— Oh, aí estão vocês, meus queridos. Oh, Bella, você nem mesmo trocou de roupa para o jantar. — Havia um tom de desaprovação na voz de sua mãe, que fez os músculos do estômago de Bella se contraírem na defensiva, mas ela se manteve firme.

— Mas você falou que tudo tinha sido arranjado para que comêssemos todos em nossos quartos — ela relembrou a mãe o mais calmamente possível.

— Bem, sim, eu disse isso. Mas devo ter entendido errado o que as garotas falaram, porque as duas desceram arrumadas para o jantar. Bella, por que você não volta para o seu quarto e veste alguma coisa bonita e formal? Temos tempo, porque o chef disse que levará meia hora até que tudo esteja pronto.

Era cada vez mais óbvio para Bella que as filhas de Phil estavam determinadas a se comportar de maneira tão egoísta quanto fossem capazes tornando a vida de Renée o mais difícil possível.

— Ainda não desfiz as malas, mamãe — murmurou ela. — E está um frio horrível em nosso quarto.

— Oh, querida, por favor, não fique tão irritadiça. O que as filhas de Phil vão pensar?

— Suponho que meu humor estaria mais dócil se eu tivesse um quarto quente — Bella não pôde evitar a resposta. — O que você quer dizer exatamente com... alguma coisa bonita e formal?

— Bem, as garotas estão usando vestidos Halston magníficos. Contei a elas o quanto você é bonito, Edward, e acho que vão querer conferir — confidenciou Renée, acrescentando alegremente: — Paletó para os homens, é claro... E espere até que veja as salas de visita e de jantar, Bella. São esplêndidas... totalmente em estilo Versalhes.

Bella não agüentava mais, e estava absolutamente certa de que sua súbita onda de irritação não tinha nada a ver com o pensamento de que outras mulheres apreciariam a sexy masculinidade de Edward.

— Não me importo com o quanto elas estão magníficas — explodiu ela. — Eu não vou subir para aquela geladeira de quarto para trocar de roupa. Mesmo que esteja louca, é claro, para exibir meu vestido de brechó. — Ela se arrependeu quase imediatamente quando viu a expressão de censura no rosto de sua mãe, então se aproximou para abraçá-la e se desculpou: — Sinto muito, mamãe. — Como poderia explicar que não era o quarto frio que a estava apavorando tanto quanto seu próprio desejo de sucumbir à oferta sexual de Edward uma vez que eles voltassem ao quarto?

— Não, éculpa minha, querida. Lamento muito aquele quarto horroroso. O que Edward deve pensar de mim?

— O que ele pensa é que você está lhe dando a desculpa perfeita para compartilhar o calor de seu corpo com sua noiva — respondeu Edward prontamente.

Quando sua mãe se virou, Bella meneou a cabeça para Edward e balbuciou silenciosamente:

Mamãe sabe que o nosso noivado é falso, lembra?

— Bella, por que não vamos ao meu quarto e eu acho alguma coisa para lhe emprestar? — ofereceu Renée.

— Sim, vá com sua mãe, Bells. Eu vou congelar e trocar de roupa na minha geladeira — sugeriu Edward.

Bells. Ninguém nunca a chamara de Bells antes, e Bella descobriu que aquilo a fazia se sentir levemente zonza, perigosamente encantada por ter sido Edward quem a chamara assim. Como se eles fossem um casal de verdade... e Bells, seu apelido especial...

— Você e Phil estão em quartos separados? — questionou alguns minutos depois, enquanto estudava as muitas peças de roupa sobre a cama que sua mãe estava ocupando.

— Phil não achou que era certo ficarmos no mesmo quarto, especialmente não uma vez que as filhas e os netos estão aqui. Não somos como os jovens modernos, sabe? Aqui, vista isso. Está um pouco grande para mim, mas acho que lhe servirá perfeitamente.

Bella pegou o vestido de seda cor de âmbar que sua mãe tinha acabado de retirar do enorme armário de portas espelhadas e estudou-o, em dúvida.

Olhou para a etiqueta, e meneou a cabeça.

— Este não é o designer que faz aquelas roupas altamente sexies que as estrelas de cinema usam? — perguntou em tom acusador.

— Querida, era verão quando eu o comprei em Saint-Tropez... todos estavam usando isso, e simplesmente me apaixonei pelo vestido. Na verdade, quase o usei na noite que conheci Phil, mas mudei de idéia.

Bella segurou o vestido à sua frente e olhou para seu reflexo no espelho.

— Isto não é um vestido — protestou ela. — É meia dúzia de tiras de tecido fingindo ser um vestido.

— Minha querida, este é o segredo do estilo dele... está tudo no corte. Espere e veja quando você o vestir. Pode usar o meu banheiro. — Ela já estava empurrando Bella em direção ao cômodo opulento, ornado de mármore e ouro, que se disfarçava de banheiro. — Oh, e por que você não aplica uma maquiagem leve? E não passa um pouco desse creme maravilhoso que eu uso no corpo?

Com grande determinação, Bella fechou a porta entre as duas.

Tomou banho primeiro, muito rapidamente, e passou um pouco do creme que sua mãe mencionara, porque sua pele estava seca. A fragrância era boa, e ela não pôde evitar senti-la e apreciá-la enquanto o aplicava na pele.

Quanto ao vestido...

— Bella? O que você está fazendo? Não está pronta ainda? — Renée bateu ansiosamente à porta do banheiro. Sem resposta, girou a maçaneta, aliviada ao descobrir que a porta não estava trancada.

Bella estava parada no meio do banheiro, usando o vestido e olhando para seu reflexo no espelho.

— Oh, meu Deus! — exclamou Renée.

— Oh, meu Deus — ecoou Bella com uma careta. — Mamãe, eu não posso usar isto de jeito nenhum.

— Por que não? Você está maravilhosa.

— Olhe para mim. Meu corpo está fugindo do vestido em todos os lugares. Pareço uma... uma prostituta — disse Bella entre dentes cerrados.

— Desculpem-me interrompê-las, mas Phil me pediu para subir e encontrá-las. Mandou dizer que está sentindo um enorme vazio no estômago.

— Edward. — Renée sorriu. — Você é exatamente a pessoa de que precisamos. Venha aqui e diga a Bella para parar de ser tão boba. Ela está linda neste vestido, mas diz que o modelo a faz parecer prostituta.

O rosto de Bella queimou quando Edward se aproximou e a estudou em silêncio. Ele tinha colocado um terno formal, e o coração dela disparou com a visão. Era injusto que parecesse tão maravilhoso em trajes sofisticados.

— Bella está certa — anunciou ele com firmeza, acrescentando suavemente, enquanto o rosto dela queimava ainda mais de humilhação —, e, por outro lado, está totalmente errada. Ela parece uma mulher de classe e estilo de vida privilegiado... ou talvez a esposa de um homem muito rico e de muita classe. — Ele ofereceu o braço. — Posso ter o prazer de acompanhá-las até a sala de jantar? Porque, se eu não fizer isso, émelhor avisá-las que Phil vai subir aqui, e o humor dele não está bom.

Edward estava sorrindo, mas Bella ficou chocada ao ver o quanto sua mãe de repente parecia apreensiva. Se elas estivessem sozinhas, Bella teria perguntado se ela estava com medo dele... assim como teria insistido que sua mãe lhe emprestasse alguma outra roupa. No momento, todavia, a preocupação com sua mãe a perturbava mais do que seu próprio desconforto naquele vestido por demais revelador para seu gosto pessoal.

Bella continuava perturbada cinco minutos depois, quando viu Renée correr para onde Phil as esperava impacientemente, à porta da sala de visitas, desculpar-se com o noivo e se esticar para lhe beijar o rosto... Ou melhor, o papo, pensou Bella irritada, enquanto tentava controlar seu desconforto crescente em relação aos planos de casamento da mãe.

Bella tentou olhar discretamente para seu relógio, dando um pequeno suspiro de alívio quando viu que era quase meia-noite.

Aquela fora provavelmente a pior noite de sua vida. Como sua mãe podia sequer pensar em se unir a uma família tão disfuncional e tão arrogantemente ignorante sobre tal disfunção?

As filhas de Phil, Jessica e Lauren, eram magérrimas e deviam, Bella imaginava, ter puxado à mãe. Não havia nada nelas da constituição pesada do pai. Os maridos, por outro lado, eram ambos gordos e deselegantes. As filhas de Phil eram, segundo a mãe de Bella, "southern belles". Se assim fosse, eram certamente southern belles que tinham tomado sol o bastante para acabar com toda a beleza que poderiam ter um dia possuído, concluíra, enquanto as ouvia, de maneira deliberada e cruel, tentar destruir Renée com suas insinuações e críticas sutis.

Em certo momento, quando fora obrigada a ouvir educadamente, e mais uma vez, Lauren se vangloriar de suas grandes qualidades como mãe e reclamar sobre a ousadia da babá das crianças em pedir folga no Natal, para visitar sua própria família, Bella desejara fervorosamente lhe dizer o que pensava a seu respeito. Mas é claro que não podia fazer isso, sabendo como sua mãe teria ficado apavorada.

Para uma família de moral aparentemente tão pura, eles pareciam consumir uma incrível quantidade de álcool. Todavia, muito pouca comida tinha passado pelos lábios perfeitamente pintados e que Bella suspeitava serem artificialmente inflados das "garotas" de Phil, como ele as chamava. Como era esperado, as irmãs haviam expressado horror, e então compaixão, quando Bella saboreara sua refeição com gosto e apetite.

— Tyler provavelmente me mataria se eu engordasse uma grama... não é, querido? — Lauren observara.

— Nenhum homem gosta de uma mulher com excesso de peso. Isso não é verdade, Edward? — embriagado, Tyler perguntara.

— Oh, não provoque Edward, Tyler — Lauren dissera ao marido em sua voz fininha que mais parecia um sussurro infantil. — Ele e Bella ficaram noivos recentemente, e é claro que ele a acha maravilhosa. Lembro-me de como era romântico logo que nós ficamos noivos. Embora eu deva dizer, Bella, que fiquei chocada quando papai nos contou que você e Edward já estão fazendo "coisas" antes da hora.

— Fazer esse tipo de coisa em uma casa em que há crianças não é certo — comentara Tyler.

— O que significa que presumivelmente a criança número um foi enviada para algum outro lugar quando a criança número dois estava sendo concebida... — Edward havia murmurado discretamente para Bella, sob o pretexto de preencher-lhe a taça de vinho.

Ela tivera muita vontade de rir, satisfeita pelo alívio que o comentário irônico proporcionara, mas não se permitira. Ele não deveria envolver os dois em conversas íntimas e reservadas do tipo que apenas bons amigos ou amantes compartilhavam.

Bella pensou que nunca tinha visto dois homens beberem tanto quanto Phil e Tyler. O outro genro de Phil... o marido de Jessica, Bill, um homem pacato com um sorriso caloroso, não bebera tanto quanto os outros dois... embora Bella suspeitasse que, pela quantidade de atenção que ele lhe dava, ou tivera uma briga com a mulher antes de descerem para jantar, ou era do tipo que sempre flertava e não se importava muito em humilhar a esposa dando atenção a outra mulher.

Bella tentara não demonstrar o que estava sentindo quando observou Phil beber mais um uísque, mas ficara aliviada ao ver que Edward não se juntava aos outros homens no que parecia ser uma espécie de concurso para ver quem conseguia beber drinques mais fortes.

Na verdade, a única coisa boa de estar no andar de baixo do castelo era o calor... e a comida excelente. Se seu quarto fosse mais confortável e ela estivesse sozinha, teria escapado havia muito tempo, admitira enquanto tentava... e não conseguia... reprimir um bocejo.

— Querida, você parece exausta — exclamara Renée com preocupação maternal. — Phil, acho que podemos dar por encerrada.

— Você pode terminar quando quiser, querida, mas eu e os rapazes vamos beber mais um pouco... certo, rapazes?

O coração de Bella doera ao ver a expressão angustiada de sua mãe.

— Os empregados devem ter tido um longo dia, com todos chegando. Eu consideraria, talvez, deixá-los tirar a mesa e irem para cama — Edward falara baixinho, mas com tanta firmeza e autoridade que todos se viraram para olhá-lo.

— Quem precisa se preocupar com os empregados? Eles são pagos para nos servir. — O rosto de Tyler estava vermelho de indignação quando ele olhara para Edward.

Bella descobriu que estava prendendo a respiração, e os mús culos de seu estômago haviam se contraído de tensão. Mas Edward tinha a vantagem, uma vez que já se levantara, e estava indo puxar a cadeira dela.

— Você tem razão. Peço desculpas por ter me intrometido. — Edward ignorara Tyler, e dirigira seu pedido de desculpas a Phil. — Foi apenas uma idéia.

— E uma boa idéia — Bella ouvira sua mãe dizer heroicamen te. — Eu também estou cansada, Phil. Vamos todos para a cama.

Bella não sabia se Phil teria obedecido se uma garotinha confusa não tivesse entrado correndo na sala para avisar Lauren de que um de seus filhos estava se sentindo mal e chamando-a.

— Oh, meu pobre bebê! — exclamara Lauren de modo teatral. — Eu sabia que vir para cá iria fazê-la adoecer. Eu falei... você sabe que eu falei.

— Venha. Vamos escapar agora, enquanto podemos — mur murara Edward para Bella.

Ela estava cansada o bastante para ceder, aproximando-se da mãe para lhe dar um beijo rápido e dar boa-noite a todos enquanto as filhas de Phil ainda protestavam em tom choroso sobre a quebra da rotina de seus filhos.

— Sua mãe sabe no que está se envolvendo? — perguntou Edward enquanto eles se dirigiam para a escada.

— Eu não sei — Bella foi forçada a admitir. Sua própria pre ocupação a traiu, fazendo-a acrescentar: — Ela alega estar apaixo nada por Phil, mas não consigo entender como.

No momento em que chegaram ao segundo andar, sua pele estava toda arrepiada, e Bella sentia tanto frio que o desejo de en trar debaixo das cobertas e tentar se aquecer era maior do que sua apreensão em compartilhar a cama com Edward.

— Você acha que tem água quente aqui em cima? — per guntou ela quando ele lhe abriu a porta do banheiro.

— Potencialmente quente, ao menos — respondeu Edward secamente. — Há um chuveiro elétrico aqui, embora minha experiên cia com ele até agora sugira que ele não é totalmente eficiente.

— Isso porque subornei uma das empregadas para nos pro videnciar um aquecedor elétrico portátil. — Ele havia fechado a porta e a estava olhando de um jeito que fez o coração de Bella disparar violentamente no peito. — Agora, quanto ao banho...

Bella meneou a cabeça, tentando se agarrar ao bom-senso com firmeza e reagir ao que Edward estava dizendo como se tivesse sido dito por um de seus jovens subordinados. A voz maternal gentil ao mesmo tempo firme e autoritária, que usava com eles certamente deixaria claro para ele que não concordava com a idéia, assim como a faria controlar seu próprio desejo perigoso.

— Edward, eu já lhe expliquei que você entendeu tudo errado. Não precisa fazer sexo comigo.

O efeito de suas palavras não foi o que Bella havia esperado. Em vez de se afastar de modo resignado, ele saiu da posição encostado casualmente contra a parede, e endireitou o corpo em toda sua al tura. Um movimento pequeno, praticamente um único passo, mas em termos de linguagem corporal, a ação lhe enviou uma mensa gem que fez seus músculos se retesarem com tensão sexual.

— Bem, certamente não é isso que meu corpo está me dizen do — anunciou ele sedosamente. — Meu corpo me diz que, neste momento, não há nada de que eu precise ou que queira mais do que levá-la para a cama e amá-la devagar e completamente.

Bella estava tão chocada que não tinha palavras. Conseguiu apenas menear a cabeça. Ele lhe sorriu, e a resistência dela se der reteu sob o calor da expressão nos olhos de Edward.

— Isso éloucura. — Aquela voz trêmula, traidora, repleta de desejo era realmente sua? — Quero dizer, acabamos de nos conhe cer. Nós não nos conhecemos. Somos estranhos.

— Existe uma lei que diga que estranhos não podem se tornar amantes? — Edward estava andando na direção dela firmemente de cidido, e Bella se sentia tonta de excitação.

A única razão pela qual ele estava fazendo aquilo era garantir que a ameaça dela de romper o noivado e forçá-lo a partir não fosse concretizada, ele disse a si mesmo. Se pudesse mantê-la feliz na cama, Bella iria conseguir o que queria, soubesse disso ou não, e ele, com um pouco de sorte, obteria suas informações. O fato de estar tão fortemente atraído por ela não era o que o motivava. Isso era apenas algo necessário a fazer.

Muito necessário.

Se pelo menos fosse o tipo de pessoa que podia viver o presen te e apreciar o que o momento oferecia, pensou Bella atordoada. Se pelo menos não tivesse a louca cisma duramente emocional de que sexo e amor tinham de andar juntos. Se fosse capaz de separar essas duas coisas, como outras pessoas eram... Se ao menos não tivesse tantas preocupações inibitórias sobre permanência e compromis so, e um medo de que essas coisas simplesmente não existissem... Fechou os olhos. O que havia de errado com ela? Desejava Edward. Então, por que não ceder ao desejo? Por que simplesmente não se oferecer a ele agora? Por que não lhe rodear o pescoço com os braços, pressionar seu corpo ansioso contra o dele e erguer o rosto para beijá-lo?

Por que não? Porque não podia. Simplesmente não conseguia fazer sexo com um homem a sangue frio só porque ele a excitava fisicamente. A sangue frio? Estava ardendo tanto por ele que che gava a doer...

Edward estava acostumado ser paciente. Então, por que se sentia tão impaciente? Por que não continuava a diminuir a distância que os separava e mostrava a ela o que eles poderiam ter, em vez de esperar que ela concordasse?

— Sinto muito. Eu não posso fazer isso. — As palavras de Bella saíram de seus lábios trêmulos, fazendo Edward dar um passo à frente e olhá-la com incredulidade. — É verdade que eu... Que você... Que me sinto, atraída por você fisicamente — ela conseguiu murmurar com exatidão, enquanto seu corpo parecia se esvaziar em desapontamento. — Mas não quero fazer sexo com você.

Edward ficou surpreso ao ver o quão longe ela estava disposta a ir a fim de lhe mostrar que ele tinha originalmente julgado a situação de maneira errada, mas ficou ainda mais surpreso com o quanto se sentia frustrado. A intensidade de sua decepção era uma medida do quanto a queria... e era muito, admitiu, irritado.

— Se esta é a sua decisão, então que assim seja — disse ele, sem rodeios. Se ela esperava que ele implorasse ou tentasse seduzi-la, havia escolhido o homem errado. Não tinha a menor intenção de fazer isso.

Oi flores... mais um capitulo postado... espero que gostem... estou amando as reviews...bjuxx^^ e não esqueçam de comentar...