Disclaimer: Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao Masashi Kishimoto.


Capitulo 4 Suspeitos

Domingo 06/03/11
10:00 da manhã.

Gaara andava de um lado para o outro na pequena sala improvisada na delegacia de Konoha, depois do episodio de ontem onde Ino havia sido baleada Sasori havia ordenado que ele ficasse na delegacia, mais era impossível se sentia culpado por a mulher ter sido baleada. Decidido pegou as chaves do carro e saiu da delegacia em direção a garagem ao entrar no carro pegou o celular e discou o numero recém adicionado na agenda.

Telefone fora de área... - desligou irritado sem ligar novamente deu a partida no carro e foi em direção a casa da loira.

O dia como sempre estava chovendo irritado por todos os dias ser tão molhados, andando pelas ruas dirigindo sem pressa voltou ao caso que tanto tirava o sono. 10 vitimas e nenhum suspeito preso Hidan estava morto, mesmo que ele fosse um suspeito estava claro que não era ele o assassino. Parou não muito longe da entrada do prédio onde a loira morava desligou o carro e pegou a arma que estava no porta luvas quando ia sair reparou Sasori saindo do prédio, por algum motivo achou melhor esperar o ruivo ir. Observou o homem enquanto ele olhava para todos os lados e discava algo no celular, segundos depois conversou com alguém e desligou não demorou muito um carro preto parou em frente o homem e ele entrou no lugar do carona.

O que será que ele é? - se perguntou depois do carro ter partido.

Desceu do carro e caminhou em direção ao apartamento tocou a campainha e esperou, ainda meio preocupado pelo fato de Sasori ter um estranho poder em volta da loira.

Esqueceu alguma coisa Sasori? - a voz da loira o fez prestar atenção, não gostou do modo como ela falou.

Sou o Agente Gaara. - revelou o ruivo - Vim ver como você está.

Ah...hm...pode subir. - houve um trec e a porta do prédio se abriu Gaara entrou sem demora.

O prédio havia apenas três andares e não havia elevador subiu as escadas sem saber ao certo qual seria o apartamento da loira, ao alcançar o terceiro andar viu a loira parada na porta de um dos apartamentos, ela usava um roupão roxo seu braço onde havia sido atingida pela bala estava imobilizado.

Como se sente? - perguntou o ruivo ao se aproximar.

Bem, apenas chateada por estar afastada uns dias do trabalho. - revelou a mulher. - quer entrar?

Não, apenas vim vê se estava bem mesmo. - falou ele sem jeito. - vejo que esperava outra pessoa.

Sasori acabou de sair daqui, ele veio me dar uma ajuda. - falou a loira sorrindo.

Certo então vou indo, preciso tentar achar alguma coisa que nos ajude a investigação. - a loira suspirou e sorriu novamente.

Se achar algo me avise, se eu poder ajuda-lo. - ele afirmou com a cabeça e foi embora irritado com ele mesmo.

Segunda- Feira 07/03/11
04:00 da madrugada.

A chuva caia pesadamente sobre a cidade deixando-a deserta, os trovões era o único barulho que quebrava o silencio mortal do apartamento de Hinata. Deitada sobre o sofá havia pegado no sono no meio do filme, abriu os olhos e notou que a Tv estava fora do ar se levantou preguiçosamente e a desligou com o controle remoto. Olhou para o relógio que marcava 4:00 da manhã respirou fundo e se levantou, estava apenas de calçinha e uma blusa de alça. Hinata tinha cabelos longos negros e os olhos perolados, quase que angelical andou pela sala e foi até a cozinha, preparou um chá e tomou sem presa, a chuva ainda castigava a cidade.

Nunca mais vai parar de chover? - perguntou pra si mesma, não aguentava mais aquele tempo.

Depois do chá resolveu tomar um banho quente para poder tentar voltar a dormi, no banheiro ligou o chuveiro e deixou a água quente cair livremente enquanto tirava as peças de roupa, despida entrou no chuveiro e tentou relaxar deixando a água quente relaxar o corpo. Não demorou muito até ela ouvir um barulho, desligou o chuveiro e esperou. Saindo do banheiro se enxugou e se vestiu novamente saindo do banheiro olhou em volta. Estava tudo como sempre andou com cuidado até a cozinha e viu a porta da geladeira aberta.

Não lembro de ter deixado aperta. - falou pra si se aproximando da geladeira e fechando.

Assim que fechou a porta ouviu outro barulho vindo da sala, se agachou e se escondeu debaixo da mesa, viu então alguém entrar na cozinha, usava um calça preta, congelou ao notar que quem quer que fosse estava armado. Esperou a pessoa se afastar o bastante e correu para a sala indo em direção a porta de saída, quando ia abrir alguém a puxou pra trás fazendo cair de costas no chão.

Ah SOCORRO! - berrou Hinata se debatendo enquanto o segundo homem a segurava.

Caladinha boneca. - falou o homem segurando-a pela garganta.

Ele a puxou com força e a atirou no sofá, Hinata bateu no sofá e escorregou no chão, vendo uma chance tentou sair correndo indo para a cozinha, antes que pudesse pegar algo para se defender o outro homem já a puxara pelo cabelo a jogando em cima da mesa.

Mais que gata selvagem. - falou o homem segurando pelo pescoço apertando-o.

Hinata de todos os jeitos tentava se soltar, chutava, batia mais cada vez mais o homem apertava fazendo-a sufocar, então sentiu as mãos do homem passar pelo seu corpo então tudo ficou escuro.

NÃOOOOOOOO! - Hinata despertará gritando no sofá.

Estava soando e tremia de medo olhou ao redor e notou que estava deitada no sofá, a Tv ligada fora do ar, olhou para o relógio e viu que era 5:00 horas da manhã.

Outro pesadelo... - falou tremendo dos pés a cabeça. - Droga, preciso sair daqui.

Segunda-Feira 07/03/11
10:30 da manhã.

Itachi estava sentado na sala de espera do seu psicólogo esperando o Dr. Lenus, depois de alguns minutos a sala do consultório abriu e saiu uma mulher loira de roupas elegantes logo em seguida um homem de uns 40 anos com jaleco branco apareceu ao ver Itachi sorriu e o mandou entrar.
A sala era grande em um canto havia a mesa onde ficava o doutor, em outro canto tinha sofá de couro e varias estantes com muitos livros, não muito distante havia um sofá parecido com uma cama de medico e vários computadores todos ligados Itachi se sentou na cadeira de frente ao medico.

Pensei que não o veria mais. - iniciou o medico.

Também pensei que não iria vim. - falou sem jeito.

E o que devo a sua consulta? - perguntou o medico observando Itachi.

Eu...não sei...talvez isso seja perda de tempo. - falou o homem irritado se levantando indo em direção a porta.

Espere Itachi - o homem parou sem abrir a porta. - talvez se você me contar, talvez possa ajuda-lo.

Ninguém pode me ajudar. - falou voltando para a cadeira.

Talvez não, não se você não deixar. - ele encarou o medico e respirou. - Sei que é difícil Itachi aceitar a perda de alguém querido...

Eu sou o culpado! Eu matei Jason. - as palavras saíram quase que sufocadas.

Ninguém teve culpa Itachi, o que aconteceu foi uma fatalidade. Mas tem que deixar o passado para trás, tem que começar a prestar atenção no presente. - esperou o homem dirigir as palavras e voltou a falar. - Como está Shun?

Itachi encarou o doutor sem entender o medico apenas sorriu esperou, Itachi esperou e pensou nas palavras com cuidado.

Ele está bem. - respondeu apenas.

Como anda o relacionamento dos dois? - questionou novamente.

Fraco... - respondeu verdadeiramente.

Ele sente sua falta Itachi, ele precisa de um pai que vive no presente e não no passado. - o medico se levantou e se aproximou dos computadores. - Venha aqui Itachi, vou conectar esses fios em você e mostrarei umas imagens, você me dirá o que parece para você.

Itachi fez o que foi pedido e tentou relaxar as imagens apareceram , era manchas negras com alguma forma, mas cada uma mostraria algo na maquina, quando terminou as 5 imagens o doutor escreveu em sua ficha e encarou o paciente.

Seu celebro ainda tem traumas, ele ainda está tentando entender o que aconteceu, há coisas que você vê que mostra que está com medo, sente medo de não conseguir proteger Shun, como aconteceu com Jason. - explicou o doutor. - Como disse, tente reatar a amizade de Shun, tente deixar o passado no passado.

Segunda-feira. 07/03/11

12:30 manhã.

Gaara tinha acabo de chegar na delegacia e já foi para sua sala improvisada, lá tentou arranjar alguma pista, o resultado das amostra da marcas de pneus que havia encontrado no local do ultimo assassinato iria chegar dentro de uma semana até lá não teria nada. Havia outra coisa também com Ino machucada ela estaria fora de ação e ele não iria poder fazer nada, ainda tinha que ver mais um dos suspeitos mais não sabia onde iria encontra-lo.

Então parece que serei seu novo parceiro. - falou Sasori entrando na pequena sala.

Não preciso de uma babá 24 hora por dia. - respondeu o ruivo nada amistoso.

Acha que gosto da ideia que vou ter que seguir para onde for? - rebateu Sasori indo se sentar em uma cadeira.

O ruivo observou o tenente a sua frente não entendia muito bem mas não gostava dele, algo nele soava como falso, seria ele um policial corrupto? Isso não era de se estranhar afinal em qualquer lugar sempre há corrupção.

Então...agente do FBI, o que temos? - perguntou ele de uma forma sarcástica.

Preciso ir atrás desse homem. - respondeu Garra apontando para a foto em cima da mesa.

Sasori olhou a foto que estava sobre a mesa e por um instante ele sentiu a tensão sobre seus ombros, Maicon Links era sem sobra de duvida um fora da lei, mas Sasori sabia que ele não era o assassino e sim um traficante que dava lucros para o tenente.

Quer ir falar como esse homem? - perguntou Sasori com um sorriso.

Sim, ele se encaixa no perfil do assassino. - respondeu Gaara encarando o colega de profissão.

Ele não é o assassino, ele é traficante. - respondeu ele se levantando, Gaara podia notar como Sasori havia ficado apreensivo. - Mas se isso for ajudar as investigações, então...vamos?

Gaara dirigia pelas ruas de Konoha tentando achar alguma ligação entre os assassinatos, Sasori estava ao seu lado como se estivesse a passeio, realmente não gostava desse sujeito, sabia que ele conhecia o tal Maicon de alguma forma. Havia parado de chover mas ainda estava um tempo úmido e o vento era frio quando Gaara estacionou o carro no meio fio da avenida onde o tal sujeito trabalhava.

Escuta eu converso com o cara. - falou Sasori serio.

Pensei que você sabia que ele não era o assassino. - comentou o ruivo dando um sorriso.

Fique fora disso, eu cuido dele Ok.? - falando isso saio do carro deixando Gaara pra trás.

Sabia que havia algo nisso e como ele não confiava no outro pegou sua arma e colocou em sua cintura e saiu do carro. Sasori avançou em direção a uma pequena lanchonete onde havia varias pessoas ali tomando café, entre elas estava Maicon, Gaara o reconheceu pelo tamanho e pelo cabelo, preto com uma falha no lado direito.

E ai Maicon... - falou Sasori se aproximando.

O homem estava de costas quando ouviu seu nome se virou lentamente, deu um sorriso e abriu a boca para falar alguma coisa, porém ele parou e notou Gaara vindo em sua direção, o traficante esperto supôs que Sasori tinha quebrado o trato, então esperou o ruivo se aproximar mais para agir.

O que eu disse... - começou Sasori mais já era tarde Maicon atacou o copo com café quente sobre o rosto do ruivo e saiu correndo.

Parado ai! - gritou Gaara inutilmente e assim correndo atrás do homem.

Como havia parado de chover a quantidade de pessoas na rua era maior, Gaara corria sem perder de vista do suspeito que apesar de ter muitos obstáculos estava quase escapando, por onde ele passava empurrava as pessoas fazendo-as cair, Gaara tinha mais cuidado. Maicon vendo que o ruivo estava quase lhe alcançando entrou no mercado municipal, e lá tinha mais gente foi empurrando todos e tudo que via pela frente, passou perto de onde havia os mercadores de peixes e puxou o gele que conservava a temperatura atirando no chão, Gaara escorregou e caiu mas logo se pós de pé e continuou a perseguição.

Maicon então no frigorífico e se escondeu atrás de uma pedaço enorme de carne, Gaara que havia ficado um pouco pra trás não havia percebido e quando passou por ele Maicon atacou fazendo o ruivo cair. Colocando-se de pé tentou bloquear o soco do homem, então passaram a lutar, Gaara que há muito tempo não tinha tanta ação estava levando a pior, caído com o rosto encharcado de seu próprio sangue, sentiu que iria morrer ali, Maicon havia pego um dos ferro que pendurava as carnes.

Até logo cabelo de fogo. - quando foi atingir o ruivo, Sasori atirou no meio das costa do traficante.

Com o som dos tiros as pessoas saíram correndo e gritando, Gaara vendo que o homem havia largado o ferro, se levantou com cuidado e pode ver que Maicon estava morrendo, com as mãos onde havia sido atingido tentando estancar o sangue que corria do buraco da bala.

P..porque... - perguntou-se caindo de cara no chão morto.

Mais que merda. - Sasori falou se aproximando, Gaara o encarou chocado.

Porque o matou? - perguntou ainda sem acreditar.

Acho que era obvio não? Ele iria te matar. - falou o ruivo se agachado perto do morto e procurando algo em seus bolsos.

Mais...droga...ficamos sem a pista. - falou Gaara irritado.

Relaxa, ele não iria ajudar em nada. - falou Sasori ainda revirando os bolsos do morto. - droga cadê a porra da carteira?

Gaara não disse nada apenas deu as costas e voltou para o carro, ligou para a ambulância e esperou Sasori voltar, a chuva havia recomeçado a cair.

Segunda-feira. 07/03/11

18:00 da tarde

Já estava escuro quando Nagato saiu de seu apartamento e indo em direção as escadas, havia uma pista e precisava checar, assim que alcançou o hall de entrado do prédio notou que Konan havia chegado naquele momento e entrado no prédio.

O que faz aqui? - perguntou Nagato surpreso.

Ora vim te ajudar, lembra que havia combinado? - respondeu a mulher sem importância.

Certo... - falou cansado. - Vamos temos que fazer uma visitinha.

Para quem? - perguntou a mulher seguindo o homem.

Dadeira Son. - respondeu parando em frente ao carro que estava estacionado em frente ao prédio.

Dadeira Son? Mais o que ele tem haver com isso? - perguntou enquanto ele abria o carro, já dentro ele respondeu.

Há um mês ele foi acusado de tentativa de assassinato. - explicou o homem. - ele pegou um garoto de rua e o levou até um terreno abandonado... - relatou o homem enquanto dirigia. - e amarrou as mãos do garoto para trás, e o jogou em um buraco onde devido a chuva foi enchendo.

Que horror... - exclamou Konan.

Uma mulher viu e chamou a policia, ele logo foi preso porém o pai dele é rico, e conseguiu sair sem nenhuma punição. - falou o homem serio.

E o garoto? Ele está bem? - quis saber.

Sim...mais foi por pouco. - respondeu Nagato. - está tendo uma pequena festa na mansão Son, e é para lá que estava indo, preciso conversar com Dadeira.

Acha que ele pode ser o verdadeiro assassino? - perguntou a mulher com esperanças.

Não...mas ele pode saber quem é. - falou parando o carro em frente a enorme portão. - Termos que tomar cuidado, Dadeira é muito esperto e sádico.

C..certo. - respondeu a mulher nervosa.

"Droga, não deveria ter trazido ela."

Saíram do carro e foram para a porta onde havia dois seguranças, eles olharam para os dois e nada fizeram, então entraram na mansão lá dentro havia muitas pessoas, jovens bêbados ou drogados, a musica era alta e havia mais quatro seguranças espalhados pelo local.

Tem muito segurança. - falou Nagato perto de Konan. - Vamos nos separar e ver o que conseguimos.

Certo. - falando isso a mulher saiu de perto dele e foi andando pela casa.

Nagato olhou cuidadosamente em volta para ver se encontrava o dono da casa, havia gente caída pelo chão, pessoas vomitando ou simplesmente "doidonas" uma típica festa de viciados. Nagato se aproximou da mesa onde havia bebidas o cara que servia fazia malabarismo com as garrafas.

Vai querer alguma coisa senhor? - perguntou o homem.

Um Wisk. - pediu e então observou o jovem. - Obrigado.

Nada... - respondeu o jovem agora preparando outra bebida.

Sabe onde posso encontrar o dono da festa? - perguntou ele depois de tomar sua bebida.

Hm...Dadeira fica lá em cima, chamou umas dançarinas e as levou pro andar de cima, sabe ele não gosta de ficar onde tem muita gente. - respondeu o jovem, Nagato sorriu e então voltou para a entrada.

Olhou a escada e notou que havia dois seguranças ali, então como se fingisse de bêbado foi em direção a escada, logo os dois seguranças o barrou.

Sai fora velho, aqui não pode entrar. - respondeu um deles.

Preciso...sabe ir ao banheiro. - respondeu Nagato fingindo-se de bêbado.

Ali há um banheiro...suma daqui. - respondeu o segurança empurrando Nagato em direção ao banheiro.

Nagato entrou no banheiro e esperou fingindo estar usando, precisava de um plano para subir até onde Dadeira estava, saindo do banheiro procurou por Konan pela casa a encontrou encostada em uma parede pensativa.

Tudo bem? - perguntou ao se aproximar, ela deu um sorriso fraco.

Sim...é que como pode? Esses jovens tem tudo que poderia querer e joga fora sem pensar. - falou ela vendo dois garotos cheirar pó.

Infelizmente a vida é assim. - respondeu ele olhando-a com pena. - Achei ele...mas não vai ser fácil falar com ele.

Porque? - ele apontou os dois seguranças e ela entendeu. - Certo, fique atento.

O que vai fazer? - ela sorriu e foi em direção as escadas.

Nagato ficou ali observando enquanto ela começava a dançar em frente ao guardas, ela então abriu dois botões da blusa deixando quase os seios expostos, então começou a dançar chamando atenção dos dois seguranças que logo ficaram animados, então ela olhou para Nagato e deu uma pisca de olho e então fingiu desmaia.

"É agora."

Passou pelos os guardas sem ser visto e correu escada acima, havia varias portas. Mais uma porta dupla chamou a sua atenção e caminhou até ela quando abriu viu que tinha acertado. A sala era ampla e havia duas mesas de bilhar, uma enorme Tv colada na parede estava ligada. Em frente um sofá de couro preto e lá estava Dadeira e mais duas mulheres.

O que faz aqui? Quem é você? - perguntou o homem se levantando assustado.

Melhor não se movimentar. - respondeu Nagato tirando sua arma e apontando para o alvo.

Acha que pode entrar aqui em minha casa e fazer o que quiser? - perguntou o homem rindo.

Dadeira era o tipo de filhinho de papai, usava roupas de marcas, correntes de ouro, seus cabelos era loiro e cumpridos, deixava uma franja cair sobre o olho esquerdo.

Só quero fazer umas perguntas, nada de mais. - falou Nagato, Dadeira riu.

Se é o caso do garoto, está perdendo seu tempo, a policia disse que sou inocente. - respondeu o loiro rindo.

Inocente? Ah claro, o que o dinheiro não faz. - debochou o moreno. - Porque fez isso? Sabe que tem um assassino de verdade fazendo essas coisas.

Sim, sim eu sei. - falou sem nenhuma emoção. - apenas queria me divertir.

Você quase matou o garoto! - falou irritado Dadeira riu.

Ninguém ia dar falta daquele moleque...ia? - Nagato sentiu uma forte vontade de quebrar a cara daquele homem. - Eu não ia mata-lo, apenas iria ver até que ponto ele chegaria...

CALA A BOCA. - berrou Nagato. - Acha que isso é divertido? Não sabe o que poderia ter causado. Você me da nojo.

Olha como fala policial... - falou Dadeira rindo, os dois seguranças havia entrado na sala. - não se esqueça que está em minha casa.

Não vim pra prende-lo, não ainda...apenas queria saber se sabe alguma cosia sobre o assassino do origami. - falou Nagato guardando a arma.

Achou que eu poderia ser o assassino? - perguntou ele rindo. - bem que eu queria, mas devo admitir que invejo ele, afinal já são tantas vitimas e ainda ninguém sabe quem é ele.

Você é doente. - respondeu Nagato agora dando as costas ao loiro. - perdi meu tempo vindo aqui...

Acha que vai sair assim tão simples? - falou o loira dando um sinal para os guardas pegarem ele.

Nagato desviou do soco do segurança mais como ela dois contra um, acabou levanto o soco na barriga, passaram a lutar e Nagato levando a pior, não pela desvantagem numérica, mas por sua frágil saúde, apesar de ser um ótimo policial ele era um pouco doente, tinha asma e muito magro, quando viu que estava quase sendo morto pegou a arma e atirou acertando em cheio em um dos guardas, pego de surpresa o outro correu a se esconder então Nagato aproveitou sair dali o mais rápido possível. Desceu as escadas rapidamente e procurou Konan, mas a mulher não estava em nenhuma parte.

"Droga...onde ele se meteu?"

Nagato! - gritou uma voz feminina do lado de fora, então viu que ela estava com o carro.

Garota esperta.. - falou com pra si mesmo e correu em direção ao carro.

Os guardas abriram fogo contra eles mas nenhuma bala acertou, assim que Nagato entrou no carro Konan pisou no acelerador e foi embora. Tremia dos pés a cabeça mais sorria, havia conseguido salvar Nagato e sair ilesa.

Não acredito que conseguimos! - gritou feliz.

Por pouco, pensei que você tinha sido pega. - falou o homem tentando controlar a respiração.

Depois que você subiu eu notei que os guardas havia sumido, então achei que seria melhor ter uma rota de fuga. - explicou a mulher.

Boa ideia. - respondeu ele sorrindo fazendo ela sorrir também.

E ai? Conseguiu alguma coisa? - quis saber, ele então suspirou.

Infelizmente nada que seja útil. - respondeu ele seco - Só confirmei o que já sabia, Dadeira é um louco.

E porque a policia não o prende? - ele riu.

Quando se tem dinheiro, você pode comprar tudo e todos. - respondeu ele fazendo ela suspirar.

Canalhas...será que não existe policiais honesto? - ele suspirou e encarou-a.

São poucos, mas deve existir. - ela deu um sorriso meio triste e continuou a dirigir.