Oi flores... mais um capitulo para vcs... espero que gostem...

... o Ed concerteza vai consolar a Bellinha né ... espero que goste do capitulo...

franfurtado...pois é a Bella vai ficar muito fula quando descobrir...espero que goste do capitulo...

Visil... que bom que esta gostando... capitulo postado... espero que goste...^^

gby00 ... quando a Bella souber a verdade não vai gostar muito não... tbm to com dó da Renée ela nem sabe onde ta se metendo... e nesse capitulo cenas QUENTESSSSS... bjuxx^^

Jana Mi... vão sim Jana... espero que goste do capitulo...

roosi ... roosi brigadinha pela força... então o Ed quer se aproximar do phill... pq o phill meio que tem a ver com o livro que ele esta escrevendo... e ele precisa de informações... espero que goste desse capitulo...

Hebe'Lima'C. ...flor... que bom que esta gostando... pois é eles vão finalmente se entregar..

FLORES NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR EIN... BJUXX^^ PRA TODAS

Instantes depois... ou foi uma vida inteira depois?... Edward e Bella estavam despindo um ao outro em meio a beijos ávidos, exigentes e apaixonados. O quarto ecoava o som do farfalhar de roupas, gemidos suaves e beijos sedentos, e mãos ávidas se moviam sobre peles ainda mais ávidas.

De alguma forma, Edward conseguiu remover as próprias roupas, assim como a maior parte das dela. Ele a abraçava contra si e deslizava as mãos da cintura até os quadris dela, descendo para a calcinha nova e lhe segurando as nádegas, para pressioná-la contra seu corpo másculo. Bella cedia às demandas estranhamente devassas de suas emoções e explorar o formato e a textura da ereção rígida de Edward.

— Não... — Bella o ouviu protestar com voz rouca. Mas era tarde demais para ele negar o efeito que o toque estava lhe causando. Ela sentira tal efeito no prazer intenso que o fizera tremer.

A reação dele lhe deu coragem para explorar mais intimamente, e para ceder aos desejos eróticos de seus próprios sentidos. Vê-lo e senti-lo responder às suas carícias, tão indefeso, tão possuído pelo desejo que não conseguia controlar o visível prazer que ela lhe dava, a excitava muito.

Podia sentir as batidas aceleradas do coração de Edward contra seu próprio corpo, o som irregular da respiração ofegante em seu ouvido enquanto ele a abraçava e a acariciava com uma paixão cada vez maior. Mas quando Edward massageou a base de sua coluna com movimentos eróticos das pontas dos dedos, foi a vez de Bella gemer de prazer e se derreter contra ele.

Imediatamente, curvou levando uma das mãos do sexo viril, querendo retribuir o prazer que ele lhe dava, mas Edward a deteve, sussurrando sedutoramente:

— Não posso deixá-la fazer isso. Se eu deixar... — Ela o sentiu tremer, e então também tremeu quando ele lhe disse: — Eu a quero com tanto desespero que não posso confiar em meu próprio controle se você me tocar.

— Isso vale para ambos — protestou Bella sem fôlego, contorcendo-se de prazer sob os toques exploratórios dele, chocada com sua própria ousadia, e, ao mesmo tempo, reconhecendo o quanto era importante poder ser aberta e natural em relação a suas reações sexuais.

Quão ingênuas suas imagens mentais na loja onde comprara o novo lingerie pareciam agora, comparadas à realidade do que os toques de Edward lhe causavam. E como podia não tocá-lo quando seu próprio desejo crescia a cada segundo? Quando queria, desesperadamente, correr as pontas dos dedos ao longo da excitação poderosa dele? Queria conhecer cada nuance, explorar, descobrir o ritmo em que pulsaria sob suas carícias. Queria...

Bella tremeu de forma selvagem ante seus próprios pensamentos, e então de maneira ainda mais selvagem quando as mãos de Edward subiram por sua coluna, lentas e sensuais. A ponta da língua dele lhe entreabriu os lábios, enquanto ela se entregava ao beijo com paixão. Uma das mãos másculas lhe segurou um dos seios, e o calor em Bella explodiu numa gigantesca onda de deleite. Ela lhe pegou a mão e a pressionou com firmeza contra seu seio, enquanto se movia ritmicamente contra ele, ciente apenas de seu desejo avassalador.

De algum modo, em algum nível profundo, ele soubera que seria assim entre os dois, admitiu Edward, enquanto perdia a batalha para controlar sua reação a Bella. O que ela estava fazendo lhe causava um prazer tão intenso que o dominava. Sabia que era incapaz de não sucumbir a isso, e a ela. Sabia que nem mesmo queria se impedir de sucumbir. E sabia que ambos seriam avassalados por aquele ato, arrastados juntos, com apenas um ao outro para se agarrar, quando o poder do que sentiam os possuísse. Era tarde demais para parar, mesmo que quisesse. Os movimentos abertamente sensuais do corpo de Bella contra o seu estavam fazendo com que perdesse o controle.

— Eu quero você — exclamou Edward numa voz rouca. — Eu a quero mais do que já quis qualquer outra mulher, ou que jamais vou querer outra mulher. — Ouviu as próprias palavras, carregadas de emoção, saindo de sua garganta, e soube que eram verdadeiras. Podia ver choque, encanto e desejo nos olhos de Bella. Tomou-lhe a boca num beijo altamente possessivo, pegando-a nos braços e a levando para cama.

Bella gemeu quando Edward a deitou, incapaz de suportar, até mesmo por breves segundos, a separação de seus corpos.

Ela o viu se ajoelhando diante de si, e assistiu quando ele abaixou a cabeça e traçou uma linha de beijos por seu corpo. Mãos fortes lhe seguraram os quadris, e Bella tremeu no momento em que sentiu beijos ternos sobre a barriga, e então mais para baixo. Podia sentir os dedos quentes deslizando para seu centro úmido, quando Edward deliberadamente a explorava e a olhava fixamente enquanto a tocava.

O que via em Bella era a mais pura excitação, fazendo-o querer prová-la, sentir os tremores do clímax iminente contra a própria boca. Queria explorar com os dedos sua umidade maravilhosa, e então trilhar o mesmo caminho com a língua. Queria massagear seu ponto mais sensível até enlouquecê-la. Depois, queria deslizar lenta e profundamente para dentro dela, para preenchê-la, enquanto Bella o abraçasse e o usasse para o maior dos prazeres, e atingir seu próprio êxtase.

O que queria, reconheceu, era a intimidade, uma ligação tão profunda e absoluta que fosse além de qualquer experiência sexual que já vivera, ou imaginara poder viver. Porque aquilo não era apenas sexo. O que queria de Bella era muito mais... e envolvia algo que sempre acreditara ser ficção, e não realidade.

Bella gemeu baixinho. Edward abaixou a cabeça e abriu caminho com seus dedos hábeis, deslizando a língua pela extensão do sexo delicado.

Aquilo foi mais do que Bella podia suportar. Ela gritou e enterrou as unhas nos ombros dele, agarrando-se com desespero a seu próprio auto-controle.

— Não — disse ela com firmeza. — Ainda não. Não até que você esteja dentro de mim. E assim que quero que seja, Edward. — Lágrimas determinadas inundavam seus olhos enquanto o fitava. — Temos de alcançar o topo juntos. Eu quero você, Edward — insistiu ela. — Quero-o dentro de mim. Quero muito.

Ela o sentiu se mover, ouviu a embalagem sendo aberta, descartada, e então... Ele a estava abraçando, beijando, deslizando as mãos por seus quadris e erguendo-a. Desejosa, Bella envolveu-o com as pernas, arqueando o corpo de encontro à primeira investida doce e lenta.

Edward tremeu ao sentir os músculos delicados que o envolviam. Até mesmo isso era um novo tipo de prazer. Onde antes houvera experiência, com Bella havia um frescor, uma naturalidade muito mais erótica. O corpo dela o recebeu com ânsia e alegria, oferecendo-lhe todos os seus prazeres, querendo que ele os tomasse, pedindo que a preenchesse tão completamente que os transformasse em um único ser.

Aquilo era amor?, perguntou-se Edward. Seria por isso que sempre se recusara a acreditar no amor? Porque estivera esperando por Bella?

Ela gritou o nome dele, o corpo tremendo e a pele pulsando.

Em meio a seu próprio clímax, Bella sentiu a investida final de Edward, quando os dois se uniram em um êxtase que os levou ao infinito.

Edward se afastou da janela e olhou para a cama. Eram quase duas horas da manhã, mas não havia conseguido dormir. Não fora capaz de fazer nada desde que eles tinham feito amor, exceto reprisar diversas vezes em sua cabeça a jornada agora familiar que começara em seu primeiro encontro com Bella e chegara até ali. Sentia como se sua vida tivesse se desviado do curso e saído de controle. Como era possível ter mudado tanto em tão pouco tempo? Como era possível se sentir tão diferente?

Ele voltou para a cama. Estar a uma distância em que não pudesse tocá-la o fazia sentir como se uma parte sua estivesse faltando, que estava, de alguma forma, incompleto.

No momento em que entrou debaixo das cobertas de novo, percebeu que ela estava acordada.

— Você sabe o que está acontecendo, não sabe?

— Acho que sim, e não era algo que eu queria que acontecesse — respondeu Bella, tentando fazer sua voz soar leve e casual. Mas seu tom era ansioso, uma vez que ele rompera todas as proteções que ela erguera para seu coração.

— Apaixonar-me não estava nos meus planos, também — murmurou Edward secamente.

— Talvez, se nós tentarmos com afinco, possamos impedir isso.

Havia luar suficiente para que ela visse o olhar cinicamente divertido que Edward estava lhe dando.

— Como já tentamos uma vez esta noite, você quer dizer? — zombou ele, causando um pequeno tremor no corpo de Bella.

— Edward, eu não quero amar você. Não quero amar ninguém. Amar alguém significa se magoar quando a outra pessoa deixa de amar você.

— Eu não vou deixar de amar você, Bella. Eu não conseguiria. — Era verdade, reconheceu Edward.

— Isso é loucura — sussurrou ela. Contudo, sabia que seus protestos não significavam nada, e que suas próprias emoções a estavam dominando.

— O amor é louco. É uma forma bem conhecida de loucura.

— Talvez seja apenas sexo — sugeriu ela. — Quer dizer...

Edward meneou a cabeça.

— Não, não é apenas sexo — ele a assegurou. — Confie em mim.

— Não pode haver amor sem confiança. E honestidade — sussurrou Bella solenemente.

Aquilo era tudo tão novo para ela... e tão precioso e vulnerável... Reconhecer seus sentimentos era como segurar um recém-nascido. Seu coração disparou. Um bebê... um bebê de Edward...

Confiança e honestidade. Edward se aproximou. Teria de lhe contar a verdade sobre si mesmo, e sua razão por ter substituído Joe naquele trabalho.

Mas não aquela noite. Não naquele momento, quando tudo que queria era abraçá-la e beijá-la e sentir o calor do corpo doce como resposta, aceitando-o inteiramente, enquanto ele demonstrava seu amor.

Bella olhou para Edward com ansiedade. Ele mal lhe falara durante o trajeto de volta para o castelo, e o que quer que estivesse passando por sua cabeça, seus pensamentos não parecia tranqüilo.

— Arrependido? — perguntou ela suavemente.

— De retornar ao castelo? Sim. De nós? Não — respondeu Edward com sinceridade. — E quanto a você?

— Prefiro considerar que deixei óbvio como me sinto. — Eles haviam feito amor novamente antes do café da manhã, e o corpo de Bella estava cansado, mas prazerosamente saciado. Ela tocou o peso confortável do anel em sua mão direita, e então enrubesceu quando viu o brilho nos olhos de Edward.

— Eu gostaria que pudéssemos voltar para Londres e nos conhecer propriamente, em vez de termos de voltar para o castelo — comentou Bella. — E não consigo evitar me preocupar com minha mãe. É claro que a família de Phil não quer que ele se case com ela.

— Suspeito que, se elas não conseguirem fazê-los romper antes do casamento, transformarão a vida de sua mãe num inferno, depois. Para ser honesto, fico surpreso por ela não perceber isso por si mesma.

— Mamãe vê apenas o que quer ver, ela pode ser ingênua a esse ponto. Só não quero vê-la magoada. Quando seu último casamento terminou, ela ficou arrasada. Pela primeira vez não foi mamãe quem terminou a relação. Se Phil decidir não se casar, não sei o quanto ela vai sofrer. Mamãe é uma dessas mulheres que não se sente um ser humano a menos que tenha um homem. — Bella deu um sorriso melancólico. — Isso é provavelmente mais do que você quer saber. Desculpe-me. Mas esta é a primeira vez em que me sinto próxima o bastante de alguém para falar honestamente sobre como me sinto sem pensar que estou sendo desleal.

— E quanto ao seu pai?

— Oh, eu amo papai, é claro. Mas ele desaprova as atitudes de mamãe, e os dois nunca estão de acordo. Sinto que eu a decepcionaria se contasse ao meu pai o quanto estou preocupada e por quê. Eles eram tão diferentes... mas esse é o problema de se apaixonar, não é? Você nem sempre sabe, até que seja tarde demais, que as pessoas não são compatíveis. E, às vezes, mesmo quando duas pessoas são compatíveis, isso não é o suficiente.

— Às vezes um casal se conhece e tem sorte de reconhecer que compartilha muito mais do que uma mera compatibilidade — disse Edward. — Como almas gêmeas.

Bella sentiu a onda da emoção mais intensa de sua vida quando ele se virou para olhá-la.

O fato de que Edward pudesse lhe dizer uma coisa como aquela tocava-a profundamente, quase como se ele soubesse o quanto lhe era vital e importante que o amor entre eles crescesse e fosse perfeito em todos os sentidos.

Entretanto, quanto mais eles se aproximavam do castelo, mais sentia um certo distanciamento. Enquanto ela se esforçava para conversar, as respostas dele eram sucintas e nem um pouco encorajadoras, indicando que preferia a privacidade de seu próprio silêncio a qualquer tentativa de criar um clima mais íntimo entre os dois. Disse a si mesma que estava sensível demais, e que o que lhe parecia uma tática de distanciamento provavelmente não passava de concentração ao volante.

Quanto mais se aproximavam do castelo, mais Edward reconhecia o problema com que se defrontaria dali para frente. Desde o princípio fora totalmente claro consigo mesmo em relação a seu propósito ao fazer o papel de Joe. Convencera-se de que enganar uma mulher que não conhecia, embora fosse lamentável, seria justificado pela revelação resultante de sua investigação. Porém, não havia antecipado que o impossível aconteceria... e que se apaixonaria por Bella.

Uma vez que se apaixonara, sua fraude assumira um aspecto muito mais pessoal. Estava agora, na verdade, mentindo para a mulher que amava. Estava mentindo sobre sua verdadeira identidade, sobre a real natureza de seu trabalho, sobre o fato que A usava para atingir seu próprio objetivo.

Ele tinha uma explicação para cada uma daquelas mentiras, e acreditava que Bella entenderia e aceitaria... afinal de contas, não armara um esquema com a intenção deliberada de enganá-la. Contudo, a atmosfera altamente carregada de emoção do castelo, onde estariam cercados por Phil e sua família, não era, na opinião dele, o melhor lugar para confessar o que havia feito, ou seus motivos para isso... embora normalmente, sua prioridade fosse ser lhe contar a verdade. Para isso, sentia que precisava... que eles precisavam... de uma verdadeira privacidade, e da segurança de poder discutir o assunto sem espectadores.

Conhecendo Bella como acreditava conhecer, não podia ignorar o instinto que lhe dizia que, se sua suspeita do envolvimento de Phil nos negócios sujos de Denali fossem confirmadas, Bella iria querer, no mínimo, avisar sua mãe sobre a verdadeira natureza do homem com quem estava planejando se casar. E, se ela fizesse isso, Renée provavelmente correria para Phil e lhe imploraria que negasse as acusações...

Edward sabia que a última coisa que os editores queriam era a ameaça de um processo aberto pelos advogados de Phil, antes mesmo que o livro dele fosse escrito. E certamente não pretendia se colocar em uma posição pelo qual as verdades que levara tanto tempo para descobrir fossem silenciadas antes que pudessem ser ouvidas.

Bella ficaria, é claro, magoada, e sem dúvida zangada, quando ele lhe contasse a verdade no retorno deles para Londres, mas tinha certeza de que quando lhe explicasse os motivos pelos quais não pudera lhe contar antes, ela entenderia e o perdoaria. Contudo, embora logicamente fizesse sentido não lhe contar nada por enquanto, amá-la como a amava significava que queria compartilhar cada pensamento e sentimento com ela. Era para o próprio bem de Bella que não podia fazer isso, lembrou a si mesmo. Ela já estava muito preocupada com a mãe, uma mulher que, na opinião de Edward, deveria reconhecer o quanto era afortunada por ter uma filha tão maravilhosa.

Alguma coisa estava perturbando Edward, decidiu Bella. Em poucos minutos eles chegariam ao castelo, e a oportunidade de lhe perguntar desapareceria. Ela respirou fundo e murmurou baixinho:

— Você parece bastante preocupado. Há alguma coisa errada?

A percepção dela de sua preocupação fez Edward virar a cabeça e olhar para ela... e continuar olhando.

— Sim — replicou ele com sinceridade, acrescentando, já menos sinceramente: — Quanto mais perto do castelo chegamos, mais tenho vontade de fugir e levá-la para algum lugar onde poderíamos ficar sozinhos. Há muitas coisas que quero saber ao seu respeito, Bella. Tanto que quero saber sobre você, e tanto que quero que saiba sobre mim... E, de modo bem egoísta, eu a quero inteirinha para mim, para que possamos fazer isso. Nunca me considerei um homem possessivo, mas agora estou começando a perceber o quão pouco sei sobre mim mesmo... porque, no que diz respeito a você, não sinto a menor disposição de compartilhá-la com ninguém.

— Não fale mais nada — suplicou Bella. — Caso contrário, vou lhe implorar para voltar para o hotel.

— A primeira coisa que pretendo fazer quando chegarmos ao castelo é levá-la para o quarto e fazer amor com você — disse Edward com voz rouca.

— Acho que antes seremos chamados a nos explicar a Lauren e nos desculpar por tê-la obrigado a voltar dirigindo sozinha — Bella o avisou com desprezo. — Ela não ficará feliz de nos ver juntos, Edward. — Essa era uma maneira indireta de dizer a ele que tinha consciência de que o interesse de Lauren nele era sexual e predatório.

— Nós não devemos nenhuma explicação a ela. Lauren escolheu partir e nos abandonar porque deixei muito claro que não tinha interesse no que ela estava oferecendo. — Bella ouviu a dureza na voz dele e se encolheu um pouco. Edward notou o movimento e meneou a cabeça. — Não desperdice sua compaixão com ela,Bella. Ela não merece.

— Não posso culpá-la por querer você quando eu mesma o desejo tanto — respondeu ela honestamente.

Edward entrou no pátio do castelo, parou o carro, virou-se para olhá-la e murmurou suavemente:

— Promete-me uma coisa, Bella?

Uma coisa? Seu coração estava tão repleto de amor e felicidade queela queria lhe prometer tudo.

— O quê? — perguntou, em vez disso.

— Promete que sempre será honesta e aberta comigo, como está sendo agora? Adoro quando você diz que me quer. E, assim que tivermos a chance, pretendo lhe mostrar o quanto.

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— Sim, a pobre Bella precisa subir e se deitar. Ela começou a sentir uma dor de cabeça no caminho de volta... não é, querida?

Bella deu a Edward um olhar de reprovação, mas ele estava muito ocupado tentando convencer Renée de que a filha não estaria bem o bastante para sair do quarto por pelo menos algumas horas.

— Bem, tenho certeza de que Phil e os rapazes não vão se importar em ter sua companhia no bar, Edward — disse Renée, antes de se voltar para Bella de forma acusatória: — Eu queria lhe mostrar meu vestido e os esboços que Lucy fez para as flores. Talvez, se você tomasse umas duas aspirinas, não precisasse se deitar...

Bella hesitou. Estava acostumada a fazer as vontades de sua mãe sempre que estava por perto, e Renée a olhava como uma criança desapontada e privada de um presente especial, fazendo-a se sentir terrivelmente culpada. Mas Edward pegara sua mão, e, de modo discreto, porém muito sensual, acariciava-lhe o interior do pulso. Seu desejo por ele a estava deixando fraca, mental e fisicamente.

Olhou para sua mãe e levou a mão livre à testa.

— Edward tem razão, mamãe. Eu realmente preciso me deitar.

Cinco minutos depois, Edward trancava a porta do quarto deles, encostando-se sobre a mesma e puxando Bella contra seu corpo, pressionando-a deliberadamente para que ela pudesse sentir sua ereção. Bella meneou a cabeça.

— Eu não acredito que acabei de fazer isso. Nunca menti para minha mãe antes...

— Quando existe um conflito de interesses, fico encantado que você opte por me escolher — Edward a provocou.

Bella não retribuiu seu sorriso com a prontidão que ele havia esperado.

— Amar alguém não deveria significar abandonar seu código de conduta. Dizer à minha mãe que estava com dor de cabeça quando eu não estava...

— O que você preferia ter feito? Contar-lhe que nós queríamos fazer amor?

Bella suspirou em derrota.

— Não — admitiu ela. — Mas isso ainda não faz com que eu me sinta bem.

— Mas talvez isso faça.

Edward a provocou com pequenos beijos, que excitavam, mas não satisfaziam, e a fizeram se colocar na ponta dos pés e puxar-lhe a cabeça para a sua...

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— Você se lembra daquele programa de TV, Dallas. Bem, estou lhe dizendo que isso não é nada comparado com como o ramo do petróleo eram na época de meu pai. Comecei a trabalhar nos negócios da família logo que me saí do colégio. Meu pai dizia que esse era o melhor jeito de aprender. — Phil pegou seu drinque e esvaziou o copo, exigindo: — Vamos, Tyler. Pensei que você estivesse bancando o barman. Sirva-os. Certo?

Era quase hora do jantar, e, julgando pela voz arrastada e pelo rosto vermelho, Edward suspeitava que Phil bebera durante a maior parte da tarde. Ele os cumprimentara de maneira bastante afável quando eles finalmente desceram para jantar, e começara a discursar sobre os primeiros passos da família no ramo do petróleo. Edward, sentindo que aquela era a abertura de que necessitava, o encorajara a continuar falando, fazendo perguntas de vez em quando. Pela expressão entediada nos rostos dos genros de Phil, provavelmente já tinham ouvido todas aquelas histórias antes.

— Imagino que você deve ter conhecido todos os grandes do velho mundo do petróleo — sugeriu Edward casualmente.

— Claro que conheci — concordou Phil de modo prepotente.

— Todos eles.

— Até mesmo Eliezer Denali?

— Sim. Eliezer era "o cara". Quase tudo que acontecia passava por ele.

— Sei que os acionistas acabaram votando por retirá-lo do quadro de sua própria companhia, mas ninguém nunca disse por quê. — Enquanto conversavam, Edward enchera o copo de Phil, certificando-se de não encher o seu próprio.

— Pelo amor de Deus! Ninguém quer ouvir todas essas velhas histórias de novo. A pobre Renée ficará tão entediada que é capaz de desistir do casamento se o senhor não mudar de assunto! — exclamou Lauren com falsa doçura, entrando na sala com um vestido que era mais adequado a uma recepção diplomática do que a um suposto jantar em família. — Você não deve encorajá-lo, Edward — acrescentou ela, dando a Edward e Bella um sorriso exageradamente forçado, que mostrava sua excelente dentição e ressaltava a fria inimizade nos olhos. — Tem certeza de que sua dor de cabeça passou, Bella? — perguntou. — Se não se importa que eu diga, você não parece muito bem. Não há nada como uma dor de cabeça para destruir a aparência de uma pessoa.

— Renée, por que vocês mulheres não vão falar de casamento em uma das outras salas? — sugeriu Phil.

Bella suspeitava que ele apreciava a atenção que Edward lhe dava e as perguntas bem-educadas que lhe fazia, e que não ficara muito satisfeito com a interrupção de Lauren. Embora Phil não estivesse com a voz totalmente embargada, parecia a Bella que havia bebido demais. Suas dúvidas sobre a sensatez de sua mãe em se casar com ele cresciam a cada minuto.

— Edward só está sendo educado, papai. Por que estaria interessado no que aconteceu mais de trinta anos atrás? A menos, é claro, que alguém esteja interessado em fazer um filme sobre a vida de Eliezer e você tenha a esperança de ser convidado para representar o papel principal, Edward.

As garras de Lauren estavam definitivamente afiadas agora, reconheceu Bella. A malícia felina da filha de Phil a fez querer se pôr entre ela e Edward para protegê-lo, mesmo que a idéia de Edward precisando de alguém para defendê-lo... quanto mais de Lauren... e fizesse sorrir para si mesma.

— Ignore-a, Edward — instruiu Phil, dando à filha um olhar raivoso. — Você está certo. Houve um escândalo no qual Eliezer estava envolvido, que ameaçou mandar a ele e a seus negócios para o espaço. Felizmente, alguns dos grandes da época cobraram alguns favores e conseguiram abafar o caso. Eliezer vinha comprando concessões para exploração de petróleo, e...

— Papai, não acho que o senhor deva falar mais — interrompeu Lauren com firmeza. — Tudo isso é passado agora, de qualquer forma. Renée, tenho de dizer que aqueles esboços que você me mostrou para as flores estão muito bonitos.

Não valia a pena continuar pressionando Phil, concluiu Edward. Ainda haveria muitas oportunidades para continuar aquela conversa até o casamento, na noite de Ano-Novo. Tudo que precisava fazer era garantir que Phil misturasse as bebidas mais fortes disponíveis.