Ooooooi! Olha eu aqui outra vez. Acho q essa é a primeira semana q eu tô postando td dia certinho sem ficar atrasando xD Espero continuar assim... Pq na semana q vem tem feriado e daí vai ser difícil postar alguma coisa xD Mas enfim... Vamos aí ao próximo capítulo. Eu sei q o título já é bem sugestivo, mas acalmen-se! xD Bom... Só p/ avisar q naum é um capítulo lá muito indicado p/ menores. Bom... Acho q à partir de uns 14 anos jah tá bom, ñ é nada forte, eu acho xD Ñ se preocupem q ñ é hentaizão explicito =P
E mais uma vez, muito obrigada a quem tah acompanhando e muito obrigada tb pelos coments q vou responder agorinha!
Suelen-san - Olá e bem vinda p/ vc! Q bom q gostou da fic, espero q continue gostando. Bem, eu fiz uma fic bem curtinha, então infelizmnete naum dá muito p/ por muita coisa, tipo mais crises de ciumes, muitas batalhas e coisas do tipo. Espero q Nando-kun os coloque em mais lutas e mais crises e ciúmes de Lesath-kun em Saint Seiya Extream p/ dar um jeito na falta q isso td deve tah fazendo por aki. Mas eu tento me ater nas coisas mais importantes do relacionamento dos dois, no amadurecimento dessa relação e no resolver dos maiores problemas... Espero q ainda assim continue gostando da fic e lendo ^^
Pegasus Saint - Hahahaha, achei muita graça desse seu coment, q bom q gostou do capítulo e q bom q viu esses detalhes todos. Infelizmente, como eu disse p/ Suelen, muita coisa acaba faltando na fic, pq eu ñ a fiz p/ ser muito grande, mas para contar os acontecimentos principais desse casal, e os acontecimentos principais entre eles mesmos. Qto a cena da Mayara insunuando sobre as duas na caminha juntinhas... Pois é... Eu sou má! XD Já os acontecimentos da ilha de Milos, ñ cheguei aimaguinar ele usando o Aguilhão de Serket, mas essa poderia ser uma ótima idéia. Mas o q eu adorei mesmo foram os novos apelidos q vc me trouxe pro nosso querido cav. de Escorpião xD "Agulhinha" foi simplesmente demais! Continue comentando!
Teteka-chan - Bom, primeiro uma mensagem pro meu maninho... Milo, pára de implicar c/ o Lesath! Ele é um menino muito fofo, puro e só tem olhos p/ Agatha-chan, bem diferente da sua fama ù.ú Agora, Stella-chan... Vc sabe como eu sou, né? Qdo começo naum paro mais, são postagens compulsivas! xD Ah, sim... Podexá q hj o capítulo q vc tanto quer tah saindo =P E Lesath-kun, naum se preocupe, Agatha-chan sobrevive à preocupação, e hj vc vai dexá ela bem feliz! xD
Lesath - #O/O#
Rsrsrsrs, eu sou mà... E agora nosso capítulo, como sempre espero q gostem! Boa leitura!
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A Primeira Vez:
- Mês seguinte -
Um mês havia se passado, tudo parecia ter voltado ao normal. O mestre de Lesath também fora mandado de volta ao Egito, onde tinha de manter seu posto de defesa e observação. Do mesmo modo, pouco mais de um mês antes, Raechel retornara para a Sibéria. Os dois estavam ainda mais próximos agora que muito mais sozinhos. Lesath se dava muito bem com o Cavaleiro de Touro, Odin, que era muito extrovertido, mas vivia levando trotes dos outros e brigando com Tidus. Tudo por ciúmes de Agatha, em quem ele achava que o Leonino era interessado. Não adiantava dizer que ele tinha compromisso, e que Agatha era apenas uma amiga, ele era muito cabeça dura. Agatha continuava muito tímida e sem acreditar em sua verdadeira beleza e verdadeiro potencial, mas a ajuda de sua melhor amiga, Selena de Peixes, e do próprio Lesath, que a tratava como uma verdadeira rainha começavam a fazê-la se sentir um pouco melhor consigo mesma. Ela estava na casa de Peixes, almoçando com a amiga, era sábado, portanto não havia treinos, e elas conversavam alegre e casualmente.
- Então... - perguntou Selena - Como vão as coisas com Lesath-kun?
A menina engasgou, aquele assunto sempre a deixava daquele jeito, sem saber o que dizer, envergonhada até o último fio de cabelo.
- O... O que é que tem...?
- Oras, como assim? Já faz uns três meses desde que aceitou treinar junto com ele todos os dias, e mais de um mês desde que saíram juntos pela primeira vez. Vai dizer que não rolou nada?
- Bem... A gente dançou naquele dia... Mas foi só isso... E teve a cena dos delinquentes que tentaram atacar a gente, mas é claro que isso não seria um problema...
- Mas ele te protegeu com unha e dentes. Isso é que é importante. - disse a amiga com olhos sonhadores.
- Sim... Mas não teve mais nada.
- Você ainda não deixou ele ver seu rosto, então?
- Claro que não!
- Mas você tá perdidamente apaixonada por ele! O que tem de mais?
- É... É que eu... Não tive coragem... Mas já dei um beijo nele... Quase que foi um selinho.
A outra arregalou os olhos, soltando um "tá brincando" quase sussurrado. Ela sorriu como uma boba e não parou de torturar Agatha até que ela contasse como foi. Elas continuaram o dia todo conversando de banalidades, e mais tarde chamaram Lesath para passear. Selena ia sempre com eles para não parecer que estava empurrando um para o outro, mas no meio do caminho sempre tinha um cúmplice que a chamava para outra coisa, para pedir ou mostrar alguma coisa importante. E lá ia ela para longe dos pombinhos, deixando-os sempre a sós.
Os dois passearam muito, sentaram à beira do rio cristalino que passa pelo Santuário, sob a oliveira, e conversaram todo o final de tarde. Depois, Lesath a chamou para ir ver o por do sol de cima do morro, e por lá ficaram até o céu ficar completamente escuro e os milhões de estrelas estarem brilhando maravilhosamente sobre suas cabeças. No final, falaram muito pouco, apenas se sentindo muito bem com a companhia um do outro.
Voltaram para casa já à hora de jantar, se separaram na casa de Escorpião, cada um fez a sua janta e comeu sozinho, mas estavam com as mentes muito juntas uma com a outra, apenas pensando no dia que passaram juntos e nas conversas que tiveram, em todas as vezes que quase se deram as mãos sem querer, mas que sabiam ser, na verdade, um querer inconsciente. E ainda pensando em tudo isso subiram para seus quartos, tomaram um longo banho quente, pois o tempo já era frio naquela época do ano. Lesath vestiu uma toga de malha branca com detalhes pretos, de um ombro só e ficou descalço, pois gostava de sentir os pés no chão, foi para a varanda de seu quarto e ficou olhando para o horizonte, na direção da casa de Aquário, com olhar apaixonado.
Agatha colocou um vestido de seda rosa, com bordados de flores em dourado, que ia solto até os joelhos, colocou uma sandalinha rasteira e prendeu os longos cabelos enrolados num palito. Também foi para a varanda, olhando na direção da casa de Escorpião, os olhos longes e sonhadores. Ficou pensando no que Selena lhe dissera no almoço, o quanto Lesath era perfeito e a amava mais do que tudo, que não tinha como fingir um amor daqueles... Lesath apenas pensava no quanto ela era linda e perfeita, mas se sentia tão distante e incapaz de alcançá-la que isso lhe doía no coração como uma estocada de lança.
A aquariana olha o céu imensamente estrelado, a constelação de escorpião brilhava como um encrustado de diamantes. Não quis mais saber de pensar, nem de ter medo do que os outros, ou o próprio Lesath, pensariam. Usou tudo o que tinha de coragem e virou, deixando a sacada para trás, pegou sua máscara, desceu as escadas do templo de Aquário e alcançou as escadarias que desciam para Capricórnio. Ela corre até os templos pelas escadas, mas quando chega neles, oculta seu cosmo e se esgueira, para que ninguém a perceba, até finalmente chegar em Escorpião. Ela entra silenciosamente no templo, olhando por todos os lados e não vendo ninguém. Pensou que ele já poderia ter ido dormir, e pensa em ir embora, mas se esconde assustada atrás de uma pilastra quando ouve passos. Lesath passava em direção à cozinha, ela foi até lá sem fazer barulho e o viu tomando um copo d'água. Estava tão lindo naquela toga... Mas quando se virou para retornar e viu uma sombra no chão de sua Casa, Lesath elevou o cosmo e saiu furioso da cozinha.
- Quem é que está aí? Apareça, agora!
- Lesath-kun! - gritou ela na escuridão, e sua voz o fez baixar o cosmo imediatamente e seu semblante mudou por completo. - Sou... Eu... Agatha... Me desculpe, eu não queria invadir...
- Agatha-chan! Não, imagina... É que... - tropeça na cadeira, esbarra na mesa e derruba o copo no chão - Epa... Er... Mau jeito... - disse sem graça, Agatha deu uma risadinha tímida - Me desculpe por quase ter te atacado, acho que já é a segunda vez, né?
- A culpa é minha... Eu ocultei meu cosmo, não devia...
- Tudo bem... Mas... Você precisa de alguma coisa? Aconteceu alguma coisa de errado?
Ela não sabia o que dizer, começou a mexer com as mãos uma na outra e a olhar para outros lados gaguejando coisas que não davam para entender. Lesath achou tudo muito estranho, resolveu levá-la até a sala, deixá-la sentar no sofá oferecer um copo de refresco ou água, mas ela não aceitou. Ele começou a ficar preocupado, ajoelhou-se diante dela e segurou suas mãos, mas isso só serviu para deixar suas orelhas pegando fogo assim como, certamente, deve ter ocorrido ao resto do rosto.
- Agatha-chan... Se tiver alguma coisa errada, ou te incomodando, qualquer coisa... É só me dizer. Pode confiar em mim que eu faço qualquer coisa pra te ajudar.
- Qualquer... Coisa...?
- Qualquer coisa! - respondeu convicto.
- Bem... Eu... só... Posso fazer uma pergunta?
Ele balançou a cabeça afirmativamente, esperando que ela dissesse.
- Sobre... Aquelas coisas que você me dizia... Quer dizer... Seus sentimentos... Por mim... Ou... Bem... - e vendo que ele ficara vermelho como um pimentão - Ah, mas se não quiser falar sobre isso, não precisa! Eu... Eu acho que pensei demais em algo que não é possível e...
Ele pôs os dedos diante da máscara, na altura dos lábios, pedindo que não falasse mais.
- Eu te amo! - disse sem tremer a voz - Com todas as forças do meu coração. Isso não é segredo pra ninguém, muito menos para você!
Se calou, como se esperasse a resposta da menina, com o olhar aflito e o coração disparado a mil por hora, o rosto em chamas, sentindo um calor terrível e um frio na espinha e no estômago que só o poder de Agatha poderia superar. Mas ela não disse nada, não conseguia dizer, as palavras travaram em sua garganta de tanta felicidade e ela só conseguiu chorar, as lágrimas pingaram da máscara fazendo Lesath ficar ainda mais aflito.
- Eu disse alguma coisa que te machucou, Agatha-chan? Me perd...
Mas não conseguiu terminar a frase, Agatha se atirou em seus braços e o abraçou com uma força incrível, o garoto ficou pasmo, mas ao mesmo tempo um sorriso de bobo apaixonado brotou em seus lábios e ele retribuiu o gesto dela. Ela se afastou um pouco, vendo o semblante rubro dele, levou a mão à máscara e a retirou de seu rosto. Como que num reflexo, o escorpiniano fechou bem os olhos para não ver seu rosto.
- Pode olhar, Lesath-kun... Tudo bem...
Ele abriu os olhos, deparando com a mais linda visão de sua vida, os traços delicados, a pele suave como seda, os lábios róseos, nem muito grossos, nem muito finos, nem largos nem pequenos, as faces coradas como a polpa de um morango e os olhos cintilantes e acinzentados pareciam diamantes que davam o toque de glamour naquele rosto que mais parecia a mais bela das obras de arte conhecidas. Não conseguia falar, simplesmente, estava completamente em estado de choque, o que assustou um pouco a garota.
- Você... Está decepcionado...? - a frase o obrigou a falar.
- Como assim? Por mais que te achasse perfeita, jamais imaginei tanta beleza assim. Estou... Como narciso na frente da fonte, mas graças a Athena não sou eu mesmo na minha frente!
- Lesath-kun...
- Posso...? - pediu com voz baixa e rouca, tomando delicadamente seu rosto em sua mão.
Ela fechou os olhos, num consentimento silencioso, deixando que os lábios trêmulos dele tocassem os seus suavemente, um calor aconchegante preencheu seus corpos por completo, eles sentiam como se estivessem ligados, como se o tempo tivesse parado de repente e a gravidade, desaparecendo, os permitisse flutuar pelo céu. Eles abriram os olhos, mais brilhantes do que nunca, seus rostos estavam da cor das rosas vermelhas de Selena, quase soltando vapor de tão quentes. Ela baixou o rosto, muito envergonhada, enquanto ele sorriu de uma orelha a outra.
- Agatha-chan! Eu te amo! Te amo de verdade! Não tenho dúvidas de que você é a garota que esperei por toda a minha vida!
- E... Eu...
- Você... Quer... Dar uma volta, ou coisa do tipo... Tomar um refresco... Parece que está com febre de tão quente...
- É que... Eu... Ia pedir... Eu...
- O que? Pode falar, Agatha, não precisa ter vergonha.
- Ah, não! Esquece! Eu... Não sei como uma coisa dessas foi passar pela minha cabeça!
- O que? Ora, vamos, eu faço qualquer coisa por você!
- Não! Eu não devia pensar nisso... Eu... Sou mesmo uma... Ai que vergonha!
Ela saiu correndo em direção às escadarias, voltaria imediatamente para sua casa, mas Lesath a segurou gentilmente pelo braço, fazendo-a parar. O olhar que fez para ela era tão encantador que quase a fez desmaiar.
- Por favor, Agatha-chan. Não posso te deixar ir triste desse jeito. Eu faço qualquer coisa que você me pedir, não tenha vergonha de mim.
- Você vai me achar horrível e indecente...
- Nunca! Não importa o que se passe na sua cabeça, tenho certeza de que será algo puro!
- Está errado!
Ele se espantou com as palavras repentinamente altas e um tanto agressivas da menina, mas voltou a fitá-la com seu doce e apaixonado olhar, pegando em sua mão e enxugando suas lágrimas.
- Tudo bem, mas mesmo assim quero escutar. Não há nada que me faria deixar de te amar.
- Eu... Ia pedir... Quer dizer... Queria... Será que... Posso... Ficar com você... Esta noite?
Um momentâneo silêncio se instaurou na sala, Lesath não sabia o que dizer, estava com a boca semi aberta, os olhos parados nos olhos dela, vermelho como um tomate bem maduro, ele gaguejou, mas não conseguiu dizer nada. Agatha então baixou ainda mais o rosto vermelho, chorando novamente e tentando se desprender do rapaz, desesperada.
- Eu sabia! Você acha que sou uma perdida... Você que sempre disse que eu era pura. Isso é tudo que eu não sou!
Mas Lesath novamente a impediu de sair correndo, puxou-a para si e a abraçou.
- Não seja tão cruel. Quem disse que desejar algo assim é sinônimo de impureza? Meu mestre ensinou que a pureza está nos sentimentos, e amar é o mais puro deles. Por isso, se quiser ficar comigo, eu ficarei com você, e ainda teremos um amor puro...
- Lesath-kun...
Ela deu um soluço quando ele ergueu novamente seu rosto e lhe deu mais um beijo apaixonado. Depois, fitando o mais profundo de seus olhos, lhe perguntou com sinceridade:
- Você tem certeza...?
Ela estava com medo e insegura, mas as palavras dele lhe haviam dado mais coragem, e ela balançou a cabeça afirmativamente. Ele novamente lhe ofereceu a mão e a levou até seu quarto, no andar de cima. A enorme cama de colunas era muito parecida com a da casa de Aquário, exceto pelos adornos do signo da casa em questão. Ele fechou a porta e foi até ela, que se sentara no colchão macio, retirando as sandálias como ele lhe dissera para fazer quando entraram. Ele a beijou novamente, com uma paixão ardente, estava tão nervoso quanto ela quando lhe perguntou.
- Está com medo...?
- Muito... Mas... Tudo bem...
- Eu também estou, sabe... Morto de medo. - disse num sorriso nervoso.
O corpo dela era maravilhoso, tinha proporções perfeitas, mais lindo que o de uma ninfa, ele pensou. E o dele... Parecia mais perfeito que a estátua do Deus Apollo para ela, algo muito mais que escultural. Os toques eram suaves, dos dois, leves, mas capazes de causar as mais poderosas sensações de prazer que já haviam imaginado em vida. E quando se uniram, foi como se sentissem serem um só, numa explosão de energias que os fazia perder completamente a consciência deste mundo. O som de suas vozes era suave e prazeroso, às vezes a dela era um tanto desesperada, mas parar era uma palavra inexistente, agora, em seus desejos. Eles jamais imaginaram algo tão perfeito como aquilo, queriam que fosse possível nunca terminar.
Mas quando as energias e sensações foram se tornando mais e mais tensas, seus corpos se sentiam mais e mais desesperados por algo que eles ainda não faziam idéia do que seria, uma euforia de chegar a algum lugar que eles não sabiam onde era tomou conta deles por completo. Algo muito estranho, mas desesperadoramente prazeroso acontecia no interior de suas entranhas, Lesath apertou com toda a sua força a mão de Agatha, que parecia estar morta de medo, mas sem conseguir querer voltar atrás, e ela apertou sua outra mão nas costas do rapaz, fechando os olhos com força e afundando o rosto em seu pescoço.
Uma explosão em seu interior parecia ter acontecido, completamente diferente de seus cosmos, mas de um poder tão gigantesco quanto. Estavam, agora, completamente sem forças, acabaram de ter a sensação de que morreriam naquele instante de explosão, mas não acontecera, desabaram um ao lado do outro, na cama, com sorrisos bobos nos rostos vermelhos e ainda quentes, satisfeitos, mais felizes que a pessoa mais feliz do universo, com vontade de nunca mais parar de rir. Ela se acomodou com o rosto sobre seu peito, ele a abraçou, seus olhos brilhavam como as estrelas, e mesmo que ofegantes, não estavam cansados demais para continuarem pensando em toda a sensação maravilhosa que acabaram de viver. Lesath deu um carinhoso beijo na testa de Agatha.
- Como você está...?
- Maravilhosamente bem... E você?
- Do mesmo jeito. Mas melhor ainda sabendo como você está.
- Foi... Incrível...
- Eu que o diga... - Ele olhou para ela, o rosto delicado, com os olhos quase fechados, pousados em seu peito. Parecia um anjo... - Agatha?
- Sim?
- Quero me casar com você.
Ela arregalou os olhos, mas sorriu como se tivesse ganhado o melhor presente do mundo.
- Também quero... Me casar com você, Lesath...
- Então vamos falar primeiro com a sua mãe!
- O que? - disse ela surpresa - Mas faz oito anos que não a vejo!
- Por isso. Vamos juntos mostrar para ela que estava errada sobre você e como você ficou linda e se tornou uma guerreira maravilhosa e encontrou alguém que te ama mais do que tudo!
Ela o olhou por alguns segundos, admirada, depois sorriu e aceitou a sugestão. Tentariam encontrar sua mãe e falar com ela. Voltou, então, a pousar a cabeça no busto de Lesath e adormeceu, como ele disse em pensamentos, como um anjo. E logo ele, envolvendo-a protetoramente em seus braços, a seguiu para o mundo dos sonhos.
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Continua...
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Nhai... Q vergonha! É a primeira vez q posto algo mais picante... Espero q ninguém passe a achar q sou uma pervertida xD Mas é q achei tão linda a idéia de q esses dois pudesem se unir e sentir algo tão perfeito... *-* Enfim... Esse capítulo foi só dos dois, então não tem ninguém pra apresentar. Espero q tenham gostado. Só tem mais dois capítulos p/ terminar a fic. Será q eles encontraram a mãe de Agatha? Como será q os recebeira? Bem... Vejamos, né? Até a próxima postagem! Comentem, onegai!
