Yo, minna!

Acima de tudo, queria explicar uma coisa logo agora. Por causa da minha vida conturbada de terceiro ano, realmente não sei quando poderei postar algo. É por isso que decidi dividir as coisas. Como E se fosse verdade...? é a fic que particularmente está mais completa (justamente por eu saber exatamente o que vai acontecer), decidi que postarei as minhas outras fic's apenas quando eu terminar esta. Mas eu acredito que isso não venha a demorar.

Minhas sinceras desculpas, mas ficaria muito difícil pra mim continuar três fic's desta maneira. Espero que me entendam, OK?

Boa leitura!

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E se fosse verdade...?

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By Lin-chan

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Capítulo 6: Um caminho a se seguir.

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Ainda estavam lá, parados na calçada que separava a agitada rua da pequena lanchonete, no qual se encontravam há pouco. Ainda sobre o efeito do pequeno acidente, o recinto apertado, assim como a maioria das coisas em Tokyo, enchia-se cada vez mais de gente. Mas não era isso que valia para eles.

Rin pensava momentaneamente naquilo que Sesshoumaru há pouco lhe falara. Sobre ser médica. Médica.

É a única resposta. – pensava sem se importar com o tempo, que não parecia a favor deles. Não pelo menos naquele momento.

A hora demarcada do habitual almoço estava prestes a chegar. Sabia disso, não por si, já que não sentia fome, mas pela movimentação em frente aos vários restaurantes dali. E agora já encontrara.

Encontrara uma saída.

Uma resposta.

Mas e então? O que faria para continuar procurando a si? O que faria com esta nova descoberta?

Não precisara pensar. E intimamente, não queria.

Apenas vira o dedo de Sesshoumaru percorrer em direção a algum lugar, vigiando-o, curiosa para descobrir onde seria. E este parou onde menos esperava.

Ou talvez onde mais cobiçasse.

Hospital Central de Tokyo.

Seria possível?

Olhou angustiadamente para o rapaz a seu lado, que ainda mantinha o dedo esticado na direção do hospital. Como Sesshoumaru poderia tentar tal dedução? Porque dos vários hospitais, deduzira que era justamente aquele, levando em consideração que ela trabalhasse em um?

- Você é competente demais. – Sesshoumaru comentou, voltando seu braço para a posição habitual, e vendo o rosto surpreso de Rin, com certeza pelo comentário. – Deve trabalhar lá.

- Será? – perguntou medrosamente, olhando ora para ele, ora para o local em que talvez passasse a maior parte de seu tempo. Antes.

- Só descobriremos se formos até lá. – deu de ombros e seguiu até o lugar marcado, deixando seu carro estacionado na rua perto de onde estavam. Assim como fizera no início, ao achar o panfleto com a indicação da casa. Mas eles não queriam ir até lá.

Mesmo com toda aquela maravilha que acabara de acontecer, qual seria o atordoante motivo para toda aquela hesitação? Porque Sesshoumaru e até mesmo Rin não queriam chegar até o hospital?

Seria medo…?

Sim. Era medo.

Em ambas as partes. E chocantemente, pelo mesmo motivo.

Afinal, ambos sabiam que se aquela fosse a verdade, tudo estaria acabado. Entre eles. Rin não precisaria mais da companhia de Sesshoumaru, assim como ele não precisaria mais da dela.

Não. Ele precisava da companhia dela. Necessitava dela.

Mas ela não sabia.

E o mesmo ocorria com aquela estranha garota.

Por mais que dissesse para si mesma que tudo aquilo era tempo perdido e gratidão, sabia que não era.

Ela também necessitava dele.

Mas ele também não sabia.

E ao verem as grandes portas do Hospital diante deles, todas aquelas especulações foram-se. Porque aquilo não importava mais. Sesshoumaru sabia que Rin queria ir embora, e Rin, sabia que Sesshoumaru a queria longe.

Errados.

Sem mais palavras desde que começaram a curta caminhada, Sesshoumaru cruzou aquelas portas, parando no círculo central de mosaico que compunha o chão da recepção.

E ali, Rin também parara. Mas por outro motivo.

Sem saber o que acontecia, Rin se lançara ao chão, tentando abafar, com as mãos, os altos sons que escutava. Mas não conseguia. Porque aquele barulho não era real. E ao mesmo tempo em que escutava aquilo, imagens sem sentido e mais rápidas que sua concentração passavam diante de seus olhos, como se fossem slides em um belo computador.

Ao ver a reação da garota, Sesshoumaru se ajoelhara na mesma direção que ela. Agradecia mentalmente por todos dali estarem preocupados com outra coisa, além do seu súbito surto.

Queria ajudá-la, mas não conseguia tocá-la. E toda a sua aflição aumentava ainda mais ao vê-la se contorcer no chão. De dor, talvez.

Mas tudo passara assim que ela parou.

Assim que ela levantou a cabeça e olhou-o com aqueles olhos hipnotizantes.

Assim que ela sorriu docemente, e murmurou o que mais esperava.

- Me lembrei. – disse ainda baixo, talvez por ter se recuperado há pouco do que acontecera.

Rin estava pálida, e suava frio. Mas parecia não sentir. Estava extasiada com aquilo. E não queria sentir.

- Já sei de tudo, Sesshoumaru. – falou mais alto, levantando-se junto ao rapaz, que não parava de observá-la. – Me lembro de absolutamente tudo!

-… - e com mais um de seus meios sorrisos, Sesshoumaru caminhou até a recepção, com uma feliz Rin atrás de si.

- Reconheço todas as pessoas daqui! – pulava alegremente, olhando cada canto a seu redor, e apontando para a garota da recepção, onde haviam chegado. – Koharu!

- Então sabe o que aconteceu com você? – perguntou curioso, notando que o sorriso da garota se desmanchara.

- Iie. – respondeu relutante. – Lembro-me apenas do que for relacionado ao meu trabalho.

- Sumimasen. – Sesshoumaru virou o rosto, antes preso em Rin, para a tal mulher chamada Koharu, segundo dissera sua protegida.

- Pois não? – ela respondeu educadamente, observando o atraente rapaz que lhe chamara.

- Queria saber se Matsubara Rin ainda trabalha aqui. – foi direto ao assunto, arqueando as sobrancelhas ao notar a expressão apavorada da outra.

Falara algo errado? Rin seria uma contrabandista? Uma ladra? Uma mulher-bomba?

- M-matte itekudasai (1). – ela respondeu tremulamente, saindo da pequena área em que estava e indo até um pequeno grupo de médicas, que se concentrava no longo corredor do lado esquerdo.

Sesshoumaru viu quando ela comentou algo com uma das mulheres, e notou o tom também chocado da que recebera a notícia. Viu-a virar-se desacreditada para ele, como se tentasse reconhecê-lo, e depois, escutou o que Rin dissera, também notando a situação.

- Sango-chan… - a garota murmurou, ficando ao lado de Sesshoumaru.

- O que ela representa? – perguntou sem olhar para a garota, já que agora todas as mulheres daquele grupo passaram a olhá-lo com… Dó…?

- Ela era minha melhor amiga. – contou com orgulho. – E minha chefe.

-… - Sesshoumaru permaneceu calado, analisando a mulher, que agora, vinha até onde ele estava.

Ela parou em frente ao rapaz, mantendo os lábios entreabertos, como se quisesse falar algo para ele. Sem algum êxito. Observou-o atentamente, assim como fizera antes, e Sesshoumaru estreitou perigosamente seus olhos com aquilo.

Logo, a voz da mulher fora ouvida, e tanto Rin, como Sesshoumaru, ou qualquer outro que passasse lá naquele momento, notaram o tom desacreditado e trêmulo que ela utilizou.

- O que quer saber sobre Rin? – foi direta, vendo o rapaz amparar o peso do corpo no balcão. – O que você representou para ela?

Rin fechou os olhos ao perceber o que Sango falara. Representou. É uma palavra no passado… E ao ter notado isso, sentiu sua aflição aumentar ainda mais. Não. Ela estaria viva. Tinha de estar.

- Sou Taisho Sesshoumaru. Eu e Rin somos amigos. – Rin sorriu com a ênfase que Sesshoumaru dera ao tempo verbal da palavra. Com certeza ele também percebera o que a afligira. – Acabei viajando e não a encontrei mais.

- Porque não foi procurar Kagome, a prima dela? – Sango perguntou desconfiada, ao que Sesshoumaru tirou de letra.

- Não tenho o endereço dela. – inventou. – Apenas sabia que Rin trabalhava aqui.

Sango permaneceu um instante inerte, encarando os olhos dourados de Sesshoumaru. Por fim, ela deu um suspiro cansado e apresentou indícios de que começaria a andar, o que logo foi comprovado.

- Venha comigo. – ela murmurou num fio de voz, chamando Sesshoumaru com uma das mãos.

Não tão perto dela, caminharam sem pressa até o elevador. Chegando lá, ainda em silêncio, Sango apertou em um dos botões, e logo o elevador passou a subir. Rin estaria em um dos quartos?

- Você tinha algo a mais com ela? – a médica investigou com um sorriso abobalhado e ao mesmo tempo triste nos lábios.

-…- Sesshoumaru não respondera de imediato. Ao contrário. Passara a fitar o rosto rubro de Rin, que virara de costas para ele, com certeza a fim do rapaz não vê-la daquele jeito. – Iie. – ele respondeu com um sorriso malicioso, o qual não era visível diversas vezes em sua face. – Porque a pergunta? – quis saber.

- Seria uma pena. – ela comentou, saindo do local logo que as elegantes portas metálicas se abriram, revelando outro corredor ainda mais extenso.

Sesshoumaru arqueara uma de suas sobrancelhas com o comentário da mulher, saindo de lá assim como ela fizera. Aproximou-se ao vê-la parada em frente a uma porta, e logo que estava ao lado dela, viu-a abrir relutantemente a passagem.

Sem saber o que encontraria, Sesshoumaru atravessou o lugar, entrando numa pequena e escura sala. E logo que as luzes foram acesas, viu algo que jamais imaginara ver. E pela primeira vez, ficara sem palavras.

- E um grande choque. – Sango completou a frase passada, vendo a expressão surpresa que Sesshoumaru fizera.

- Rin… - ele murmurou, observando atentamente o pequeno e frágil corpo que se encontrava sobre a cama daquele quarto.

Em sua mente, nunca imaginara ver uma garota tão irritante e energética como Rin daquela maneira. Deitada sobre uma cama, debilitada por não se mexer. Aquilo era chocante para ele. E imagens de Sara vieram em sua mente.

Mas havia uma diferença.

Sesshoumaru ficara o tempo necessário ao lado de Sara, mas não sentira a falta dela quando ela partira, ou ao menos pena com tudo aquilo.

Já lá, naquele momento, sabia que teria de fazer algo. Aquilo para ele era insuportável.

Mas aquelas imagens sumiram de sua mente, logo que percebeu Rin ao lado da mulher desfalecida na cama. Ela olhava cada máquina aterrorizada, e visivelmente, pelo menos para ele, abalada.

Rin não acreditava naquilo que seus olhos obrigavam-na a enxergar. Não cria que estava naquela cama, viva apenas com a ajuda de alguns aparelhos.

Ela estava praticamente… Morta…

E era exatamente aquilo o que menos desejara durante aquele tempo que passara ao lado de Sesshoumaru.

Entretanto…

- O que houve? – Sesshoumaru tentou utilizar sua habitual voz impassível, mas não conseguira. No lugar, um tom trêmulo fora observado, assim como Sango fizera antes.

- Foi um acidente. – ela respondeu, encostando em um dos lados da porta, enquanto Sesshoumaru voltava sua atenção para a mulher em sono profundo. – O carro de Rin se chocou com outro, e ela entrou em coma, logo após uma cirurgia.

- Há quanto tempo? – quis saber.

- Há três meses. – Sango cruzou os braços, olhando a expressão inquieta que Sesshoumaru tinha.

Sara havia falecido há quase cinco meses… Não fazia muito tempo.

- Sinto muito. – Sango murmurou, percebendo que Sesshoumaru não falaria mais nada.

E assim como prevera, a sala mergulhou num silêncio mórbido. Sango observava Sesshoumaru, que observava Rin. As duas.

Sem mais o que fazer lá, Sango desgrudou-se da parede e saiu dali, deixando Sesshoumaru sozinho com seus pensamentos e sentimentos. O que fora de bom grado.

Instantes após aquilo, Rin lançou um estridente grito, que fora ouvido, obviamente, apenas por Sesshoumaru, que arregalara os olhos ao ver o mesmo acontecer.

A garota caíra sobre a cama, com as delicadas mãos sobre as orelhas, como se tentasse abafar o som. E momentos após, levantou vagarosamente a cabeça, mostrando o quão pálida estava.

- Lembrou-se de algo? – ele perguntou preocupado, tentando a fundo não demonstrar aquilo em seu tom de voz.

- Agora sim. – ela engoliu seco. – Lembro-me de tudo.

-…- permaneceu calado, sentando-se em uma das cadeiras dali, que coincidentemente ficavam ao lado da cama. - Que acidente foi este?

- Huh. – ela riu debochadamente, olhando agora para ele, que já havia se sentado. – Foi no dia em que fui promovida. - disse com amargura, percebendo o leve arquear de sobrancelhas de Sesshoumaru, algo que ele fazia muito, ultimamente. – Lembro-me de estar conversando com Kagome no celular. Logo que voltei a dirigir, me descuidei por um instante e… - estreitou os olhos com as lembranças. – Vi apenas um caminhão em minha direção.

Sesshoumaru passou as mãos exasperadamente pelos longos cabelos, mais um hábito que pegara durante aqueles dias. E pensar que um descuido acarretara em tudo aquilo.

- Será que consigo voltar? – escutou Rin perguntar, não entendendo o que a garota pretendia fazer.

Sesshoumaru viu Rin se lançar sobre o corpo, e por um instante imaginou que ela conseguira. Entendera que ela queria fazer com o corpo o mesmo que fizera com ele no dia da cafeteria.

Mas suas esperanças foram em vão ao ver o espírito de Rin reaparecer, sem trazer o corpo de volta.

Bufou estressadamente com aquilo, e encarou pela primeira vez naquele quarto, os olhos cansados do espírito Rin. Ela o observava contingentemente, escondendo o rosto com as mãos logo depois.

E num ato impensado, Sesshoumaru levou sua mão à pequena mão do corpo inerte de Rin, sentindo a temperatura gelada que emanava dela. Finalmente. Sentia Rin, como desejava antes. Mas ela não estava acordada. Não estava viva.

- Sesshoumaru… - o espírito de Rin murmurou, ao sentir o toque que lhe fora efetuado pelo rapaz. – Eu senti isso! – ela exclamou feliz, chamando a atenção do homem para si.

- Sentiu quando lhe toquei? – perguntou desacreditado, observando o feliz acenar de cabeça da garota.

- Isso quer dizer que de um jeito ou de outro, meu corpo ainda está conectado com minha alma. – falou pensativa, sem perceber que Sesshoumaru ainda mantinha sua grande mão sobre a dela, talvez tentando esquentá-la.

E quando Sango entrou delicadamente no quarto e chamou Sesshoumaru para se retirar, Rin pôde sentir o choque térmico pela falta de calor que ele fornecia.

Sango sorrira brevemente ao encontrá-lo naquele estado. Segurando a mão de Rin como se fossem um casal. E suspirou tristemente com a idéia.

Injusto. – era o que pensava.

Era injusto que alguém como Rin perdesse tudo quando estava justamente começando a viver. E se ela estivesse apaixonada por ele…?

Deixou pequenas e finas lágrimas escaparem de seus belos olhos castanhos. A idéia de perder Rin era algo doloroso, mas inevitável. E ela sabia disso. Todos lá sabiam disso.

- Posso me despedir? – Sesshoumaru perguntou calmamente, ao ver a mulher acenar positivamente para ele e sair da sala. – Vamos, Rin. – ele chamou a garota, mas não ouviu reposta da parte dela. – Rin? – chamou novamente, procurando-a pelo quarto, e a achando, outra vez, ao lado da cama.

- Ficarei aqui. – ela disse sem saber ao certo o que fazia. – Afinal, não precisa mais de mim. – ela sorriu tristemente para ele, que entendeu o que a garota dizia.

Já a ajudara a descobrir seu passado. Agora, ela faria o que combinara com ele, sob a condição de ajudá-la. Sumiria.

E o deixaria sozinho, assim como antes.

Sesshoumaru deu um meio-sorriso sarcástico e se retirou dali, murmurando um Boa sorte para Rin, que permaneceu no quarto. Intimamente, ele sabia que isso cedo ou tarde aconteceria, mas não contava que ficaria… Decepcionado? Seria essa a palavra?

Decepção?

Mas por que sentira isso? Queria livrar-se dela, não a aturava. Mas ela o acompanhava por onde quer que ele fosse. E ele gostava disso.

Gostava de estar perto de alguém, gostava de brigar com ela, gostava de estar com ela, gostava de sentir-se… Amado?

Seria esta a outra palavra? Seria por este motivo que não queria deixá-la lá? Havia se apaixonado por Rin? Se apaixonara por aquela garota arrogante que invadira seu apartamento e mudara toda a sua monótona vida?

Huh (2). Seria precipitado demais pensar desta maneira. Além de tudo, não queria pensar desta maneira.

E seguindo aquela linha de raciocínio, que parecia ser a mais apta a ele, saiu do Hospital que tanto o atormentava. Saíra de lá, deixando Rin, e todas as suas antigas lembranças, presas lá dentro.


Matte itekudasai – Espere um momento (maneira formal)

(2) Huh – Seria uma risada sarcástica, 'tá? Ò_Ó.


Respondendo os reviews:

Indivídua do Mal: Pode deixar que eu não vou te chamar de fresca não, tá ^_^ . Eu também choro em alguns filmes. Espero que esteja gostando da história. Kissus e arigatou pelo review.

Luh: Sem problemas. Pode perguntar o que quiser. Como você sabia que nesse capítulo ela ia lembrar de tudo? ^_^ Que bom saber que você está gostando da história e a achando emocionante. Kissus e arigatou pelo review. ^_^

Rukia-hime: É. Por debaixo daquela imagem de grandão o Sesshy tam medo de sangue. ^_^. Eu sempre adoro as cenas em que os dois parecem realmente que estão se dando bem. E realmente, a Kagura foi ridícula. Fico impressionada em como perdemos certas oportunidades. Eles veriam a Kagome (mesmo que eu ache que isso não mudaria muita coisa: depois você vai saber o porquê). Espero que esteja gostando. Kissus e arigatou pelo review.

Bem, espero realmente que vocês tenham gostado desse capítulos. Caso tenham lido a nota inicial, esperam que entendam. Mas as coisas serão assim: não postarei as outras fic'a enquanto não terminar esta (não demorará, faltam apenas de quatro a cinco capítulos).

Arigatou a todos aqueles que leem aa minhas histórias. E já sabem: mandem reviews!

Kissus,

Ja ne.