OI FLORES... BOM ACABOU... ESSE É O ULTIMO CAPITULO... AMEI ADAPTAR ESSA FIC... ESPERO QUE TBM TENHAM GOSTADO... GOSTARIA DE AGRADECER A TODAS QUE LERAM, ADD COMO FAVORITA, AUTORA FAVORITA, ENFIM... OBRIGADA... MEUS AGRADECIMENTOS ESPECIAIS A:
gby00, Jana Mi, franfurtado, Visil, Raffa, , roosi, Hebe'Lima'C., C Lopes, Dyana Camila, Paula Coimbra, Karooly, Breese, , Ana Krol, Gabytenorio, Lize G., Romanita-sama, ane lautner, Regina Swan Cullen, Dri Teixeira, Natyc, e Mocho Azul, pelas reviews maravilhosas...
AINDA NÃO SEI QUANDO VOU COMEÇAR POSTAR OUTRA FIC... MAS PRA QUEM NÃO QUISER ESPERAR A MINHA FIC " SANTUÁRIO DA MORTE" AINDA ESTA SENDO ATUALIZADA SEMPRE...
BJUXX^^ FLORES... ATÉ A PRÓXIMA...^^
— Edward ligou novamente esta manhã.
Bella ouviu as palavras de seu pai, mas não demonstrou nenhuma reação. Fazia mais de dois meses desde a última vez em que vira Edward. Dois meses em que ele vinha tentando, com incrível determinação, contatá-la, dois meses em que ela vinha se recusando, com a mesma determinação, a permitir que ele o fizesse e duas semanas que descobrirá estar grávida do homem que só soube usá-la.
Bella não entendia como as coisas sempre davam tão errado para ela, estar grávida de Edward era o céu e o inferno ao mesmo tempo. Teria sempre um pedaço daquele homem para lembrá-la como fora estúpida em acreditar nele, e ao mesmo tempo teria uma lembrança do único homem que amou e que sempre iria amar.
Ele a achara até mesmo ali, na casa de seu pai em Forks, para onde Bella fora para umas merecidas férias, não somente de seu trabalho, mas de Edward e do fantasma de seu amor.
— Ele lhe enviou isto — continuou seu pai, estendendo-lhe um pacote grande de folhas A-4. — É o livro dele. Pediu para lhe dizer que quer que você seja a primeira a ler.
A boca de Bella se comprimiu. De alguma forma, Edward havia conseguido convencer seu pai a ajudá-lo, embora ela tivesse contado ao pai tudo que acontecera.
— Bella, eu sei que o que Edward fez foi errado, mas por que você não lhe dá uma chance de se explicar e fazer as pazes, ainda mais agora?
— Por que eu deveria?
— Realmente precisa que eu lhe diga? — perguntou seu pai.
— Você ainda o ama, independentemente do quanto tenta se convencer do contrário, e pelo que Edward me falou, ele, com certeza, também a ama e agora você tem que pensar nessa criança.
— Foi por causa do que ele fez que Phil rompeu o noivado com mamãe — apontou Bella.
Seu pai arqueou as sobrancelhas.
— Se quer a minha opinião, sua mãe escapou de uma boa. Ela certamente parece pensar assim. E não perdeu muito tempo para encontrar alguém que substituísse Phil, perdeu?
Bella deu de ombros. Era verdade que sua mãe agora estava abençoadamente apaixonada por outro homem... e, embora Bella não quisesse admitir para seu pai, Renée também fizera todoo possível para persuadir Bella a dar uma segunda chance a Edward.
— Nós vamos sair agora — anunciou seu pai. — Até mais tarde.
Bella estava tentando arduamente não olhar para o manuscrito sobrea mesa à sua frente. Nem mesmo sabia por que o removera do pacote. Mas o fizera, e, agora, como Pandora com a tampa da caixa aberta, foi incapaz de controlar curiosidade e evitar ver o conteúdo.
Anexada à primeira página do manuscrito havia uma carta endereçada a ela. Não iria ler. Iria rasgá-la, como fizera com todas as outras cartas que ele lhe enviara. Mas, de alguma forma, seus dedos não estavam obedecendo, porque a carta estava aberta e desdobrada, e a letra firme e bonita de Edward parecia dançar na página, através das súbitas lágrimas que lhe embaçavam os olhos.
Como podia amar um homem que já havia lhe mostrado, de forma tão devastadora, que sua carreira sempre viria em primeiro lugar, e que, por seu trabalho, estava disposto a mentir para ela?
Que tipo de futuro teriam se ela cedesse e o aceitasse de volta? Precisava realmente se fazer essa pergunta? Seria um futuro no qual ela e seu filho jamais poderiam confiar completamente no amor e na honestidade de Edward. Um futuro no qual jamais poderiamcontar plenamente com ele. O futuro, na verdade, que Bella sempre temera.
Seus dedos tremiam enquanto segurava a carta. Por que aumentar seu próprio sofrimento lendo-a? Mas era tarde demais.
Não escreverei novamente sobre meu amor por você. Amor é, ou deveria ser, duas metades de um todo, Bella. Conheço minha própria metade pelo que ela é, mas somente você conhece a sua. Pensei... erroneamente, talvez... que a sua metade fosse equivalente à minha, absoluta e constante. Talvez a mensagem que você queira me transmitir através de seu silêncio não seja que se recusa a me perdoar ou aceitar minhas explicações para meus erros, mas que, na verdade, você mesma mudou de idéia e aproveitou a chance de agir de acordo.
Enquanto lia o que ele escrevera, Bella podia ouvi-lo falar tão claramente quanto se ele estivesse parado ao seu lado. Fechou os olhos e deixou a dor consumi-la.
Ainda o amava. Sabia disso. Assim como sabia que sempre o amaria. Abriu os olhos e continuou a ler.
Se é assim, é um direito seu, e não posso convencê-la do contrário. No entanto, no que diz respeito aos meus sentimentos, meu amor por você ainda vive, verdadeiro como sempre foi e sempre será. Conhecê-la teve um profundo efeito sobre mim, de diversas formas. Se você ler esse manuscrito, espero que possa ver e compreender.
Bella virou a primeira página. Na segunda, havia uma breve dedicatória: Para minha mãe.
Ela leu por tanto tempo que seu corpo se tornou tenso e dolorido, mas estava tão absorta na leitura que não foi capaz de sair dali.
Tinha esperado que o livro de Edward fosse sobre a indústria do petróleo... e, em alguns aspectos, era. Mas apenas em alguns. Era um livro sobre a história da mãe dele e de pessoas como ela, que haviam lutado contra a tirania do materialismo a favor da vida humana e do meio ambiente. O que Bella lia a instigava a continuar lendo, e se sentia imensamente comovida. Agora que quase chegara ao final, virando a última página do penúltimo capítulo, achou um envelope.
Estava endereçado a ela.
Dentro, havia um breve bilhete. E outro envelope.
Se você leu até aqui, deve saber que decidi não escrever sobre Eliezer Denali, escrevendo, em vez disso, sobre a vida e o trabalho de minha mãe. Tomei esta decisão por sua causa, Bella. Errei em não lhe contar desde o começo quem eu era e por que estava fazendo o trabalho de Joe. Eu a amo, e gostaria de ter a oportunidade de lhe provar esse amor, se você pudesse concedê-la a mim. Dentro do envelope, há uma passagem aérea. Se escolher me dar uma chance, então, por favor, use-a. Se escolher não fazer isso... se, no fim das contas, não me ama o bastante para me aceitar com meus erros e defeitos... Não a incomodarei mais.
Edward realmente ousava questionar seu amor por ele? Furiosa, Bella abriu o segundo envelope. Continha uma passagem para Madri.
Muito cuidadosamente, ela a colocou de lado e voltou ao manuscrito. Quando lera Edward descrevendo a morte da mãe em um acidente que jamais deveria ter acontecido... e jamais teria acontecido se não fosse pelas ações de Eliezer Denali, Bella precisara parar de lerporque as lágrimas embaçavam sua visão. No fim do capítulo, Edward escrevera:
O melhor presente que minha mãe me deu foi me amar. A herança que me deixou foi me fazer aprender a amadurecer o bastante para entender que o amor alcança mais do que a amargura ou o ressentimento. Foi o amor dela por seus companheiros que a incentivou a doar tanto aos outros, e foi o meu amor por uma pessoa muito especial que me levou a escrever sobre o amor que motivou minha mãe... em vez de escrever sobre a amargura pela forma como ela morreu.
E então, mais abaixo:
Você é essa mulher, Bella. Assim como o anel de minha mãe é perfeito para você, eu gostaria de pensar que, de alguma forma, ela foi responsável me por trazer você, a mulher perfeita para mim... para a minha vida e para o meu coração. Ambos estão vazios sem você.
Ela era uma tola por fazer aquilo. Era loucura. Não, Bella corrigiu a si mesma enquanto andava ao longo da área de desembarque e estreitava os olhos contra o sol de primavera da Espanha. Ela era louca. Por que estava fazendo aquilo? Estava tudo acabado entre ela e Edward. Tão acabado que não houvera uma única noite, desde que haviam se separado, em que dormisse sem pensar nele? Um único dia em que não tivesse sentido a dor e a amargura. O quê estava acabado mesmo?, Bella zombou de si mesma.
Podia ver um pequeno espanhol rechonchudo segurando uma placa com o seu nome.
— Eu sou José — ele a informou alegremente. — Sou seu motorista. Você só tem uma mala?
— Só uma — concordou Bella. Não tinha idéia do que Edward estava planejando, e muito menos de por que deveria estar viajando assim... com confiança e esperança, e algo muito próximo do amor cuja existência havia passado as últimas semanas furiosamente negando.
Não havia neve em Madri, mas, quando começaram a subir, Bella avistou as montanhas familiares e soube para onde a estrada os levaria. Seu coração disparou violentamente no peito, e ela se permitiu sentir sua dor interior, que dizia tanto de desejo quanto de sofrimento...
Não foi surpresa quando eles finalmente chegaram a Segovia e José parou o carro em frente ao hotel onde ela ficara com Edward.
Uma recepcionista sorridente a cumprimentou, e, em segundos, a estava conduzindo para a suíte...
A única coisa que a surpreendeu foi a suíte estar vazia. Não havia sinal de Edward. Surpreendeu ou desapontou?
Ela andou até a janela e olhou para a rua abaixo. Movida por um impulso sobre o qual não queria refletir, havia levado o vestido preto que comprara lá. Ouviu a porta da suíte se abrir e se virou.
Edward! Os ossos do rosto estavam certamente mais proeminentes, e parecia imerso em sofrimento.
— Tudo isso é um tanto dramático, não é? — perguntou ela, esforçando-se para parecer calma e controlada.
— Eu não pretendia que fosse.
— Não? Então, o que você pretendia que isso fosse? — desafiou Bella.
— Embora não seja possível voltar no tempo, espero poder, pelo menos, mostrar a você o quanto gostaria de fazer isso.
Havia sido lá que eles haviam finalmente feito amor, e ela se entregara com amor, esperança e confiança, e pelas contas do seu médico também foi ali que conceberam a criança que estava esperando. E agora, com Edward parado à sua frente, o corpo e as emoções de Bella se recordavam do que haviam compartilhado antes que a realidade destruísse seus sonhos.
— Para que momento do tempo você voltaria? Para o momento em que rejeitou os avanços de Lauren? Afinal de contas, ela poderia ter lhe ajudado muito mais do que eu.
— Sim, poderia. Mas, àquela altura, você já tinha se tornado muito mais importante para mim do que o meu livro... apesar de eu não ter sido corajoso o bastante para admitir isso para mim mesmo. Não. Eu voltaria para o momento antes de fazermos amor, quando eu a segurei em meus braços, sabendo o que aconteceria em seguida. Para quando eu deveria ter lhe contato a verdade, mas estava temeroso demais de estragar as coisas entre nós. Talvez eu tenha sentido, mais fortemente do que você mesma, suas dúvidas em relação aos seus próprios sentimentos.
Bella não conseguia responder. Enquanto o desafio de Edward na carta e a enfurecera, era honesta o bastante para saber que havia algo de verdade naquilo.
— Passei tanto tempo esperando para expor Eliezer Denali e seus associados pelo que eles fizeram com minha mãe que me senti no dever de honrar meu plano... mesmo sabendo que teria de enganar você. Não fui capaz de enxergar, na época, que eu honraria a memória de minha mãe de uma forma muito mais positiva se escrevesse sobre as crenças dela em vez de denunciar os que foram contra tais crenças. Espero ter feito justiça a ela.
— Você fez — murmurou Bella suavemente. — Ninguém poderia ler seu livro e não se emocionar, Edward. Se você tivesse me contado no começo...
— Eu planejava lhe contar quando voltássemos para Londres, quando você não estivesse sob a pressão de... interesses conflitantes.
— E quanto ao seu próprio "conflito de interesses"? — indagou Bella, baixinho. — Como espera que eu me sinta emocionalmente segura em nosso relacionamento, que tenha certeza de que "nossos filhos" estarão seguros em suas mãos, Edward, quando já o vi mentir para mim em nome de suas ambições? – Bella não contaria sobre a criança em seu ventre agora.
— Não foi assim. Eu havia me comprometido antes de conhecê-la e me apaixonar, e já havia abandonado meu compromisso por causa de meu amor por você... apesar de não ter tido a oportunidade de lhe dizer isso. Você e nossos quatro filhos sempre virão em primeiro lugar para mim, Bella.
— Nossos o quê?
Bella observou, fascinada, um leve rubor tingir o rosto de Edward.
— Foi quando eu soube o quanto você significava para mim. Quando me contou sobre a fazenda de seu pai, e, do nada, comecei a imaginá-la no campo com quatro crianças... nossas crianças.
— Sempre achei que quatro filhos formariam a família ideal — disse ela, tremendo.
— Você precisa se casar comigo para consegui-los. E terá de me amar e me deixar amá-la... e amá-los... para sempre.
Apenas o fato de sentir sua presença e ouvi-lo estava enfraquecendo a teimosa resistência de Bella. Ler o livro de Edward já a emocionara e voltara a despertar seu amor, apagando toda a amargura e ressentimento. E agora...
— Edward... — começou ela, hesitante.
— Não me olhe assim — ele a avisou. — Porque, se me olhar, terei de fazer isso...
Como ela fora capaz de se convencer, mesmo por um instante, de que seria capaz de viver sem Edward quando ali, nos braços dele, era o único lugar em que queria estar?
— Edward — disse ela novamente, mas dessa vez estava sussurrando ávida e feliz contra os lábios dele... e deixando-o tirar-lhe o fôlego enquanto a beijava.
— Edward, tenho que te contar uma coisa. – fez uma pausa para respirar fundo. – você disse que queria quatro filhos? Bom os outros três podemos pensar depois, mas um nós já teremos. – disse com lágrimas de felicidade escorrendo pelo seu rosto, enquanto afagava seu ventre ainda liso.
— Ma-ma-mais como? - Bella riu quando o ouviu gaguejar.
— Não sei, a camisinha deve ter furado, e pelas contas do médico foi nesse quarto que esse bebê foi concebido.
— Você tem alguma idéia do quanto eu te amo? – perguntou Edward enquanto a beijava. – Eu prometo Bells, eu vou estar sempre aqui com vocês e para vocês. – disse enquanto se ajoelhava em frente à barriga de Bella.
Ouviu bebê, o papai ama vocês.
Algumas horas depois, estava aconchegada ao lado de Edward no calor da cama onde ele acabara de lhe mostrar o quanto sentira sua falta e lhe prometer que o futuro seria tudo que ela quisesse que fosse. Edward levou a mão direita de Bella aos lábios, beijando o dedo no qual recolocara o anel de sua mãe.
— Amor, você já pensou no nome do nosso filho? – perguntou Edward enquanto acariciava o ventre ainda liso.
Já.
Serio? Qual?
Não sei se você vai gostar, mas eu sei que vai ser uma menina então eu estava pensando em Elizabeth. – disse Bella esperando a reação de Edward.
Edward. – chamou Bella depois de não ouvir uma resposta. – Mas se você não quiser podemos esco...
Bella não pode terminar, pois foi calada com beijo profundo com um leve gosto salgado, quando o beijo terminou Edward encostou sua testa na de Bella e ficou de olhos fechados sorrindo.
Claro que eu quero Bella, minha mãe me ajudou a te encontrar e agora ela vai estar sempre comigo, com a gente. É uma homenagem linda meu amor, mas você tem certeza.
Claro que eu tenho amor, e eu sei que sua mãe vai estar sempre do nosso lado. – sussurrou Bella secando uma lágrima que escorreu pelo rosto de Edward.
Como você faz isso? – Perguntou Edward, e sem dar chance para uma resposta continuou. – Que a cada minuto que passo com você eu te amo ainda mais, você é minha vida, minha existência, só passei a viver realmente quando te encontrei, e agora que você está aqui comigo nunca mais vou te deixar sair do meu lado.
E quem disse que eu quero sair? – sussurrou Bella com a voz embargada enquanto explorava o corpo do noivo, ele acabará de dizer o que sempre sonhará em ouvir do homem com quem passaria o resto da vida. – Demonstre todo seu amor, então Edward.
Seu desejo é uma ordem amor.
Oito meses depois em uma noite de outono nasceu no hospital de Forks uma menina com cabelos de uma cor um tanto peculiar, pesando quatro kilos e medindo cinqüenta centímetros. A enfermeira perguntou para a mãe se já tinham escolhido o nome, a mãe e o pai da criança se olharam e lhe disseram o nome enquanto a enfermeira acomodava a pequena criança nos braços da mãe.
Lindo nome combina com ela.
Obrigado. – respondeu o pai com os olhos marejados e sorrindo.
Bem vinda ao mundo Elizabeth Marie Swan Massen. – Disse Edward para a criança que abria os olhos, virando para Bella que estava olhando para a menina como se fosse a coisa mais maravilhosa do mundo, mesmo depois de muito anos aquela imagem ficaria gravada em sua memória, nunca tinha visto nada tão lindo em sua vida, abaixou até a altura do rosto de Bella beijou suavemente seus lábios. – Eu te amo hoje mais do que ontem e bem menos que amanhã. – não pensou em mais nada do que o quanto poderia amar ainda mais aquela mulher.
FIM
É ISSO ESPERO QUE TENHAM GOSTADO TANTO QUANTO EU...
