Continuando... antes havia postado, mas era o errado ^^...
Anos depois...
Uma linda garota com olhos vibrantes cor de mel, cabelos levemente ondulada e extremamente tímida despedia-se dos seus pais que saíram em férias para Fernando de Noronha no Brasil.
Como todos os pais, muito carinhosos, preocupados e orgulhosos, ainda mais depois de séculos na família gerarem a primeira e única herdeira deixaram suas regras e lições
- Sim mãe, pode deixar não falarei com estranhos e muito menos deixarei entrar em casa – fazia uma leve reverencia aos pais
- Muito bem, minha filha – acariciava o rosto da filha – e outra nada de festinhas enquanto estivermos fora.
Ambas gargalharam com o comentário
Os pais conheciam muito bem a filha.
- Então vamos, tchau minha garotinha... se cuida – acenava a mãe no carro
Com um sorriso, ela acenava de volta.
Rin é dona de uma bela casa em um dos bairros de classe alta. Sempre foi cercada de luxo, apesar de nunca ligar para coisas matérias. Sua paixão era suas pinturas. Seu desejo, um dia ter seus lindos quadros reconhecidos por toda Alemanha. Dedicava-se as aulas, e como espaço preferido da casa, onde normalmente estava, seu ateliê. Tinha apenas 15 anos, estava preste a completar 16, mas já sabia muito bem o que queria e o que fazer para conseguir. Assim que completa-se 18 iria para França, estudar e se formar.
Entrou em casa e como sempre com a mesma sensação de esta sendo observada, já era acostumada com isso, desde criança era assim. Nunca ligou, afinal morava em uma casa repleta de câmeras e sistemas de alarmes.
Pegou suas coisas e com o motorista dirigiu-se até a casa de arte. Mas antes sempre passando em sua preferida cafeteria.
Entrou no recinto e pediu o de sempre, pagou e saiu. Neste momento estava com café na mão e trombou em uma pessoa.
- Oh senhor, me desculpe... – seu rosto ganhará um tom avermelhada
O senhor que agora estava com a camisa suja
- Tudo bem, se todas as vezes que eu trombar com alguém delicado como a senhorita. Tentaria mais vezes. – pronunciava divertidamente
Aquilo foi apenas o começo da conversa, dali em diante passaram a conversar e até se encontrarem com frequência.
Eram duas da manhã, a jovem dormia serenamente.
Sentiu um frio e por fim acordou, estava tudo escuro, mas forçou a vista e viu um vulto.
Acendeu um abajur que ficava ao lado da cabeceira da cama e constatou que não havia ninguém. Apagou a luz e voltou a dormir.
Esse fato permaneceu acontecendo durantes os dias seguintes.
Em uma noite, intrigada, Rin permaneceu acordada. Respirava lentamente como se estivesse dormindo. O vulto então se aproximou, e para o seu espanto, sentiu uma mão e dois lindos olhos encarando-o.
Rin levantou e acendeu a luz e para a sua surpresa era o seu novo amigo. No momento pensou que ele seria um ladrão. Mas suas suspeitas sumiram assim que pronunciou
- Desculpe a invasão, mas fiquei preocupado com você sozinha nessa casa. Sei que não deveria esta aqui, mas... foi mais forte que eu. – sua voz tinha um tom que acalmava.
Ela sorriu e o desculpou.
Voltou a dormir e todas as noites ele ia velá-la, às vezes a arfava seus cabelos para dormir.
Uma dessas noites acordou sentindo um frio em seus lábios. Assustou-se ao reconhecer, viu que era ele novamente.
- Sesshouma... – estava surpresa e novamente corada
Antes mesmo de terminar, os lábios já estavam selados. Ele penetrava lentamente a língua no interior quente da boca da jovem explorando cada parte. E esta, timidamente, correspondia seus movimentos com leve medo, afinal era seu primeiro beijo.
Permaneceu assim até sentir algo gelado subindo em suas coxas, seus olhos arregalaram.
- Não... não Sesshoumaru... por favor, tira a mão daí... tira! – estava nervosa e com medo
Parou e fixou os olhares, com toda calma, desceu os lábios até o pescoço roçando. Rin havia se acalmado.
- Por favor, Sesshoumaru, acho... acho melhor ir embora, isso nem é certo. Estou desobedecendo meus pais. - suplicava
Olhou-a novamente e um pequeno sorriso se formou.
- Ainda nem fiz o que realmente quero Rin.
- Mas... o que... o que você quer?- o medo novamente retornava ao seu rosto
Sentiu as mãos frias, que antes descansada na coxa da garota, subindo e com ela o desespero da garota.
-NÃO... PARA... PARA ... – seus olhos lacrimejavam e pedia por clemência
Ignorando os pedidos da jovem, chegou ao intimo, afastou a calçinha e acariciava gentilmente enquanto a acalmava
- Não precisa ter medo Rin, não irei machucá-la.
Ela agora mantinha-se petrificada, segurava a respiração a cada movimentos dos dedos dele dentro de si.
- Sinta... é gostoso... – sussurrava ao pé do ouvido
Aos poucos foi relaxando, não entendia, mas seu corpo começará a gostar daquela sensação. Começou abrir lentamente as pernas, dando melhor acesso aos movimentos. Voltou a respirar, dessa vez ofegante.
Sesshoumaru desceu a boca até os seios da garota, mesmo sobre protestos. Levantou a blusa do baby-doll e começou sugá-la.
- Sesshoumaru... chega... esta indo longe demais... – ofegava mais e começava dar leves gemidos
Ele parou e voltou para o rosto da garota. Ficou em silencio e com a mão que acariciava sua feminilidade levantou a perna e um enorme membro começou a roçar.
Rin tentou empurrá-lo, mas foi em vão.
Ele colocou devagarzinho o pênis dentro. Rin sentindo dor parou de mexer. O olhou e gritou de dor, e logo... ele estava dentro dela.
- Calma... já passou – tentava acalmá-la mais uma vez
Com lágrimas nos olhos
- Por que esta fazendo isso... por quê?
Parou os movimentos e cariciou sua face.
Aquilo de certa forma tranqüilizou-a, e acabou se entregando a ele, abraçou o corpo frio e voltaram aos movimentos.
Vi ela gemendo, até que enfim havia conseguido... hum... .como desejava aquilo. Poderia dar prazer a ela a noite toda, ou o quanto ela aguentasse, afinal sou um vampiro e não tenho mais o prazer de um liquido quente invadi-la e muito menos risco de engravidá-la. Como era gostoso vê-la assim. Não tirava os olhos delas... era hipnotizante... que hilário dizer isso. Mais eram sim...
A fiz minha, ou melhor, roubei sua inocência. Inocência com um gosto divino por sinal, até aquele momento não havia sentindo um gosto assim e nem imaginava que poderia existir. Vi ela cansada e senti o cheiro de sua inocência indo embora, desci e lambi completamente aquele sangue misturado com prazer. Não poderia deixar passar um momento desses...
Voltei meu corpo para o dela, seus olhos permaneciam fechados então a deixei descansar e fui embora.
Agora estou esperando anoitecer para visitá-la novamente.
Bjs e até a próxima... podem brigar se ficou muito ruim!!!
*Meyllin = realmente ele é muito modesto, até sinto pena..heheheh...
*Kuchiki Rin = obrigada por ler aqui também \o/, logo irei postar na comu, ah espero que tenha visto a diferença, e que tinha postado a outra versão... :D
Mas sinceramente acho que ficou meio sem graça esse capítulo... tentarei melhorar na próxima!
Bjs linda e obrigada!
