Disclaimer: Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao Masashi Kishimoto.


Capitulo 9 O tubarão.

Quinta-feira 10/03/12
19:40 da noite.

Itachi entrou no quarto do motel onde estava, precisava pegar outra figura de origami, de lá sairia mais uma prova, era a figura de um tubarão ele abriu e leu a pequena mensagem.

" Uma vida por outra, teria coragem?"

Sentiu as pernas tremer fazendo-o cair, sentiu o peso em seus olhos, olhou para o papel onde havia o endereço, sabia o que teria que fazer, olhou para a arma que estava dentro da caixa.

Shun... - falou o homem pegando a arma e se levantando.

Precisava seguir em frente tinha que salvar Shun e só ele poderia fazer isso. Dirigiu pela cidade o mais rápido que conseguiu, o predio não era tão longe e logo encontrou o destino que queria, estacionou o carro e saiu escondendo a arma. Era no ultimo andar e logo percebeu que não havia muitas pessoas, perfeito para cumprir.

Pegou a arma e suspirou fundo precisava agir rápido, deu uma batida na porta e esperou, com o coração aos pulos sentiu todo os músculos doerem, a porta se abriu e ele apontou a arma.

Hei...calma - um homem de trinta anos falou levantando as mãos, Itachi entrou no apartamento fechando a porta. - Se você quer pó eu tenho de monte.

Cala a boca. - gritou ele nervoso e isso não passou despercebido do homem que pegou algo e atacou em Itachi fazendo-o perder o foco.

Seu desgraçado! - quando Itachi viu o homem estava com uma arma na mão apontando para ele. - como ousa entrar em minha casa e me ameaçar!

O tirou passou raspando na perna direita o que fez Itachi cair e deixar a arma ir para longe, antes do segundo tirou ele já estava de pé e correu para o cômodo mais próximo, mais um tirou e acertou a parede, entrou em outro cômodo e notou que estava na cozinha, tentou achar alguma coisa que pudesse usar contra o homem mas mais um tirou o fez tremer, esse passou perto do rosto, correu e caiu novamente na sala procurou pela arma e a achou, pegou e saiu correndo para o próximo cômodo onde era um quarto de criança, não havia saída estava perdido.

Agora vai morrer! - falou o homem atrás dele, quando ele apontou e apertou o gatilho a arma não disparou, havia ficado sem munição. - merda...

Larga a arma! - gritou Itachi apontando agora para ele. - de joelhos!

Calma cara, vamos negociar... - implorou o homem.

Cala a boca...- disse apontando a arma para o homem em sua frente.

Cara eu tenho filhos para criar...duas meninas... - chorou o homem.

Eu também tenho um filho, e preciso fazer isso se eu quiser vê-lo novamente! - e com os olhos fechados ele apertou o gatilho.

Nunca havia atirado em ninguém nem em arma havia pego, que quando disparou foi para trás, o som foi como um baque, então o homem na sua frente tombou para o lado com um tiro na cabeça, o sangue começou a manchar o chão, Itachi caiu de joelhos e vomitou.

Ainda tremendo e tonto pegou o celular e tirou a foto enviando para o endereço que havia, minutos depois a dica onde estaria o cartão de memória informou que estava dentro do cabo da arma, ele bateu no chão até quebrar assim pegou e assistiu o vídeo. Shun aparecia novamente dentro do poço com a água até metade da boca, chovia onde ele estava e logo estaria submerso, precisava ir logo antes que perdesse Shun, levantou e saiu do apartamento em direção ao motel onde estava a ultima dica, a ultima peça do quebra cabeça que levaria até seu filho.

Quinta-feira 10/03/12
19:50 da noite.

Nagato suspirou quando parou o carro em frente ao cemitério da cidade, sabia que era loucura mais Konan havia insistindo e se não tivesse cedido ela provavelmente não o deixaria em paz.

Acho que não vamos encontrar nada. - disse ele saindo do carro.

Precisamos tentar, estamos tão perto. - falou ela sorrindo.

Mais a noite não vamos enxergar nada. - nada que falasse iria fazê-la desistir.

Alguém usou o nome desse garoto. - falou ela quando procurava a lapide onde teria o nome Pain. - Pelo que você pesquisou, Pain morreu quando tinha 12 anos de idade, então alguém está usando o nome dele, afinal como ele pode ter ido na loja daquele seu amigo duas semanas antes?

Talvez um parente. - disse ele enquanto caminhava pelo cemitério a busca do tumulo.

Apesar de estará a noite por causa das luzes não estava escuro, havia poucas pessoas naquele horário, talvez pessoas com vergonha de ser vista em um cemitério, ou em busca de paz. Ouviu Konan o chamar e ele a achou em frente a uma lapide, ela sorria.

É esse. - disse mostrando a lapide. - Veja...tem flores aqui. - disse se aproximando e vendo que ainda estava vivas. - são orquídeas, e parece que são frescas...veja um origami!

Talvez achamos o assassino. - disse ele feliz, ela sorriu então alguém se aproximou, o coveiro.

Vieram ver o tumulo do Pain Masha? - perguntou o velho.

Sim...estamos procurando respostas...o senhor o conheceu? - perguntou Konan.

Não exatamente, eu sei da historia, triste historia... - disse fazendo ela o encarar.

O que aconteceu com ele? - o velho suspirou depois de uns minutos começou a contar.

Foi a trinta anos atrás, uma família humilde morava em um terreno perto da cidade, o terno seria uma construção de algum edifício e eles moravam lá por que invadiram, eram uma família muito pobre, a mãe trabalhava dia e noite enquanto o pai bebia tudo que achava pela frente, eram dois irmãos, Pain e...eu não me lembro o nome do outro, mais os dois eram muito ligados.

"Em um dia de chuva os dois estavam brincando na construção até que Pain caiu em uma vala onde ficou preso pelo pé, o irmão foi buscar ajuda do pai mais esse estava tão bêbado que bateu no coitado e deu as costas, o irmão sem saber o que fazer voltou para junto do irmão preso, e segurou sua mão sem poder fazer nada, viu o irmão morrer a folgado."

Meu Deus...que horrível. - falou Konan com lagrimas nos olhos.

É, depois daquele dia a família foi desfeita, tiraram o único filho e colocaram para adoção, o pai se matou anos depois e a mãe, bem dizem que está com problemas de memória, talvez tenha ficado doida de remorso ou coisa parecida. - terminou o homem.

E você não lembra do nome do outro menino? - Perguntou Nagato.

Não, ele era um menino quieto de mais, quase ninguém o percebia. - depois da conversa eles seguiram para o carro.

Então o que você acha? - perguntou Konan enquanto caminha para o carro.

Não sei, alguém está usando o nome desse pobre rapaz... - parou de falar quando viu Akira Son entrar no cemitério acompanhado por um segurança ele levava um buque de flores.

O que foi? - então ela se virou e viu o homem. - o pai de Deideira, veja aquilo são orquídeas.

Sem esperar ela correu para perto do homem se escondendo por entre os túmulos para pode ver, e sem surpresa nenhum ele parou em frente a lapide de Pain Masha depositando as flores, Nagato viu que ela iria fazer alguma coisa, ele a puxou levando embora.

Porque fez isso? Poderíamos ter pego ele. - reclamava ela dentro do carro.

Não temos provas, apenas que ele colocou umas orquídeas no tumulo do rapaz. - falou ele dirigindo.

Droga, e se for ele o assassino? Precisa prende-lo. - falou ela desesperada.

Tudo ao seu tempo, precisamos mais que isso para prende-lo. - enquanto dirigia sentiu a mulher ficar mais calma, precisava tomar uma providencia urgente, estava perto de mais.

Quinta-feira 10/03/12
21:00 da noite.

Hinata desceu do taxi em frente a boate "Bob's Green, Zabuza" onde entrou sem nenhuma complicação, estava cheia apesar de ser apenas quinta-feira, ela foi até o bar e pediu uma bebida, enquanto o moço preparava ela olhou o redor, havia gente de todas as idades, notou que havia umas meninas semi-nuas dançando em pequenos palcos, olhou mais para cima e viu que havia uma área restrita, onde havia dois seguranças.

"Deve ser ali que o dono da boate fica...preciso chegar até lá."

Ela se levantou e foi caminhando até área vip, tentou passar mais foi barrada, notou que havia um homem dando uns amasso em uma das dançarinas.

"Entendi, não tem outro jeito de entrar ali sem ser escolhida"

Foi para o banheiro e lá se arrumou, rasgou metade da saia deixando a mostra metade das coxas, abriu uns botões da blusa deixando a mostra o sutiã vermelho, passou batom, lápis de olho, blush e arrumou o cabelo.

Tomara que de certo. - disse para si saindo do banheiro.

Com o coração ao pulos foi até um pequeno palco e subiu, sabia que iria fazer papel de besta, mas precisava tentar, não sabia ao certo mais sentia que se conseguisse iria ajudar Itachi, era por ele que estava fazendo isso tudo. Então começou a dançar sem jeito, tentou imitar a moça do lado e teve sucesso, pois havia dois homens olhando-a sem piscar, fechou os olhos e deixou a musica a guiar então como se fosse magia o segurança se aproximou.

Você...o chefe está te chamando. - falou o homem ajudando-a a descer.

Hinata sorriu e foi para onde Zabuza estava, a mulher que estava lá saiu assim que ela entrou, ele a encarou e sorriu chamando-a com a mão.

Venha aqui gracinha. - falou o homem a puxando quando ela se aproximou. - você me deixou ligado.

Err...como...se chama? - perguntou ela sem jeito.

Zabuza, e você linda? - ele a tocou no rosto.

Hinata Hyuuga...err...será que podemos ir para um lugar reservado? - ele a encarou e sorriu

Hm...direito ao ponto...assim que eu gosto. - falou se levantando a puxando-a para perto.

O escritório ficava no andar de cima e Hinata reparou que ele tinha muitos seguranças, havia um na porta assim que eles entraram na sala Zabuza ligou o som, sentou no sofá e a encarou sorrindo.

Agora por que não dança só para mim. - falou ele sedutor.

Err...podemos beber antes? - falou ela nervosa, havia perdido a coragem e até o plano que tinha traçado.

Não, eu quero a dança. - ele falou, fazendo ela tremer.

Er... - ela começou dançar dura, não sabia fazer isso e percebeu que ele já estava ficando irritado.

Qual o problema gracinha? - perguntou ele irritado.

Eu...acho que me enganei... - começou ela mais ele se levantou e apontou uma arma.

Nada disso boneca, quando eu quero alguma coisa eu consigo, nem que seja na força. - falou ele apontando a arma. - agora vai dançar e tirar tudo para mim.

Sentiu o corpo ficar rígido ela começou a dançar, sem saber exatamente o que fazer foi abrindo lentamente os botões da blusa, viu que ele já não segurava a arma para ela, então ela olhou ao redor procurando alguma coisa que pudesse usar como arma, viu um abajur próximo.

"Deus me ajude, que isso o faça desmaiar"

Ele se levantou e venho para cima dela, era sua chance e foi o que ela fez, pegando o abajur o bateu com toda sua força na cabeça do homem fazendo-o cair desmaiado.

Nunca ameace uma mulher. - falou ela sorrindo.

Rapidamente ela o colocou na cadeira e arranjou alguma coisa para prende-lo, tirou a arma dele e deu um tapa na cara dele para acorda-lo, demorou alguns minutos e ele abriu os olhos, tentou se soltar.

Droga...sua vaca...o que você quer? - gritou ele.

Quero respostas, para que você alugou o apartamento? - perguntou ela seria.

Que apartamento? E porque acha que eu direi alguma coisa para você? - falou ele cuspindo nela.

Péssima resposta. - falou ela batendo na cabeça dele com o cabo da arma. - se não quiser morrer fale logo.

Há...acha mesmo que é capaz de matar alguém? Não tem coragem, não é assassina criança...ande largue essa arma e me solte que eu deixo você ir... -falou ele rindo.

Você pode ter acertado, não sou assassina mais sei de um jeito que você vai começar a falar rapidinho. - então ela pegou na parte intima do homem e apertou.

Ahhhh sua louca...solta... - ela apertou mais.

Se não falar pode dizer adeus para suas bolas... - apertou mais fazendo ele gritar.

Chefe está tudo bem? - a voz do segurança a fez gelar, então tampou a boca do homem e começou a gemer fingindo estar tendo um orgasmo.

Ai...ai...isso...assim...ahhh...ahhhhh - o homem a encarou sem acreditar então o segurança os deixou em paz.

Sua doida... - ela voltou pegar na bolas dele e agora apertar para valer.

Falei logo! Estou perdendo a paciência. - disse apertando mais ele gritou.

Não sei...eu só fui pago para alugar. - gritou ele fazendo ela parar de aperta.

Como? Quem te pagou para fazer isso? - ele suspirou.

Não sei ele me deu uma grana para dar um sumiço com um carro, depois veio me pedir para alugar uns apartamento, mais não disse para que seria. - falou ele.

Um nome. - perguntou ela ele riu.

É surda? Eu disse que não...AIIII - agora ela apertará com toda sua força. - Pain...sua vagabunda...Pain Masha...

Não foi tão difícil assim foi? - falou sorrindo, vendo que ele iria falar algo ela pegou a arma e bateu na cabeça dele fazendo-o perder os sentidos. - Pain Masha...otimo, um nome é uma pista.

Olhou ao redor pegando suas coisas saiu da sala e encontrou o segurança ali parado, sorriu e deu umas piscada para ele e foi embora, precisava de mais uma vez falar com seu velho amigo Kiba.

Quinta-feira 10/03/12
22:00 da noite.

Gaara estacionou o carro em frente a boate "Bob's Green, Zabuza", olhou em volta viu que havia muitas pessoas, sentiu um tremor mais tentou ignorar, precisava terminar com aquilo sentia que estava um passo de encontrar o assassino. Assim que entrou na boate notou que havia mais gente do que imaginaria, olhou ao redor a procura de alguém que pudesse ser o dono, encontrou uns seguranças perto de uma escada onde levava para o andar de cima.

Sou do FBI, preciso falar com seu chefe. - sem falar nada ele deixou o ruivo passar.

Subiu as escadas e ao se aproximar ouviu um barulho parecido com um tiro, ele entrou na sala e viu o corpo de Zabuza caído no chão com um tiro no meio da testa, se aproximou com cuidado mais como se tivesse visto a trás, desviou do taque do homem. Gaara olhou direito mais não viu nada a não sei um casaco de chuva bege e um chapéu que cobria o rosto.

Parado... - gritou o ruivo mais o homem avançou para cima dele e o acertou um soco em cheio.

Viu que deixou cair o óculos ARI ligado no chão, quando foi pegá-lo levou um chute no estomago. O Homem era forte e ágil Gaara estava levando um surra, quando foi jogado em cima da mesa o homem pegou uma espada que era de enfeite e tentou corta-lo ao meio, mais o ruivo o chutou na virilha fazendo-o perder o fôlego, Gaara caiu e quando se levantou o homem estava saindo da sala, correu atrás mais não encontrou.

Droga...- gritou o ruivo irritado voltou para sala para recuperar o óculos.

"Mais o que teria acontecido aqui?" Colocou o óculos começou a analisar a cena do crime, encontrou vestígio de sangue, que era dele, e do ZAbuza, encontrou um projétil da arma que matou o dono da boate, e encontrou uma digital diferente.

Hinata Hyuuga? - falou ele vendo a digital. - Mais o que ela fazia aqui?

Olhou com atenção e notou que havia digital dela por toda parte, até no próprio Zabuza, sem demorar muito ele saiu de lá e voltou para o hotel, assim que chegou encontrou Ino na recepção.

O que faz aqui? - perguntou ao vê-la.

Meu Deus, seu rosto, o que aconteceu? - perguntou ela vendo o ruivo todo machucado.

Acho que encontrei um suspeito muito forte. - disse ele já no quarto onde estava hospedado, havia deixado a loira cuidado dos seus ferimentos.

Porque não chamou alguém para ir com você, poderia ter morrido. - falou ela colocando remédio no corte da testa.

Chamar Sasori? - perguntou irônico. - e como está La na delegacia?

Um caos, Sasori só grita, quer achar Itachi de qualquer jeito. - respondeu a loira.

Ele por acaso sabe... - perguntou pegando em sua mão.

Não, ele não desconfia...mais é melhor me manter afastada, ele pode ser muito perigoso. - disse fazendo ele sentir incomodado.

Não precisa ter medo dele, eu...não vou deixar que ele te machuque. - falou se amaldiçoando.

Não falei essas coisas...posso achar que se importa comigo... - falando isso se levantou, mais ele a puxou para si.

E quem disse que eu não me importo? - falou ele a encarando-a.

Não...faz isso...e...eu...não brinque... - ele sorriu.

Não estou brincando Ino...eu realmente me importo com você...até mais do que gostaria... - falando isso ela a beijou.

Havia pedido essa batalha que tinha travado contra o desejo de ter aquela mulher para si, sentia tanta vontade de beija-la que chegava a doer, e saber que ela estava nas mãos daquele homem desprezível só fazia aumentar seu desejo. Ela também se entregou, ansiava mais que ele aqueles toques, aqueles beijos, quantas noites havia sonhado que estava nos braços daquele homem.

Depois de Sasori ela jurou nunca mais se envolver com ninguém, pelo menos ninguém do trabalho, ninguém ruivo, mais lá estava ela novamente, se entregando de corpo e alma para aquele ruivo que a fazia querer se redimir, como podia se sentir assim? Qual o poder que ele tinha sobre ela?

Diz que será só minha... - falou ele em seu ouvido enquanto a despia.

Eu...sou só sua... - repetiu delirante, como queria aqueles toques.

Então se renderam ao desejo colocando todas as diferencias de lado, deixando todos os problemas, os medos, se renderam ao desejo que um sentia para o outro, e pela primeira vez Ino se sentiu completa, se sentiu feliz.

Com Ino deitada em seu peito Gaara observava o teto tentado pensar no que tinha acontecido, havia se envolvido de mais com a loira, e sabia que agora não podia voltar atrás, sabia que ela estava fragilizada com tudo que estava acontecendo, que aquele ato tinha sido uma válvula de escape para ela, e para ele também. Sabia que não duraria, não assim ele nunca foi de ter relacionamento longos, e sem contar que não pertencia aquela cidade, teria que ir embora, teria que voltar para sua vida antiga, teria que deixar a loira.

Sexta-feira 11/03/12
01:00 da madrugada.

Hinata chegou no motel depois da boate, estava animada havia conseguido uma pista e estava doida para contar a Itachi, antes de ir para seu quarto ela passou no quarto do homem, assim que bateu notou que a porta estava apenas encostada, entrou devagar e viu que estava tudo escuro.

Itachi? - o chamou então ouviu um barulho.

Não se aproxime Hinata...eu... - a voz dele era baixa e rouca, sentiu uma imensa dor vinda dele.

Ela se aproximou e viu que ele estava sentado no chão do lado da cama, segurando a cabeça nas mãos, ele soluçava, Hinata se aproximou e o tocou na testa.

O que foi? - perguntou vendo grossas lagrimas saindo de seus olhos.

Eu...sou um assassino... - falou entre os soluços.

Não...Itachi..você é apenas um pai...- tentou acalma-lo.

Não...eu...matei um homem Hinata, eu atirei na cabeça dele. - revelou ele fazendo a morena recuar um pouco - vai embora...sou um monstro...

Não. - ela se sentou ao seu lado e o tocou no rosto - eu acredito em você, seja o que estiver acontecendo, sei que você é inocente.

Você...não existe sabia... - disse ele dando um sorriso fraco. - é meu anjo, que veio me salvar, não quero corromper você.

Não sou anjo...eu só sou uma mulher que gosta de ajudar estranhos em motéis. - brincou ela fazendo-o rir.

Hinata...só você para me fazer rir...- ele a olhava estranho ela sentiu seu rosto esquentar. - poderia te convidado para sair se fosse em outra situação...

Eu poderia aceitar... - respondeu então ele a beijou.

O beijo tinha gosto salgado misturado com menta, queria tanto aquele beijo desde que o vira, só agora que dera conta disso. Ele a beijou com cuidado apenas rosando os lábios, então ela o incentivou o beijando também, logo as mãos fortes dele a pegaram e a trouxeram para junto dele, como queria aqueles beijos, aqueles braços envolta dela. Ele a beijava desesperadamente como se precisasse disso para viver, não sabia se era por estar tanto tempo sem ter uma mulher em seus braços, ou era porque desejava aquela mulher que o ajudou sem perguntar nada, até ele confessando que acabará de matar um homem ela havia ficado ao seu lado.

A deitou no chão e tirou a blusa com cuidado queria apreciar com calma e senti-la para si, com a ajuda dela ele tirou a própria blusa com cuidado, devido aos ferimentos, como se tivesse em outro mundo, em um mundo perfeito sem nenhum tristeza, sem nenhum problema eles se entregaram um ao outro.


Olá Minna ^^

Queria pedir desculpas pelos erros de português, sou péssima nisso, mas acho que da para entender...
Peço também desculpas para aqueles que conhece esse jogo e acham uma besteira a fic.

Obrigado à:

Miiya-chan
Yuki-chann

Espero que gostem...

Até o próximo ^~^/