Penúltimo capítulo! Tah chegando no fim e espero q o pessoal q começou a ler tenha gostado o suficiente p/ chegar até aqui! Bem, hj é sexta, e nossos dois heróis sairão em busca do passado de Agatha-chan. Será q encontrarão a mãe dela? Se encontrarem, serão bem recebidos? Ou ela os enxotaria? Bom... Primeiro vamos ver os passos q eles têm de percorrer até chegar ao local em q a mulher estará... Se esiver... o.o
Mas, como de costume, responderei aos comentários antes. Muito obrigada a todos por eles!
Legião - Em primeiro lugar, mil desculpas por ñ resporder seus coments, ñ sei o q aconteceu, tenho certeza de ter lido todos eles o.o Acho q ñ tô acostumada c/ o pessoal comentando tanto e acabei me embananando. Juro q ñ foi por mau. Gomenasai! Agora, respondendo aops seu q eu ñ respondi... No terceiro capítulo, eu ñ tinha imaginado eles agindo como crianças de ginásio, mas vc dizendo eu vi q é vdd. Agora achei ainda mais fofo os dois *-* Qto ao coment do capítulo 5, eu num respondi pq, como vc mandou depois de eu ter postado o 6 eu dechei p/ responder agora =P Eu ñ tenho queda por yuri, na vdd, tb ñ tenho nada contra. Eu fiz mais pela piada mesmo xD E q bom q eu usei bem a Selena-chan, sempre fico c/ medo de usar mau personagens q naum são meus, embora eu faça o melhor p/ isso naum acontecer. Mas será q eu conseguiria escrever um yuri? O.O Eu já escrevi um Yaoi de Máscara e Afrodite, mas ñ tinha pensado em tentar o yuri... Caso a se pensar, né? XD E p/ terminar, estou muito feliz q esteja gostando da fic e q tenha gostado do cap 6. Cenas calientes tb me dão medo de fazer perder o brilho e ficar meio vulgar, completamente o cojntrário do q eu queria aqui XD Mais uma vez, muito obrigada pelos coments, eles são muito importantes p/ mim e adoro todos eles. E mais uma vez desculpas! Bjinhus e continue comentando!
Pegasus Saint - Olá! Bem, eu fico extremamente feliz de saber q foi tão emocionante e deu tanta expectativa. E muito mais feliz de saber q eu consegui fazer uma cena dessas sem ficar vulgar e mantendo o brilho da pureza dos dois. Como disse p/ Legião, tenho medo dessas cenas, pq ñ quero fazer uma coisa de beixo nível, quero mostrar o lado belo e cheio de amor do ato... Qto à reação do Lesath, bem... eu queria ter conseguido deixar ele c/ mais cara de bobo ainda, mas q bom q ainda consegui bons resultados =P Já as citações gregas... Bem, sou viciada em Saint Seiya, o q me fez amar a mitologia grega, pela qual eu jah tinha uma queda bem antes de conhecer os Cavaleiros, então eu ñ conseguiria resistir XD O fato de Lesath ñ levar muito tempo em pedir Agatha em casamento ñ é sõ crédito meu, Styella-chan já o criou como um romântico nato, então acho q ñ teria outra forma. *-* E a mãe dela, eu pensei em dar um jeito nesse problema desde qdo comecei a fic, mas os obstáculos no caminho tb foram dica de Stella-chan. Espero q sejam bons obstáculos ^^
Susano - Q bom q gostou tanto ^^ Bem, vamos ver se conseguiremos encontrar a mãe da menina, eu tetei fazer de um jeito p/ ñ ser assim tão fácil. Espero q ñ fique c/ muita raiva de ninguém, ou seja, da mãe dela... Se bem q... A, pode ficar sim. Até eu fiquei ! XD
Suelen-san - Hiahiahiahiahia, amei a idéia das agulhas! Olha, eu ñ acho q ela sobreviveria, nem q sobraria algum pedacinho dela, se fizessem isso c/ ela. E acho q Agatha-chan naum ficaria muito feliz tb. Nem Lesath tem muito estilo de quem faz essas coisas... Eu acho XD Mas pode ter certeza de q se ela ñ acreditar, eu vou dar um jeitinho de dar uns bons pedalas nela. Ela merece mesmo um belo sermão u.u E nha! Fico tão feliz de saber q ficou tão boa a cena dos dois q, além de ñ ficar vulgar, ainda tah sendo comparada a um conto de fadas *-* Bigadão!
Bom, é isso, mais uma vez muito obrigada pelos coments! Espero ter respondido td mundo dessa vez... -.- Agora o capítulo. Espero q gostem! Boa leitura!
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Auto Reconhecimento:
– Uma semana depois –
Lesath chegou à Aquário muito feliz, vindo do salão do Grande Mestre. Acabara de falar com Athena, chegou no pátio do templo e chamou por Agatha que, do andar de cima, o mandou subir. Ele entrou em seu quarto, ela estava em frente a cama, arrumando uma pequena mala de viagem. O rapaz chegou por traz e lhe deu um caloroso abraço que fez o rosto da menina arder como se estivesse em brasa.
- Acabei de avisar Athena. – disse ele – Ela ficou feliz com a idéia de reconciliação e nos desejou boa sorte.
- Que bom... Estava realmente preocupada que não gostasse da idéia de estarmos juntos.
- Por que não gostaria? – perguntou ele perplexo – somos Cavaleiros, e não padres! Ela ficou muito feliz por nós dois. Realmente fico feliz em servir uma deusa como ela.
- É. Eu também. Bom... Acho que isso está bom... Pegou bastante agasalhos? É muito frio no norte nessa época. É quase natal e Londres deve estar coberta de neve.
- Ah, não se preocupe, peguei sim. E se for pouco uso meu cosmo.
- Você leva tudo tão na brincadeira, espero que possa ser como você um dia.
- Claro que poderá! Ufa – exclamou, pegando a bagagem dela, que pra sua surpresa era mais ou menos do tamanho da sua – Ainda bem que você não tem a mania das outras mulheres de levarem a casa toda numa viagem.
Ela riu, os dois desceram até Escorpião para apanhar a mala de Lesath. Agatha insistia que ele sabia muito bem que ela era capaz de carregar muito mais que sua pequena bagagem, mas ele não lhe dava ouvidos. Pegaram um avião no começo da tarde, chegando numa Londres quebrante de frio ao fim dela. Agatha não sentia frio nenhum, andava só com uma blusinha de manga comprida para não parecer demais que aquele clima não lhe afetava em nada, deixando todos muito intrigados (já era bem estranho ver uma garota com aquela máscara inexpressiva), enquanto Lesath já estava encapotado dos pés à cabeça.
- Não sobrou muita roupa na sua mala, né? – brincou ela, se alegrando com o sorriso brincalhão dele, que contra atacava com apertões nas costelas dela que lhe davam muitas cócegas.
Eles rumaram, então, para onde ela se lembrava muito bem ser sua casa, chegaram às escadas, ela respirou fundo, com uma pontada de medo, mas tomou coragem quando Lesath apertou sua mão num apoio caloroso. Então, ela tocou a campainha.
Mas quem atendeu à porta foi uma mulher muito velha para ser sua mãe, tinha um olhar brando de avó, óculos de aros grossos sobre um nariz fino e diante dos olhos muito verdes. Seus cabelos eram brancos como a neve que começava a cair em seus ombros e cacheados, e usava um vestido longo e muito arrumado, de ar antigo, mas gracioso, de cores suaves. Ela lhes deu um belo sorriso quando lhes perguntou.
- Em que posso ajudá-los, crianças?
- Ah... – Agatha estava um pouco confusa e insegura agora – É que... Estou procurando uma pessoa que deveria morar aqui... Ela se chama Amanda Bethmann. A senhora conhece?
- Oh! A senhorita Bethmann! Ora... Ela se mudou há muito tempo. São parentes?
- Somos...
- Ora, por que não entram, está frio aí fora e o jovem bronzeado aí parece que não está muito acostumado ao inverno do norte, não? – brincou ela.
Eles aceitaram, a senhora lhes ofereceu um delicioso chá com bolachas e bolo, era muito simpática e educada e, não sabiam como, ela conhecia bem a história de sua mãe. Dizia que era uma história bem conhecida na vizinhança oito anos atrás, e por isso, logo que se mudara, ficara sabendo de tudo. Ela não parecia do tipo fofoqueira, mas sim das que queriam esclarecer um assunto que, provavelmente, ficara muito mau entendido entre os parentes em questão.
- Bem, deixe-me explicar-lhes o que aconteceu, então. Parecem estar confusos com o fato da senhorita Bethmann não viver mais aqui. Acontece que, pelo que as pessoas contavam à época, ela teve um terrível desgosto, que a fez querer se afastar da casa que continha todas as lembranças do que levou a essa final tristeza. Ela perdeu a filha, sabe, bem na véspera de Natal. Estavam todas as irmãs e tias dela na sala e cozinha arrumando tudo, mas ao que parece todas tinham pela menina certo desprezo. Elas não gostavam de como a menina era, achavam errado as formas como agia e as coisas de que gostava, e acabaram julgando algum comentário infantil dela como uma grande heresia, pondo-a de castigo. Mas quando foi na hora da ceia e a chamaram para comer, viram que o quarto estava vazio. Foram à polícia, a menina foi procurada por todos os lados, mas ninguém nunca encontrou vestígios dela. A mãe acreditou que ela tinha fugido, seus familiares diziam que a pobre criança era uma maldição na vida dela, que nasceu apenas para lhe trazer dor e decepção.
A mulher deu uma pequena pausa, em que bebeu um pouco de chá e comeu uma bolacha. Ali dentro, onde estavam apenas Agatha, a senhora e Lesath, a jovem poderia retirar a máscara. A velha parecia muito intrigada pelo fato da menina usar aquele pedaço de metal frio diante de um rosto tão belo, mas não pareceu querer perguntar nada por enquanto. Mas percebeu que, às últimas palavras de seu relato, a menina ficara pálida como seus cabelos, soltara um quase soluço, que provavelmente abafara a todo custo e um lágrima quase escapara de seus olhos. Quando depositou a xícara novamente na mesa, tornou a ela com a voz muito suave e disse:
- Algum problema, minha criança?
- Oh, não! – respondeu ela rapidamente – Por favor, continue, senhora.
- Certo... Bem... O que aconteceu para ela se mudar foi isso. Pelo menos é o que os que a conheceram contam. Ela depositou tudo num caminhão de mudanças assim que o inverno terminou e a neve derreteu, e foi viver nas montanhas, onde deve ser ainda muito mais frio do que aqui nessa época do ano.
- Desculpe, senhora... – disse Lesath, se expressando pela primeira vez, e quando ela o olhou, com sinal de aprovação para que continuasse – Onde ficaria esse lugar.
- Bem... Fica ao norte, nas montanhas mais próximas de Londres, mas deve estar quase impossível de se chegar lá nessa época. É preciso querer muito se afastar de tudo e todos para ir viver lá.
- Bem... Daremos um jeito! – respondeu o rapaz com um otimismo e um sorriso que encantavam a senhora.
- Eu espero que consigam, então. Digam-me... Seria muito impertinente de minha parte fazer uma pergunta sobre vocês?
- Claro que não! – riu Lesath – principalmente depois de tantas informações que nos deu.
- Achei curioso... Que uma menina tão linda, de feições tão perfeitas, use uma máscara como essa para ocultar o rosto. Se puderem me explicar...
- Bem... – começou Lesath, pesando numa boa desculpa, mas Agatha preferiu a verdade, pelo menos em parte.
- É da nossa cultura... No lugar onde fomos criados, as mulheres escondem seu rosto de todos os homens, e só devem mostrá-lo àquele que elas vierem a amar. Acho que é uma forma de mostrar que estamos apaixonadas. Também pode ser uma forma de saber que o homem em questão realmente gosta de você, independente da sua aparência.
- Oh, entendo. – disse a mulher, sem se recordar de nenhuma cultura de que tivesse ouvido falar com esses costumes, mas também sem aparentar nenhuma discriminação a tais costumes – Curioso. Realmente um costume muito interessante.
Os dois se despediram da senhora após um tempo de conversas mais normais, relativas às fofocas, celebridades e ao cotidiano. Era bom, pra variar, conversar sobre algo relativo ao mundo fora do Santuário. Eles partiram direto para o lugar de que a mulher teria falado, Agatha parecia saber exatamente onde era. Pelo que se lembrava de seus tempos de criança, se parecia muito com a casa de campo de sua tia muito carola, que um dia a chamara de herege, e talvez ela tivesse deixado que a irmã morasse lá por piedade pela grande perda, e também pelo grande horror daquela menina pagã, mal agradecida que deixara a mãe para trás como se nunca lhe tivesse feito nada de bom. A jornada era um tanto longa, o transporte os levaria até certa parte do pé da motanha, já bem distante de Londres, mas não chegaria nem perto de onde a cabana ficava, afinal, com tanta neve, era praticamente impossível chegar lá nessa época do ano, a não ser de helicóptero ou sendo um aventureiro já muito habituado a desafiar a natureza. Ou, claro, Cavaleiros.
Desceram do trem no pequeno vilarejo depois de umas cinco horas de viagem, pois era um lugar tão pequeno que o trem que levava para lá era um bem antiquado. Já estava muito tarde, por isso procuraram uma estalagem, onde alugaram um quarto para passar a noite e ter um bom jantar e café da manhã. Todos em redor, com certeza, tinham muita curiosidade para com a máscara da menina, mas ninguém indagava sobre nada,apesar de ela saber muito bem que a estranhavam.
- O quarto número 14, para o jovem casal – disse o dono do local.
- Muito obrigada. – respondeu Agatha.
- Por favor, senhor – disse Lesath, com seu inglês carregado de um sotaque misturado de egípcio e grego. – O senhor poderia nos dizer se há uma cabana onde vive uma senhora, no alto da montanha?
- Ah... O senhor não estaria querendo dizer a Senhora Bethmann, estaria? – e vendo o garoto assentir com a cabeça – Ela vive lá sim, mas não fala com quase ninguém e só vem à cidade para as compras e para pagar contas. Ninguém sabe da vida dela, mas parece uma senhora muito triste. A casa pertence à irmã, é a única coisa que sabemos, porque ela não gosta de falar com ninguém. Afinal de contas, o que querem lá?
- Precisamos conversar com ela. Sou parente. – respondeu Agatha.
- Bom, senhorita, acho que talvez se esperassem a primavera. Ela não gostar de falar com ninguém já dificulta, mas ela inclusive já fez as compras para os meses de neve, sabe? É impossível chegar lá a não ser que sejam ótimos e experientes aventureiros. É um lugar completamente isolado e perigoso. Falo por sua própria segurança...
- Agradecemos. – Lesath sorriu, realmente muito agradecido – mas vamos tentar.
O homem olhou muito surpreso quando os dois subiram as escadas para o quarto, o jovem parecia muito certo do que fariam, mas seria sensato levar uma menina aparentemente tão nova e delicada num lugar tão perigoso? Ainda assim, a garota também parecia muito confiante, pois não tremera nem um pouco diante das afirmações. Um casal bem estranho, pensava ele, e curioso...
O dia seguinte amanheceu frio e escuro, o homem tentou alertar para os perigos que a nevasca que se aproximava poderia trazer aos dois, e Lesath chegou a perguntar se Agatha não preferia esperar um dia mais seguro. Mas a menina estava decidida em encontrar a mãe o mais cedo possível, e lembrou ao parceiro que uma nevasca daquelas não era nada perto do que Cavaleiros enfrentavam, ainda mais Cavaleiros de ouro. É claro que não haveria perigo para os dois, e eles logo partiram em sua jornada, que finalmente estava quase no fim.
Logo quando começaram a subir a montanha, à pé como era o único modo nessa época do ano, a nevasca começou a cair densa e o vento era muito forte. O ar cortava seus rostos como se fosse navalha, gélido e impiedoso, as encostas lotadas de neve eram íngremes e qualquer um poderia despencar dali a qualquer momento, tanto por conta do caminho que ficara estreito de tanta neve, quanto por causa do forte vento que desequilibraria qualquer um. Eles abaixaram as cabeças e vararam vagarosamente a ventania, que logo se tornou uma tempestade, impedindo-os de ver um palmo à frente do nariz. Lesath ia à frente de Agatha, segurando firmemente sua mão como se estivessem se fundindo, para que não a perdesse de jeito nenhum. Andaram por cerca de quatro horas quase em silêncio, pois o vento e a neve deixava muito difícil que se escutassem, quando o Cavaleiro guiou a garota para o interior da montanha. Andaram um pouco por entre pinheiros que rangiam tenebrosamente com o forte vento que os açoitava, ameaçando arrancá-los do chão com raiz e tudo, e logo a levou para perto de um imenso paredão. Ali havia uma ampla caverna, em que entraram, finalmente sentindo os ouvidos e olhos funcionarem perfeitamente, o som da tempestade agora era apenas um uivo agourento do lado de fora e Lesath foi verificar se ali não seria a toca de algum urso que estaria hibernando. Logo depois voltou, juntou alguns gravetos que estavam espalhados pelo chão e acendeu uma fogueira. Agatha se sentou e tirou o pesado casaco, abriu a mochila e tirou um embrulho de pano.
- Pelo amor de Athena, Agatha! Eu fico com frio só de te ver sem casaco. Tem certeza que se sente bem assim?
- Bem... Me desculpe. – ela riu – Mas você sabe que a Sibéria é bem mais fria que aqui nessa época do ano. Para mim, isso é praticamente uma brisa fresca.
- Que medo... – ele fez cara de espanto, mas logo riu, puxando de sua mochila um embrulho como o de sua companheira.
Eles abriram os panos de onde tiraram um farto lanche. Calculavam que estariam chegando ao seu destino ao fim da tarde, portanto tinham apenas um embrulho reserva de lanche como aquele. Levando uma gostosa conversa, os dois se aqueceram ao fogo um pouco, e aqueceram também seus lanches, que estavam quase congelados. Comeram até estarem satisfeitos e depois Agatha se deitou no chão, apoiando a cabeça ao colo de Lesath. Ele a acariciou demoradamente, apreciando seu belo e delicado rosto, conversando com ela sobre o que estavam fazendo e sobre as caras de bobos das pessoas da cidade quando saiam para sua pequena aventura.
- A essas horas devem nos estar chamando de tapados idiotas, e achando que estamos mortos e congelados há uns dois quilômetros do pé da montanha, no máximo. – caçoou Lesath.
- Bom... Eles ficarão com mais caras de bobos quando voltarmos em perfeitas condições, como se tivéssemos ido dar uma volta no parque numa tarde de primavera. – riu-se Agatha.
Lesath mal conseguia acreditar que ela estava tão feliz e otimista, fazendo piadas com os pensamentos depreciativos dos outros para com ela. Era realmente um grande avanço na auto estima da garota, ela finalmente estava começando a confiar em si mesma, a se respeitar e se gostar, acreditar em seus potenciais e, principalmente, a mandar os pensamentos dos outros para com ela aos quintos dos cocytos. Agora só restava o último e mais importante obstáculo e provação, a pessoa que era responsável pelo comportamento de auto-destruição daquela bela criatura: Sua mãe.
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Continua...
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Mais um capítulo terminado! Agora só na semana q vem. Naum se preocupem, segunda ou terça feira eu postarei o último capítulo desta fic e estaremos prontos p/ começar a próxima XD Sim... Sou compulsiva, qdo começo naum paro mais xD
Bem... Nem neste nem no próximo capítulo teremos personagens da história de Nando-kun p/ apresentar, mas acho q todos devem saber q existem muitos outros personagens nesse universo. Afinal de contas, a imaginação de Nando tb é outra meio q sem limites xD
Enfim... Espero qtenham gostado e q estejam à espera do último capítulo em q, finalmente, saberemos se Agatha-chan se encontrará com sua mãe e como será esse possível encontro. Então, vejo vcs na próxima postagem! Mais uma vez obrigada a todos q acompanham e gostam do nosso casal e obrigada duplo p/ quem comenta! Até mais!
