Disclaimer: Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao Masashi Kishimoto.


Capitulo 7 Envolvidos.

Quarta-feira 09/03/12
19:15 da noite

Ino já estava cansada de digitar o relatório que Naruto havia pedido, ainda estava incapacitada de trabalhar nas ruas, por isso estava agora em frente ao seu computador enquanto Gaara e Sasori estavam fora. Queria muito te ido junto ainda mais se algo tivesse alguma coisa sobre o serial Killer do momento.

"Hoje um carro fez uma manobra arriscada, entrou na auto estrada na contra mão e dirigiu por 8 quilômetros, alguns carros foram danificados porém ninguém foi preso, a policia afirma que o motorista, que continua foragido, estava bêbado.

É a única resposta que temos, quem em são consciência iria fazer isso? - falou um dos guardas que estava no local.

Ino ouviu a noticia pela Tv que ficava na entrada da delegacia, viu Gaara chegar seguido por Sasori que não estava com cara de estar gostando disso. Ao passar por ela os olhos de Gaara encontrara-se com os da Ino, ela sentiu o rosto queima e desviou o olhar.

"o que esta acontecendo?"

Depois de ver Sasori voltar para sua mesa Ino resolveu ir atrás de respostas, se levantou e andou em direção ao banheiro, vendo que ninguém estava observando foi para a sala do ruivo.

Gaara? - bateu na porta antes de abrir.

Pode entrar. - com a resposta ela entrou e fechou a porta atrás de si, Gaara estava sentado atrás de sua mesa lendo alguns papeis. - Algum problema?

Não...é que...vi você chegar com Sasori, e pela cara dele não foi nada bem. - perguntou ela e ele sorriu.

Acho que seu namoradinho tem algo a mais a esconder. - falou dando um sorriso fazendo a loira olhar para ele irritada.

Ele não é meu namorado, te contei minha historia. - se defendeu, ele sorriu e se levantou.

Sim claro, mas ainda não vejo o motivo de fazer o que ele manda. - ele deu a volta na mesa e ficou perto da loira. - Vejo que é uma policial boa, mas está deixando ele manchar sua ficha.

Você não sabe como ele age. E além do mais o que tem contra ele? - perguntou encarando-o.

Além de ele ter matado os dois suspeitos... - falou fingindo que estava pensando. - nada.

Ele me salvou. - defendeu o Sasori.

Sabe você é interessante. - falou ele se aproximando mais da loira fazendo ela recuar um passo. - Ele é um sádico, louco, chantageia você, faz você fazer coisas erradas...e mesmo assim o defende, estou começando achar que gosta realmente dele.

Cala a boca. - falou ela se virando e indo embora, mais o ruivo a segurou. - O que quer?

Saber o que realmente sente por ele. - ele a trouxe para mais perto.

E..o que você tem haver com isso? - rebateu ela erguendo o queixo numa forma desafiadora. - porque está interessado nisso?

Bem... - ele se aproximou deixando o corpo da loira bem próximo ao seu, podia sentir o calor dela. - Não quero destruir suas ilusões.

Ilusões? - perguntou tentando não deixar ele ver que estava nervosa pelo contado.

Não quero vê você chorar, quando coloca-lo atrás das grades. - falou ele puxando ela para mais perto.

Ino sentiu o corpo tremer não pela ameaça que ele havia feito, mas pelo fato de estar tão próximos que podia sentir o halito quente dele em seu rosto, seu corpo parecia responder sozinho, pois tremia, ou melhor, ansiava pela aproximação.

P...porque acha que iria chorar? - respondeu ela o fazendo sorrir.

Então não defende ele. - falou meio rouco.

Gaara sabia que estava perdendo a cabeça que estava brincando com fogo, a loira era uma tentação, porém sabia que entre Sasori e ela havia muito mais do que uma simples divida. Mas não conseguia deixar de pensar em tira-la de perto daquele sádico, ela merecia algo melhor...talvez ele?

Melhor voltar ao trabalho. - ela falou quebrando o momento se soltando de Gaara.

Gaara não disse nada deixou ela ir e quando se viu só se xingou mentalmente, estava brincando com o fogo e ele iria sair queimado.

Havia dito que voltaria para o hotel mas era apenas uma desculpa para sair da delegacia, precisava de ar para pensar, precisava se concentrar no assassino do origami e não pensar em mulheres, ainda mais mulheres que tinha um podre. Odiava Sasori e por ele faria qualquer coisa sem contar nada há ele, mas ele estava de olho no ruivo, precisava ter calma.
Saiu dirigindo pela rua tentando colocar seus pensamentos em ordem, precisava se dedicar no caso do menino Uchiha, naquele momento poderia estar em qualquer lugar, morto?

"Única pista até agora, é o carro, mas nessa cidade pode haver milhares."

Gaara acabou de optar por voltar para o hotel, precisava pensar e precisava tirar certa pessoa da cabeça, desde quando a vira sentiu algo que não conseguia explicar, agora saber que ela estava envolvida com alguém como Sasori fazia pensar se valia a pena, não que tivesse medo daquele homem, mas não queria problemas daquele tipo já tinha seus próprios problemas.

Quarta-feira 09/03/12
20:21 da noite.

Havia parado de chover mais o tempo ainda não estava firme, vire e mexe relâmpagos iluminava o céu. Itachi dirigiu para o próximo endereço que havia na figura do origami, e quando chegou no local viu que era uma fabrica abandonada, desligou o carro e esperou um pouco, a dor ainda estava deixando tonto mais tinha que ir rápido Shun dependia dele.

Vou te salvar Shun... - falou para si saindo do carro.

Andou até o portão e tentou abri-lo mais estava trancado com grossas correntes e cadeados, olhou em volta tentando achar alguma entrada, será que tinha ido ao endereço certo? Itachi deu uma volta pela firma e em um determinado ponto tinha uma grade onde perto tinha um alicate. Vendo o matéria tentou passar por ali cortando a grade, enquanto passava acabou arranhando o braço. Já dentro da firma ele notou que tinha grandes torres de energia.

Essa fabrica é da usina elétrica. - lembrou Itachi indo procurar a entrada para dentro da fabrica.

Andou procurando alguma porta mais estava difícil, quando estava voltando para onde tinha entrado Itachi viu uma enorme borboleta pintado na parede.

"Siga a borboleta" dizia o papel em sua mão então ele foi para onde estava a pintura e viu que havia uma pequena porta, forçou e ela abriu.
Lá dentro Itachi viu que era a saída de emergência não havia nada além de um duto de ar na parede tinha outra pintura de uma borboleta.

Será...que tem alguma coisa dentro do duto? - falou para si mesmo, com grande esforço ele abriu a porta do duto lá tinha uma mensagem.

"Quanto sangue você está disposto a dar para salvar seu filho?"

Com raiva ele entrou no duto e começou a caminhar, não era apertado mais por causa da dor estava difícil se locomover, quando chegou no meio havia dois lados para ir, o para direita e para esquerda, decidiu ir para esquerda, quando avançou mais ele sentiu cortar a mão.

Droga! - gritou ele recuando e tentando olhar mais adiante. - cacos de vidros...terei que me arrastar por cima deles.

O chão estava todo coberto de cacos de vidros e a cada passo Itachi se cortava, com a dor nas mãos e nos joelhos ele não percebeu que o caminho o levava para um lugar sem saída. Mais havia algo lá que quando ele se aproximou um cheiro de podridão invadiu seu nariz. Quando conseguiu ver era um homem morto ali, cansado e com medo ele se sentou um pouco próximo do morto, ele tinha as mãos e os joelhos cortados, provavelmente tinha morrido de hemorragia, o local estava cheio de sangue, teria que voltar novamente quando decidiu ir Itachi notou uma caixa de fósforos perto do morto, se aproximou e pegou e acabou vendo que o morto também tinha uma figura de origami nas mãos, com coragem Itachi pegou o papel e tremeu ao ver.

Até que ponto você iria para salvar alguém que você ama?

Outra vitima...- falou Itachi deixando o papel onde estava, precisa ir rápido ou iria acabar como esse cara.

Voltando pelo mesmo caminho Itachi sangrava mais, chegou onde tinha errado o caminho e tomou o outro lado, andando novamente por cima dos cacos de vidro ele chegou em outro ponto onde tinha 3 caminhos a seguir, ou continuava em frente, ou escolheria a direita ou a esquerda. Antes de decidir ele pegou os fósforos que havia encontrado e acendeu um, e olhou atentamente para a pequena chama para saber para que lado ela estava, havia ventilação vindo da esquerda então ele seguiu por esse caminho chegando até um buraco, quando saiu do duto ele saiu em outra câmara onde havia apenas um grande cano.

Que barulho é esse? Parece que são asas. - falou quando se aproximou do cano, ele analisou e viu que era um cano largo, do cano podia ouvir um barulho. - Acho...que é o único caminho.

Tomado pela coragem e a vontade de encontrar o filho Itachi entrou no cano, andou uns metros e logo escorregou como se estivesse em um escorregador. Caiu de mal jeito e chegou bater a cabeça, com dificuldade ele se levantou e olhou ao redor. Era uma outra câmara só que era maior e era de lá que via o barulho, desceu a escada que tinha ali perto e descobriu o que era o barulho.

Havia vários postes de eletricidade por ali, com fios jogados ligando uns aos outros, criavam um labirinto. Itachi tremeu quando viu uma pequena mesa do outro lado, havia algo em cima dela, ele olhou em volta e viu uma porta ele se aproximou dela e a abriu lá era a saída para fora da fabrica, se saísse ele estaria desistindo.

Droga...- gritou fechando a porta e voltando para as torres de energia, havia uns lugares onde tinha pequenos espaços para passar. - Ele quer que eu seja electrocutado.

Tentando tomar coragem ele analisou o local, não tinha outra maneira de chegar do outro lado a não ser passar pelos cabos, se desistisse ele iria perder mais uma pista para achar Shun, mas se fosse correria o risco de morrer. Olhou com ódio para frente e viu a figura da borboleta pintado na parede perto da mesa, era isso ou nada, se morresse ali pelo menos iria morrer tentando achar seu filho.

Com coragem ele começou a atravessar os cabos, a cada passo sentia o sangue sair pelos machucados dos joelhos e as mãos, era três áreas até chegar do outro lado, a primeira ele teve que passar pelo meio, passando as pernas por cima dos fios, ele podia sentir a eletricidade queimar a pele. A segunda teve que rolar pelo chão até chegar na terceira, onde teria que saltar. Tomando coragem e fôlego ele saltou fazendo isso caiu no chão longe dos fios, havia conseguido passar.

Shun... - sem perder tempo ele se levantou e foi até a mesa onde havia outra fita, colocou no celular e assistiu a cena.

Shun apareceu novamente naquele mesmo lugar, agora mais cheio do que antes, ele chamava pelo pai com a voz fraquinha, logo em seguida a imagem sumiu e apareceram mais algumas letras ainda insuficientes para descobrir onde o filho estava.

Espere Shun...e..eu estou indo. - falou ele seguindo em frente onde tinha outra porta.

Quarta-feira 09/03/12
21:00 da noite.

Hinata apesar ter saído do próprio apartamento ainda não conseguia dormi, resolveu dar uma volta pelo local para ver se o sono viria. A chuva recomeçara e isso impedia ela der sair enquanto olhava para um ponto qualquer sem nada na cabeça viu o dono do motel olhando para ela lá da recepção, Hinata sentiu um arrepio na espinha e se virou para voltar para seu quarto, notou que havia um rastro de sangue e ela seguiu dando para um quarto que estava com a porta encostada, quando abriu viu Itachi caído desmaiado no chão.

Droga. - falou indo ajuda-lo.

Ele tinha feriadas nos joelhos e nos cotovelos sem contar que tinha queimaduras por toda parte do peito, com dificuldade ela o levou até a cama, ele estava entre desmaiado e acordado. Quando finalmente o colocou deitado sobre a cama ele apagou de vez, rapidamente ela correu para o banheiro a procura de remédios e algo para passar naquelas queimaduras.
Depois de achar tudo que precisava ela voltou para o homem desmaiado e começou a cuidar dos ferimentos, eram cortes feios, alguns profundos outros não, havia caco de vidro.

Meu Deus o que aconteceu com você? - perguntou enquanto cuidava.

Depois de cuidado Hinata o deixou dormi e permaneceu ali no quarto esperando ele acordar, havia cochilado alguns momentos, quando deu por si ouviu o gemido de dor do homem, ele havia acordado e tentava se levantar.

Não deve se mexer. - falou ela se aproximando dele, ele gemeu e tentou sorrir.

Mais uma vez veio me ajudar. - disse ele.

É parece que anda tendo muita adrenalina ultimamente. - ele sorriu.

Obrigado, estou achando que é meu anjo da guarda. - os dois sorriram então ele olhou em volta. - Por quanto tempo apaguei?

Algumas horas apenas, você deve ir ao medico, esses ferimentos são realmente graves. - ele tentou se levantar.

Não tenho tempo para isso, preciso...fazer uma coisa. - ele com dificuldade se levantou.

Então esta certo, espero que você saiba o que está fazendo. - falou ela também se levantando. - se precisa pode ir me chamar.

Obrigado mais uma vez. - ela saiu deixando-o sozinho.

Hinata achava estranho o modo do homem sabia que ele tinha algo a esconder só não sabia se era algo mal. Entrou em seu quarto e foi até a janela, não conseguia deixar de pensar naquele homem, um sentimento de querer ajuda-lo era forte de mais.

Você não tem jeito Hinata. - falou ela pra si mesmo indo tomar um banho e deitar, precisa dormi.

Quarta-feira 09/03/12
21:30 da noite.

Gaara estava sentado no sofá do quarto de hotel em uma das mãos tinha um copo de uísque e na outra a ficha de um dos caras que poderia ser suspeito de ter o carro, ainda não sabia o que fazer mais tinha que agir rápido, o tempo estava contra eles e quanto mais tempo demorava mais as chances de achar Sun vivo eram mínimas, quando levou o copo até a boca a campainha tocou.

Quem é essa hora? - colocou o copo na mesa e pegou a arma. - quem é?

Sou eu... - a voz de Ino o fez hesitar, não queria falar com ela e muito menos ficar perto.

O que foi? - perguntou sem abrir a porta.

Poderíamos conversar? - respondeu fazendo o ruivo soltar uma praga baixinho, sem escolha abriu a porta.

Ino estava com um casaco bege e de cabelos soltos, como tinha chovido um pouco estava molhada, assim que abriu a porta ela sorriu e ele a convidou a entrar. Enquanto a loira tirava o casaco ele preparava uma bebida.

O que aconteceu? - perguntou quando entregava o copo para ela.

Eu só queria ajudar, eu sei que você deve achar que sou igual ao Sasori. - disse ela e ele sorriu.

E você está preocupada por causa disso? De acha-la igual há ele? - ela encolheu os ombros e o encarou.

Não sou ele, apesar de...de fazer algumas coisas que não me orgulho. - falou mostrando coragem, Gaara sorriu ela ficava linda quando estava com raiva.

Tanto faz...isso não vai ajudarmos a pegar o assassino. - falou ele a fazendo morder os lábios inferiores em sinal de nervosismo. - Há alguma coisa que queria me contar Ino?

A loira se levantou e bebeu a bebida de uma única vez, Gaara se aproximou e a fez virar para ela, Ino tremia e tinha os olhos vermelhos, estava chorando.

O que foi? O que aconteceu? - ela então chorou.

Sasori está fazendo de tudo para tira-lo da investigação. - confessou ela. - ele está escondendo provas de você.

Que provas Ino? - ele a segurou pelos ombros e apertou.

Eu não sei... - ele apertou um pouco mais e a chacoalhou um pouco.

Que provas Ino. - a loira tentou se soltar.

Eu não sei, ele não fala mais nada para mim. - falou ela. - ele acha que...q...

Ele acha o que? - ele viu que era corou e deu um sorriso. - ele acha que temos um caso?

Sim... - confessou e ele a soltou.

Pelo menos ele te deixa em paz. - disse por fim e a loira riu sem achar graça.

Me deixar em paz? Sasori está apenas planejando, ele vai cuidar primeiro de você depois vai vim atrás de mim. - falou ela fazendo Gaara dar um sorriso duro.

E ele pretende me matar? - falou rindo.

Ele é um homem perigoso, ele tem muitos amigos...ele pode...pode acabar com sua carreia, sua vida. - falou nervosa.

Eu conheço gente pior, e mais influente que ele, então pode ficar sossegada, comigo ele não vai fazer nada. - a loira o encarou mais não disse nada, e Gaara entendeu. - venho até aqui para que eu pudesse te proteger.

Eu...tenho medo dele...- confessou e Gaara teve que se segurar para não ir até ela e abraça-la.

Pode deixar que ele não fará nada com você, vamos achar o assassino do origami e depois vamos limpar aquele departamento da sujeira que está. - prometeu ele fazendo a loira sorrir.

Talvez tinha se metido num encrenca maior que imaginava, e uma das encrencas bem grande, afinal além de sua carreira está em jogo, seu coração também estava.

Quarta-feira 09/03/12
22:00 da noite.

Havia parado de chover estava apenas um vento frio, aquela hora havia poucas pessoas na rua, por mais que achasse estranho está indo em um pequeno clube de golf não podia negar. Afinal havia sido intimado a comparecer na presença do senhor Akira Son pai de Dadeira, depois daquela cena na casa do filho o homem tem tentado falar com ele.

"como pensei, o filhinho foi chorar para o pai"

Dentro do estabelecimento Nagato descobriu que ali era o ponto de encontro entre as máfias, havia muitas pessoas que eram gente da pesada, tentou não encarar ninguém se alguém descobrisse que era detetive estaria perdido. Um homem vestido de terno preto o barrou e perguntou seu nome assim que Nagato respondeu pediu para acompanha-lo. Seguindo o homem entrou no elevador e subiram até o ultimo andar onde muitos treinavam as tacadas.

Nagato. - um homem o cumprimendou.

Ele era baixo e gordo com poucos cabelos que antigamente tinha sido loiro agora estavam todos brancos, ele usava um terno preto, sorriu quando viu o detetive deu um toque para o segurança deixa-los a sós.

Akira. - respondeu tentando ser indiferente.

Joga golf? - perguntou sorrindo.

Não muito, não tenho muito tempo para isso. - respondeu e o velho deu uma tacada.

É fácil, deixa agente calmo. - respondeu pegando outra bola e colocando no ponto para ataca-la novamente.

Creio que não me chamou aqui há essa hora para jogar golf. - foi direito no assunto, se tinha que resolver isso que fosse rápido.

Gosto quem vai ao ponto. - comentou sorrindo e encarando-o. - quando você quer para deixar meu filho em paz?

Acho que não sei do que está falando. - o velho agora estava serio.

Dadeira me contou que você fez uma visitinha surpresa em uma das festas dele. - contou ele ainda encarando-o. - disse que fez perguntas sobre aquele garoto...

Estava apenas fazendo meu trabalho. - pode sentir que o velho se irritou.

Está tentando joga-lo na cadeia! - gritou ele, Nagato viu que dois seguranças se aproximaram.

Na verdade não tinha ido lá para prende-lo, estava apenas querendo saber sobre o assassino do origami. - respondeu.

Dadeira é uma criança mimada, nunca fez mal para ninguém acha que ele é o assassino do origami? - perguntou o velho.

Ele disse que era. - o velho riu.

Ele queria ser, mais como disse ele é uma criança mimada, não fez mal a ninguém, e sobre aquele pequeno acidente já está tudo arrumado. - voltou a jogar golf.

Diz isso para a família do garoto. - respondeu fazendo o velho rir.

Detetive se fosse você tomaria cuidado, está em território inimigo. - Nagato sorriu.

Está me ameaçando? - o velho o encarou e sorriu novamente.

Apenas avisando. - Nagato estava cansado daquela conversa.

O que você quer realmente? - ele se aproximou dele.

Quero que tire meu filho dessa sua investigação idiota, e deixa-o em paz. - era uma ameaça e Nagato sabia que dependendo da resposta teria consequências.

Se seu filho diz inocente ele não tem nada a que temer. - respondeu pode ver a ira do velho.

Vá...suma da minha frente antes que te mato aqui mesmo. - respondeu o velho se afastando antes de Nagato sair ele gritou. - se fosse você tomaria cuidado a partir de agora.

Dentro do carro indo para casa Nagato relembrava da conversa com o Akira sabia que ele não era homem de deixar quieta uma ofensa como aquela, teria que tomar cuidado se quisesse continuar com a investigação.

Quirta-feira 10/03/12
09:00 da manhã.

Gaara estava em sua pequena sala revendo novamente as pistas, ainda esperava o resultado da pericia sobre o carro que o assassino tinha usado, por enquanto tinha que ficar ali de mãos atadas. Se levantou e foi beber água enquanto estava lá observou o departamento e tentou não olhar para Ino que estava conversando com Sasori. Uma mulher entrou na delegacia e foi até o Sasori.

Você é o detetive que está cuidando do desaparecimento do meu filho? - perguntou a mulher e Gaara se aproximou.

Seu filho é? - ela respirou fundo.

Shun Uchiha. - respondeu a mulher e o que fez o ruivo prestar mais atenção.

Sim, mais ainda não temos nenhuma pista, estamos fazendo tudo o que é possível. - falou Sasori.

Eu...meu filho sumiu quando estava com o pai...Itachi ele... - começou a mulher mais estava com medo de falar.

O que tem seu marido? - foi Gaara quem perguntou.

Ele tem um problema...ele há dois anos perdemos nosso filho Janson em um acidente onde Itachi acabou se machucando também, mais depois disse ele mudou, ele tem surtos, acordava no meio da noite tremendo, gritando...as vezes até molhado como se ele tivesse saindo de casa no meio da chuva. - revelou a mulher.

Quer dizer que ele tem surtos psicológicos? - perguntou Sasori.

Sim...ele passava num psicólogo no centro da cidade, em uma vez que ele teve uma crise ele falou sobre assassino, ele dizia que não podia ser o assassino. - Sasori sorriu.

Muito obrigado sra. Uchiha isso ajudará nas investigações. - agradeceu Ino.

Depois que a mulher foi embora Sasori reuniu Gaara e Ino na sala do ruivo.

Achamos. - falou Sasori.

Não sabemos se ele é realmente o assassino. - respondeu Gaara não gostando do pensamento do ruivo.

A mulher falou que ele é louco! Vocês ouviram. - exclamou.

Mais ele pode ter apenas um problema psicológico nada de mais, acho que deveríamos falar com o medico dele. - sugeriu Ino tentando ajudar Gaara.

Também concordo, antes de tomar alguma atitude. - Sasori não havia gostado.

E enquanto isso o garoto pode estar nas mãos do pai louco! - respondeu o ruivo. - Certo, então vamos falar com o medico, mais depois EU vou agir.


Olá Minna ^^

Queria pedir desculpas pelos erros de português, sou péssima nisso, mas acho que da para entender...
Peço também desculpas para aqueles que conhece esse jogo e acham uma besteira a fic.

Obrigado à:

Miiya-chan

Espero que gostem...

Até o próximo ^~^/