A tentação de existir
Capítulo 2 – "Não é tão perfeito assim"
- Neji, temos que ir agora, os diretores estão esperando. – Falou o robô que levantou de seu lugar e andou até a porta, esperou seu mestre fazer o mesmo, mas foi inútil, ele apenas a ignorou, então ela fingiu que era alguém independente e saiu do cômodo sem seu mestre.
O lugar certamente não era pequeno, mas era o menor laboratório da empresa Hyuuga, que fora nomeado o primeiro laboratório quando um porão não era o suficiente para suportar o início de um novo negócio, que agora podemos ver que deu muito certo. Mas esse mesmo laboratório não é mais usado, então o terceiro herdeiro da empresa tomou posse dele para as suas próprias pesquisas. O terceiro herdeiro, titulado de gênio por sua grande prosperidade era Hyuuga Neji, que muitos pensaram que iria tomar o lugar do atual diretor, mas com o tempo foi possível ver que o Diretor não iria deixar que outra pessoa além de suas duas filhas tomasse o seu lugar.
Ele olhou para trás, seus longos cabelos caíram em seus olhos arroxeados, "quem os soltou?" perguntou para si mesmo. Não sabia quanto tempo tinha ficado ali, queria ficar mais, mas isso não seria possível. A reunião sobre o grande sucesso da nova linha iria começar e ele nem estava pronto. Olhou para frente e o que se encontrava era uma carcaça que um dia foi um robô, mas esse estava totalmente despedaçado. Ele estava procurando a resposta que muitos queriam, o porquê que muitos robôs não estavam de acordo com suas programações, mais nem pesquisas profundas lhe davam a resposta, provavelmente era um vírus que estava rapidamente infectando os robôs, um vírus muito bem programado, programado até demais.
Ele olhou para trás quando ouviu a porta se fechar, logo se levantou e foi atrás dela, "Você também Tenten?", pensou quando não a encontrou do lado de fora do laboratório, mas já estava tarde para procurá-la, a reunião já iria começar.
" Hum... está tão quentinho... mas um pouco desconfortável " Sakura pensou quando a luz do sol a acordou, mas ainda não tinha a coragem para se levantar, e como todas as manhãs, antes de abrir os olhos, ela se espreguiçava. "Que estranho... tá apertado... hum... desde quando a minha cama tem parede? Novidade para você, Sakura: ela não tem." Sakura se preparou psicologicamente e fisicamente para quando ela abrisse seus olhos.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!- ela gritou se levantando da caixa, mas para seu desespero ela caiu novamente.
- Você gostou do meu aquecedor interno?
- Ele tá falando... - falou Haruno quase chorando para si mesma.
- Hai, Momo-san iria ligar ele para você, mas para surpresa de Momo-san, ele tem sensores que o liga com calor humano automaticamente, sem precisar de botão. – disse delicadamente Momo quando entrou na caixa.
Sakura fechou os olhos, talvez tudo desaparecesse, mas chegou a conclusão que foi a coisa mais estúpida que fez até aquele momento. Olhou para frente, o robô parecia intrigado com a situação, logo ela se perguntou se ele sabia o que estava acontecendo.
- 10:30... – falou ao olhar o relógio – 10:30! Atrasada! Muito atrasada! – com isso se levantou novamente, pegou sua bolsa e saiu do apartamento, mas logo voltou quando se viu de pijama.
- Sakura-san, também estuda nos Domingos? – perguntou Momo quando Sakura tirava a parte de cima do pijama.
Imediatamente ela parou e percebeu que todos ali olhavam para ela.
- Ela é estranha assim mesmo? – perguntou o robô para Momo-san.
- Hum... bem... eu não sei, ontem ela era normal. – respondeu Momo-san.
"Ok. É só respirar e raciocinar." Pensou ignorando os robôs e sentando no sofá. Fechou os olhos e tentou se lembrar da noite passada.
- Flashback –
"Eu estava dormindo até que veio o robô correio e me entregou um enorme pacote, então eu fui abrir a caixa e me deparei com um robô Uchiha."
- É só um sonho. Tá bom... Isso está real demais para ser um sonho.
"Eu devo ter falado alguma coisa parecida com isso depois do meu grito."
Sakura parou de frente a caixa que se encontrava no chão e decidiu olhar mais de perto.
"Péssima idéia, eu simplesmente podia ter pegado o manual. E depois ainda falam que curiosidade não mata."
O robô que se encontrava frente a frente estava coberto por papéis, sendo possível apenas visualizar seu rosto. Ele possuía cabelos negros, e era bem parecido com aquele que ela vira nos telões.
- Ah! – gritou quando os olhos negros do robô se abriram.
"Tenho que parar de gritar."
Imediatamente a garota deu um pulo para trás, mas antes que caísse, a mão do robô a segurou e a puxou para junto dele.
"Ótimo, ai eu decido tirar o meu sono de beleza."
- Fim do Flashback -
Sakura abriu os olhos e olhou para a caixa. Ali apenas se encontrava Momo, que fuçava nas coisas que vinham junto com o robô, mas um pequeno detalhe: o robô não estava lá. Ela mordeu os lábios e olhou para o lado, o Uchiha apenas sorriu para ela antes que ela gritasse novamente.
"Ele ta nu! Sem roupa, sem nada... Incrível! Uma réplica perfeita de tudo. Para de olhar sua pervertida!" pensou antes de tampar seus olhos.
- Algum problema comigo? – perguntou o robô depois de não sei quantos gritos da Sakura.
"O que eu faço agora? Eu não posso ficar com ele." continuou ainda com os olhos fechados quase chorando de tanta desgraça "Ah! Isso tudo foi um engano. Pensa Sakura!" tentou raciocinar, passando as mãos pelo cabelo deixando-o ainda mais bagunçado do que estava. Estava pior que o cabelo do vocalista do The Cure.
- Ela está bem? – perguntou novamente o robô para Momo.
- Eu não sei. – falou ela.
"Por que eu não pensei nisso antes? É só devolver ele." com esse pensamento em mente e não ouvindo os robôs, ela pega o manual que se encontrava na caixa e procura o telefone da empresa.
- Achei!- falou quando finalmente encontrou o número da sua região entre os milhares que estavam escritos na lista.
Sakura se dirigiu para o telefone e foi seguida pelos robôs, ela teve uma pequena impressão que eles já sabiam de sua intenção.
- Empresa Hyuuga de tecnologia robótica. Robô modelo atendente 5300. Como eu poço te ajudar? - falou a voz do outro lado da linha.
- Eu queria devolver um robô. – tentou falar Sakura baixo.
- Qual é o modelo? – perguntou a atendente.
- É o modelo Uchiha... – Sakura olhou o número da série na parte detrás do manual. - ...X5890.
- Confirmado. Robô entregue as 11:59 de ontem.
- Sim. – confirmou Sakura.
- O robô já foi ligado? – perguntou a atende.
- Er... sim... – falou receosa.
- Então terá uma pequena taxa de devolução com o valor de cem milhões de ienes. – falou a robô como se fosse uma liquidação.
- O queeeeeeeeeeeeeê? – Sakura quase derrubou o telefone. – Isso é mais caro que o próprio robô!!! Que absurdo! Isso é um roubo! – gritou ao telefone indignada.
- Desculpe. Mas robôs como os Uchihas só podem possuir um dono. Se ele já está ligado, quer dizer que ele já a reconheceu como seu dono. Se você o devolver ele será destruído, isso quer dizer uma perda para a empresa, então você tem que pagar por isso. – falou como se fosse uma coisa que ela já deveria saber.
- Mas...
- Então como ficou minha unha? – perguntou a atendente ignorando Sakura.
- Maravilhosa. Muito bem polida. – respondeu a voz de outra robô. – Então, quem é?
- Uma doida querendo devolver o robô Uchiha. – respondeu o robô esquecendo que Sakura podia ouvir a conversa.
- Não acredito. Só ligam para mim querendo comprar esses robôs nem que sejam pelo triplo do preço. – respondeu o segundo robô.
- Era isso que eu ia dizer.
-Alôô!? – gritou Sakura enfurecida.
- Como posso ajudar? – perguntou a robô como se não tivesse falado nada.
- Se ele estiver com um problema eu posso devolver, certo? – tentou Sakura novamente.
- Isso não será preciso, pois um de nossos especialistas pode ir até a sua casa e consertar gratuitamente até o prazo de validade do robô, que seria até o final do mês em que o robô foi recebido.
- Então até o final desse mês?
- Não, o seu prazo de validade era até o ultimo dia do mês que seu robô foi entregue, ou seja até a meia noite de ontem. – falou a atendente como se estivesse entediada.
- Mas ele foi entregue um minuto antes da meia noite. – disse Sakura indignada.
- Mas ele foi entregue ontem, no último dia do mês. – falou como se fosse óbvio. – Com licença, tenho outra ligação. – assim a robô desligou na cara da Sakura.
"O que eu faço agora?" pensou Sakura deprimida ao desligar o telefone, mas logo se recompôs quando olhou para o lado e viu o robô nu. "Ok. Roupas." Se decidiu fechando os olhos.
- Você fica ai que eu já volto. – falou para os robôs não a seguirem novamente.
Tentando deixar seus olhos bem fechados Sakura foi em direção ao seu quarto, apesar de esbarrar em algumas coisas, chegou lá sem nenhum ferimento grave.
"Agora, onde eu vou encontrar alguma roupa para ele. Não posso ficar colocando as minhas roupas nele. O que eu faço Kami-sama?" pensou Sakura enquanto segurava uma de suas saias e a jogava no chão.
Quando tudo parecia perdido, e o guarda-roupa de Sakura estava completamente jogado no chão, ela avistou a solução: seu blusão de workshop tamanho GGG.
"Isso deve dar, agora só falta uma calça." Pensou fechando a varanda do quarto que estava aberta e fazia o quarto ventar muito, mas parou imediatamente quando viu certas roupas na varanda do vizinho.
"Não, Sakura, nada de roubar." Pensou fechando a varanda "Mas se ele não sentir falta, não vai ser roubo, certo?" Pensou abrindo a varanda.
- Então isso se chama sofá. Soooofáááá. – dizia Momo-san pausadamente quando Sakura chegou na sala.
- Soooofáááá. – repetia o robô pausadamente como Momo.
Sakura respirou e fechou os olhos, andou até o robô.
- Vista isso. – disse entregando a roupa.
Logo ela percebeu que não foi uma boa idéia quando ele tentou colocar a calça na cabeça.
- Levanta o braço. – disse elevando os braços e os balançando.
- Assim? – falou imitando Sakura.
- Não. Deixa eles parados. – disse ainda de olhos fechados colocando o blusão nele. – Agora levanta um pé e agora o outro.
Quando acabou de colocar as roupas nele, Sakura abriu os olhos.
- Droga. – falou quando viu que um dos braços do robô esta no lugar da cabeça. – Bom, agora você tira isso daqui e coloca no buraco certo. – disse retirando o braço do Uchiha e o colocando no lugar certo. - Pronto.
"Agora é só comprar umas roupas para ele antes que o vizinho perceba a falta delas. Kami-sama, obrigada por ter um vizinho jovem do que mais um velhote como todo o resto do prédio." Pensou Sakura quando lembrou que aquelas roupas não eram de sua propriedade.
- Eu realmente tenho que vestir isso? Prefiro ficar sem elas... – falou o robô examinando a roupa com as mãos.
"Eu tive um trabalho para pegar isso e ele ainda vem com essa?" pensou Sakura se segurando para não danificar o robô.
- Ok. Eu vou fazer compras, então vocês fiquem quietinhos aí. Já volto. – falou Sakura antes de fechar a porta.
- Tudo em completa calma. – falou quando abriu seus braços até o alto como aqueles programas de yoga que sua vó assistia.
- Hum... oi? – falou uma voz não muito desconhecida.
"Podia até ser o velhote tarado do quinto andar, menos ele. Kami-sama, por quê?" pensou Sakura dando um sorriso.
A Haruno olhou para ele, parecia que estava esperando uma resposta, coisa que ele não fazia. Podemos dizer que os vizinhos de Sakura eram os três irmãos Sabaku. A mais velha era Temari, uma loira muito amigável, diferente de seus dois irmãos. O do meio era Kankurou, apesar de Sakura não conversar com o moreno, dava para ver que ele adorava robôs, pois toda vez que ela o via, ele sempre estava com um robô novo. Ela sempre se perguntou como ele tinha tanto dinheiro, afinal, robôs não são baratos. E o caçula era aquele que estava na sua frente, o ruivo. O máximo que ele dizia era oi e logo tchau, mas só de olhar para ele, Sakura sabia que ele era muito esperto e não muito fácil de enganar. Porém, a coisa que Sakura mais se encucava com eles era como cada um tinha uma cor de cabelo diferente. Mas a resposta disso, ela nunca soube.
- Tudo bem, Gaara? É raro eu encontrar você. – falou Sakura sem graça.
- É que a Temari acha que algumas roupas minhas caíram e me expulsou do apartamento para pegá-las. – falou o Sabaku.
- Roupas? Esses varais nunca são bons. Mas quando as minhas roupas somem, elas sempre estão com o senhor do quinto andar. Mas talvez elas estejam no jardim, lá embaixo.
"Já descobriram. Será que ele está desconfiando. Gaara, por que não podia ser o Kankurou, ele é mais fácil de enrolar. Ah! Além de me achar uma maluca, vai achar que sou uma tarada." Pensou em pânico quando o ruivo a encarava.
- Eu não quero mais ocupar mais seu precioso tempo... então, você pode ir na frente. – Sakura disse, tentando se livrar da situação.
"Sakura!!! Tá dando bandeira, é lógico que depois "você pode ir na frente" ele vai desconfiar de alguma coisa!" pensou quando o ruivo fez uma cara de "essa garota está escondendo alguma coisa", mas para a felicidade de Sakura, o ruivo foi na frente.
Finalmente chegando na portaria, cada um foi para um lado e pela primeira vez naquele dia Sakura se sentiu aliviada, então foi seguindo para o shopping comprar roupas novas para o robô.
A cidade parecia como sempre, sempre com muita gente andando pelas ruas e pessoas comprando. Logo ela avistou a loja que ela queria entrar, certamente era uma loja grande, mas as roupas sempre eram de ótima qualidade.
- Eu posso ajudar? – falou a robô que veio atender Sakura.
- Não, obrigada. – disse a Haruno tentando se livrar daquela robô. Ela apenas não gostava dessas robôs atendentes, elas eram que nem cabeleireiras, você fala alguma coisa e já vira fofoca.
"Droga, qual será o tamanho dele? Muito esperta, vai comprar roupa e nem sabe o tamanho que tem que comprar." Pensou segurando uma blusa "G é muito grande, P ou M? Acho que vou ficar com a M." assim ela pegou a blusa e a colocou na cesta.
- Oi, bonitão. Está perdido?
Sakura se virou para ver quem é que tinha falado isso, e ela sentiu que não foi uma coisa boa. Era uma daquelas robôs atendentes falando exatamente com o seu robô.
"O que ele está fazendo aqui?" pensou quando Momo, que estava junto com ele, deu uma desculpa para a robô atendente.
- O que vocês estão fazendo aqui? – perguntou Sakura quando eles foram até ela.
- É que alguém bateu na porta e estava procurando você. – disse o robô.
- Quem era? – perguntou preocupada.
- Era o seu vizinho. Foi isso que ele disse. Acho que ele queria saber o número da casa de um senhor no quinto andar. – respondeu o robô.
- Quem abriu a porta? – perguntou Sakura torcendo para que fosse Momo.
- Foi ele, Momo-san não tem mãos nem altura para abrir a porta. – falou Momo um pouco triste pela sua estatura.
- E depois, o que aconteceu?
- Ele falou para esquecer o recado. – disse o robô sem muita importância.
"Ah! Ele já sabe que sou uma ladra de roupas... agora com que cara eu vou devolver as roupas pra ele?" pensou Sakura quando tentou imaginar ela devolvendo as roupas. "Bom, agora o melhor que tenho a fazer é comprar roupas novas e devolver essas."
Com esse pensamento, ela escolheu mais algumas roupas e foi levar ele para o vestiário.
- Acho que você já sabe como se trocar. –falou Sakura entregando as roupas para ele.
- Então, Sakura-san, qual vai ser o nome dele? – perguntou Momo para sua dona.
Sakura deu pouca atenção a pergunta da pequena Momo ao perceber para onde o outro robô estava indo.
- Ah! Sai! Sai! – gritou Sakura quando o robô entrou no vestiário feminino. - É nesse que você tem que entrar. – falou Sakura quando tirou ele de lá e o colocou em frente a outra porta.
- Hum... o nome dele é Sai. Agora você é Sai. – falou Momo para robô deixando Sakura confusa.
- Sai? Ok. – falou o robô com um sorriso entrando no vestiário.
"Dei um nome para ele e nem percebi." Pensou Sakura quando percebeu o que tinha acontecido.
- 30.000 ienes – falou a caixa.
- O que? Tudo isso só por essas poucas roupas? – perguntou Sakura pensando se ela realmente precisava comprar as roupas, mas logo lembrou que era realmente necessário aquilo.
- Já disse que prefiro ficar sem roupa, não precisa comprar isso. – falou Sai quando viu a cara que Sakura fazia.
- Mas é lógico que é necessário, vou deixar você andando por ai sem roupas mostrando tudo? – falou Sakura enquanto dava o dinheiro para a caixa.
- OK. Agora é só ir direto para casa e devolver as roupas... na maior cara de pau. – Sakura falou a última frase nada animada.
"O que será que eu posso fazer para minimizar a culpa?" Pensou enquanto saia da loja.
- Gaara... lembra da Sakura, a vizinha aqui do lado? – perguntou Temari que tinha acabado de atender a porta para o seu irmão que assistia a TV na sala.
- Hum... – respondeu desinteressado Gaara.
- Era ela na porta. Acredita que ela achou suas roupas e até mandou para a lavanderia. Posso até sentir o cheiro de lavanda. – falava cheirando a roupa. - Ela foi super legal, né? – perguntou indo para a cozinha.
- Hum... claro. – respondeu Gaara não ligando muito para a irmã.
Nota da Autora – Estou de volta depois de um tempinho!!! Ok... um tempão, mas mesmo assim está aqui o segundo capítulo para vocês lerem. Espero que todos estejam gostando. No começo do capítulo aparece pela primeira vez o Neji, mas prometo nos próximos capítulos dar mais frases para ele. A Nyuu-neechan falou que eu adoro judiar dos irmãos Sabaku, mas eu acho que é mentira. Para qualquer dúvida ou não entendimento, não se preocupem pois eu estou aqui para esclarecer suas dúvidas.
E agora os meus agradecimentos:
Yami-Kanashii – estou feliz que você gostou do meu jeito de escrever, espero que eu continue conseguindo fazer isso.
Istharneko – Bom, aqui está a continuação, espero que tenha gostado também.
Yume Nakagawa – Você achou parecido com Chobbits? Eu nunca li Chobbits mesmo. Mas que bom que gostou.
Jouka_bijuu – Você achou maravilhosa a fic? Bom, espero que goste desse capítulo e dos próximos que virão.
Nyuu-neechan – acho que não preciso responder a sua reviews.
Então é isso.
Até o próximo capítulo e não esqueçam das Reviews!!!
