Biazinha Malfoy: Yeeep! Greys Anatomy! Huahauahuahauahaua! O melhor seriado ever! Fico feliz que tenha deixado review, é sempre bom! Espero que goste do último capítulo!
Mrs Butler: Ginny ficar com Blaise??? Uhm... I don't think so! Huahauhauahauahuahaua!
Miaka: nhaaaaaaaaaa, vi sua review no Aliança 3V... hauahuahauahauahua... a fic só foi postada lá antes porque foi tão logo o challenge saiu e enfim... XDDD
Terceiro Capítulo
"Você está me evitando, Virgínia."
"Você por acaso pegou os relatórios do bebê Schimitt?"
"Você está realmente me evitando."
"Ahá, achei. Por um instante achei que tinha perdido."
"Eu posso só saber por que você está me evitando? Assim eu paro de te encher a paciência."
"Certo, Cecília desmarcou as consultas do começo da tarde e transferiu para o começo da noite, isso me dá tempo para fazer alguns exames no bebê."
Draco perdeu a paciência. Pegou Ginny pelos braços e virou-a, forçando-a a encará-lo.
"Você vai me dizer por que está me evitando ou não?"
Ela desvencilhou-se dos braços deles ma continuou a encará-lo.
"Ouça, Draco, eu terminei com o Blaise hoje de manhã. Eu passei 8 anos sem quase pensar em você, e então você me aparece de repente e eu sonho com você... e com o Blaise... e era um sonho muito bom, mas por mais que eu pensasse em você durante esses 8 anos, eu não sonhava com você. E foi um sonho perturbador. E eu terminei com o Blaise hoje de manhã."
"Bom, eu gosto da parte de você ter terminado com ele, se quer saber. A princípio eu nem mesmo sei porque você se casou com ele, ao invés de mim."
"Ele me pediu em casamento, você não."
"Eu disse que te amava, Virgínia. E você disse 'eu vou me casar'."
"Você disse que me amava na festa do meu noivado, Draco. Você queria o que? Que eu te agarrasse ali mesmo e te jurasse amor eterno?"
"Era o que eu esperava, mas eu me enganei, não é mesmo?"
"Draco, você não podia esperar que eu fizesse aquilo. Era só sexo lembra? A gente sempre dizia, a gente sabia que era só sexo. Eu não podia simplesmente..." – ela parou.
"Não podia o que, Virgínia?"
"Admitir que te amava. Eu não podia decepcionar meus pais, eu não podia... simplesmente não podia, ok?"
"Eu também não podia, Virgínia. Não podia fazer, mas fiz. Você acha que foi fácil pra mim te dizer aquilo? Você ao menos sabe para quantas eu disse aquilo? Você foi a única, Virgínia, continua sendo a única. Eu adoro brigar com você porque você fica linda quando está brava, mas eu adoro mais ainda fazer amor com você."
"Fazer amor?"
"Não era só sexo, Virgínia. Nunca foi só sexo. Eu gostava de te ter na minha cama porque ali você era minha e de mais ninguém. Porque eu podia me refugiar no seu corpo e esquecer de todo o resto. Eu fiquei longe de você durante 8 anos porque eu não agüentaria ficar perto de você sem poder te tocar. Mas então eu soube que você tinha se divorciado e pensei 'por que não?'.
"Quando eu brigo com você, é porque quero um momento a mais ouvindo a sua voz, mas não tenho a coragem para admitir isso. Quando te prendo em meus braços, é porque quero um momento a mais sentindo o toque da sua pele e sentindo o seu cheiro.
Por isso, quando brigo com você, não é porque eu te odeio, mas porque eu te amo. E não é à toa que eu sempre cedo quando brigamos, porque eu ainda quero ter a chance de brigar com você novo, de cair em seus beijos, sempre tão inesperados e inesquecíveis.
Eu não quero estar com você sem estar com você, entende? Talvez eu devesse ter feito isso anos atrás, antes de você brigar com a sua família e passar tanto tempo longe de mim. Talvez eu nunca devesse fazer isso, e assim deixar você seguir com a sua vida.
Mas eu não me arrependo de um dia ter insistido por seus toques e seus beijos, por ter insistido por noites ao seu lado ou encontros no escuro. Tudo valeu à pena.
Eu prefiro brigar todos os dias com você do que fazer amor todos os dias com outra mulher."
As frases daquela carta ecoaram. Ela sabia aquelas frases decoradas. Ela adorava aquelas frases.
"Eu te amo, Virgínia. E estou dizendo isso de novo pra você." – ele falou, ao mesmo tempo que entregava a ela um botão de rosa negra com o laço vermelho. A rosa de Draco Malfoy.
Ela parou por um instante, observando a rosa e sentindo a maciez de suas pétalas, e o aroma, e o brilho.
E então ela estendeu a mão e puxou-o pela gravata. E pela primeira o beijo não foi apenas intenso e agressivo. Foi tempestuoso e desejado. Era um beijo de amor.
Draco colocou-a sobre a mesa e beijou-a. Uniu ao beijo os toques, daquela vez suaves, mas decididos e intensos.
Ele retirou-lhe a bata e desamarrou a blusa, enquanto ela afrouxou a gravata dele e desabotoou os botões de sua camisa.
Abraçaram-se, beijaram-se durante imenso tempo. Sentindo os toques que ambos conheciam tão bem, mas que estavam esquecidos por tanto tempo.
Ele passou as mãos pelas pernas dela, subindo pelo lado interno da coxa, fazendo com que a saia subisse e ele pudesse retirar a calcinha dela.
Beijou o pescoço dela com certa agressividade, fazendo-a gemer baixinho, fazendo-a suspirar. Desceu os lábios aos seios, sentindo-a tremer e vibrar. Voltou à boca enquanto ela desatava o cinto dele e a calça.
E Draco uniu-se a ela com tanta gentileza daquela vez, mas era ao mesmo tempo com tanta intensidade e... ela pôde notar... com tanto amor.
Ele movia-se contra ela de uma forma que só ele conseguia. Podia ser ao mesmo tempo suave e gentil, e também intenso e lascivo.
Entraram em êxtase juntos e abafaram os gemidos mais altos com beijos. Os melhores beijos.
Ficaram abraçados por muito tempo, deixando que as respirações aceleradas se acalmassem. Sentindo o corpo um do outro, o cheiro.
Afastaram-se e apanharam as roupas esquecidas no chão.
"O que isso significa." – ela o ignorou – "O que isso significa, Virgínia?"
"Arrume a sua gravata, Draco."
"O que isso significa?"
"Eu estava de calcinha, você viu?"
"O que raios isso significa, Weasley?" – ela apanhou a calcinha sobre a mesa e vestiu-a, depois virou-se para Draco.
"Significa que estamos juntos." – ela sorriu e depositou um beijo na boca dele – "E arrume a sua gravata!"
x.x.x
Ginny suspirou e sorriu. Olhar aquela cena era uma das melhores coisas de sua vida.
Draco dormia na rede e tinha em seu peito um pequeno bebezinho loiro, que acompanhava a respiração do pai.
Mark ainda era tão pequenino, mas se parecia tanto com o pai. Os cabelos loiros, os olhos ainda não tinham cor definida, mas Ginny sabia que ficariam tão cinzas quanto os de Draco. Ela só não sabia se a personalidade dele seria como a do pai.
Ela aproximou-se e viu, sobre a mesinha, ao lado da rede, uma rosa negra em um vaso e uma carta. A rosa que Draco fazia questão de mudar todos os dias e a carta que ele lhe dera tantos anos atrás. Deitou-se cuidadosamente na rede, enroscando-se no corpo dele e acomodando-se. Ele abriu os olhos e sorriu para ela de um jeito débil. Ela beijou a boca dele suavemente e Draco fechou os olhos e voltou a dormir. E ela adormeceu alguns minutos depois. Feliz.
Agora ela tinha a certeza de que existem vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la. Ela tinha motivos para preencher uma vida de ódio por ele, sua família, sua história, suas brigas. E apenas um que o tornava o homem de sua vida: ele a completava em todos os sentidos.
FIM
Por Rebeca Maria
Em 9 de Março de 2007
Nhaaaa... eu não tive tempo de atualizar antes do dia 6... desculpem... mas cá está o último capítulo da fic. Espero que tenham gostado!
