Disclaimer: Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao Masashi Kishimoto.


Capitulo 5 Real ou sonho?

Terça-feira 08/03/11
13:00 da tarde.

O dia estava estranho uma mistura de verão, outono, não estava chovendo mais as nuvens estavam carregadas e a qualquer momento poderia chover, Itachi estava em sua casa olhando para o relógio pendurado na parede da sala. Ele havia ligado para Greice e pedido para ficar com o filho durante uma semana, não tinha conseguido busca-lo na segunda mais agora iria fazer o que o medico havia dito, tentaria ganhar a amizade de Shun novamente.

" Prometo que tentarei, não quero perde-lo como Jason."

Se levantou e foi até a janela e olhou para o céu apesar das nuvens negras ameaçarem a jogar mais chuva, ele iria com Shun ao parque.

Quando estava dando a hora de ir buscar o filho Itachi saiu de casa e foi até a garagem, entrou no carro e foi em direção a escola, chegou cedo e sentiu grato por isso, pelo menos uma vez na vida não deixaria Shun esperando. Quando o sinal tocou as crianças começaram a sair os pais recebiam os filhos alegres, o que despertou uma dor em Itachi, quanto tempo faz que não via aquele brilho no olhar do filho.

Pai? - a voz de Shun o trouxe de volta, ele sorriu.

Olá campeão. - falou sorrindo indo até o menino, ele sorriu. - Vamos ao parque?

Parque? Podemos ir? - perguntou o menino um pouco surpreso.

Claro. - Itachi pegou a mochila do garoto e eles foram ao parque perto da escola mesmo.

Havia muitas crianças ali brincando de pega-pega, jogando bola, usando os brinquedos do parque. Os pais ficavam ali sentados observando os filho e conversando entre eles, Shun foi até um banco e se sentou. Itachi o observou, o filho andava com a cabeça baixa o que deixou o moreno triste.

"Como posso fazer Shun sair dessa?"

Shun quer brincar na gangorra? - perguntou o pai, o menino levantou a cabeça e concordou.

Shun usava um casaco verde escuro e calças bege, enquanto ele ia para o brinquedo Itachi olhou para mochila do filho, lá estava o bumerangue de Jason, um dor atravessou no peito, Shun sempre o carregava. Itachi foi até lá e pegou o brinquedo Shun que havia voltado para perto do banco ficou olhando o pai.

Sabe jogar isso? - perguntou ele olhando para o filho que negou com a cabeça.

Itachi sorriu e então jogou, o bumerangue voou pelo ar como um pássaro, depois de ir até um ponto ele fez a curva e voltou para Itachi que o pegou sem nenhum problema. Shun que observava estava sorrindo, e pela primeira fez Itachi sentiu o filho de volta.

Venha...vou te ensinar. - o menino correu até o pai que o ensinou a atacar.

Não era muito mais já era o começo, Shun ria de uma forma contida e Itachi sorria, talvez o Dr. Lenus tivesse certo, ele ainda tinha um filho tinha que esquecer o passado, esquecer que fora desatento, sabia que jamais iria se perdoar mas poderia tentar esquecer, pelo menos na frente de Shun, para assim os dois voltarem a ser como antes.

Veja pai, eu conseguir. - falou Shun quanto atacou o brinquedo.

Muito bem... - o som do trovão quebrou aquele momento, Itachi olhou para o céu e viu que as nuvens agora estavam mais escuras. - Acho melhor agente ir...

Posso...posso ir no carrossel? Só uma vez? - pediu Shun quase que sussurrando, Itachi sorriu.

Certo, vou comprar o bilhete. - falou ele indo com o filho para onde havia o enorme carrossel.

Itachi sorriu e foi em direção a cabine onde vendia os bilhetes, então como se tivesse tomado um soco, ele parou sua cabeça começou a doer, e de tanta dor ele teve que se agachar, então tudo rodou, as vozes ficaram longe e tudo apagou.
Quando ele abriu os olhos ele podia ver algumas pessoas ao seu lado preocupadas, com dificuldade ele se levantou e olhou ao redor.

Shun? - chamou o filho.

O senhor está bem? - perguntou um homem ao seu lado.

Sim...vocês viram meu filho? SHUN? - gritou olhando agora para todos os lados e indo até o carrossel. - Shun? Cadê você?

Então como se o céu respondesse por ele começou a chover, Itachi correu pelo parque gritando pelo filho e nada, as pessoas estavam indo embora e Itachi não achava o filho.

Shun? Pela amor de Deus! Shun! - gritou tão alto que muitas pessoas o olharam estranhamente e saíram de perto.

"De novo não, cadê você Shun?"

Itachi correu novamente pelo parque e nada então correu até a escola, quem sabe ele tivesse voltado para escola, chegou lá e viu que estava fechada, tento abrir o portão mais estava trancado por fora, não tinha como ele entrar, desesperando ele correu para a casa, quem sabe o filho tivesse voltado para casa sozinho. Chegou lá e correu até o quarto do filho gritando toda hora e nem sinal do filho.

Droga...Shun...onde está você! - desceu até a sala e encontrou um envelope na mesa de frente a Tv.

Pegou o envelope que parecia ter sido escrito a maquina de escrever, estava endereçada a ele, pegou e abriu lá estava uma chave com o numero do armário da estação de trem 301, uma daqueles armários que deixamos algo que não podemos levar na viagem, Itachi tremeu o local era sempre lotado e ele tinha adquirido a síndrome do pânico. Havia apenas um bilhete.

" Até que ponto você iria para salvar alguém que você ama?"

Itachi amassou o bilhete e saiu correndo gritando pelo filho, seja o que for isso não poderia estar acontecendo com ele, não novamente.

Terça-Feira 08/03/12
20:15 da noite.

Havia começado a chover novamente e isso já estava deixando Gaara irritado, não tinha conseguido nada além de mais uma morte. Sasori havia matado outro suspeito e como sempre ficou sem nenhuma pista. Sentado no seu escritório improvisado ficou mexendo com seu óculos ARN, tentando de alguma forma conseguir novas informações.

Droga...não há nada que posso fazer... - falou irritado se levantando, isso estava deixando estressado, porque aquele homem insistia em fazê-lo perder tempo?

Gaara saiu da sala e foi até o bebedor pegou um copo de água e encheu logo levou até a boca em bebeu a água, olhou em direção a mesa de Sasori ele estava lá, sentado com os braços cruzados e havia um homem sentado na cadeira a sua frente, o homem parecia alterado, então Gaara se aproximou.

Então Itachi Uchiha... - ouviu Sasori falar. - Me conte o que aconteceu...

Eu já contei, será que ninguém vai fazer nada?! - perguntou o homem gritando, Gaara que já estava perto interviu.

Calma senhor. - falou o ruivo, Sasori o olhou irritado. - Por favor, relate novamente o que aconteceu?

Meu filho Shun... - o moreno começou a fala olhando para Gaara. - desapareceu.

Como? Quando? - questionou o ruivo.

Depois da escola levei ele para o parque de diversão, perto da escola mesmo, agente estava se divertindo, então ele me pediu para ir no carrossel...- falou Itachi dando uma pausa. - então eu fui comprar o bilhete e...e...

E o que aconteceu Sr. Uchiha? - perguntou Sasori com uma voz cansada.

Eu sentir uma forte dor de cabeça...e...quando estava melhor olhei em volta e não vi mais Shun. - falou o moreno encarando os policiais.

Sr. Você toma algum remédio? - perguntou Sasori fazendo Itachi encara-lo.

O que isso tem haver? Meu filho sumiu! - respondeu o homem.

Acontece senhor, que como você disse foi depois que saiu da escola, e isso seria por voltas das 2 ou 3 da tarde... - começou Sasori. - e porque só agora foi dar queixa na policia?

Porque...e..eu estava procurando ele...e...achei poderia acha-lo... - falou ele confuso.

Quais as roupas que ele usava Sr. Uchiha? - perguntou Gaara.

Um blusão verde escuro...e uma calça bege. - respondeu o homem, Gaara olhou para Sasori que sorria.

Bem senhor por hora isso é tudo, vamos colocar duas viaturas a procura do seu filho. - respondeu Sasori se levantando.

Só isso? - perguntou Itachi não acreditando.

Por hora sim, vamos temos trabalho a fazer. - com isso Itachi saiu dali e foi em direção a saída.

Gaara o observava e esperou ficar sozinho para perguntou a Sasori o que ele iria fazer.

O obvio não? Vou pedir que procure a criança, mais sei que deve ser daqueles pais que não está nem ai para o filho. - falou o ruivo voltando para sua mesa.

Itachi andou até a saída e lá encontrou Greice quando ela o viu se levantou preocupada, Itachi abaixou a cabeça, não iria suportar novamente aqueles olhos.

Então? O que eles falaram? - perguntou a mulher.

Que vão colocar duas viaturas para procura-lo. - respondeu o moreno.- mas ele não colocaram muita fé.

Oh meu Deus...acham que é esse assassino? - Itachi a encarou e se arrependeu, pois nos olhos dela havia uma censura, que dizia que ele era culpado.

Não...não falaram nada... - respondeu ele tentando acalmar a mulher.

Itachi como pode perde-lo de vista! Como pode? Falei para ter cuidado, de novo você perdeu nosso filho... - falou a mulher chorando, Itachi nada disse apenas a segurou até estarem bem para ir embora.

Gaara estava em sua sala tentando novamente pegar alguma pista, mais não conseguia tirar Itachi da cabeça, seria o filho dele a nova vitima do assassino? Se fosse não tinham muito tempo, pegou as chaves do carro e saiu, precisava pensar, e precisava de uma ajudinha.

Dez minutos depois estava ali parado em frente ao prédio onde Ino morava, tocou a campainha e logo que anunciou seu nome a porta se abriu e ele subiu. A loira estava com aparência melhor ainda como o braço imobilizado.

Como está? - perguntou ele assim que ele entrou no apartamento da loira.

Louca para trabalhar. - respondeu ela sorrindo. - Mas acho que sua visita não é apenas para saber como estou.

Parece que temos mais uma vitima. - falou ele sem rodeios, ela então o encarou.

Sasori não disse nada. - falou a loira fazendo o ruivo a encarar, ela corou. - ele...ele veio saber como estava.

Sim claro. - respondeu o ruivo irônico.

"Não á duvida, eles tem um caso"

Pensou irritado o ruivo enquanto olhava a loira, como ela poderia se envolver com alguém como Sasori, ele era do tipo de cara que faz tudo para conseguir o que quer, sem se importa com ninguém além de si mesmo, e Ino parecia de moça era difícil de amansar, como ela conseguia ter alguma coisa com Sasori, e porque?

Então acha que pode ser a próxima vitima? - perguntou ela tirando Gaara de seus pensamentos.

Sim...afinal o garoto desapareceu do nada. - respondeu o ruivo, a loira ficou pensativa.

Mais se for o que podemos fazer? Sasori saber? - novamente ela falou Sasori, seria que ela realmente gostava daquele cara.

Quem se importa pelo que Sasori sabe, ou quer? Ele não deu a mínima para o assunto. - revelou ele fazendo Ino balançar a cabeça.

Típico dele. - Gaara se levantou e passou a andar pela sala.

Você conhece bem Sasori não? - ela corou e ele teve certeza que eles tinham algo.

Ele é meu chefe...e...eu devo minha vida há ele. - aquela revelação fez Gaara parar.

Como? Ele não me parece um cara que faz algo sem ser planejado. - respondeu fazendo a loira se levantar.

Não...tudo ele planeja, e se não sair como ele planejou coitado de quem estiver em seu caminho. - falou a loira sem olhar para o ruivo.

E por que ainda faz tudo que ele manda? Ninguém conhece ele de verdade? E esse Naruto? Ele não vê quem realmente Sasori é? - perguntou ele se aproximando da loira, que ao olha-lo Gaara soube que ela tinha uma divida com o homem.

Sempre quis ser uma pessoa que ajudasse as outras pessoas, queria me sentir útil. - começou a falar. - Meu pai era um alcoólatra e espancava minha mãe, toda vez que bebia chegava em casa e a batia, ela sempre me protegeu, a mim e ao meu irmão que tinha a mesma idade que eu. Enquanto agente crescia meu irmão criou um ódio mortal de meu pai, e quando tínhamos 15 anos o dia que meu pai bateu em minha mãe até ela ter que se levada as preces pro hospital, meu irmão foi o único que lutou...- lagrimas escorria pelo rosto da loira. - ele lutou contra meu pai, ele protegeu minha mãe...e eu...eu apenas me escondi. Então quando completei 18 anos decidir entrar na policia, em um dia teve uma denuncia de briga domestica, eu fui atender o chamado...quando cheguei era meu pai e meu irmão...eu...não sabia o que fazer, eu não podia prende-los, Sasori era meu parceiro ele conseguiu passa um pano nisso, meu irmão se fosse preso ele não sairia tão cedo, devido a vida que levava, desde então eu devo a Sasori isso...pois se não fosse por isso Akira estaria preso ou coisa pior...

Gaara ouviu o relato e ficou quieto sabia que a loira era uma ótima policial, sentia uma raiva crescente de Sasori, como ele podia fazer isso, agora entendi o que ela fala.

Ele te chantageia não é? - perguntou o ruivo vendo a loira confirmar.

Desculpa...e...eu não posso, não posso dizer não ele pode acabar com minha carreira. E ... isso é tudo que tenho, meu pai não me olha mais nos olhos, e meu irmão...ele nunca vai me perdoar. - falou a loira olhando para o ruivo. - Não posso deixar que isso aconteça.

Não precisa ficar preocupada, eu não vou falar nada para ninguém. - revelou o ruivo se aproximando da mulher. - Mais acho que você deveria tentar sair dessa prisão.

Eu tento, Naruto é um ótimo chefe, ele é honesto, e acredita que Sasori também é, se eu falar sobre o que ele faz, Sasori falaria de mim. - Gaara então suspirou.

Não entendia mais dentro dele cresceu uma vontade de ajudar aquela mulher, o que era estranho para ele, nunca deixava o trabalho envolver com a vida pessoal, o que ela tinha de especial?

Pode confiar em mim. - falou por fim. - Não irei falar nada.

Obrigada... - ela sorriu ele se segurou para não toca-la, queria enxugar aquelas lagrimas.

Acho...melhor eu ir, preciso me concentrar no caso. - mentiu ela sorriu.

Obrigada de novo. - ele deu um sorriso e foi embora deixando a loira dividida.

Quarta-feira 09/03/12
10:00 da manhã.

E mais uma vez o Assassino do Origami ataca, dessa vez sua vitima é Shun Uchiha, filho do arquiteto Itachi Uchiha, a policia trabalha junto com o FBI a busca do garoto, se alguém viu esse menino entre em contato.

Em todos os canais anunciava o que Itachi não queria acreditar, seu filho vitima de um serial Killer, porque? Sozinho em sua casa tentava de alguma forma achar seu filho, a chave que alguém havia lhe enviado ainda estava sobre a mesa, o que seria aquilo? Seria o assassino querendo brincar com seus sentimentos?

"Será eu o assassino?"

Devido aos seus pesadelos ultimamente Itachi estava confuso, se ele fosse o assassino, afinal ele já acordara duas vezes com uma figura de origami nas mãos. Foi até a janela da frente e notou que havia vários jornalistas ali esperando-o. Precisava sair ir para a estação de trem ver o que tinha naquele armário, o que seria que estava escondido ali, seria ele que tivesse colocado algo lá? Não se lembrava de nada.

Preciso ir...tenho que sair... - pegou o casaco e saiu pela porta de trás.

Pegou o carro e foi em direção a estação, ainda não estava chovendo o que acho melhor, sentia que aquela chuva seria um mau sinal. Assim que parou o carro no estacionamento respirou fundo, havia tempos que não frequentava local lotado pois ele tinha ataque de pânico.

Por Shun...- falou saindo do carro e indo em direção a estação.

Assim que entrou tentou respirar mais como se seus pulmões havia parado, a falta de ar quase o sufocou, mas ele resistiu, precisava passa pela estação para chegar no outro lado onde havia os cofres.

"Eu consigo...eu consigo..."

Então como se tudo tivesse paralisado as pessoas, as vozes pararam, tudo ficou preto em branco, todos parados no mesmo local. Itachi olhou em volta então um balão vermelho apareceu no meio da multidão, e a voz de Jason o chamou.

Papai? Onde você esta? - gritava a voz.

JASON! - gritou ele em resposta e deu um passo esbarrando em uma pessoa, assim que ele tocou na pessoa ela desmoronou.

Em pânico tentou andar para trás e mais pessoas desmoronou, havia muitas pessoas e todas cai ao seu toque, tentou sair do meio mais era impossível, então a voz de Jason continuava a chamar por ele, então quando tudo começou ficar embaçado, não consiga mais respirar, então tudo ficou preto.

O senhor está bem? - perguntou alguém.

Itachi abriu os olhos e viu que estava do outro lado da estação, estava agachado cobrindo a cabeça, um homem olhava para ele preocupado, Itachi se levantou e agradeceu, então havia conseguido atravessar.

Droga...mais um pesadelo. - falou ele ao se lembrar de Jason o chamado.

Do outro lado ele então entrou onde ficava os cofres e foi procurar o seu 301, sabia que tinha que havia as policia mais não entendi muito bem o que estava acontecendo, se por acaso fosse ele o assassino seria preso, precisava saber o que realmente estava acontecendo com ele. Assim que abriu o cofre seu coração parou, lá dentro havia uma caixa de sapato, ele a retirou e foi embora, precisava de um lugar calmo para abrir a caixa, não sabia o que tinha dentro, não podia deixar ninguém ver.

Quarta-feira 09/03/12
12:00 da tarde.

A chuva caia novamente mais em apenas uma garoa fria, Nagato depois da pequena fuga da casa de Dadeira havia dado um tempo a suas investigações. Estava andando pela cidade a busca de uma loja onde o dono era teve o filho vitima do assassino. Assim que entrou na loja notou que não havia ninguém além do dono e ele.

Seja bem vindo, o que posso ajuda-lo ? - falou o senhor atrás do balcão.

Sou Nagato detetive particular. - se apresentou, viu que o homem parou de sorrir.

O que queres? - perguntou friamente.

Queria apenas fazer umas perguntas... - começou Nagato mais logo o senhor o cortou.

Já contei tudo para a policia, e não adiantou nada, meu filho foi morto e até agora não vi ninguém sendo preso. - respondeu o velho.

Eu sinto muito, mas eu preciso de algumas respostas, há outra vitima Sr. - insistiu Nagato.

Se o senhor não tem nada a mais pra fazer, por favor saia da minha loja. - respondeu ele nervoso, Nagato suspirou o velho não iria falar nada, foi perde de tempo.

Certo estou indo... - foi saindo da loja mais então lembrou que precisava comprar uma bombinha de ar, devido a asma. - O senhor tem aquelas bombinhas para asma?

Sim...no ultimo corredor. - respondeu ele de mau vontade.

Nagato sorriu e foi atrás do remédio, enquanto estava lá trás pode ouvir o sino da loja tocar, alguém havia entrado, achou o remédio pegou e foi indo em direção ao caixa mas parou quando ouviu o homem que acabara de entrar anunciar o assalto.

Passa tudo o que tem no caixa! - falou ele apontando arma para o velho.

C...calma...não precisa disso... - falou o velho tentando acalmar o ladrão.

Cala a boca! Me da a merda do dinheiro velho! - gritou o homem nervoso, Nagato se escondeu e foi se aproximando lentamente até o assaltante.

Calma... - falou o velho abrindo o caixa.

Então Nagato pegou o ladrão de surpresa e o acertou em cheio a cabeça fazendo cair desmaiado no chão, o velho começo a tremer.

Melhor chamar a policia. - falou Nagato para o velho, tirou do bolso sua antiga algema e prendeu o bandido. - Assim ele não irá sair dessa.

Obrigado...muito obrigado... - falou o velho depois que ligará para a policia.

Nada, pelo menos fiz algo. - falou sorrindo então foi indo embora mas o velho o chamou.

Quando meu filho Haja desapareceu...eu recebi uma carta. - confessou o velho. - nela tinha uma chave de um cofre na estação de trem, dentro do cofre havia essa caixa. - tirou algo debaixo do balcão e colocou sobre ele, mostrando para Nagato. - Não sei o que significa isso, mas não ajudou trazer meu filho de volta.

Obrigado senhor... - agradeceu Nagato pegando a caixa de sapato.

Eu havia pedido a esperança, achando que não havia nada de bom por aqui, e o senhor acaba de mostrar que ainda há pessoas boas por aqui. - revelou o velho.

Nagato agradeceu novamente e saiu com a caixa debaixo do braço, seria uma prova valiosa precisava estuda-la imediatamente.


Olá Minna ^^

Queria pedir desculpas pelos erros de português, sou péssima nisso, mas acho que da para entender...
Peço também desculpas para aqueles que conhece esse jogo e acham uma besteira a fic.

Espero que gostem...

Até o próximo ^~^/