Gente desculpa pela demora, mas eu tava estudando muito, bem eu to no terceiro ano do ensino médio, tipo eu tenho que estudar pro vestibular, mas já passou essa fase e só to aguardando o resultado to mais aliviada, então eu retornei.

Pessoal eu cometi um erro gravíssimo no primeiro capítulo, por favor me perdoem, eu escrevi Tokingin no lugar de Tenseiga logo no começo; é um erro bruto eu sei...Mas eu prometo que não vai acontecer de novo; é porque eu tava com muito sono quando eu fiz essa fic... Desculpa ta?

Outra coisa, eu, Nathalia Siqueira Duarte, agradeço a todos que deixaram review pra mim ta? Capítulo que vem eu coloco o nome de todo mundo ta? Agora eu to sem tempo! Mas eu estou muito grata! Beijos e até a próxima.


Capítulo II: O quarto secreto

Rin chegou em casa voando, realmente ela não sabia o que tinha acontecido e temia pelo pior, podia ser qualquer coisa: a casa podia ter pegado fogo, a mãe poderia ter caído da escada, sei lá qualquer coisa, porém ela não temia que iria acontecer algo que nunca imaginaria...

- EU NÃO ACREDITO! VOCÊ TIROU DO MEU TRABALHO POR ISSO. – Rn gritava com Kohaku.

- Mas é o seu gato...

- Está bem... É o meu gato, mas gato tem sete vidas, mas mesmo assim – ela com cara de choro - Ele poderia ter morrido, mas não aconteceu... Era só isso?

- Agora eu vou ter que correr para o restaurante para ver se Yazoi ainda está lá.

- Rin, eu tava com saudades suas...

- Desculpa Kohaku, não dá pra namorar agora, acho que sábado nós não poderemos sair também, tenho muito trabalho... – Rin estava se esquivando de Kohaku.

Há algum tempo o namoro deles dois não ia muito bem, eles estavam brigando muito, realmente estavam em crise, Rin jurou ter visto Kohaku com Kirara e aquilo foi realmente uma coisa horrível que Rin viu e nunca mais irá esquecer. Ela não contou nada, não fez alarme, não era de ficar fazendo barraco. Só que ela mudara com ele, ficara mais fria e mais distante e ele, nada besta, percebeu. Porém, tudo que ele fazia não animava Rin, nem jantares, cinemas, flores, nada e meio que os dois estavam dando um tempo um ao outro.

- Kohaku, eu preciso de um tempo, de noite eu venho ver o meu gato... Preciso ir – Falou e virou de costas e se foi.

Rin voou para o restaurante e ainda encontrou Yazoi lá, a família já tinha almoçado e já estavam quase de saída.

- Rin! Você é bem pontual né?

- Sim senhora!

- Já almoçou querida?

- Já sim, comi pelo caminho. – Mentiu.

Rin estava morrendo de fome, mas não ia incomodar Yazoi.

- Vamos então. Rin agora eu vou lhe ensinar o esquema da empresa, tudo bem?

- Ah claro!

As duas foram para empresa novamente, Sesshoumaru e Kikyo também foram para resolverem algumas coisas. Sesshoumaru não parou de olhar para ela, ele sabia que aquele sentimento do passado não havia mudado mesmo depois de tantos séculos, na verdade ele nunca aprendera a esquecer ela.

Tudo ocorria bem, o dia foi bem tranqüilo até o celular de Rin tocar. Ela rapidamente pegou o celular e viu que era mensagem de sua amiga Kagome.

"Amiga hoje vamos nos encontrar no Café, hoje vamos comemorar o aniversário de Sango, não falte e leve presente. Hoje 20h. Beijos"

A morena riu, a amiga ia fazer 20 anos e ela precisa ir ao shopping, ela guardou o celular, e continuou o seu trabalho, quando deu umas 15h ela já tinha feito todos os relatórios e entregou a Yazoi, então as duas seguiram até a casa de Yazoi, a empresária queria mostrar a sua coleção pessoal para menina.

- Rin, você tem algum compromisso hoje à noite?

- Perdão madame, mas eu tenho.

- O quê?

- Hoje é aniversário de uma amiga minha.

- Hum... Chegamos!

Elas caminharam até o escritório da Yazoi e ela a Rin se sentiu como se estivesse no passado tantos quadros, tantas coisas antigas...

- Nossa! Parece tão familiar essas coisas a mim. – Pegando num vaso de flores.

- Como assim Rin?

- Sabe a sensação de que você já viu alguma coisa, mas na verdade nunca viu? Tipo um dejavú...

- Eu não acredito nisso, ou conhece ou não, vai ver que na sua vida passada você teve igual.

- Acho que não...

- Venha Rin vamos ver aqui alguns modelos de kimono social...

Rin realmente achou tudo tão familiar, principalmente quando ela viu os kimonos, todos davam nela, todos tão lindos de todas as cores e tinha um especial, um pra criança... Laranja quadriculada com bolinhas verdes.

- Que lindo! Esse kimono ...

- É familiar também? – Perguntou Yazoi ironicamente...

- É... Só que uma vez eu sonhei com esse kimono numa menina, só que eu não conseguia ver o rosto dela, parecia uma menina de era feudal...

- Sério? – Yazoi estava assustava, apesar dela já saber toda história...

- Estranho né?

- Entendo... Bem, o meu objetivo, com esses kimonos, é voltar ao passado... Eu queria leiloar num desfile de modas, o que acha?

- Uma idéia ótima.

- Eles foram de uma Lady muito importante...

- Qual o nome dela?

- Me falha o nome dela agora... Mas quando eu lembrar eu digo. – Yazoi estava ocultando alguns fatos.

- Senhora, eu preciso ir ao banheiro, bebi muita água, permita-me, por favor?

- Sim, o banheiro é a segunda porta à direita.

- Obrigada e licença.

Rin se retirou só que na hora que Yazoi falou ela não prestou atenção se era direita ou esquerda então ela entrou na esquerda. Acendeu as luzes e deixou a porta entre aberta pensando ter fechado Rin, assustada, deu de cara com um espelho enorme era lindo, todo bordado de ouro e parecia tão misterioso, ali não era o banheiro, só que ela ficou muito curiosa e deu uma "pequena olhada" pelo quarto.

Era um quarto lindo, tinha vários cabides com kimonos antigos, vasos, arco e flechas, espadas, escudos, jóias, brinquedos, enfeites, livros... Tudo chamava a atenção de Rin, principalmente um quadro na parede, havia uma linda mulher sentada numa cadeira com um kimono rosa e ao lado dela havia um homem, ou melhor, um yokai, segurando uma tulipa rosa, ela estava sorrindo e estava com um colar lindo parecia que eles eram casados, tinham acabado de se casar e nas mãos da mulher havia um livro de capa vermelha com uma pena branca dentro e ao longe atrás deles podia se ver um espelho grande parecido com aquele da entrada do quarto.

- Ela... Ela se parece muito comigo, que incrível, e ele... Parece... – O seu celular tocou, interrompendo todos os seus pensamentos. Era Kohaku.

- Oi Kohaku – Falou bufando. – fale rápido, estou no trabalho.

- você vai ao aniversário de minha irmã?

- É lógico né? – Rin deu uns paçinhos para trás e esbarrou numa mesa e acabou derrubando uns prato e talheres de metais.

- PUTA QUE PARIU! – Exclamou

- Rin, que boca suja!

- Kohaku vai se a merda! – Desliga o telefone. – Espero que eu não tenha quebrado nada...

- Eu também espero.

Rin parou e rapidamente de sua cor branca normal virou branca albina, parecia que seu sangue tinha sumido, estava gelada e em sua mente dizia: " Não é um fantasma, não é um fantasma"

Então uma mão a tocou...

- Vai ficar ai parada?

- ! FANTASMA! – Ela virou e viu que não era um fantasma.

- Por favor, pelos céus abaixe essa faca! – Ela havia pegado uma faca, fosse fantasma ou não ela ia matar alguém.

- Ai que susto é alguém vivo! – Seu coração estava em ritmo acelerado. – Quem é você?

- Sou Inuyasha! – Tirando a faca da mão dela. - Eu vi a porta aberta então resolvi entrar e vê quem estava aqui dentro.

- Desculpe-me... Eu estava atrás do banheiro...

- O Banheiro é a outra porta...

- É que eu me confundo muito com esse negócio de esquerda e direita, foi isso...

- Devia ter saído de imediato, esse quarto é restrito, só o meu irmão entra aqui...

- Agora você e eu... Desculpe é que eu fiquei tão comovida com a luxúria que existe aqui e tanta coisa antiga, perdão! Eu fiquei encantada.

- Normal... Agora vamos sair daqui antes que ele chegue... Só que eu tenho uma pergunta pra você...

- Pode perguntar...

- Como conseguiu ver a porta?

- Como assim?

- Nada esquece...

- Agora quem tem uma pergunta sou eu. – Ela parou na frente de Inuyasha e viu-o fechar a porta do quarto.

- Fale. – Virando-se pra ela.

- A mulher do quatro... Ela... Quem é?

- Por que você quer saber?

- A senhora Yazoi vai fazer um desfile pra leiloar alguns kimonos antigos de uma Lady aí... Só que o kimono que eu vi naquela mulher era igual a um que vi na seleção de Yazoi...

- Ela foi uma Lady muito importante...

- Isso não faz sentido...

- E não faz sentido você querer saber quem foi a "Lady".

- Está totalmente errado, eu sou a secretária de Yazoi, e ela vai fazer um desfile, algumas pessoas vão perguntar de quem foi, em que ano foi feito e essas coisas... E eu preciso saber...

- Eu adoraria te contar, mas não posso...

- Você não pode falar aqui né?

- Esperta você.

Pegando rapidamente uma caneta e um papel anotou um endereço e alguns números.

- Hoje eu vou está nesse local a partir das 20h. É aniversário de uma amiga minha pode ir se quiser... Lá a gente conversa.

- Quem te garante que eu vou?

- Não sei! Já sei! Não me faça entrar no quarto novamente, vou vim quase todo dia aqui até o leilão.

- Ta bom.

- Às 20h. Agora eu vou ao banheiro na porta certa.

Inuyasha riu e olhou o papel...

- Talvez eu me divirta, faz tempo que não vou pra um aniversário... - Saiu andando até seu quarto e passou enfrente ao escritório de sua mãe.

- Me explica mãe, como ela conseguiu vê a porta?

- Ela viu a porta? – yazoi espantada falou.

- Sim! Ela confundiu a porta do banheiro com o quarto de bugigangas do Sesshoumaru.

- Não sei te dizer filho.

- É sempre um mistério... Pensei que humanos comuns não pudessem ver a porta.

- Também pensei filho. – Yazoi ainda estava confusa.

- Bem mãe, eu já vou, tenho uma festa hoje.

- Festa?

- É segredo. – Inuyasha saiu do escritório de sua mãe e foi direto pro quarto.

Alguns minutos depois Rin chega, bem mais calma do ocorrido. Na verdade, ela ainda estava meio perturbada pelo falo que ela e Kohaku brigaram, ela precisa terminar.

- Rin, eu quero que você escolha alguns kimonos, os mais bonitos pra você.

- Sabe, eu sinto com ciúmes desses kimonos, o fato do leilão, me perdoe senhora Yazoi.

- Tudo bem...

- Mas são quantos kimonos?

- Uns 5 só.

- OK.

Então Rin passou a tarde vendo kimonos, experimentara alguns riram, contou piadas, anotou algumas coisas até que chegou a hora de ir.

- Obrigada por ter tido paciência Rin.

- Esse é o meu trabalho né?

Elas se despediram e Rin foi pra casa, chegando lá tomou um demorado banho para se arrumar e ir pra o aniversário, antes que pudesse entrar no banheiro o seu celular toca.

- Eu espero que não seja o Kohaku. – ela pegou o telefone e atendeu, era um numero diferente. – Ainda bem! Não é o Kohaku, alô?

- Alô? Rin?

- Sim, sou eu mesma.

- É o Inuyasha, eu vou pra festa ta? Só pra confirmar...

- Ta bom.

- Escuta, você quer que eu te pegue ai na sua casa?

Rin pensou um pouco antes de responder, se Koraku a visse saindo do carro com um cara diferente ele ia morrer de ciúmes, e daí? Ela queria terminar com ele mesmo, achou uma ótima oportunidade. – Sim, eu quero sim, daqui 1h pode ser?

- Sim, ah outra coisa quantos anos tem a sua amiga? Sabe eu quero comprar um presente pra ela, só pra não chegar lá sem nada.

- Ah ela vai fazer 20 anos. Ah compra mim também? Não deu tempo pra eu comprar o presente, eu te pago! Olha eu quero que você compre um conjunto de réguas vai dá 100 iiês.

- Um conjunto de réguas? HAHAHAHAHAHAHAHAHA Não tem outra coisa pra dá não?

- Não! Ela é Arquiteta e precisa renovar o seu conjunto de réguas.

- Ah ta explicado! Ta bom eu compro.

- tchau.

- Tchau.

Rin Então voltou a tomar banho, logo depois iria se arrumar esperar Inuyasha.

Flash Back

Já fazia 10 dias desde que a Rin havia sido cremada, Sesshoumaru estava muito abatido e ao mesmo tempo muito furioso consigo mesmo e com quem preparou toda essa armadilha.

- Rin! Eu vou vingar sua morte... Nem que seja a última coisa que eu faça. – Ele falava enquanto arrumava o seu kimono preto, estava preste a enterrar as cinzas de Rin. Era um momento muito difícil para Sesshoumaru.

Estava chovendo já alguns dias e não era uma chuva qualquer era uma chuva forte, na verdade todo reino estava de luto pelo o ocorrido, o castelo fora reconstruído a moda antiga, a mesma arquitetura, tudo igual, Sesshoumaru não mudou nada, apesar da chuva.

- Sesshoumaru-sama, Ah-Uh está pronto. – Disse Jaken.

- Já estou indo Jaken. – Enquanto Sesshoumaru descia as escadas do castelo e chegou até o jardim, viu que a metade desde havia sido destruído, se salvava poucas coisas, antes do velório Sesshoumaru passou por lá, viu que algumas tulipas rosa, vermelhas e negras estavam lá sobrevivendo, olhou bem e viu que havia algo enterrado entre as tulipas, Sesshoumaru rapidamente desenterrou. Era uma caixa e dentro dela havia três coisas. Um Livro vermelho com uma pena branca dentro, um colar e pétalas de tulipas rosa. Achou estranho e guardou a caixa no seu quarto e seguiu para o velório.


Continua...