para onde quer que o espectro de Harpia tenha fugido, o Juiz Wyvern iria atrás dele.
N/A: Talvez tenha ficado um tanto confuso, mas espero que o proximo capitulo melhore essa situação. =/ Tentem pensar que é meio de propósito! XD
