Bom, bom... Hj temos um capítulo pqno, mas bonitinhu! *-* Eu adorei escrever as trapalhadas desses dois, espero q vcs gostem de lê-las. Hj vou postar esse capítulo e o próximo por causa deste ser pqno...

Mas primeiro, e como de costume, vamos aos comentários recebidos!

Pegasus Saint - Assim como aos outros, muito obrigada por ter lido e comentado meus primeiros capítulos. Fico feliz q tenha gostado das criações. E sim, à partir de agora q vem a história original de verdade e o relacionamento cada vez mais aprofundado dos dois. Ou pelo menos esperamos q se aprofunde, né? =P Qto à ter alguém para apanhar, realmente, Saint Seiya sem briga seria bem estranho, então vamos ver o q dá p/ fazer qto a isso xD Continue por aí!

Enfim... Aí vai o terceiro capítulo da minha fic, e o primeiro deles juntos. Boa leitura!

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O Primeiro Quase Beijo:

- Já percebeu Raechel, - pergutou Tidus à Grã-Guerreira de Aquário - que esse garoto, Lesath, parece que não encherga mulheres?

- Sim... Mas enxerga Agatha. E muito bem, por sinal.

- É... Agatha e mais ninguém. - completou, causando gostosos risos em ambos.

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Agatha de Aquário já se acostumara a treinar diariamente ao lado de Lesath de Escorpião. Também se acostumara às posteriores caminhadas com ele pelo Santuário, e a ralhar com os outros dourados, que adoravam pregar peças no calouro aproveitando de sua grande inocência. Apesar de se achar muito abaixo dos outros Cavaleiros em poder, e das outras mulheres em aparência (o que não era, nem de longe, da distância de galáxias, verdade), o rapaz insistia em ressaltar o quanto ela era uma guerreira magnífica, que deixava todos os outros no chinelo, e o quanto era, também, mais linda que as Deusas.

- Como pode saber? - pergunta ela com voz vacilante - Nunca viu meu rosto...

- Não preciso! Agatha, você é um anjo que nasceu na Terra. Posso ver perfeitamete suas lindas asas.

- Tem certezaque não está confundindo com a névoa de gelo do meu cosmo?

- Como pode uma Deusa como você duvidar tanto de si mesma?

- Athena é Deusa, não eu!

- Athena me conceda seu perdão, pois devo a ela minha lealdade, mas você, Agatha, é mais bela que ela, Hera e Afrodite juntas, que um dia disputaram a maçã dourada.

- Oh, por favor, pare!

Ela levantou para ir embora, mas ele segurou-a pela mão como numa súplica.

- Não vá... Eu me sentiria vazio se fosse embora.

- Assim nem paresse o Lesath que vejo lutar, tão irônico e desafiador.

- Você também muda nas lutas, é decidida e confiante, desafiadora. Mas ainda é delicada e graciosa como uma fada.

- Não fale assim... - pediu com as orelhas ardendo.

- Agatha... Se eu puder lhe pedir... - ele levou a mão, tocando a máscar fria da Amazona - Eu a deixaria me matar, apenas para ter a felicidade infinita de lhe ver o rosto angelical...

Mas ela afastou delicadamente a mão do garoto e soltou a sua de seus dedos.

- Por favor, Lesath, não me peça algo assim. Eu jamais seria capaz de matá-lo.

- Então me ame para sempre! - pediu com o rosto em chamas num impulso - Eu faria tudo por você!

Mas ela não sabia o que responder, nem conseguiria, suas orelhas estavam vermelhas como nunca e o rosto ardia intensamente. O garoto estava de joelhos, à sua frente, declarando seus mais sinceros e profundos sentimentos e pedindo-lhe sua mão. Mas ela tinha medo, medo de não ser verdade tudo o que ele dizia, pois já estava bem firme em sua mente as palavras de sua mãe, que a fizeram acreditar que era feia e desarrumada, e que nenhum garoto jamais se apaixonaria por ela. Como então podia o garoto que ela julgava perfeito em tudo amá-la de verdade? Ela então respirou fundo antes de dizer:

- Feche os olhos... Por favor...

Ele não endendeu, mas obedeceu.

- Não espie!

- E... Está bem...

Ele ficou com os olhos bem fechados, a garota tirou a máscara após verificar que não tinha ninguém por perto, revelando o delicado rosto, rosado de vergonha, e os cintilantes olhos azuis acinzentados. Tocou, então, o rosto de Lesath, com seus lábios macios e cálidos quase junto aos dele. O garoto corou como um pimentão, e depois que ela recolocou a máscara, dizendo que podia abrir os olhos, gaguejou alguma coisa inintendível.

- Preciso ir pra casa agora. - disse ela com uma vergonha infinita, virando-se e caminhando para as Doze Casas.

Lesath estava em estado de choque, caíra por ter perdido o tato nas pernas com o beijo, e não conseguia mais se levantar. Seu rosto parecia uma enorme acerola, de tão vermelho, os olhos verde amarelados brilhavam como duas estrelinhas e tinha um sorriso abobalhado estampado na cara, além do frio intenso na barriga e na espinha e do coração a palpitar forte e descompassado. Quando conseguiu vencer o torpor e a dormência nas pernas, levantou correndo na direção da garota.

- Agatha, espera!

POF!

Deu de testa com um galho baixo, voltando ao chão com a cabeça rodeada de estrelinha doloridas. Seu mestre se aproximou, balançando a cabeça de um lado para outro ao ver o estado do jovem.

- Então é aqui que você se meteu... O que andou fazendo dessa vez? Não é a toa que os outros adoram te pregar peças.

- Naum... Meshtre... Num vô na shcola oje...

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Continua...

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Bom... Esse foi bem pequenininho, só uma demonstraçãozinha de como esses dois se atrapalham no seu primeiro amor. Eu os acho umas verdadeiras fofurinhas *-* O próximo capitulo vai ser maiorzinho, então espero que tenham gostado deste e que venham a gostar dos próximos. Não é uma fic muito longa, mas tenho certeza de que muita gente vai aprovar ^^

Então, como nesse capítulo não apareceu nenhum personagem novo p/ eu apresentar, vou passando p/ o próximo capítulo! Naum saiam daí! XD