Disclaimer: Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao Masashi Kishimoto.


Capitulo 6 Provas

Quarta-feira 09/03/12
15:15 da tarde.

Gaara estava em sua sala olhando os documentos que estava em suas mãos, havia feito um relatório onde poderia ajudar nas investigações, tinha convocado Naruto e os outros policiais para uma reunião. Assim que a secretaria o chamou ele respirou fundo e foi, entrou na sala e cumprimentou o delegado.

Podemos começar? - perguntou Gaara.

Sinta-se a vontade. - falou Naruto se sentando e cruzando os braços.

Bem com minhas análises feita esses dias conseguir descobrir que tipo de carro o assassino usa. - revelou o ruivo alguns múrmuros foi ouvido. - O Assassino é um homem com idade entre 35 a 40 anos, todas as vitimas até agora não há nenhuma ligação entre elas.

Então porque ele as mata? - perguntou um policial.

A mente de um psicopata é muito difícil de entender, talvez por um trauma de infância, ou talvez por vingança há varias hipóteses. - nesse momento a porta se abriu e Ino entrou, ela estava de volta ao trabalho.

Desculpa... - falou indo se sentar um pouco no fundo, Sasori a olhou e deu uma piscada para ela o que deixou Gaara irritado.

Ele usa um Chevrolet Malibu 340, pelo menos foi as marcas de pneus que encontrei no local. - falou ele. - Havia mais de 100 suspeito, mas apenas 3 entravam no perfil do assassino. Dois já estão descartados...então sugiro que começamos a buscar por essas marcas aqui no mapa. - apontou Gaara para o mapa que aparecia na parede, havia vários pontos em vermelho.

O assassino mora perto pois é daí que ele consegue fugir sem ter problemas. - revelou Gaara fazendo Sasori rir. - Algo engraçado agente Sasori?

Sim...claro...você quer que agente procure por uma "zona" com mais de 1.500 habitantes? - falou o ruivo irônico.

Se tiver alguma ideia melhor, sugiro que fale para nos. - respondeu Gaara controlando a raiva.

Enquanto estamos perdendo tempo aqui, com essas bobagens, o garoto Uchiha está morrendo. - falou Sasori fazendo Gaara rir.

Como se você realmente se importasse com isso! - respondeu o outro.

O que está insinuando Agente Gaara? - Sasori estava de pé e indo em direção a Gaara. - Acha que não dou a mínima para isso?

É o que parece. - Sasori então cerrou o punho e teria batido em Gaara se não fosse Naruto para-lo.

Acalma-se vocês dois. - pediu o loiro. - Esse caso está deixando todos nervosos, eu sei, mas precisamos ter controle, ainda mais vocês dois.

Desculpa... - respondeu Gaara dando as costas ao Sasori.

Quanto tempo acha que temos? - perguntou Ino que até agora estava observando.

O assassino ataca nos mês que há muita chuva, e como o garoto Uchiha desapareceu ontem, temos entr dias, se dermos sorte, mas se a previsão do tempo estiver certa, teremos apenas 2 dias. - respondeu Gaara.

Porque apenas 2 dias? - perguntou Naruto.

Quanto mais chover, menos horas de vida o garoto tem. - respondeu.

Depois da reunião Ino foi atrás de Gaara que estava em sua sala, assim que entrou o ruivo deu um sorriso, ela estava melhor e podia dizer que estava até mais bonita.

Como está o braço? - perguntou o ruivo.

Melhor...foi um ótimo trabalho hoje na reunião. - falou ela fazendo ele sorrir.

Seu amigo não concorda... - ela fez uma careta.

Bem...o que vamos fazer? Tem alguma ideia para onde ir? - quis saber a loira.

Pesquisei onde poderia encontrar o carro, sei que há muitos pela cidade, mas como disse o sujeito mora por perto. - falou o ruivo, a loira sorriu.

Então vamos? - falou ela se virando.

Vai comigo? - quis saber o ruivo, ela então se virou e sorriu.

Ainda sou sua parceira, pelo menos por enquanto. - ele abriu a boca para falar mas ela o impediu. - Pelo menos deixe eu ser útil para alguma coisa.

Gaara não falou nada mais aquelas palavras provocaram nele outro sentimento que não era nada em relação ao trabalho. Com um sorriso nos lábios ele seguiu a loira para onde tinha pista.

Quarta-feira 09/03/12
15:30 da tarde.

Havia parado de chover e Nagato agradecerá aos céus, já não aguentava mais essa chuva. Depois de conseguir algumas pistas com o senhor da loja tinha que ir ver outra pista, Konan havia procurado ele mas ele conseguiu faze-la ficar em casa, não iria ajudar nada.

Vejamos... - falou Nagato olhando para o papel que estava em suas mãos.

Era o endereço de uma casa onde a ultima vitima do assassino morava, era em um bairro simples parou o carro em frente a pequena casa, assim que saiu do carro se arrepiou, o vento estava frio e forte.

Droga, não vai demorar a chover novamente. - falou indo em direção a casa.

Parecia que não tinha ninguém nenhum barulho era ouvido, então tocou a campainha e esperou. Bateu na porta duas vezes e ninguém atendeu, olhou pela janela e viu que não havia ninguém na sala, pode ouvir o choro de uma criança.

"Isso não está me cheirando muito bem."

Tentou abrir a porta mais estava trancada, então deu a volta na casa olhando pelas janelas, nenhum movimento, apenas o choro da criança, assim que encontrou a porta dos fundos forçou-a mais nem precisava de força estava aberta. Quando entrou na casa correu até o carrinho de bebe que tinha ali, uma pequena menina berrava assustada, Nagato tentou acalma-la, e por hora conseguiu olhou em volta, latas de cervejas estava espalhadas pelo chão, então seus olhos caíram sobre uma folha no meio da sala, se aproximou e leu.

Sinto muito saudades, não sei se posso suportar mais isso...por favor cuide de minha filha...

Droga! - correu então para o quarto que estava vazio olhou em volta e viu que a porta do banheiro estava traçada. - Sra. Marrison

O som de água caindo o fez tentar abrir a porta, deu um chute e nada, respirou fundo e tentou novamente só na terceira tentativa conseguiu quebrar a porta e abri-la. Encontrou a mulher na banheira desmaiada, havia sangue na beira da banheira.

Mais que droga. - falou Nagato indo até a mulher e tentando acordar-la.

Fechou a torneira da banheira e a pegou no colo, estava pálida, havia pedido muito sangue. A levou para o quarto e a colocou na cama deu uma olhada no pulso da mulher onde havia um enorme corte.

Preciso te levar para um hospital. - falou ele tentando se afastar da mulher.

Não...por favor... - ele a encarou então suspirou e voltou para o banheiro a procurar de curativos.

Encontrou faixas e remédios os pegou e foi fazer o curativo na mulher, limpou o corte e viu que não tinha sido muito fundo, depois de estancar o sangue ele enfaixou o pulso dele.

Vai ficar melhor. - falou ele olhando a mulher que chorava.

Eu...eu não aguento mais...eu não consigo. - falou ela chorando, então o som do choro da criança a chamou para realidade. - Emili...

Não, desse jeito não vai conseguir cuidar de sua filha, fique aqui eu cuido dela. - falou ele se levantando e indo para sala.

Ao chegar lá viu que a criança chorava sem parar por causa da fralda suja, com nojo mais firme Nagato trocou a garotinha, depois a colocou novamente no berço mais ela ainda chorava.

O que foi? Será que está doente? - perguntou a si olhando a menina.

Então olhou em volta e viu que tinha uma mamadeira vazia perto da cômoda, foi para cozinha e encontrou outra mamadeira cheia sobre a pia, colocou para esquentar e voltou para a menina dando de mamar, quando a bebe tomou tudo, ele a fez a rotar e colocou-a para dormir.

É para um detetive sou bom para essas coisas. - falou rindo, e voltou para o quarto onde encontrou a mulher sentada na cama.

Obrigada...eu... - começou ela então ela parou.

Sei que deve estar passando uma tremenda barra, mas não há ninguém para ajuda-la? - perguntou Nagato.

Não...meu marido Jarry sumiu depois...depois que Pean se foi, dias depois Jarry sumiu, me deixando sozinha com Emili. - falou a mulher.

Ele sumiu? Não deixou nada? Não disse nada? - ela respirou.

Apenas um celular, mas não é dele, nunca vi ele usar aquilo, e deve estar quebrado, tentei ligar mais não funciona. - respondeu a mulher.

Você ainda tem ele? - ela disse que sim com a cabeça.

Se quiser pode leva-lo, está em uma gaveta na sala. - falou ela.

Obrigado. Acho melhor você ligar para alguém vim te ajudar, algum parente próximo, quem sabe. - ela concordou.

Nagato então foi atrás do celular que o achou na gaveta tentou ligar mais apenas ficou chiando, dando ultimo olhada na garotinha dormindo foi embora.

Quarta-feira 09/03/12
16:00 da tarde.

Itachi havia alugado um quarto no primeiro motel que havia encontrado, lá dentro estava em uma batalha se abria ou não a caixa, havia voltado a chover sentia que aquilo seria um teste.

Tenho que saber o que tem dentro da caixa. - falou indo fechar a cortina e abrindo a caixa de sapato despejando o seu conteúdo sobre a mesa.

Dentro havia uma arma 4 figuras de origamis cada uma com um numero, um celular e um tipo de fita que encaixava no celular. Sentiu seu corpo retrair, uma arma o que aquilo queria dizer? Pegou-a e checou se estava carregada, o pente da arma tinha apenas 1 bala.

O que é isso? - pegou o origami com o numer abriu, de lá caiu um cartão.

Está preparado para colocar a prova seu amor pelo seu filho? Rua Av. Konuai n° 235 Garagem do Packus.

O que é isso? - deixando de lado pegou o celular e a fita colocando.

Assim que ligou o aparelho demorou um pouco até aparecer a imagem de Shun, ele estava preso em algum tipo de gaiola no ar livre, devido a chuva ela estava enchendo.

Pai? Socorro...estou com frio...pai... - gritava Shun, Itachi se segurou para não atacar o telefone na parede.

Então a imagem ficou ruim e se apagou apareceu então uma mensagem.

A cada prova que você completar será revelado as letras do endereço que levará até seu filho...

Itachi respirou fundo não tinha outra opção se não entrar no jogo, pegou o cartão do estacionamento e guardou no bolso junto com o papel que continha o bilhete, guardo o resto de volta na caixa, então pegou a arma e colocou na cintura, iria fazer o que fosse para ter seu filho de volta, guardou a caixa de baixo da cama e saiu em direção a garagem indicada.

Itachi encontrou a garagem facilmente então entrou tentando parecer normal, será que o assassino estaria ali esperando ele? Ao entrar na garagem encontrou apenas um velho arrumando um carro, o chamou e entregou o cartão.

Ah até que fim veio buscar o carro. - falou o velho indo pegar a chave. - Já faz dois anos que ele está aqui,sempre que dar dou uma volta com ele, mas pensei que nunca iria voltar para busca-lo.

Err...obrigado. - entregou as chaves.

Está no terceiro andar. - explicou ele.

Itacho pegou o elevador e aguardou assim que entrou na garagem apertou o alarme fazendo o carro apitar assim pode ver onde ele estava. Um carro marrom no fim da garagem era o alvo, se aproximou e entrou nele, lá dentro procurou alguma coisa, então achou um GPS e o ligou.

Saindo da garagem o GPS mostrou o caminho até a via principal da cidade, Itachi parou o carro onde o GPS havia indicado, estava no meio da auto estrada.

Pronto para provar o quanto ama seu filho?

A voz do GPS falou fazendo Itachi tremer de raiva e medo, afinal o que seria essas "provas" e porque esse doente estava fazendo isso com ele?

Ande 8 quilômetros na auto estrada na contra mão para conseguir a fita onde tem as primeiras letras para desvendar onde seu filho está.

O que? Isso...isso é suicídio. - falou para a maquina que havia ficado em silencio.

O que ele iria fazer? Ou ele fazia aquilo ou ficaria sem a pista, e se ele fizesse poderia morrer e não iria conseguir salvar o filho.

"Droga, o que eu faço...meu Deus me ajuda...eu...preciso...pelo Shun"

Ele ligou o carro e acelerou indo em direção a auto estrada, entrou na contra mão e acelerou, os carros passavam buzinando, bateu o carro umas vezes, quase atropelou uns trabalhadores que estava no acostamento, quase bateu de frente ao um caminha, quando estava chegando perto de 6 quilômetros policias começaram a correr atrás dele fazendo ele acelerar mais, passou no pedágio quebrando tudo e batendo em dois carros de policias, mas conseguiu escapar um caminhão que vinha em sua direção brecou e tentou desviar fazendo assim bater nos carros das policias, quando acalcou os 8 quilômetros ele perdeu o controle e bateu na mureta fazendo o carro girar e sair da estrada e capotar duas vezes, parando de cabeça para baixo.

Prova concluída, sua recompensa está dentro do porta luvas, a chave está dentro do GPS.

Itachi pegou o aparelho e o quebrou pegando a chave, sentiu que o carro estava preste a explodir, abriu o porta luvas e pegou a fita, tentou se soltar do cinto de segurança mais tinha ficado preso, aos poucos o fogo consumia o carro inteiro, então conseguiu se livrar do cinto saiu do carro o mais rápido que conseguiu, seu corpo estava dolorido, a cabeça sangrava, e havia quebrado algumas costelas, sem perder tempo colocou a fita no celular e assistiu o vídeo.

Shun apareceu novamente chamando-o agora com o local um pouco cheio. Então as letras apareceram ainda não dava para adivinhar onde seria, mas era um passo, quando Itachi deu um passo para frente o carro explodiu, estivera perto da morte.

Shun...eu to indo...aguente firme. - falou o moreno indo embora, precisava voltar para o motel pegar a segunda tarefa.

Quarta-feira 09/03/12
19:00 da noite.

Hinata dirigia pela cidade em busca de alguma coisa, não conseguia entender seu problema, não conseguia dormi direito em casa, sempre tinha o mesmo pesadelo, sempre acordava na mesma hora e com um mau pressentimento, não conseguia dormi direito, mas quando dormia fora em hotéis, ou motéis conseguia.

"Devo ser louca, isso sim."

Dirigia uma moto que tinha sido de seu primo, que depois de sua morte havia herdado, era a única coisa da família que tinha. Assim que passou pelo primeiro motel decidiu que seria ele mesmo, entrou e estacionou a moto em uma vaga. Não era um motel chique mais dava pro gasto, assim que entrou na recepção tocou a campainha esperando alguém.

Hoje tivemos uma cena digna de cinema, um motorista não identificado correu na auto estrada por 8 quilômetros causando vários acidentes, a policia ainda não sabe o que aconteceu mais no carro não foi achado nada.

Boa noite. - falou um homem saindo da sala que estava atrás do balcão, ele usava um óculos escuro e tinha um jeito de malandro.

Oi...eu queria alugar um quarto. - falou Hinata olhando para ele que deu um sorriso.

Claro, tudo para você. Apenas assine o registro. - ele deu um caderno para ela que preencheu rapidamente. - então menina Hyuuga, ficará quanto tempo conosco?

Não sei...- falou ela sem jeito, ficando enojada com aquele homem.

Quarto 203 ultimo andar, primeira escada a direita. - falou ele entregando a chave.

Hinata saiu e foi em direção a escadas, e esperou que aquele sujeito não tivesse chave extra. Assim que subia as escadas ela repetia o numero do quarto, quando chegou no ultimo andar, em um prédio que tinha 3 andares deu de cara com um homem. Ele estava meio desmaiado, se segurava na grade e estava quase caindo.

Oi...o senhor precisa de ajuda? - se aproximou Hinata vendo que o homem se mexeu com dificuldade, notou que ele sangrava na cabeça. - Meu Deus, você precisa de um medico...

Não...por favor me ajude apenas chegar no 202. - falou o homem, Hinata que não conseguia deixar ninguém sofre.

Ela o ajudou a andar até o quarto e abriu a porta entrando junto com o homem, Hinata o colocou na cama, ele gemeu de dor, não só apenas a cabeça ferido, pelo que podia ver, as costas e os braços.

Precisa limpar essas feridas. - falou a garota indo até o banheiro procurar algo que pudesse servir para limpar machucado.

Retonou com um frasco de anticéptico e um remédio para dor, limpou com cuidado os machucados e entregou uma pastilha para o homem para a dor.

Ainda acho que deveria ir ao medico, pode ser grave. - falou a mulher.

Estou bem, só...preciso de um banho. - Hinata o ajudou a se levantar e foi até o banheiro com ele.

Eu vou ficar aqui, qualquer coisa me chame. - assim ele encostou a porta deixando meia aberta, enquanto Hinata ficava no quarto. - Converse comigo, assim sei que não desmaiou.

Como se chama? - perguntou ele depois de um tempo.

Hinata Hyuuga. - falou a mulher.

E o que faz aqui? Além de ajudar estranhos? - ela sorriu, e se virou com uma curiosidade deu uma espiada, viu ele de baixo do chuveiro.

Eu...como posso dizer, tenho problema de Insônia crônica, e não sei por que só consigo dormi em quartos de hotel, ou motel. - revelou ela se sentindo besta.

E trabalha com o que? - perguntou ele ainda mantendo a conversa.

Eu...eu sou fotografa, e você? - perguntou ela não ouvindo mais a água do chuveiro.

Sou arquiteto - respondeu ele saindo do banheiro.

Parece que está melhor. - falou ela sorrindo.

Obrigado, eu realmente não saberia o que teria acontecido se você não me encontrasse. - ela sorriu então olhou em volta.

Acho que é melhor eu ir indo. - ele nada disse apenas a observava, ela sorriu e foi saindo então parou antes de fechar a porta.- Aliais você não me disse seu nome.

Itachi. - respondeu ele, ela sorriu.

Até mais Itachi. - saiu do apartamento e foi para o seu.

Itachi que estivera perto da morte tentou colocar os pensamentos em ordem, havia concluído a primeira prova, agora não podia perder tempo, foi até onde tinha deixado a caixa de sapato e a abriu, pegando o 2 origami que tinha o numero 2.

Até que ponto você iria? Siga a borboleta."

Havia um endereço e ele não demorou muito para ir, guardou a caixa e antes de sair pegou o pote de remédio e tomou outro comprimido, tinha que realizar aquelas provas era a única saída para encontrar seu filho.


Olá Minna ^^

Queria pedir desculpas pelos erros de português, sou péssima nisso, mas acho que da para entender...
Peço também desculpas para aqueles que conhece esse jogo e acham uma besteira a fic.

Obrigado à:

Miiya-chan

Espero que gostem...

Até o próximo ^~^/