N/A: Essa é a primeira (e provavelmente única) tentativa de escrever poemas com rimas.

Aviso: A fic não foi revisada.


Supermassive Black Hole

Glaciers melting in the dead of night

And the superstars sucked into the supermassive black hole


Duas crianças e um belo jardim

No centro o poço de pedra profundo

Ela caiu em seu interior sem fim

O outro hesitou muito mais do quem um segundo

E então respondeu ao pedido dela: "Sim"

.

Estavam juntos na escuridão

Como se de olhos fechados

E lá em cima, nenhuma luz ou salvação

Mas de alguma forma foram resgatados

.

Dali em diante sempre juntos

Como unha e carne, noite e dia

Segredos escondidos apenas por olhares

Nunca revelados, nem mesmo à família

.

Quando ele se foi sem lhe dizer adeus

Sentiu como se tivesse caído no poço novamente

Aquele buraco negro, frio e sem fundo

Todas as paredes destruindo-se ao redor do seu mundo

.

E foi quando descobriu

Ainda havia tanto a se fazer

E definitivamente alguém por quem lutar

Bellatrix se juntou aos comensais

Outro lugar negro, frio e circular

.

Os dois estavam fadados a guerra

Ambos perderam-se na batalha

E atirados novamente a sombria imensidão

Cercadas por criaturas sem almas ou coração

.

Um novo buraco negro

E foi ali que se encontraram

Apenas para fingir

Que com aquilo nunca se importaram

.

Tanto tempo passou

E muitas coisas lá fora aconteceram

Nenhum deles definhou ou morreu

Mas ambos enlouqueceram

.

Ele conquistou a liberdade

Ela conseguiu ser liberta

Após o último e inevitável confronto

Uma única morte seria certa

.

Ah, se soubessem

Que o buraco negro era o último lugar

Em que Sirius e Bellatrix voltariam a se encontrar

Talvez nada os tivesse impedido

De encarar a escuridão antes de ali pular


N/A:

BURACO NEGRO: Um buraco negro clássico é um corpo celeste com campo gravitacional tão intenso que a velocidade de escape se iguala à velocidade da luz (299 792 458 m/s, equivalente a 1 079 252 848,8 km/h). Nem mesmo a luz pode escapar do seu interior, por isso o termo "negro" (cor aparente de um objeto que não emite nem reflete luz, tornando-o de fato invisível). A expressão "buraco negro", para designar tal fenômeno, foi cunhada pela primeira vez em 1968 pelo físico americano John Archibald Wheeler, em um artigo científico histórico chamado The Known and the Unknown, publicado no American Scholar e no American Scientist. O termo "buraco" não tem o sentido usual, mas traduz a propriedade de que os eventos em seu interior não são vistos por observadores externos.
Teoricamente, o "buraco negro" pode ter qualquer tamanho, de microscópico a astronômico (alguns com dias-luz de diâmetro, formados por fusões de vários outros), e com apenas três características: massa, momento angular (spin) e carga elétrica, ou seja, buracos negros com essas três grandezas iguais são indistinguíveis (diz-se por isso que "um buraco negro não tem cabelos"). Uma vez que, depois de formado, o seu tamanho tende para zero, isso implica que a "densidade tenda para infinito".