Capítulo 3: No Supermercado
Enquanto isso, a Virgínia continuava a falar com a Elsa.
Virgínia: Você pode ganhar muito dinheiro, sabe. E eu vou torná-la muito mais bonita.
Elsa: Mas, o que é que a senhora está a propor-me afinal?
Virgínia: É assim, o meu filho está noivo de uma rapariga sem classe nenhuma. Quero que você os separe.
Elsa: Separar? Mas se eles vão casar... eu não posso fazer isso!
Virgínia: Minha querida, claro que pode. Aliás, ela nem gosta do meu filho. Vai casar por interesse. Vai estar a fazer um grande favor a mim e ao meu filho.
Elsa: Ah... então... ela é uma interesseira, é isso?
Virgínia: Exactamente. É uma rapariga da pior espécie. Se você me ajudar, só tem a ganhar com isso.
Elsa: Mas... mesmo assim... não sei...
Virgínia: Olhe, eu compro-lhe as melhores roupas, os melhores sapatos, até lhe pago umas consultas para pôr botox. E disse que tem irmãos, não é? Pois bem, ponho-os a estudar no melhor colégio e não se vai ter de preocupar com dinheiro durante os próximos cinco anos. O que acha disto?
Elsa: Realmente... é uma proposta muito tentadora. – disse ela, pensativa.
Virgínia: Vá lá, você sabe que quer aceitar.
Elsa: Está bem! Eu aceito!
Mais tarde, a Virgínia ligou para a Raquel.
Raquel: Então, já tem um plano?
Virgínia: Sim, arranjei uma rapariga para separar o Tiago da Diana.
Raquel: Uma rapariga? Mas que ideia é essa? - perguntou ela, zangada. - Não quero nenhuma rapariga no meu caminho! Já basta a Diana.
Virgínia: Calma. Ela vai separá-los e depois não aparece mais. Você vai ficar com o caminho livre depois disso.
Raquel: Ah... bom... está bem... espero que o plano resulte.
Virgínia: Claro que vai resultar.
No dia seguinte, a Elsa entrou no gabinete do Chefe Teles.
Elsa: Chefe, eu vim aqui dizer-lhe umas coisas.
Chefe Teles: Que coisas?
Elsa: Olhe, você é um chefe horroroso! Não gosto nada de si! Fique sabendo que não estou mais para o aturar, sempre a criticar-me! Eu despeço-me!
Chefe Teles: Despede-se? Mas assim sem mais nem menos?
Elsa: Sim. Adeus.
Ela saiu do gabinete.
Chefe Teles: Ó Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeelsa! Volte aqui!
A Elsa ia para sair do escritório, mas a Diana e a Ivone pararam-na.
Ivone: O que se passa, Elsa?
Elsa: Despedi-me. Vou-me embora.
Diana: O quê? Mas tu precisas do dinheiro, Elsa!
Elsa: Eu sei, mas arranjei uma coisa que me vai dar bastante dinheiro. Adeus meninas.
O Chefe Teles apareceu ali a correr.
Chefe Teles: Não se pode despedir!
Elsa: Já o fiz! Adeus! – disse ela, decidida.
E virou costas e foi-se embora do escritório.
Chefe Teles: O raio da mulher ficou maluca, de certeza! - disse ele, aborrecido.
Ivone: Ela lá terá as suas razões.
Chefe Teles: Isto não vai ser o mesmo sem ela. - disse ele, desanimado. - Sabem, eu criticava-a mas até lhe achava uma certa graça. Até estava a pensar convidá-la para jantar e tudo.
Ivone: Tenha calma, chefe. Se calhar ela ainda volta.
Chefe Teles: Não volta nada. A minha vida deixou de fazer sentido! Acho que me vou suicidar!
Diana: Não vai nada! Que parvoíce. Se gosta dela, vá mas é atrás dela, homem!
Chefe Teles: Você é esperta, Diana. Tenho de a promover. - disse ele. - Elsa! Aqui vou eu!
O chefe Teles saiu dali a correr. Quando chegou à rua, a Elsa já estava do outro lado da rua.
Chefe Teles: Venha cá Elsa!
Ele ia a atravessar a estrada, mas não olhou para os dois lados e foi atropelado... por uma carroça.
Chico da Carroça: Veja lá por onde anda, homem!
A Elsa correu para o chefe.
Elsa: Chefe... hum... você está bem?
Chefe Teles: Consigo aqui ao pé de mim, estou óptimo.
Elsa: Huh? Você deve ter batido com a cabeça e está a delirar.
Chefe Teles: Não estou nada! Elsa, você é importante para mim! Volte para a empresa! E já agora, não quer ir jantar comigo?
Elsa: Jantar consigo?
Chefe Teles: Sim, Elsa, o meu coração pertence-lhe.
A Elsa ficou boquiaberta.
Chefe Teles: Diga que aceita jantar comigo, Elsa.
Elsa (olhando comovida): Chefe Teles, nunca pensei que se importasse tanto comigo...acho que vou desmaiar...
Chefe Teles: Não desmaies minha papoila silvestre, leva-me antes ao hospital!
Elsa: Ó chefe, é para já. – pensando - Nunca reparei que o meu chefinho era tão delicado, tão airoso, tão sexy...
Chefe Teles: Por favor, trate -me por Teles...e diga-me, sempre janta comigo?
Elsa: Claro… será que posso levar os meus irmãos também?
Chefe Teles: É claro que pode minha borboleta desasada...
Elsa: Ó senhor da carroça…
Chico da Carroça: Já sei... querem boleia para o hospital... subam!
Entretanto a Diana e a Ivone falavam.
Diana (rindo-se): Quem diria...afinal o chefe sempre gostou da Elsa.
Ivone: É verdade, quem diria.., dizem que quem desdenha quer comprar… mas olha o que é que me estavas a contar sobre o Tiago?
Diana: Nem queiras saber, descobri que ele é um azarento... tem dois dentes postiços...
E enquanto a Diana contava as últimas à sua amiga Ivone, na Mansão Meireles dava-se uma catástrofe...
Virgínia: Ah! Que horror! – gritou ela.
O Motorista Albino Milhafre entrou na sala.
Motorista: Chamou?
Virgínia: Não, mas ainda bem que veio, vá chamar a empregada!
Motorista: É o dia de folga dela, minha senhora.
Virgínia (olhando para o tecto): E agora...
O tecto da mansão pingava água, com a tempestade que se abatia na zona, o telhado tinha rachado e a sala de estar da Mansão estava completamente inundada.
Virgínia: Vá buscar-me as minhas botas de borracha!
O Motorista Albino Milhafre foi buscar as botas de borracha da Virgínia.
Virgínia: Bom... vou ter de ligar para alguém...
Albino: Se quiser, eu posso ligar para um primo meu, o Jaime Milhafre, que ele dá cá um pulo e arranja-lhe o telhado num instante.
Virgínia: Então vá, homem! Senão isto ainda se transforma em Veneza ou coisa do género.
Algum tempo depois, estava já a Elsa no hospital. O Chefe Teles estava a ser observado por médicos.
Elsa (pensando): O Chefe Teles declarou-se a mim... mas e agora? Eu já disse à Virgínia que a ajudava... mas não posso andar a enganar o Che... quer dizer... o Teles... o que é que hei-de fazer? O dinheiro dava muito jeito... os meus irmãos iam ficar contentes...
E continuou pensativa.
Algum tempo depois, o Jaime chegou à mansão Meireles.
Jaime: Cá estou eu!
Virgínia: ¬¬ Isso já eu tinha visto! Vá, arranje lá isso!
Jaime: É para já, senhora dona madame!
Ele foi buscar uma escada e subiu para o telhado.
Virgínia: Veja lá se não cai daí! Olhe que os funerais estão muito caros!
Jaime: Não se preocupe que eu tenho experiência.
O que valeu foi que a chuva parou e o Jaime lá conseguiu arranjar o telhado.
Jaime: Pronto senhora dona madame, já está.
Virgínia: Óptimo. Obrigada por ter vindo.
Jaime: Obrigado nada. São cinco mil euros.
Virgínia: O quê? Isso é um roubo!
Jaime: Olhe ou paga ou eu subo a escada e dou cabo das telhas outra vez!
Virgínia: Outra vez? O que quer dizer com isso?
Jaime: Hum... ups...
Virgínia: Aha! Então isto foi um esquema montado por si e pelo seu primo Albino, o meu motorista! Queriam sacar-me o dinheiro não é?
Jaime: Vou-me já embora!
Virgínia: Volte aqui! Eu sou perita em karaté!
A Virgínia deu um golpe no Jaime e ele caiu no chão. Ela arrastou-o até casa e pegou no telefone. Ligou à polícia. Depois deu um golpe ao Albino, para ele não fugir. A polícia veio e prendeu os dois primos.
Virgínia (pensando): Ainda bem que eu fui a todas as aulas de auto-defesa... aldrabões!
Enquanto isso na casa do Gervásio, que ficava numa aldeia muito, muito longe...
Maria: Então meu senhor, já se sente melhor?
Óscar: Para falar a verdade ainda me sinto um pouco debilitado...
Maria: É normal, muita sorte teve o senhor em ter escapado com vida, não é toda a gente que sobrevive a um tiro na cabeça. O que vale é que passou mesmo ao lado do parietal, entre as frontais e o esferóide...
Óscar: O.o
E enquanto o Óscar tentava perceber onde o que a Maria lhe tinha explicado, o Tiago encontrava-se no centro comercial.
Tiago (pensando): Com muita sorte ainda encontro um par de alianças simples, bonito, como a Diana...
E enquanto o Tiago estava perdido nos seus pensamentos, a Raquel passava por ele, com um vestido Dolce&Cabana e uma mala Louis Vuitton, pois apesar de estar falida queria manter as aparências.
Raquel: Tiago, Querido! Como tens passado?
Tiago (assustando-se): Ah! Olá, então? Eu vou bem e tu?
Raquel: Eu estou sempre bem... aliás…. muito melhor agora. - sorri.
Tiago: Pois...
Raquel: Acompanhas-me ao supermercado? É que no outro dia fui assediada verbalmente pelo rapaz da caixa!
Tiago (rindo): A sério? E o que é que ele te disse?
Raquel: "Eu não acreditava em amor à primeira vista. Mas quando te vi mudei de ideias."
Tiago: E tu o que lhe respondes-te?
Raquel: Que coincidência! Eu não acreditava em assombrações!
Tiago: E ele?
Raquel: Depois ele vira-se para mim e diz "Será que me podes dizer qual é o caminho mais rápido para o teu coração?". E depois eu respondi "Olha asqueroso, uma cirurgia plástica, uma lavagem cerebral e uns 3 meses de ginásio.".
Ainda a rir o Tiago lá acompanhou a Raquel. Ao entrar no supermercado dirigiram-se para a secção dos legumes.
Raquel (gritando): Cuidado!
Tiago: O que foi?
Nesse instante o rapaz dos patins do supermercado embate com o Tiago e atira-o para um amontoado de latas de atum.
Raquel: Ah! Que incompetentes! Tiago, querido, vamos já para o hospital!
A Elsa tinha regressado a casa, depois de ter confirmado que estava tudo bem com o Chefe Teles. Na casa, reinava a confusão.
Elsa: Quietos! Vá vamos comer!
Quiqui Irmã, irmã. Que é isto que estava no teu quarto?
Elsa: Quiqui! Larga já a minha roupa interior!
A Quiqui continuou a correr e a saltar, com a roupa interior da Elsa na mão.
Elsa: Dá cá isso!
Quiqui Não dou! Não dou!
Elsa: Dá cá isso sua chata de um raio, senão levas dois tabefes nas trombas que ficas cinco dias de cama! - gritou ela, zangada.
Quiqui Credo, que violenta. - disse ela, assustada. - Toma lá a roupa interior.
Elsa: Hunf, tens de te comportar, Quiqui! Já tens nove anos! Olha como a Mimi se comporta. Ela só tem doze anos, mas é bem comportada.
Quiqui Ora, o Totó é pior que eu, às vezes.
Elsa: O Totó só tem sete anos, por isso é normal. Tu já és uma rapariga crescida.
Mimi Eu já acabei de comer. - disse ela. - Vou para o meu quarto estudar.
Ela foi para o quarto.
Elsa: Vá Quiqui, vai comer.
Quiqui Está bem. - disse ela. - Quando é que os pais voltam, Elsa?
A Elsa olhou preocupada para a irmã.
Elsa: Eles já não voltam, Quiqui. Mas eles estão no céu, a olhar por nós.
Totó: Tenho saudades deles também.
Elsa: Eu sei. Eu também tenho. Mas temos de continuar com a nossa vida. Vai tudo correr bem e os pais estão sempre no nosso coração.
Nesse momento, a Elsa tomou a decisão de aceitar a proposta da Virgínia. Iria fazer de tudo para dar uma vida melhor aos irmãos.
No supermercado...
Tiago: Eu estou bem. Não preciso de ir para o hospital.
Raquel: Tens a certeza?
Tiago: Sim. Só que não quero ver mais atum à frente.
O rapaz dos patins, chamado Guilherme Peixoto, aproximou-se.
Guilherme: Peço desculpa. Foi sem querer.
O Tiago levantou-se.
Tiago: Não faz mal, está tudo bem.
Raquel: Tiago, devias era processar este incompetente!
Guilherme: Por favor, não faça isso. Eu não tenho muito dinheiro para pagar indemnizações e ainda me despedem...
Tiago: Já disse que não há problema. Não vou processar ninguém.
Raquel: Fazes mal. - disse ela. Depois virou-se para o Guilherme. - E você, se não sabe andar de patins, não ande!
A Raquel pegou no braço do Tiago e os dois afastaram-se. Eles fizeram as compras e dirigiram-se à caixa. Uma senhora gorda, de nome Gracinda Baleia estava a disparatar com o rapaz da caixa, Victor Guimarães.
Gracinda: Você deu-me menos um cêntimo de troco!
Victor: Desculpe, mas eu dei-lhe o troco certo!
Gracinda: Não deu nada! Quero o meu cêntimo!
Victor: Olhe, eu tenho a certeza que lhe dei o troco certo. Vou chamar uma supervisora para fazer a contagem do dinheiro da caixa. Se tiver um cêntimo a mais, é porque é seu. Se não, então eu não me enganei.
Gracinda: Hunf, então faça isso! Eu tenho razão!
Um homem que estava atrás da Gracinda e à frente da Raquel e do Tiago ficou zangado.
Estêvão Labrosca: Ó minha senhora, não nos vai fazer esperar por causa de um cêntimo!
Gracinda: Eu é que sei! Meta-se na sua vida!
Estêvão Labrosca Vá mas é para casa, gorda de um raio! Está aqui a empatar a fila!
Raquel: Pois! Você deve ser uma pobretanas! Um cêntimo nem dá para comprar uma pastilha!
Gracinda: Esteja calada! Lá porque tem um corpo danone, não me pode ofender.
Entretanto, chegou a supervisora Gina Floriano e Victor explicou o que se estava a passar. E lá se puseram a contar o dinheiro. E enquanto isso, todos à espera.
Gina Já está. Está certo. O meu colega deu-lhe o troco certo.
Gracinda: Nem pense! Isso foi mal contado! Contem outra vez! – gritou ela, zangada.
Estêvão Labrosca É que nem pense! – disse ele, zangado.
Gracinda: Esteja calado!
O Estêvão ficou tão zangado que saltou para cima da Gracinda e os dois começaram a brigar. Apareceram dois seguranças, o Zico e o Zeco e levaram os dois dali. A supervisora Gina foi-se embora.
Raquel: Bem, lá foram os dois. Pelo menos chegou a nossa vez. – disse ela, aliviada.
Victor: Boa tarde. Olá linda senhora.
A Raquel e o Tiago ficaram espantados a olhar para o rapaz.
Raquel: Desculpe? Mas eu conheço-o para me estar a dizer isso?
Victor: Claro que conhece. Então não se lembra que eu me meti consigo da outra vez?
Raquel: Mas você não é a mesma pessoa!
Victor: Claro que sou. Só que fiz o que você disse, já fiz mais de três meses de ginásio, até mudei um bocadinho de personalidade e fiz uma plástica, por isso é que você nem me reconhece! - disse ele, sorrindo. - Então, já estou no seu coração?
Raquel:¬¬
Tiago: Olhe, não se meta com a minha amiga, ouviu?
Victor: Mas eu gosto dela.
Raquel: Pois, mas eu sou comprometida. - disse ela e agarrou o braço do Tiago. - Ele estava a brincar, não é meu amigo, é o meu noivo.
Victor: Noivo? Oh... que pena...
Pouco depois, eles saíram do supermercado.
Tiago: Para que é que disseste que eu era teu noivo?
Raquel: Ora, para que ele não me chateasse.
Tiago: Pronto, eu compreendo.
Raquel (pensando e sorrindo E em breve, vais ser mesmo meu noivo. Mas até que o rapazito agora está bem giro...
O Tiago afastou-se um pouco para ver uma montra e entretanto o telemóvel da Raquel tocou, era o Nuno.
Raquel: Estou sim?
Nuno: Daqui fala o Nuno Alfeite, amigo da Diana, noiva do Tiago. Eu sei bem que quer separar o Tiago e a Diana e eu quero o mesmo. Gosto dela e quero ficar com ela!
Raquel: A sério? Que interessante. – disse ela, sorrindo.
Nuno: Raquel, temos que fazer alguma coisa para separar aqueles dois!
Raquel: Não me digas! Olha eu já tratei de tudo, ou melhor a Dona Virgínia já tratou de tudo. Vai pôr uma rapariga a fazer-se ao Tiago para provocar ciúmes à Diana.
Nuno: Hum... parece uma boa ideia, assim quando a Diana começar a duvidar da lealdade do seu querido noivo... eu apareço para a...
Raquel e Nuno: Consolar... - riem-se os dois
Raquel: Ora nem mais, olha o Tiago vem aí tenho que desligar.
Nuno: O Tiago? Mas ele está aí contigo?
Raquel: Eu depois explico. E tens de me dizer como conseguiste o meu número de telefone. Adeus.
E no preciso momento em que a chamada termina, outra começa-se a fazer-se, mas longe dali, entre a Virgínia e a Elsa.
Virgínia: Estou sim, quem fala?
Elsa: Sou eu dona Virgínia.
Virgínia: Ah! Olhe afinal já não quero aqueles cremes que encomendei, são publicidade enganosa... as amostras não fizeram nada...
Elsa: Não dona Virgínia, é a Elsa Viseu. Lembra-se? Era para perguntar se a sua proposta se mantém de pé?
Virgínia: Ah! Claro, querida. Já pensou se aceita ou não?
Elsa: Sim, e aceito. Quando é que nos podemos encontrar para começar o trabalho?
Virgínia: Por mim já devia ter sido ontem - ri-se. - Venha ter comigo ao centro comercial às três e meia. Vamos às compras!
Elsa: Como queira.
E agora, o Nuno e a Raquel vão unir-se e a Elsa aceitou a proposta da Virgínia. Parece que a relação do Tiago e da Diana pode terminar em breve por causa dos planos destas personagens. Não percam o próximo capítulo!
