DISCLAIMER: Contém triggers/gatilhos. Não ao suicídio. Sim a vida!


— Panfleto? Eu?

Bella queria sumir. Já aguentara o máximo que seu humor permitia na noite e até que segurara bem a barra dada às circunstâncias. Tudo o que não precisava era um embate de palavras com Edward Cullen, pois temia que ele fosse o pingo d'água que faria o copo transbordar. Às vezes, Bella era taxada de tímida. Às vezes, era apenas a garota antissocial. Havia seus momentos extrovertidos e os reclusos, mas não sabia se era a junção de tudo aquilo ou o reflexo de múltiplas personalidades as quais queria ter na vida. Hoje, Bella era a garota depressiva que precisava desesperadamente fugir para casa e se esconder em seu refúgio.

— Ninguém do prédio sabe que escrevo além de você, e até onde sei, é o único de lá que tem ligação direta com a comunidade do Canarinho.

Edward a observou, um meio sorriso brincava nos lábios cheios.

— Como sabe disso?

— Dona Silvia. — Ela finamente o olhou nos olhos desde que sentara ao lado do rapaz, por pouco não tropeçou nas próprias palavras. — Fique longe dela caso ame sua privacidade.

— Dona Silvia seria...?

— A esposa do síndico.

— Ah, certo.

Um silêncio incômodo se instalou entre os dois. Mais que correr dali, Bella queria bater na cara cínica do advogado que a fitava com a sobrancelha erguida, como se tudo não passasse de uma grande piada. Provavelmente era.

— E então?

— Então o quê? — Edward repetiu.

Bella bufou impaciente e Angela a observava na mesa do palestrante, um olho na amiga e o outro na conversa que digitava em seu smartphone. A moça oriental estava realmente assustada com a troca de farpas entre os dois, mas ao mesmo tempo, aquilo a provocava risos. Temia pelo bem estar da ruiva, entretanto, não negava a química que existia com o tal advogado topetudo. Só rezava para que no final aquilo terminasse bem, e que Edward não fosse o estopim da sanidade de Bella.

— O panfleto — explicou, reunindo toda calma que não mais existia. — Por que o colocou na minha porta?

— Quem disse que fui eu?

— Tenho hora para sair, sabia? — Bella mandou para os ares a relação aluno-professor e enxergou o homem em sua frente como uma pessoa odiosa qualquer, a qual ela queria se ver longe. — Não é porque é o último orientando, que seu tempo não será cronometrado.

— Quais as chances de me ajudar fora daqui?

— Zero.

— Então deveríamos estar discutindo sobre meu personagem, não um pedaço de papel que deixaram debaixo da sua porta.

Edward sabia que levaria um tapa na cara a qualquer momento, mas não podia negar o quão engraçado era ver o rosto da orientadora ficar da cor do cabelo, tamanha fúria, e a veia saltada no pescoço dela. Por fim, sentiu-se um pouco mal, pois Bella parecia mesmo que explodiria em sua frente, temia que ela tivesse um AVC ou algo assim ali mesmo. Não queria ser o responsável pela morte de ninguém. Ele a agarrou pelo pulso no mesmo instante que Bella levantou da cadeira em um rompante; seu sorriso logo caiu ao notar mais do que raiva no rosto expressivo da ruiva.

Havia dor.

— Ei, só estava brincando, relaxe. Você está bem?

Ele também se levantou, assim como uma Angela preocupada.

— O que houve, amiga?

— Eu só quero ir para casa — Bella murmurou, livrando-se do aperto de Edward e indo até suas coisas na mesa do palestrante. Com a bolsa em mãos, jogou seus pertences lá dentro, trêmula. — Nada de mais.

Angela tocou o ombro ossudo, mas Bella a afastou.

— Como assim nada de mais? Você está quase chorando! O que fez, seu idiota?! — Angela encarou o advogado com raiva, empurrando-o pelo tronco. Esse apenas observava a cena, confuso, uma pontada de arrependimento na boca do estômago.

— Nada. Estávamos apenas conversando e então ela surtou. Vá atrás da sua amiga, deveria se preocupar com ela, não comigo!

— Deus... — Angela sussurrou, só então se deu conta que Bella disparara porta a fora feito bala perdida. Estava desesperada e não sabia ao certo o que fazer, nunca vira Bella naquele estado antes. Edward percebeu a paralisia da garota e resolveu consertar o estrago que tinha feito da melhor forma possível.

— Me dê a chave da sala que fecho tudo por aqui e deixo na portaria, não se preocupe. Agora vá — o advogado puxou a chave da mão fria e a empurrou de leve em direção à saída, entregando-lhe a bolsa.

Angela saiu aos tropeços e se esbarrou em algumas cadeiras antes de sumir de suas vistas. Edward enfim pôde respirar fundo e repassou na mente, nos mínimos detalhes, a conversa que tivera com a ruiva, questionando-se o porquê dela ter reagido daquela forma, quando na verdade não passara de uma brincadeirinha boba que ele de fato não devia ter feito. Nem íntimos eram para isso. Mas mulheres eram criaturas estranhas, ainda mais quando se tratava da sua vizinha cheia de causos.

Organizou as cadeiras em fileiras, desligou os equipamentos eletrônicos e inspecionou as janelas para garantir se estavam devidamente fechadas. Encontrou alguns objetos esquecidos e os juntou para entregar na recepção. Ao sair, apagou a luz. A sorte foi que não havia mais ninguém na sala além deles, senão isso seria um prato cheio para fofocas; isso só pioraria a situação de Bella, seja ela qual fosse. Seu peito se apertava em angústia e não sabia ao certo o motivo. Deu uma olhada rápida no smartphone e pensou até em ligar para o sobrinho, mas notícias ruins tinham serviço especial de entrega.

Estava uma noite quente como a maioria das noites naquela cidade litorânea, logo sentiu falta do ar-condicionado da oficina. Com a maleta em mãos, chegou ao ponto de ônibus em passadas rápidas. Avistou as duas garotas misturadas na multidão que aguardava o transporte público àquela hora. Pensou em ir até lá, mas se escondeu atrás da proteção do ponto, de modo que pudesse enxergar o letreiro do ônibus quando viesse, mas que elas não conseguissem vê-lo ali. Já havia feito demais por hoje, e pelo pouco que viu, Bella parecia mais controlada.

Queria gritar que tudo aquilo não passava de drama de uma patricinha mimada que não aguentava que a contradissessem, mas aquela moça já o surpreendera o suficiente para saber que por trás daquele ataque repentino viria mais. Muito mais. Ele só não queria admitir para si mesmo que estava um tanto quanto ansioso para descobrir o que seria.

O ônibus chegou alguns minutos depois, lotado, e Edward soltou um suspiro desanimado só de pensar em entrar naquela lata de sardinha humana. Deixou que os apressados corressem na frente, como se ainda houvesse algum mísero lugar para alguém sentar, e notou que Angela e Bella aguardavam na fila. Foi um dos últimos a entrar e preferiu nem passar pela catraca, de tão cheio que estava o veículo. Para seu alívio, dali em diante o número de pessoas que entravam era menor que as que saíam. De onde estava, podia ver as duas garotas de pé no meio do transporte, Bella com fone de ouvido e Angela com o olhar vago observando a paisagem através da janela. A oriental se despediu da amiga quando faltavam alguns pontos para seu destino final, e Bella apenas deu-lhe um sorriso sem graça, concentrando-se na música em seguida.

Angela desceu sem olhar para trás.

O ônibus voltou a sacolejar e Edward enfim pôde passar pela catraca, mas continuou próximo ao cobrador. Duas paradas depois, escutou os gritos e a correria do lado de fora e, no instante seguinte, dois homens armados pularam dentro do veículo pela porta de saída, para o alarde dos passageiros.

Estavam encurralados.

As pessoas levantaram alarmadas e Edward viu alguns tentarem pular pela janela, mas o ônibus estava cercado. Os assaltantes gritaram e mandaram todos permanecerem em seus lugares ameaçando atirar, o coração de Edward gelou e por breves segundos seus olhos se encontraram com os da ruiva. Estranhou a expressão dela, pois a garota parecia mais perturbada ao sair correndo da sala do workshop que com o assalto. Era mesmo louca.

Um a um, os bandidos foram saqueando celulares, dinheiro e o que quer de valor que a pessoa tivesse em mãos. Ninguém ousou reagir. Viu quando um dos encapuzados passou por Bella e descaradamente apertou-lhe os seios, a ruiva apenas engoliu em seco fitando o chão. A vontade de Edward foi de espancar o verme até a morte. Uma senhora perto dele desmaiou no momento que o outro cara se aproximou dos dois.

— Passa o celular.

O cano frio da arma encostou-se à sua testa, engatilhada. Edward encarou os olhos do sujeito. Eram duas bolas pútridas negras, refletindo toda a sujeira dos que eram renegados à margem da sociedade. Pessoas que não tiveram boas oportunidades na vida e espalhavam o ódio àqueles que eles apontavam como responsáveis por sua miséria, os apoiadores da meritocracia. Era fácil falar em meritocracia quando sua barriga não doía de fome ou um de seus filhos não estavam na linha da morte apenas por ser de cor. Edward bem sabia o quanto uma porta aberta salvava vidas. Infelizmente, para aquele homem em sua frente, todas estavam trancadas no momento. Engolindo em seco, retirou o smartphone do bolso da blusa social e entregou. Não seria tolo de renegar nada e correr o risco de não voltar para o sobrinho. Guga precisava dele mais que tudo, era somente o que lhe restava.

Sua família.

Em um solavanco, o celular foi retirado de sua mão.

— O relógio também. E esse paletó aí granfino. — O advogado olhou para seus pertences e, com pesar, fez o que foi pedido. — Todo engomadinho se achando melhor que gente da baixada. Tá achando que é quem, parceiro? Você não é melhor que ninguém por usar terninho por aí, não. Seu monte de merda.

Cada palavra Edward sentia a pistola bater contra sua testa suada, assim como a saliva ácida daquele abutre. Com as narinas infladas, engoliu em seco mais uma vez, cerrando os punhos. Antes de ir para a próxima vítima, porém, o assaltante bateu com força o cabo da arma na cabeça dele. Edward teria lhe dado um soco se não tivesse escutado o som seco da bala zunindo perto de sua cabeça e indo direto para a câmera de segurança acima do cobrador, estilhaçando o vidro de proteção imediatamente.

Houve gritaria depois disso e a situação saiu de controle. Foi a deixa perfeita para que pulasse a catraca e saísse pela porta de entrada do ônibus. Do lado de fora, constatou que era um arrastão. Vários vagabundos depredavam equipamentos urbanos, chutavam lixeiras e atiravam nas vitrines, roubando qualquer um que aparecesse em seu caminho. O som da sirene da polícia distante anunciava o tiroteio que se iniciaria logo em seguida. A essa altura, várias pessoas além dele desciam do ônibus desesperadas e corriam sem nem saber para onde estavam indo. Avistou a cabeleira ruiva entre elas.

— Isabella! — gritou em vão.

Ela não corria, estava simplesmente sendo arrastada pela manada. Edward então notou que a ruiva tinha saído de órbita novamente e era bem provável que sofria um ataque de pânico. Ele empurrou as pessoas e foi atrás dela, desviando pelo caminho as pedras que os vândalos atiravam contra o ônibus.

— Isabella! — tentou mais uma vez, a voz falhando no percurso.

Quando enfim conseguiu se aproximar, agarrou a ponta do casaco dela e puxou-a para longe do pandemônio. Notou que ela balbuciava "pai" sem parar e que tremia freneticamente. Bella tropeçava nos próprios pés e mais parecia um peso morto sendo arrastado no chão. Desgastado com toda a situação, Edward a tirou do chão e a carregou facilmente, a maleta equilibrada debaixo do corpo leve da garota. Estava fria como um cadáver. Arrepiou-se com o olhar da moça, frio e morto, vidrado para um ponto além de si.

Ele voltou a correr.

— Meu pai... Num assal... to.

— Nós vamos sair dessa, Isabella. Acredite em mim.

Edward entrou em uma ruela que dava a rua principal perto do prédio deles. Alguns pedestres o acompanharam nessa direção, os vândalos estavam concentrados na zona comercial do bairro. Era complicado correr com o peso extra a tira colo, mas acreditava que a adrenalina presente em seu corpo estava dando conta do recado. Não ousaria largá-la para os leões. Não no estado crítico que se encontrava, e muito menos depois de um deles mostrar mais interesse que o devido no corpo frágil da ruiva.

— Meu pai... — Bella sussurrou novamente. — Morreu... Num assalto...

O moreno por pouco não entortou o tornozelo no buraco da calçada depois daquela declaração. Não sabia o que dizer.

— Disse que ia comprar pão... e voltaria. — Aos poucos, os olhos vidrados da garota davam lugar a uma poça lacrimejante e salgada de dor, soluços engasgados rompiam de sua garganta quase fechada. — Ele nunca voltou. Eu li... liguei... Ninguém atendeu. E-Ele disse que voltaria e não voltou.

Quando distinguiu a silhueta do seu prédio das demais, Edward soltou a respiração que até então não notara estar presa. Bella não estava bem, ele não conhecia ninguém que a pudesse socorrê-la e pensou se não seria o caso de levá-la à emergência. Talvez, uma dose de calmante em sua veia fosse tudo que a ruiva precisava no momento. Temia o que pudesse acontecer com ela caso continuasse revivendo a história que contava.

Bella achava ser o pai dela.

Depois, tudo ficou em silêncio.

[...]

O porteiro nada disse quando o viu carregando a moça desmaiada no colo. Era assim que garantia a segurança de seus moradores, pensou. Por sorte, o elevador voltara a funcionar, e na curta viagem até seu andar, refletiu o que deveria fazer com a ruiva. Ela claramente não estava em condições de ficar só. Decidiu, então, levá-la para o seu apartamento a contragosto. Já pagaria o favor que fez por cuidar de seu sobrinho, e os dois estariam quites. Com um pouco de dificuldade pelas mãos ocupadas, conseguiu colocar a chave na fechadura e destrancou a porta.

Agradeceu aos céus por apenas o porteiro ter sido testemunha da cena inusitada, imagine se Silvia estivesse caminhando por aí. Seria um escândalo. Não que se importasse com o que velhas fofoqueiras comentavam, no entanto. Mas algo o dizia que a mulher em seus braços sim.

Mulher.

Ela mais parecia uma boneca de porcelana. Um bibelô.

Não se deu ao trabalho de acender as luzes. O apartamento estava parcialmente iluminado pela luz cálida da lua, já conhecia cada centímetro daquele lugar. Ele jogou a maleta em cima do sofá, assim como a bolsa dela que quase caía do ombro ossudo, e ponderou se a depositava ali mesmo ou levava para o quarto. O único quarto do apartamento. O seu quarto. Ela com certeza iria querer matá-lo quando acordasse, isso se não surtasse novamente quando não reconhecesse o lugar. Estava fazendo até demais por uma pessoa que ele nem ao menos simpatizava.

Ignorando a inclinação romântica da situação, optou pelo quarto. Esperava que a primeira mulher que entrasse ali não estivesse quase morta, mas a vida tinha dessas, infelizmente. Edward a acomodou em seu colchão com uma gentileza até estranha para uma pessoa como ele, porém, de alguma forma, sentia-se responsável por aquela garota esta noite. Bella nem ao menos se mexeu. Continuava mortalmente pálida, apenas a pele abaixo de seus olhos escura. Havia uma ruga fixa na testa pequena, o que a deixava com a expressão atormentada, não parecia estar tendo bons sonhos.

A realidade realmente era um pesadelo.

Ele a observou por alguns instantes. Optou por não cobri-la, pois logo estaria suando com a noite abafada. Retirou o all star branco para que ela se sentisse mais confortável. Tocou levemente a pele franzida de sua testa com a ponta dos dedos trêmulos, a fim de relaxá-la. Se possível, sua face fechou-se mais ainda. Edward rapidamente se afastou e parou de perturbá-la. Já tinha feito o suficiente por uma vida inteira.

Encostando levemente a porta, retornou à sala. Agora que a adrenalina escorria de seu corpo, a realidade o atingira de supetão. Sentia os músculos protestarem sob a roupa quente e empapada de suor. A cabeça latejava, não só pela noite longa, mas pela coronhada que recebera do assaltante. Ainda podia escutar o som abafado de tiros não muito longe dali e, de repente, aquele lugar se parecera familiar até demais.

Seu antigo lar.

Questionou-se quando aquele tipo de situação não seria mais uma realidade em sua vida. Quando enfim teria paz e se sentiria seguro em algum lugar.

Precisava de um cigarro.

Uma bebida forte também.

E aspirina.

A noite seria longa.


Isa Masen: Ah sim, entendi! Bem, vamos ver como talvez se desenrole essa amizade entre as duas... Por enquanto, elas continuarão sendo meras desconhecidas. As interações por aqui serão um pouco diferentes, já que o porto seguro da Bella são seus melhores amigos de infância: Leah, Angela e Tyler. :) Eu posto esse livro em mais três lugares e você foi a primeira pessoa a entender o que Alice sente em relação ao Guga, e não resumi-la apenas a maternidade. Todos a julgam de forma negativa, sem nem ao menos se colocar na pele dela. Ela é uma mulher antes de tudo, tem erros e acertos como todos nós, mas a sociedade a resume apenas ao papel de mãe. Isso é muito, muito triste! Nem todo mundo nasceu para o papel e muito menos deveria ser obrigado a isso.

Sim... A história inteira tem um tom depressivo/melancólico na verdade. Creio que isso irá mudar quando os personagens começarem a aceitar algumas coisas, superarem outras e a narrativa se tornar mais positiva. Por enquanto é ladeira abaixo. :(

Nada! Amo seus comentários, pode continuar que adoro respondê-los. :D

Jane Bells: Obrigada! Também amo literatura e um dos meus sonhos secretos era dar aula em um workshop de escrita, hahaha. Sim, exatamente! Não importa quantas vezes a vida tente derrubá-los, eles estarão lá, sempre tentando levantar e continuar seguindo... Eles são muito iguais mesmo, só esses dois que não percebem isso! Hahaha. Essa história da comunidade ainda vai render... Bella não aceitará tão fácil assim! Aguardo seu comentário desse capítulo. :)


N.A.: Olá novamente! Já assistiram o trailer que a linda da Cib fez para a história? Ficou maravilhoso, não é mesmo? Aqui o link caso não tenha visto: Jogue Cantiga de outro Verão + Youtube no Google que irá aparecer, já que não posso colar links aqui. :( Me emociono toda vez que vejo, ficou do jeitinho que eu imaginei! Quem segue o tumblr de Cantiga já assistiu ele há muuuuito tempo. Lá inclusive a gente pode bater um papo e vocês podem ter acesso aos extras dessa história. É só acessar: Jogue cantigadeoutroverao + Tumblr no Google, não precisa ter conta para mandar mensagem!

Gostaria de saber o que vocês acham da história. Deixem seus comentários aí embaixo, respondo a todos! :D

Ps.: só agora percebi que as quebras de texto não estavam aparecendo nos capítulos, que bad! Tava saindo tudo junto e vocês nem pra avisar a bagunça. :( Ajeitei nesse daqui, mas terei um trabalhão pra adicionar em tudo, aff.

Um beijo e até o próximo capítulo. ;)