CASAIS IMPROVÁVEIS

Capítulo 3:Sesshoumaru x Kagome

Disclaimer: Eles pertencem à Rumiko e blá blá blá... A série original "Casais improváveis" é idéia de Juliane.chan1.


Música: Take a bow - Madonna

Com o espírito jovial e a curiosidade de uma criança, Kagome observava a preparação de uma das gueixas mais famosas da região. Kagura era digna daquele título, por toda a sua graça e beleza, incomparáveis e incontestáveis.

"Um dia queria ser como ela..." – Kagome pensou, escondida atrás de uma porta, assistindo à cena através de uma pequena fresta.

-Kagome! – Kagura gritou. A pequena jovem de cabelos e olhos escuros levantou-se assuntada e apareceu prontamente para obedecer às ordens da mulher mais velha. – Separe o meu melhor kimono para eu usá-lo hoje no festival. Já!

Kagome balançou a cabeça afirmativamente e desceu as escadas de madeira correndo. De dentro de um velho armário, pegou uma caixa de madeira e abriu-a. Os olhos amendoados brilharam ao ver a cor viva daquele kimono vermelho, queimando como fogo.

Deslizou a mão sobre o tecido, sonhadora, mas fechou o utensílio antes que alguém pudesse ver.


-Kagome-chan! Kagome-chan! – uma garota de cabelos castanhos apareceu na cozinha gritando. – Vamos ver Kagura dançar!

-Não podemos sair daqui, Sango. Temos muitos deveres à fazer.

-Vamos, Kagome. Okaasan nem vai perceber que saímos. Vamos, por favor!

Kagome hesitou um pouco, mas sempre quis ver como era a apresentação de uma gueixa como Kagura.

Lavou as últimas louças que estavam sobrando com pressa,para poderem ir até a casa de chá em que Kagura estava se apresentando.

-Sango-chan, está nevando. Acho melhor não irmos.

Sango nem respondeu, apenas puxou a amiga pelo braço, escapulindo rapidamente pelo portão do okiya.

Ambas riram, correndo com os pés afundando no gelo. Não era a primeira vez que aprontavam coisas do tipo, porque o passatempo predileto das duas era fugir de Kaede, a dona do okiya em que moravam.

Ao chegarem na frente da casa de chá, notaram uma movimentação anormal. O local estava muito cheio.

Se entreolharam, rindo, e continuaram a andar, até chegarem na porta de papel. A fresta que havia ali era ideal para que elas enxergassem o que se passava dentro da casa.

A curiosidade infantil que ambas tinham era mágica. Queriam tanto saber mais sobre o destino que lhe enviaram, que agora podiam ver de perto como seria o futuro dali pra frente.

As luzes se apagaram e Kagura apareceu de forma graciosa, vestida no kimono vermelho cor-de-fogo. Com movimentos delicados e sensuais, a dança começou, atraindo todos os olhares para o centro da sala.

Kagome estava deslumbrada. Como Kagura era bonita...

Mas um par de olhos dourados chamou mais a atenção dela do que o próprio kimono que a geiko usava.

Um homem, que aparentava ter quase vinte anos, com longos cabelos prateados e pele tão branca quanto a neve. Os olhos dourados estavam um pouco desinteressados quanto ao espetáculo, porque vagavam perdidamente pelo local, sem prestar muita atenção à Kagura.

Sango correu para o outro lado da casa,para ter uma melhor visão da dança, desviando um pouco a atenção de Kagome.

Quanto voltou a olhar a fresta da porta, notou que esta estava aberta e que o mesmo homem que admirava há instantes atrás estava parado bem à sua frente.

Kagome caiu sentada sobre o tatame,com os olhos arregalados para ele.

Os olhos dourados estavam serenos, mas Kagome estava assustada demais para admirá-los naquele momento.

Levantou-se rapidamente e saiu correndo, sem sequer olhar para trás.


Aquilo tudo não passava de lembranças boas de sua adolescência. Um período onde descobriu que havia determinação em sua vida, e que certamente chegaria até onde sempre sonhou : se tornar uma verdadeira gueixa.

Não tinha os mesmos catorze anos de idade como naquela noite em que encontrou os olhos dourados mais belos que já conheceu, mas agora estava mais madura. Era uma mulher no auge da beleza e da vaidade, e estava na hora de mostrar ao mundo quem ela era.

Deixaria de ser apenas uma aprendiz naquela noite, quando o festival do mizuage se realizaria em um dos restaurantes mais requintados da região.

Kagome estava ansiosa pelo título que receberia, mas tinha a certeza de que daria tudo de si mesma para conquistá-lo com glória.

Uma das ajudantes terminava de preparar seu penteado,enquanto a outra trazia uma caixa com o kimono que Kagome utilizaria.

Ela sorriu às pequenas garotas, porque um dia já esteve em seus lugares.

A porta se abriu e a figura de uma Kikyo sorrindo docilmente apareceu.

Assim que Kagome se vestiu, Kikyo não pôde conter um olhar surpreso: sua maiko estava mais bela do que nunca.

Kagome permitiu-se sorrir assim que olhou sua imagem refletida em um espelho. Nunca se sentiu muito à vontade com roupas exuberantes e maquiagens fortes no rosto, mas naquela noite estava se achando belíssima com tudo aquilo.

-Vamos, Kagome-chan. Sinto que várias surpresas a aguardam hoje. – Kikyo disse, com um certo ar misterioso que já estava incomodando Kagome.

Concordou com um aceno de cabeça e se despediu das garotas do okiya, enfrentando o ar gelado e o chão coberto de gelo que o inverno fazia questão de trazer.

Era difícil caminhar em um terreno instável com aquele par de guetas enormes. Apesar disso, ela era uma gueixa, e saberia superar aquilo com a classe e leveza de sempre.


Sua apresentação foi esplêndida, digna de aplausos e sorrisos, além de olhares fulminantes por parte de Kagura.

No final da noite, Kikyo pediu para que a ajudasse a servir saquê e entreter alguns senhores que se encontravam na mesa principal do restaurante.

Kagome observou de longe um homem muito bonito, com cabelos compridos e brancos, gargalhando e bebendo saquê. Parecia muito feliz, de certa forma. E lembrava muito alguém que havia conhecido.

Com passos gloriosos, foi até lá e se sentou ao lado dele. Pelo que soube, seu nome era Inutaisho e ele era o governante daquela província em que vivia. Certamente era muito influente na região.

-Boa noite senhor. Imagino que aceite mais um pouco de saquê. – disse quase sussurrando em seus ouvidos, fazendo com que a garrafa despejasse mais da bebida alcoólica em seu copo.

Inutaisho aproveitou que seus companheiros estavam muito entretidos com Kikyo e observou bem a beleza da jovem Kagome.

Era exatamente o que procurava.

-Sua apresentação foi belíssima. Nunca vi algo parecido... Exceto quando conheci minha esposa, é claro. – disse o homem, dando uma risada baixa em seguida.

-Oh... Ela também era um gueixa, senhor? – Kagome parecia entretida no assunto.

-Sim... A mais bela que já vi até hoje. Izayoi só abandonou a arte porque aceitou meu pedido de casamento.

-Izayoi? – Kagome repetiu um pouco assustada. – A oneesan de Kikyo?

-Exato. Não é de se estranhar que sua beleza e delicadeza estejam tão bem treinadas. São alguns ensinamentos de minha Izayoi. – Inutaisho dizia em tom sonhador.

Kagome achou graça em notar aquilo, mas era gratificante ver que uma gueixa de seu okiya havia conquistado a felicidade ao lado do homem amado.

-E a que se deve toda essa comemoração em sua mesa, Inutaisho-san? – Kagome perguntou interessada.

-Bem... Meu filho mais novo completa dezoito anos hoje. Creio que logo ele estará presente junto de seu irmão e alguns amigos.

Logo, a porta se arrastou e um grupo de jovens muito falantes adentrou o local.

Kagome se levantou e caminhou em direção a eles, para recepcioná-los.

Seria simples se assim fosse, porém, ela teve um de seus maiores choques ao avistar aquele conhecido par de olhos dourados.

Seu sangue congelou e ela permaneceu estática, sem sequer desejar uma boa noite aos visitantes.

Kikyo veio ao seu encontro de prontidão, para que um desconforto não se instalasse.

-Boa noite, senhores. A mesa que os espera é aquela ali. Queiram me acompanhar?

O que Kagome pôde notar foi a troca de olhares entre Kikyo e o rapaz que ela deduziu ser filho mais novo de Inutaisho, Inuyasha.

E aquele homem... Seria o outro filho? Eram muito parecidos, mas ela não sabia nem seu nome!

Assim que o grupo se afastou, ela conseguiu voltar ao seu estado normal, recolocando os pensamentos em ordem.

É claro que não se jogaria sobre o rapaz, mas com certeza ofereceria um pouco de saquê a ele.

Inu no Taishou fez um sinal com a cabeça, para Kagome se aproximar.

Kagome sorriu, não tirando os olhos do filho mais velho de Inutaisho.

-Kagome, estes são Miroku e Kouga, amigos de Inuyasha, meu caçula que completa dezoito hoje, e Sesshoumaru, meu filho mais velho. – sussurrou aos ouvidos da moça, que ficou surpresa ao saber o nome do rapaz que lhe chamava a atenção.

-Boa noite, senhores. – ela os reverenciou, ainda nervosa com tudo aquilo.

Sesshoumaru?

Aquele era seu nome.

Com os olhos levemente atentos e os lábios entreabertos, ela se pôs a observar todos os movimentos de Sesshoumaru, fazendo o possível para não cair em desatenção.

Se acomodou melhor ao seu lado e pensou em algumas frases para poder iniciar uma conversa com o rapaz.

-Sesshoumaru-sama, gosta de saquê? – perguntou com voz doce, pegando a garrafa nas mãos.

-Prefiro chá. – Sesshoumaru foi sereno com a resposta, surpreendendo Kagome.

Ela se permitiu a sorrir de forma discreta, porque não suportava aquela história de saquê. Preferia mil vezes chá.

Tratou de pegar o bule para despejar o líquido fervente na xícara de Sesshoumaru, com os mesmos movimentos delicados habituais.

-Me desculpe por não assistir sua apresentação. – ele se desculpou, mas não olhava diretamente para Kagome. Tentava ao máximo esconder seus sentimentos sob uma máscara um tanto... fria.

-Não se preocupe, Sesshoumaru-sama. Entendo que o senhor deve ter muitos outros compromissos. – ela respondeu alegremente.

-Não, eu não tenho. – respondeu seco, olhando diretamente nos olhos castanhos de Kagome.

-Oh... – ela se sentiu desconcertada, e procurou olhar para alguma outra coisa que não fosse ele.

-Eu gostaria muito de tê-la visto dançar. Mas meu irmão é um tolo que não se preocupa muito com pontualidade em eventos. – explicou calmo, sorvendo alguns goles de chá.

Kagome suspirou. Se sentia um pouco embriagada com o aroma do álcool vindo do saquê, e da fumaça dos cachimbos. Mas, principalmente, com a presença de Sesshoumaru.

-Esperei todos esses anos por você... – disse, meio que vagamente, admirando algum ponto no horizonte, quando percebeu o olhar assustado dele fixo sobre ela. Só assim se deu conta do que havia dito.

Levou as mãos aos lábios e arregalou os olhos castanhos, que estavam perfeitamente delineados com maquiagem preta.

-O quê disse? – Sesshoumaru estreitou o olhar sobre ela, que sentiu um nó se formar na garganta.

-Oh...Me desculpe...Eu apenas... – visivelmente nervosa, tudo o que pôde fazer foi se levantar e sair correndo.

Uma atitude que acabou por chamar a atenção de todos, inclusive de Kagura, que se divertia com a cena.

Porque um dia, Sesshoumaru havia sido só de Kagura.

Kikyo olhou horrorizada para aquilo, pedindo licença aos homens para poder ir atrás de Kagome.

Sesshoumaru ainda estava um pouco surpreso com o que a garota havia dito.

Do lado de fora, Kagome estava sentada em um banco no jardim, enquanto finos flocos de neve caíam sobre os cabelos escuros.

Não estava chorando, porém mantinha uma expressão melancólica. Kikyo sentou-se ao lado para saber o que estava acontecendo.

-Não sei como lidar com ele. Nunca vou saber. E , no entanto, dei minha vida para reencontrá-lo. – disse, um pouco emocionada, olhando para a companheira – O que eu posso fazer se eu o amo?

Kikyo abriu a boca para falar algo, mas o som de Sesshoumaru arrastando a porta foi mais alto, chamando a atenção de ambas para o tatame.

Ele ficou parado por alguns momentos, até Kikyo se levantar para retirar-se. Assim que passou por ele, a mulher ainda lançou um último olhar ao rapaz, que mantinha os olhos fixos em Kagome.

Kagome deixou de olhá-lo, e voltou a admirar algo inexistente. Havia sido treinada há anos para saber se comportar diante de um homem importante, e quando a hora finalmente chegara, ela colocou tudo a perder.

Sesshoumaru se aproximou, mas não se sentou. Ficou apenas fitando-a de onde estava, até conseguir que ela o olhasse.

Assim que o fez, Kagome encontrou os olhos brilhando intensamente sobre ela.

O luar estava tão belo...

-Repita o que disse – como uma ordem, Kagome estremeceu.

Hesitou por alguns momentos, porque não sabia ao certo como consertar a situação. Talvez porque ela realmente não conseguiria fazê-lo.

-Eu... – tomou fôlego para terminar sua resposta – eu disse que esperei te reencontrar por todos esses anos. – finalizou com um suspiro pesado.

Abaixou a cabeça tentando esconder os olhos marejados, mas foi em vão assim que Sesshoumaru sentou-se ao seu lado.

Sentiu a mão gelada tocar a sua e imediatamente levantou o rosto para encará-lo.

Ele era tão bonito... por quê se preocuparia em dar ouvidos à uma garota tão tola como ela?

-Eu também te esperei desde aquela noite em que você era apenas uma criança curiosa. Nunca vi uma beleza como a sua em toda a minha vida.

A voz dele tinha uma certa frieza, mas que confortou a mulher assim que ele foi sincero.

-Sesshoumaru-sama...

A distância que separava ambos foi diminuindo à medida que os lábios se aproximavam.

Até que eles se tocaram.

Estavam frios ao primeiro contato, mas logo o gelo derreteu. Kagome manteve os olhos abertos, admirava as feições daquele que a fez perseguir seu destino até que o encontrasse novamente.

Sesshoumaru permitiu-se a aprofundar o beijo, dando a Kagome sensações que ela jamais havia conhecido antes.

A garota sentiu um arrepio percorrer seu corpo assim que ele a puxou com delicadeza pela cintura.

Ele abriu os olhos dourados assim que terminou o beijo, admirando a adorável cena de Kagome, ainda com os olhos cerrados e os lábios avermelhados.

-Quero que seja minha para sempre... – sussurrou, encostando sua testa na testa dela.

No primeiro instante, pensou que ela relutaria contra a idéia, mas se surpreendeu assim que ela se levantou e pegou sua mão.

Queria guiá-lo até um local privado, onde poderia realizar o sonho de ser possuída por aquele que tanto almejou.

-Venha comigo... – disse num fio de voz.

Ele fez o que ela pediu.

Caminharam juntos até a floresta fechada que havia ali perto. Quando avistou um tapete de grama verde, sabia que seria ali que se entregaria de corpo e alma, não se importando com o frio que fazia.

Virou-se para Sesshoumaru e com uma habilidade incrível, retirou seu quimono, ficando totalmente nua.

Estava ofegante, talvez nervosa.

Ao avistar toda a beleza que Kagome esbanjava, Sesshoumaru se aproximou em passos lentos e elegantes, fazendo a garota recuar até encostar em uma árvore.

A distância mínima fez Kagome se esquecer do frio tremendo que sentia. O contato íntimo superava qualquer obstáculo.

Sesshoumaru pressionou o corpo forte contra o dela, traçando uma trilha de beijos molhados do pescoço até a orelha. Kagome gemeu.

Tomou um seio em uma das mãos, acariciando-o. A massagem fez Kagome arfar e arquear as costas.

Sesshoumaru foi tão ágil como ela. Tirou toda a roupa em um piscar de olhos.

Quando voltou a pressioná-la, Kagome se sentiu extremamente excitada com o toque quente da pele dele contra a sua.

Voltaram a se beijar, mas um raio cortou os pensamentos de Kagome e a fez lembrar de um pequeno detalhe: só deveria se entregar para aquele que pagou por ela.

O empurrou com brusquidão, arregalando os olhos.

-Não posso fazer isso.. – disse, trêmula.

Sesshoumaru costumava ser muito sagaz, e naquele momento não havia sido diferente.

Sorriu, fechando os olhos. Voltou a se aproximar dela, que agora sim relutava contra os toques ousados do rapaz.

Ele somente prendeu um dos pulsos da mulher atrás do delicado corpo, depositando uma força incrível para que ela não escapasse.

-Fui eu quem pagou o maior valor... – sussurrou ao pé do ouvido dela.

Kagome, que antes tremia, estancou. Prendeu a respiração por alguns segundos, mas não poderia escutar algo melhor do que aquilo.

-Sesshou...maru. – foi tudo o que conseguiu sibilar em um momento de glória como aquele.

Durante toda a vida, batalhou para que pudesse encontrar alguma felicidade, mas era muito difícil.

E na noite mais importante de sua vida, teve o seu melhor presente.

Aquele homem que a aprisionou em uma paixão devastadora e quase platônica.

E agora, ele estava ali, pronto para torná-la mulher.

O brilho dourado dos olhos dele pousou de forma gentil sobre os olhos castanhos dela. Sesshoumaru voltou a beijar seu pescoço de forma ardente. Kagome apenas fechou os olhos para viver aquele sonho, que era mais real do que tudo.

Sesshoumaru a deitou sobre a relva, e a mão que segurava o pescoço da mulher escorregou atrevidamente até os seios. Ele brincou com um dos mamilos, enquanto tocava o outro com a sua língua, fazendo Kagome suspirar.

Pegou a mão delicada dela e levou até o membro rijo e pulsante. Kagome, envergonhada, começou a acariciá-lo, e foi se desinibindo à medida que escutava os gemidos de Sesshoumaru.

-Sesshoumaru...estou pronta... – sussurrou num fio de voz.

Ele sorriu de forma sedutora, preparando-se para penetrá-la. Quando finalmente o fez, sentiu que a mulher se contorceu levemente por causa da dor. Ele parou.

-Não pare...por favor. – embora transbordasse inocência, o pedido surtiu de forma extremamente sensual aos ouvidos dele.

Começou a penetrá-la em um ritmo leve e delicado, sentindo que ela ainda sentia um pouco de dor.

Kagome cravou as unhas nas costas largas dele, que começou a investir com mais força dentro dela. Os seios se movimentavam rapidamente agora, excitando-o mais e mais.

Ele segurou uma das coxas dela, e aumentava cada vez mais a intensidade das estocadas.

Kagome, que antes somente gemia, agora gritava. Estava extasiada com o que sentia, e não poderia ser melhor. O porte másculo de Sesshoumaru a deixava deliciada e excitada.

-Kagome...

-Sesshoumaru...

Ofegantes, ambos estavam chegando próximo ao limite máximo do prazer, quando finalmente Sesshoumaru despejou dentro de Kagome seu líquido fervente.

Desabou ao lado dela, respirando forçadamente. O calor dos corpos,em contato com o ar gelado poderia até causar conseqüências aos dois, mas eles não se importavam.

Sesshoumaru puxou Kagome de forma possessiva ao encontro do seu corpo, depositando beijos em sua face e cabelos.

Kagome repousou uma das mãos no peito dele.

-Eu te amo, Sesshoumaru...te amo tanto...

Ele sorriu. A vitória de conseguí-la, a sensação de felicidade por tê-la junto a si, era tudo perfeito.

-Eu também, minha Kagome...


Kagome estava vestida de branco, estonteante.

Kaede estava bem à sua frente, sorvendo alguns goles de chá verde.

Ambas em silêncio.

Kagome mantinha uma expressão serena e feliz no rosto.

-Kagome. Menina Kagome. – Kaede disse ao depositar a xícara sobre a mesa – É uma pena te perder. Penso que será muito difícil conseguirmos outra de você aqui. Mas fico contente por ver sua felicidade transparecer. Você agora é uma mulher que pode se decidir quanto ao seu futuro.

Kagome fechou os olhos e suspirou.

- Okaasan... eu tenho muito a agradecer. Tudo o que aprendi, levarei para a vida toda. Não me esquecerei jamais de você. – disse por fim, depositando o pente que servia de enfeite para os cabelos sobre a mesa.

Ao observar o utensílio, Kaede não conseguiu conter a emoção, e deixou uma lágrima cair dos olhos. Sua criança estava partindo.

-Boa sorte, Kagome. Que você seja feliz ao lado de Sesshoumaru. Ele é uma pessoa boa, e você certamente terá muitas alegrias daqui pra frente, assim como Kikyo terá com InuYasha.

Kagome se levantou e sorriu. Reverenciou Kaede e saiu em passos curtos da sala.

Ao deixar o okiya, sentiu uma dor no peito. Era o lugar em que aprendeu a viver. E agora, estava partindo para sua nova vida.


Sesshoumaru e Kagome estavam sentados à beira do lago, contemplando um belíssimo pôr-do-sol. O silêncio incomodava um pouco o rapaz, mas sabia que Kagome passava por uma fase de transição muito importante em sua vida.

Abandonou o título de gueixa quando se casou com o seu danna. Mas se casou com o homem que amava,e isso a diferenciava um pouco da maioria das gueixas.

-Sesshoumaru...

Ele a olhou com ternura. O alaranjado céu tingia a face dela.

Passou a mão pelo ventre, acariciando-o e sorrindo, olhando em seguida para os olhos dourados, que explodiam de felicidade.

Uma nova vida estava a caminho...


Oi pessoal!

Espero que tenham gostado...agora, votem no próximo casal que gostariam de ver sofrer nas minhas mãos huahuahua...

() Rin x InuYasha

()Sesshoumaru x Ayame

()Miroku x Kagome