NA: Desculpa, mas no último capitulo eu disse sobre a capela que tinha uma chama e a Sara colocava éter (altamente inflamável) perto e não expliquei o que era. Vamos lá... É um instrumento encontrados nos laboratórios que manuseiam produtos químicos e é usado em experimentos que envolvam cheiro forte, a capela tem um exaustor que puxa o ar para fora, ou combustão. Tipo, medida de segurança.
Capitulo 2 - Antes só que má companhia... Pensando bem, antes má companhia do que péssimmAAA Companhia!
Odeio Quartas Feiras
Eu me dirigi lentamente para fora da SUV do LAB naquela noite. Estava chovendo e fazendo frio. Será que seria pedir demais para as pessoas escolherem um dia calmo e ameno pra morrer? Ah, certo! As pessoas geralmente não querem morrer. Nesse caso, melhor pedir aos assassinos, apelo de Sara Sidle: Escolham o turno diurno e de preferencia em um local próximo da cidade. Dê preferencia aos locais com movimentação, é menos óbvio, e por favor mesmo… Se é pra se entregar com serviços mal feitos, como deixar traços de genes e impressões… Façam logo um cartaz com seu nome bem grande e seu endereço, você só irá nos poupar tempo e quem sabe você não ganhe um atenuante?
Como eu estava vendo, essa quarta feira definitivamente não era meu dia… Estava eu em meu sofá vendo mais um episódio de House MD (Sou fã do House de paixão, Ele é meu ídolo! Genial!) com um pacote de pipocas na mão, vendo ele mais uma vez (reprise, aquele negocinho que rebobina a cena várias vezes que ganhei de presente do Nick de natal) sem graça porque a Camerom só aceitou voltar se ele saisse com ela e o Wilson rindo dele e fazendo piada com o paciente!
Essa é uma cena que quem ama a série como eu gosta de ver e que é raro: House sem graça. Eu estava assistindo esse episódio lá pelas 3 da tarde quando meu aparelho celular toca. Era Grisson. E eu pensando, ele finalmente decidiu que vai dar uma chance a nós dois. Pra atender e sentir o chão sumir sobre os meus pés.
E eu não sou dramática. Se fosse você faria a mesma coisa.
- Sara? – a voz estava cansada. Eu senti pena, ele trabalhou naquele turno comigo por duas horas e foi embora. E olha que ele estava a 24 horas de plantão.
- Sim? – eu disse sugestiva. Você sabe, pro caso dele realmente estar tentando tomar coragem.
- Plantão extra agora as 5. – ele disse pausadamente. E eu me xinguei mentalmente.
- AH… - eu soltei com um sorriso meio forçado enquanto voltava a colocar House pra rodar.
- Nos vemos no Lab – ele continuou.
- Certo – eu disse na minha voz que só saia assim pra ele.
- Ate – ele desligou e eu fiquei com a impressão de que talvez ele estivesse chateado
Foi impossivel não deixar que uma certa nota de amargor tomasse conta da minha voz. Eu estava particularmente cansada depois de mais um turno de extenuante trabalho, eu havia chegado em casa a menos de duas horas e tendo que sair de novo. Não que eu fosse dormir. Eu já havia parado de tentar essa façanha ultimamente, tiraria um cochilo ao menos no Lab e voltaria para as minhas pílulas mágicas.
Pela sorte que eu tinha, era bem capaz de chover torrencialmente, eu ter que fazer turno no Lab com o Warrick de novo, ou pior, fazer turno com a Curtis!
Definitivamente eu prefiria milhões de vezes Chuva e Warrick, milhões de vezes meu pior dia do que a minha ruina.
Estavamos em um lugar que pelo que eu via, era longe, lamacento, cheiroso (diga-se de passagem, um prendedor de nariz é altamente necessário se você não quiser morrer sufocado) e em uma verdadeira cena de crime flutuante.
Eu avistei a cena de crime praticamente no mesmo instante em que saia de minha carruagem, era no meio daquela pista, no parque de diversões do NICK.
O que? Você não sabia que Nick não é chamado de Couboy apenas por gostar de músicas country?
Sair com Nick é literalmente embarcar em uma aventura. Não que não seja divertida. O problema é que provavelmente você irá acabar em um parque temático country, rodeada de peões e seu chapéus e um montão de marias peoas que não usam nada mais atual do que uma blusa amarrada na cintura com seus shorts. Nada contra. Mas vestir só isso em pleno inverno é o mesmo que amarrar uma faixa de neon na cabeça:
Sou uma otária!
Porque só um idiota realmente faria algo pra chamar atenção que fizesse o próprio corpo padecer, e na melhor das hipóteses pegar uma hipotermia!
Aquela noite ele me levou para um rodeio, sabe que até achei divertido? Era mesmo, muito divertido ver aqueles machões subirem em um touro bravo em busca de glória e encontrar o fracasso ao ter que recolher o orgulho espalhado pela arena de areia.
Essa foi a parte divertida. O chato é poder ter visto o Nick levar a maior surra de um cavalo nos tambores e não poder contar pra ninguém, porque você também levou uma ovação de uma indefesa ovelha!
Se alguém aqui comentar isso, se considere uma pessoa morta socialmente! Estão avisados.
Eu avistei Nick, Sanders e Curtis em volta do que supus ser o curral. Estavam atarefados tentando recolher tudo o que desse do local. Eu parei ofegante. Vendo que meu avanço era mais lento e retardado pelo peso do meu kit (corra com quase 10 kg na mão e você irá me entender) e simplesmente parei no meio do caminho e o deixei ali coberto com a minha capa de chuva.
Eu não iria precisar dela se perdessemos mais alguma informação que pudesse estar escondida ali. Se eu sou louca de correr sem capa na chuva? Louco é alguém que além de não tentar ajudar, fica que nem uma pata desorientada, correndo de um lado para o outro com as galochas e capas na mão parecendo uma pata choca com as botas atolando na lama a todo instante.
Eu consegui retirar apenas uma jaqueta, um aparador de grama e uma lata de cerveja. E estava muito ofegante quando depois de 20 minutos Catherine e Grisson chegaram a SEDE daquela fazenda.
- Sara? – Catherine me olhava absimada. – Você está ensopada.
Me diz algo que eu ainda não saiba?
- Eu estou bem… - eu dei de ombros, fingindo uma tranquilidade e bem estar longe do que realmente eu tinha. – Chegaram cedo… - eu disse em tom debochado. 5 da tarde e 7 da noite eram quase o mesmo horário.
- Grisson e eu nos enrolamos com Ekclie. – ela disse em tom conciliador – Vamos lá pegar um cobertor.
Eu e ela nos afastamos para próximos dos outros, Curtis não perdia tempo pelo que eu via. Estava conversando em um tom baixo com Gil que passava um cobertor ao redor dela. Prestativo ele, vocês não acham?
Aquela descarada. Ela chega em menos de dois meses e já quer levar tudo o que eu tinha? Tudo bem, o Gil não era meu. Mas, não era justo que ela ficasse com ele. Não depois de eu o amar por quase 6 anos.
- Onde encontrou o cobertor Gil?
- Acho que era o último – ele disse a Catherine, aparentemente não me vendo. Eu odeio a Curtis por isso.
Eu tentei me esfregar atras da pilastra em que me refugiei deles. Idiota. Quem mandou deixar o kit protegido e a si mesma encharcada?
O kit…
Ah não! Ele ainda estava na chuva. Saí apressada de meu esconderijo rumo ao carro. Continuava a chover.
- SARA! – eu ouvi alguma voz me gritar enquanto me abaixava e tirava o kit do chão o levando de volta a grande varanda onde estavamos. Dessa vez eu não me importei em correr, além de cansada, eu já estava molhada.
Senti que alguém tirava o kit de minha mão e corria comigo de volta a fazenda. Eu agora estava tremendo ao sentir o frio que começava a acentuar.
- Está maluca? – ele me repreendeu. Eu me senti confortável com seu tom de voz. Parecia preocupado e não somente zangado.
- O kit… - eu balbuciei enquanto ele envolvia uma toalha ao meu redor e me apertava junto a ele, me esfregando como eu mesma tinha tentado já. Será que não vendiam Gil Grisson embrulhado para presente?
- O kit não é mais importante que sua saúde. – ele me disse frio continuando a tarefa. Eu observei que ele estava com aquela famosa expressão autoritária e brava que eu achava linda nele, embora só achasse quando o objeto da sua atenção não era a minha pessoa.
Mas hoje eu não me importava que fosse eu a pessoa que recebesse aquele olhar dardejante. Eu estava aproveitando o máximo a proximidade que ele havia colocado entre os nossos corpos.
- Melhor? – ele perguntou me encarando e mais uma vez eu perdi a linha de raciocínio, fitando aqueles olhos azuis.
- O que você disse? – eu balbuciei e podia jurar que vi um começo de um sorriso aparecer no canto dos seus lábios.
- Parece que já esta melhor – ele disse me dando outra toalha e indo em direção a um chamado de Catherine. Eu tinha que ter me deslumbrado por ele de novo? – Fique quietinha aqui, sim? – Ele disparou parecendo pressentir que eu iria voltar a chuva assim que ele virasse as costas. – É uma ordem!
Aquele sorrisinho convencido me deu ganas de assassinar Gil Grisson. Convencido. Todos estavam na chuva mais uma vez, como eu podia ver agora. Levantei-me indo em direçao a David que estava ocupado com o corpo, juntamente com a Curtis.
- Você acha que foi proposital? – a descarada perguntava melosinha para ele. Pelo que eu podia ver era um rapaz de não mais que 25 anos e que tinha um furo no centro da barriga, deveria ter pegado em cheio o fígado dele.
- Hora da morte estimada a provavelmente 5 horas atrás – David anunciou tirando o termometro de dentro do fígado. – Laceração de algo pontudo e afiado.
- Você acha que possa ter sido um animal? – eu indaguei me lembrando de algo parecido que vi na TV na semana passada, ocorrido nas famosas touradas de rua espanholas. – Chifres, talvez?
- Você acha que possa ter sido um touro? – Curtis me olhou, ainda enrolada naquela toalha, como se disso dependesse a sua vida. Provavelmente não me tinha visto com Gil, ou o humor dela estaria pior. Se é que esse fato era realmente possivel.
- É provável. – David opinou – Tivemos um caso desses a algum tempo. Não que o caso tivesse realmente sido ocasionado por um touro.
Eu me lembrava vagamente do ocorrido a cerca de uns dois anos. Atropelamento de um portador de sindrome de Down. O Nick e eu que eramos responsáveis. As pessoas matavam por tão pouco, e naquele caso mais especificamente por alguém ignorante o suficiente para saber que a amolação que ele se referia era nada mais e nada menos que gestos de carinho e admiração.
- As pessoas matam por tão pouco – Sofia soltou lentamente.
- As pessoas não são é capazes de dar uma chance a si mesmas de estarem erradas – eu disse me lembrando daquele menino.
- As pessoas só são capazes de julgar o que elas julgam ser o certo.
Eu senti um estremecimento involuntário ao ouvir aquela voz ao meu lado. Ele se abaixou sobre o corpo da vítima recolhendo algo que retirou do coz da calça, aparentemente sobre a fivela.
- Sofia. Você poderia acompanhar David ao lab para acompanhar a autópsia? – ele disse sem erguer o olhar, anotando algo no pulso.
- Claro – ela disse me olhando estranho. Acho que com alguma espécie de conhecimento sobre algo que eu não captei. Parecia estar me avisando. Eu dei meu melhor sorriso debochado. Ela e as paranóias dela. Que se roesse de ciúmes por Grisson não querer sua preciosa presença naquele momento. Azar o seu, queridinha.
1X0 pra mim. Sem eu ter feito nada. Eu pagava por aquela cara de brava de Curtis pra qualquer um que conseguisse a proeza.
- Vá com Sara. – ele me olhou e meu sorriso sumiu. Droga.
Nos encaminhamos a Suv que eu havia vindo dirigindo, já que ela havia vindo com Nick e Greg e eles ainda iam ficar.
- Você quer passar em casa para trocar de roupa? – ela me disse assim que tomamos a estrada, atrás do carro de David. Parecia simpática. Ela precisava mais do que meia dúzia de palavras bonitas para ganhar minha amizade. Pensava que eu iria cair fácil na dela?
- Acho que estou bem assim – eu disse me recusando a aceitar sua ajuda. Apesar de estar morrendo de frio com o aquecedor ligado ao máximo. De qualquer forma colocaria um macacão do Lab quando chegassemos.
- Tudo isso para não aceitar minha ajuda? – eu inconscientemente tirei meu olhar da paisagem escura da janela e olhei-a. Isso foi direto.
- E porque tudo o que eu faço tem que girar em torno de você?
- Desde quando tudo o que eu faço você leva como ofensa. – ela me disse entrando na auto estrada. – Queria entender o seu problema.
Eu não respondi aquele olhar cheio de compreensão. A ignorei. Era tudo o que eu precisava. Curtis bancando a psicologa comigo.
- O Grisson diz sempre que você tem esse jeito fechado com todo mundo. – ela disse no mesmo tom gentil da conversa toda – Pensei que podiamos ser amigas.
Hahahaha. Era uma piada. Você queria roubar meus amigos, o homem que eu amava e ainda queria que eu fosse sua amiga? Alguém por favor me acorda desse pesadelo?
- Trabalhamos juntas. – eu me limitei a responder. Optando por não ser grosseira gratuitamente. Não quando ela podia chegar para Grisson e relatar aquilo. Não que eu estivesse com medo. Mas era preferivel aturar Curtis, do que tres dias enlouquecedores em meu apartamento.
- Você gosta dele. – isso não era uma pergunta. Eu engoli em seco, tentando manter o restinho de autocontrole que ainda me restava. A jezebel sabia.
- Você se importa de parar de querer adivinhar as coisas de que não te interessa?
- Desculpe. – ela me disse – Eu pensei que os boatos tivessem um fundo de verdade.
Eu mataria o linguarudo que tivesse espalhado aquilo. Mas isso me fez pensar. Será que eu era tão óbvia assim? Droga. Eu podia estar em casa assistindo House. Eu podia ter simplesmente ignorado a Grisson. Eu queria que um buraco se abrisse sobre meus pés. O que eu achava que enganava? Eu não conseguia ficar longe dele. Eu não conseguia manter minha expressão inalterada, não importava o quão brava eu estivesse.
Tudo sumia quando eu o tinha por perto.
E era óbvio que como muitos já tinham suposto, ele sempre soubera.
- Sara? – ela me chamou e eu olhei desinteressada para ela. - Não sei o que tem contra mim, mas poderiamos tentar nos dar bem?
O que eu realmente tinha a perder?
Isso mesmo: NADA. Porque no fim das contas eu não tinha nada.
- Eu não tenho nada contra você – Mentira! Eu disse quando desci da Suv.
- Parceiras, ao menos no trabalho? – ela pareceu sincera. Ela era esperta, no fim das contas. Eu admiti a contragosto.
- Ok.
Terminamos a autópsia 3 horas depois. Eu havia me enfiado no macacão azul de perícia. Estava na sala de convivencia. Acho que cochilei no sofá, porque quando acordei vi uma manta sobre mim e que já entrava claridade pelas persianas abertas. 6:09 da manhã. Me espreguiçei mal me dando conta de que era a primeira vez em meses que dormia por mais de seis horas sem remédios.
A sala estava vazia. Provavelmente alguns já deviam ter ido embora. Levantei-me sentindo a cabeça latejar e me encaminhei para a sala de Grisson, ver se eu estava liberada. Ou ainda teria que fazer algo.
- Sidle! – A voz de Sanders veio do aquário que era a sala de DNA.
- Sanders! – eu sorri ironica.
- Melhor? – ele me disse preocupado e eu arquei as sombrancelhas. – Sofia me contou que você praticamente desmaiou na sala de autópsia.
Ah. A boa samaritana. Sabia que devia ter algo por trás de tanta boa vontade.
- Eu só cochilei.
- Sei. – Ele disse pegando a pipeta e adcionando um líquido ao tubo de ensaio, antes de colocá-lo na centrífuga – Então, vai me dizer agora que ela fez tudo isso de propósito para chamar a atenção de Grisson? – ele arqueou as sombrancelhas – Ele só chegou no Lab as duas da manhã…
- Vai plantar soja no meio do asfalto Sanders. – eu disse e vi aquele sorriso sabichão se alargar naquele rosto.
Sai da sua sala ainda ouvindo: brincadeirinha Sara, acompanhado de suas risadas. Me encaminhei pelo corredor e parei no batente da sala de Grisson. Ele não estava na sua mesa habitual. Me virei para procurá-lo em outro lugar, mas estanquei ao ouvir o som do que parecia ser sua risada.
Eu procurei com o olhar e o vi, sentado atrás da estante, com alguém. Me aproximei devagar da prateleira que continha sua coleção particular de insetos. Próxima o bastante para ouvir e escondida para que eles não me percebessem.
- O nosso jantar amanhã, esta de pé? – Era a Curtis. Eu implorei a qualquer coisa para que ele não dissesse as palavras que eu sabia me machucariam mais do que se ela mesma me batesse com o carro. Não. Ele não iria sair com ela. Não depois de recusar cada convite meu. Não depois de praticamente confessar que sentia algo por mim, quando interrogando um suspeito de assassinato. Não depois de seis anos de espera.
- Claro que sim – ele disse a olhando por cima dos óculos. Eles estavam sentados na sala de reunião agora. Uma mesa redonda que havia na sala de Gil e que comumente utilizávamos para discutir detalhes de casos. Eu estava estática no lugar. Me recusando piamente a acreditar nos meus ouvidos.
- Eu falei com a Sara – ela disse em um tom sério. Senti como se fosse desfalecer, meu sangue todo parecia ter sumido do meu rosto. – Acho que finalmente nos entendemos.
Eu não podia ver a expressão de Grisson pelo espelho daquela sala. Eu queria matar aquele descaramento, ela queria minha permissão para se acertar com ele? Que idiota!
- Eu te disse que ela era uma ótima pessoa – ele disse em tom impessoal. – Você só precisa a conhecer melhor…
- E desde quando eu duvido do que você diz? – ela ronronou colocando a mão sobre a dele – Que horas você passa?
- As 7 esta bom?
Eu senti lágrimas queimarem meus olhos. Ele não sabia nem onde eu morava por quase seis anos…
- Sara, o Gil está por ai? – A voz de Catherine me tirou do meu estorpor e me enviou uma onda gelada pela espinha quando vi o olhar de Grisson bater em mim em frente a prateleira.
Droga! Havia sido pega no fraga. Saí em disparada pela porta. Ignorando Catherine que perguntava o que houve para mim. Em direção ao meu sedan. Eu precisava esfriar a cabeça.
NA: Ebaaa! Mais um capitulo no Ar! By globo! kkkkkkkk
Sorry, capitulo mais sentimental que engraçado! ashuahsuhausha Vou tentar melhorar!
O que posso dizer? Estou amando escrever essa fic! kkkkkkkk
Ahh a Sara morre de ciúmes, ou como ela ainda vai dizer é só excesso de cuidados com as amizades! kkkkk
Obrigada Nan3da pelo comentário!
E valeu flora!
Amei as reviews das duas!
BjoO
